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15 diferenças culturais entre Brasil e Malta + 1 semelhança

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Já contei aqui para vocês que realizei um intercâmbio de um mês em Malta. Quando estamos fora do nosso país de origem é natural repararmos nas diferenças culturais que existem entre os destinos. Abaixo você pode conferir 13 coisas que funcionam de formas distintas no Brasil e em Malta:

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1- Em Malta é proibido beber na rua, e caso você seja pego tomando uns goro in street levará uma multa de 80 euros.

2- Os homens também não podem andar sem camisa, se não são multados.

3 – Aqui a direção é mão inglesa (volante à direita) e os veículos andam no que seria nossa contramão.

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4 – Apesar de ser proibido, os malteses fumam dentro de estabelecimentos fechados. Caso sejam pegos, adivinhem? Levam multa.

5 – Um dos pratos mais tradicionais é o coelho. Já uma opção comum e mais barata é o pastizz, um salgado de massa folhada recheado de queijo, ervilha, entre outros.

Pastizz

6 – Os malteses jogam o papel higiênico no vaso sanitário e não na lixeira.

7 – Ah, e os banheiros e cozinhas lá não possuem ralos. Eles limpam com produtos químicos.

8 – Eles também são super pontuais, influência da colonização britânica.

9 – No geral, os estabelecimentos de St. Julians e a população dessa parte da ilha estão bem acostumados a lidar com brasileiros. Aliás, somos reconhecidos de longe, mesmo sem abrir a boca, já que segundo eles somos amigáveis e festivos.

10 – Malta não produz a própria energia elétrica. Lá a luz chega por cabo da Itália.

11 – Como é uma ilha, Malta também não tem água doce. Então, para ter água potável eles dessalinizam a água.

12 – A água da torneira é potável, mas por conter grande quantidade de sódio, que não estamos acostumados, o guia recomenda a compra de água no mercado.

13 – Por toda essa questão da água, o tempo de banho recomendado é de até 10 minutos.

14 – As festas aqui tocam música brasileira sim! Os hits vão desde do funk ao hit “Aí se eu te pego”, do Michel Teló. Ah, e eles amam reggaeton e Maroon 5.

via GIPHY

15 – A arquitetura de Malta é algo que realmente encanta. Os prédios e as paisagens as vezes lembram o Oriente Médio, à vezes lembram a Europa, fruto do mix cultural que é esse país.

Bônus: a semelhança

Bom, essa não é uma diferença, mas sim uma semelhança. Assim como no Brasil, em Malta também é proibido fazer topless e caso você seja pego fazendo levará uma multa. Nas praias é possível ver alertas da proibição, como mostra a foto abaixo:

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Carnaval 2019: sete capitais brasileiras para curtir a folia

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Se tem um feriado que divide as pessoas, é o Carnaval. Tem quem goste da folia, dos desfiles e dos bloquinhos, e quem goste de viajar e aproveitar para descansar. Seja qual for o motivo, para quem prefere curtir, aqui vão sete capitais brasileiras para curtir o Carnaval com as melhores experiências de hospedagem.

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Rio de Janeiro

Conhecido pelo desfiles das escolas de samba e pelos blocos de rua que arrastam milhares de foliões durante esse período, o Rio de Janeiro com certeza é uma boa opção para quem quer aproveitar o Carnaval. Se você que ficar hospedado perto da Marques de Sapucaí considere uma hospedagem no Hotel Vila Galé, na região da Lapa. Agora quem quer ficar perto dos bloquinhos, ficar hospedado nas regiões Central e Sul, de preferência perto do metrô, são as melhores opções para não ficar preso no trânsito e perder a folia. 

São Paulo

O carnaval da capital paulista tem crescido nos últimos anos e levado milhões de foliões para as ruas. Há várias opções de bloquinhos espalhados pela cidade e para todos os gostos. Para quem for curtir algum deles na Zona Oeste, pela região do Largo da Batata, Avenida Brigadeiro Faria Lima, por exemplo, o hotel que oferece conforto após um dia intenso é o Staybridge Suites São Paulo, que fica no Itaim Bibi.

Vai curtir os bloquinhos na região central da cidade? Considere o InterContinental São Paulo, que fica a uma quadra da Avenida Paulista e é um dos hotéis com a melhor avaliação entre os viajantes no TripAdvisor.

