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O que fazer no Rio de Janeiro: Visita ao Forte de Copacabana

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Já comentei aqui com vocês que o Rio de Janeiro reúne “várias cidades” em uma só. Por aqui você encontra história, natureza, gastronomia, entre outros. E quando o passeio reúne tudo isso? É o caso do Forte de Copacabana, que fica no bairro que leva o mesmo nome, localizado na Zona Sul da cidade.

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O local é perfeito para passeios com a família, amigos, o crush e porque não sozinha, não é mesmo? Por pertencer ao Exército Brasileiro, o forte é patrulhado por militares, o que para alguns pode proporcionar mais sensação de segurança.

O passeio

O melhor conselho que posso dar a quem deseja conhecer o Forte de Copacabana é: vá com um calçado confortável e ande pelo local. Vá até a pedra onde estão localizados os canhões virados para o mar, aprecie a vista para o Pão de Açúcar e da orla carioca, conheça o Museu Histórico do Exército… Contemple, aproveite!

Ah, já que tá lá… cogite comer em um dos estabelecimentos que ficam dentro do forte: uma filial da Confeitaria Colombo e o Café 18 do Forte. Quando fui tentei comer na Colombo, mas como era domingo a fila de espera estava enorme, o que me fez desistir e ir comer no concorrente. 

Experimentei o dadinho de tapioca (R$ 34), recheado com queijo canastra e acompanhado de geleia de pimenta e ragu de carne seca, e bolinho de bacalhau (R$ 32). O preço como vocês podem observar é um pouco salgado e as porções não são muito grandes, mas serviram duas pessoas e saimos satisfeitas.

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Comer com essa vista deixa qualquer refeição mais agradável

Bolinho de bacalhau e dadinho de tapioca, do Café 18 do Forte

 

Se não quiser gastar muito, leve uma garrafinha com água e uma barrinha de cereal (essa dica vale para qualquer passeio!). Mesmo que você não pare para comer em um dos restaurantes, o local e a vista são tão bonitos que com certeza valem a visita.

Serviço:

Forte de Copacabana – Praça Coronel Eugênio Franco, 1 Posto 6. Aberto de terça a domingo, das 10h às 18h. Ingressos: R$ 6 (inteira | R$ 3 (meia). Às terças, entrada franca. Aos domingos todo mundo paga meia. Mais Informações: E-mail: relpub@mhexfc.eb.mil.br | Tel: +55 (21) 2522-4460.

***

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Beijos,

Kari.

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Largo do Boticário: Um pouco da história do Rio mal preservada

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Um conjunto de casas que retrata o que o foi o Rio do século XIX. Assim, pode ser definido o Largo do Boticário, no Cosme Velho, bairro da Zona Sul do Rio. Mais precisamente, rua acima a estação do Trem do Corcovado. Porém, nem a proximidade de um dos transportes que levam para o ponto turístico mais conhecido da cidade fez com que o patrimônio fosse preservado.

Os casarões, infelizmente, estão caindo aos pedaços. A dona dos imóveis não tem condições de reformá-los. Viveu na Europa e quando voltou para o Rio as casas já estavam ocupadas. Pediu ajuda do estado e tentou consertá-los, sem sucesso.

Apesar dos pesares, ainda assim, as casas conservam uma espécie de beleza. Olhar pra elas é como se você se teletransportasse para outra época. É como viver outro Rio.

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O caminho até o Largo

Sendo sincera, não se tem muita coisa para fazer no Largo do Boticário. Não tem um point do momento perto, o Museu Internacional de Arte Naïf do Brasil que é próximo fechou por conta da crise no Estado do Rio, os casarões estão mal conservados. É chegar, apreciar e imaginar o que ele foi um dia e ir embora.

Mas, se você me perguntar se vale a pena a visita, respondo que sim. Aliás, para amantes de história sim, pois é impossível chegar ali e não imaginar quantas coisas aconteceram para ele chegar no ponto em que está hoje.

Daqui, só posso desejar que o estado consiga dar mais valor ao seu patrimônio e possa conservá-lo melhor. Além de, claro, poder compartilhar com vocês as dicas de diversos cantinhos do Rio que a maioria nunca nem ouviu falar.

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Como chegar

Para chegar ao Largo do Boticário é super simples. Para quem vai de transporte público basta pegar um ônibus para o Cosme Velho e descer em frente a Igreja de São Judas Tadeu. Dali é subir até o Largo. Há placas no local indicando onde fica.

Outra opção é pegar o metrô, descer na estação do Largo do Machado e pegar o ônibus 580 no ponto final. Se for sair da Tijuca há opção de pegar o 422.

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Agora se você vai de carro, você pode seguir pela rua das Laranjeiras até o Cosme Velho ou pegar o Rebouças e depois seguir para o Cosme Velho.

Lá no Largo há espaço para estacionar. Entretanto, essa é uma prática ilegal, já que estacionar ali não é permitido. Mas, infelizmente, também não há fiscalização para impedir isso.

Dobradinha: Igreja de São Judas Tadeu + Bica da Rainha

Além de visitar o Largo do Boticário, quem for ao Cosme Velho pode fazer uma dobradinha. Ou melhor, dá pra fazer um combo. É possível conhecer a Bica da Rainha, a Igreja de São Judas Tadeu e de quebra andar de trenzinho e ir parar lá no Cristo Redentor.

Igreja de São Judas Tadeu, no Cosme Velho

Igreja de São Judas Tadeu

A Bica da Rainha, normalmente fica trancada, por uma questão de segurança. Como ela fica abaixo do nível da rua, as pessoas usavam o local para se esconder e atacar os pedestres, por isso foi gradeada. Mas, vale contar aqui uma curiosidade. O local tem esse nome, pois no período colonial Dona Maria Louca era levada pela nora, Carlota Joaquina, para se banhar na bica, daí o nome.

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Bica da Rainha

E aí, curtiu o roteiro? Me conta nos comentários!

Beijos,
Kari.

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