Se sua paixão são os desfiles das escolas de samba, o hotel do carnaval é o Holiday Inn Parque Anhembi. Nele você ficará a apenas cinco minutos do Sambódromo. 

Belo Horizonte

E o que falar do carnaval mineiro onde cada ano os blocos de rua aumentam, garantindo a folia dos turistas que ficam em “Beagá”. Se escolher passar o carnaval na capital mineira, uma boa dica de hospedagem é o Holiday Inn Belo Horizonte Savassi. O hotel oferece ambientes elegantes, piscina ao ar livre e um restaurante com opções gastronômicas internacionais. 

Maceió

Subindo para a região Nordeste, temos o animado carnaval de Maceió. Axé, samba, bumba meu boi e frevo animam a festa nessa capital. Além dos charmosos blocos com mais de 30 anos de estrada, bailes e shows de axé que se apresentam à beira-mar. Na hora de descansar, o Holiday Inn Express Maceió, localizado a apenas 5km do centro de Maceió, e apenas 150 metros da Praia de Ponta Verde, é a melhor opção.

Natal

Outra opção também no Nordeste é o carnaval de Natal, que está se tornando um dos mais famosos da região. Muito conhecido pela tradicional micareta, a cada ano que passa, a cidade ganha mais reconhecimento e fama durante esse período. Além disso, a cidade recebe uma programação repleta de shows de diversos artistas famosos. A opção aqui para hospedagem é o Holiday Inn Natal. O hotel possui piscina ao ar livre e sauna para dar aquela relaxada após a curtição e também dispõe de academia e restaurante. 

Foto: ASSECOM/RN

Salvador

Famoso pelos trios elétricos, quem nunca sonhou em vivenciar o Carnaval da Bahia? Curtir os shows de Ivete, Claudia Leitte, Chiclete com Banana, entre outros, além das belas paisagens baianas, que tal? Para isso, considere ficar no Ibis

Manaus

A região Norte, nesse caso a capital Manaus, tem muito a oferecer no Carnaval. Com bandas de rua, desfiles de escolas de samba e de fantasias no Teatro Amazonas, bailes em salões e o Carnaboi, a capital manauara é uma ótima escolha para curtir. O hotel indicado para ter um bom descanso após a folia, é o Holiday Inn Manaus. Ele está entre os três melhores hotéis de acordo com as avaliações dos viajantes do TripAdvisor. 

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Ranking elege as 25 melhores praias brasileiras. Oito delas ficam no RJ!

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Um ranking do site TripAdvisor alemão elegeu as 25 melhores praias brasileiras. Na pesquisa foram ouvidos os turistas que visitaram o país. Entre as praias que aparecem na lista estão a Baía do Sancho, em Fernando de Noronha, e as Prainhas do Pontal do Atalaia e Praia do Farol, em Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro. Confira as 10 praias mais bem colocadas:

10. Praia do Madeiro – Tibau do Sul, RN

A 85 quilômetros da capital potiguar, a Praia do Madeiro também é chamada de Praia dos Golfinhos ou Ponta do Madeiro. Com o mar verde-esmeralda, águas quentes e calmas, ela encanta turistas nacionais e estrangeiros. 

Foto: Pipa.com

9. Praia Antunes – Maragogi, AL

À 7 km do centro da cidade, a Praia de Antunes é praticamente deserta e não possuí estrutura de bares e restaurantes. Entretanto, alguns quiosques e restaurantes rústicos servem comidas e bebidas. Encanta pela tranquilidade.

Foto: Flirck Mtur

8. Morro Branco – Fortaleza, CE

No litoral leste do Ceará, Morro Branco encanta devido a mistura das dunas de areia fina e brancas com as falésias avermelhadas, formando um cenário incrível. 

7. Praia do Arpoador – Rio de Janeiro, RJ

A Praia do Arporador fica na Zona Sul do Rio. Um dos principais pontos turísticos do local é a Pedra do Arpoador, que separa essa praia da de Copacabana. É procurada por turistas para que desejam assistir ao pôr-do-sol, olhando de um lado o Morro Dois Irmãos.

Foto: Alexandre Macieira/Riotur

6. Praia de Lopes Mendes – Ilha Grande, RJ

Lopes Mendes está na localizada na costa oceânica de Ilha Grande. Com aproximadamente 3 km de areia branca, muito fina e firme, é considerada a praia mais famosa da região. 

 

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5. Baía dos Golfinhos – Praia de Pipa, RN

O local tem esse nome, pois os banhistas conseguem ter contato com esses mamíferos. Possui mar calmo e é excelente opção para quem gosta de nadar.

4. Praia do Forno – Arraial do Cabo, RJ

Localizada em uma enseada, só é possível acessar a Praia do Forno por barco ou trilha de 15 minutos (partindo do canto esquerdo da praia dos Anjos). Além da mata preservada, das águas claras e dos corais, abriga ainda um restaurante flutuante especializado em frutos do mar. 

3. Praia do Farol – Arraial do Cabo, RJ

A Praia do Farol fica em uma área de proteção da Marinha, por isso o local tem acesso limitado. Para ir até lá é preciso ir de barco e apenas 250 visitantes podem permanecer na praia a cada 45 minutos. 

2. Prainhas do Pontal do Atalaia – Arraial do Cabo, RJ

A praia possuí uma vista encantadora. Para chegar até lá é preciso encarar uma escadaria de madeira de 255 degraus, que sai do morro do Atalaia. Também é conhecida como “Prainhas”, já que tem em duas partes, dividas por rochas e que na maré alta, vira uma só. 

Foto: Flirck Mtur

1. Baia do Sancho – Fernando de Noronha – PE

A praia fica no arquipélago de Fernando de Noronha, no estado de Pernambuco. Na parte central são encontradas lajes rochosas que abrigam uma diversa fauna e flora marinha. Já foi eleita duas vezes a melhor praia do mundo pelos usuários do TripAdvisor.

Foto: Turismo Pernambuco / Divulgação

Confira o ranking completo aqui

O TripAdvisor é um site de viagens que fornece informações e opiniões de conteúdos relacionados ao turismo e também inclui fóruns de viagens interativos. O Kari Desbrava também está presente nessa rede e também compartilha dicas por lá!

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Estrangeiros elegem os estados mais hospitaleiros do Brasil

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Uma pesquisa do Ministério do Turismo (MTur) revelou quais são os estados brasileiros mais hospitaleiros segundo a perspectiva de turistas estrangeiros. O resultado do estudo foi publicado nesta terça-feira (29), Dia da Hospitalidade.

De acordo com a pesquisa, os turistas estrangeiros consideraram Mato Grosso do Sul (99,6%) o estado mais receptivo do Brasil. Logo depois aparecem os estados de Santa Catarina (99,2%), Rio Grande do Sul (98,9%), e Paraná (98,5%), localizados na região Sul; e São Paulo e do Rio Grande do Norte, ambos com percentuais de aprovação de 98,4%.

Orla do Rio Paraguai, em Corumbá, Mato Grosso do Sul. Fotos: Flávio André/Mtur

Ainda segundo o Mtur, a hospitalidade lidera em avaliação positiva entre os 19 itens de infraestrutura e serviços pesquisados no estudo da demanda internacional. Somada aos alojamentos, gastronomia, restaurantes e aeroportos, que também influenciam a percepção do turista, compõe o conjunto de atributos fundamentais da boa experiência turística.

Em 2017, por exemplo, o modo de receber do brasileiro recebeu aprovação de 98,1% dos estrangeiros que visitaram destinos nacionais, maior percentual registrado nos últimos cinco anos.

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Brasil ganha voo de baixo custo para o Reino Unido

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A aérea low cost Norwegian começou a vender ontem (dia 27 de novembro), os primeiros voos ligando o Reino Unido ao Brasil, com uma rota direta entre Londres e Rio de Janeiro. As operações começarão a partir de 31 de março de 2019, com rotas às segundas, quartas, sextas-feiras e domingos.

Para Teté Bezerra, presidente do Instituto Brasileiro de Turismo, a medida representa um importante passo na internacionalização do turismo brasileiro “e reforça a competitividade do turismo nacional, na medida em que permite a ampliação da oferta e a consequente redução do custo de passagens”.

Em agosto deste ano, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) liberou a companhia norueguesa com base no Reino Unido para fazer o transporte aéreo internacional regular de passageiro, carga e mala posta no Brasil. O valor de algumas tarifas já foram divulgadas. Os preços partem de, aproximadamente, R$1.200 (equivalente a £240) por pessoa por trecho (www.norwegian.com/uk).

A Norwegian é a terceira maior entre as empresas aéreas de baixo custo da Europa, conhecidas como low cost, e  foi classificada como a companhia aérea mais eficiente em combustível em rotas transatlânticas pelo Conselho Internacional de Transporte Limpo (ICCT) e tem uma das frotas de aeronaves mais recentes do mundo, com uma idade média de 3,7 anos. Além do Brasil, atualmente, a empresa oferece uma rede crescente de voos de longa distância entre Londres e 12 destinos populares nos Estados Unidos e na Argentina.

Desde outubro, a companhia Sky Airline, uma low cost chilena, opera voos de Santiago, no Chile, para Rio de Janeiro, São Paulo e Florianópolis.

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0 In Argentina/ Mais recentes

O que os brasileiros podem aprender com os hermanos

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Em tempos de polarização política, fake news e falta de bom senso me lembrei da viagem a Buenos Aires. Explico porquê: durante os dias que passei na capital argentina me chamou a atenção como os portenhos são bem mais politizados se comparado com os brasileiros. Claro que uma semana em um país é muito pouco para se afirmar isso com 100% de certeza. O que pude observar nesse curto espaço de tempo é somente um recorte do que vivenciei durante este período.

Apesar disso, algumas curiosidades me chamaram a atenção e me fizeram concluir isso. Primeiro, que Buenos Aires respira cultura. Há livrarias e teatros por toda a parte. A quantidade desses dois tipos de estabelecimentos realmente impressiona quem vem de fora. Algo que não observo em uma metrópole como o Rio de Janeiro, por exemplo, que viu seus cinemas e teatros de rua desaparecerem com o tempo.

Outro ponto que me chamou atenção foram os protestos que vi. Em cinco dias, observei dois protestos: um contra o FMI e outro pela liberdade do Lula. Durante uma conversa com o guia do city tour noturno promovido pelo blog Aires Buenos, descobri que protestos por aquelas bandas são comuns. “Todo dia me deparo com um”, contou Henderson Moret.

Segundo ele, um dos motivos para os hermanos protestarem tanto está ligado ao que eles sofreram durante a ditadura militar e o fato da capital do país também ser em Buenos Aires. “Quando querem protestar basta ir para frente da Casa Rosada e gritar contra o presidente. Diferente de nós, onde é bem mais difícil se deslocar até Brasília”, relatou.

Por fim, uma história que também aprendi no tour me fez reforçar essa conclusão. Me refiro a história do Teatro Abierto, atual El Picadero. Em 1981, militares realizaram um atentado com bombas incendiárias no teatro em represália a uma montagem feita pelo grupo que se apresentava na casa na época. O curioso e abominável dessa história, é quando o caso aconteceu o incêndio foi colocado na conta dos atores, o que foi desmentido anos depois.

Com todas essas particularidades foi impossível não traçar um paralelo com o que vivemos no Brasil. Após essas observações me perguntei o que poderíamos extrair de aprendizado com a história da Argentina. Como seríamos se a capital do Brasil ainda fosse o Rio de Janeiro ou Salvador? A quem interessa nossa alienação? Será que somos mesmo um povo passivo como querem nos fazer acreditar? Talvez estejamos precisando de uma aula com los hermanos.

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Tem algum projeto que incentiva o feminismo e encoraja as mulheres? Me conta nos comentários! Vou adorar conhecer.

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10 In Mais recentes/ O que fazer no Rio/ Rio de Janeiro

‘Tour Doces Histórias’ | Entenda a história dos doces no Brasil

Doces
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Passear pelo Rio de Janeiro já é bacana. Passear pelo Rio, comer doces e aprender mais sobre a história dessas guloseimas é melhor ainda. Foi com essa sensação de coisa boa que participei do tour Doces Histórias, organizado pelo Sou+Carioca.

Já falei do pessoal da Sou+Carioca no post do passeio para a Pedra Bonita. Fica a dica caso você queira saber mais sobre o trabalho deles…

Mas, voltando aos doces. O tour apresenta a trajetória dos doces no Brasil e o cenário é as ruas do Centro do Rio, que respiram história. O passeio começa na Cinelândia. Lá a guia Raquel nos fez recomendações de segurança, como ter cuidado na hora de atravessar a rua, respeitar o tempo do grupo, ter cuidado com equipamentos fotográficos, etc, além de nos dar um panorama de como tudo começou. Nessa hora, ela nos falou sobre a importância do açúcar para o crescimento da colonia, sempre relacionado com a ideia da criação do doce.

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Em seguida, fomos rumo à Praça VX onde ouvimos curiosidades de como os doces se popularizaram. Segundo a Raquel, muitos dos doces que comemos hoje foram “inventados” no Convento do Carmo, que fica ao lado do Paço Imperial. Como o Convento precisava de dinheiro, os doces que os internos preparavam eram vendidos e acabaram se espalhando pela cidade.

Depois passamos pelo Beco dos Barbeiros e a Rua do Ouvidor, duas ruas super importantes.
Por fim, a hora mais doce. Visitamos as confeitarias Colombo, Itajaí, Cavé e Manon. Em cada parada, ouvimos mais sobre a história de cada uma. Era dado um tempo para quem quisesse entrar e provar os doces em cada confeitaria. O que você vai comer não está incluso no valor passeio.

LEIA MAIS: Manual de sobrevivência: Carnaval no Rio de Janeiro

Uma aula de história dos doces

Confeitaria Colombo

A Colombo é a representação perfeita da Belle Époque carioca, em que a moda era ser “francês”. Fundada em 1894 é a mais famosa confeitaria carioca. Recebeu clientes ilustres como Chiquinha Gonzaga, Machado de Asis, Lima Barreto, Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek, Alberto I da Bélgica, Isabel II do Reino Unido, entre outros.

Atualmente, a Colombo tem quatro filiais: a do Centro, a mais antiga; a do forte de Copacabana; a do Aeroporto do Galeão; e a do Centro Cultural do Banco do Brasil. 

Doces da Confeitaria Colombo: pastel de nata e bomba de chocolate

Chefe confeiteiro da Colombo, Thiago Faro, conversa conosco sobre como é trabalhar em uma das mais tradicionais confeitarias do Rio. Segundo ele, em baixa temporada são produzidos cerca de 1.300 doces. Na alta temporada o número dobra. A filial do Centro abastece as demais filias

LEIA MAIS: Mirante no Rio: Parque Penhasco Dois Irmãos, no Leblon

Confeitaria Itajaí

Fundada por uma família alemã em 1932, a Itajaí fica na Rua Gonçalves Dias, no Centro do Rio. A confeitaria começou em um prédio estreito, mas se mudou para uma mais espaçosa na mesma rua. Ficou famosa pelas especialidades alemãs como strudels de maçã, bombas de chantilly, ghitas de amêndoas e diversos doces amanteigados. Alguns desses doces são servidos até hoje.

Raquel nos contando um pouco sobre a história da Itajaí

Casa Cavé

A Cavé é a confeitaria em funcionamento mais antiga do Rio. Fundada em 1860 pelo imigrante francês Auguste Charles Felix Cavé foi vendida para portugueses em 1922.

Ocupa os números 133 e 137 da rua Sete de Setembro. Destaque para o sorvete Dina Tereza (Creme, Chantilly e Fios de Ovos – R$ 22,50) feito em homenagem a cantora portuguesa. 

Fachada da Cavé

Confeitaria Manon

A Manon é a mais nova das confeitarias visitadas. Foi fundada em 1942. Em 1993, foi tombada pela Prefeitura do Rio como patrimônio histórico.

O salão da Manon é uma réplica do interior do navio português Cerpa Pinto. Ela também possui espelhos franceses e outros itens originais que nos remete ao passado. Tem como carro-chefe da Casa o doce Madrileñ: pão doce com creme e um toque de goiabada, salpicado com açúcar de confeiteiro. 

Salão da Confeitaria Manon

LEIA MAIS: Visita ao Real Gabinete Português de Leitura, no Centro do Rio

Curiosidades que aprendi no tour

– O açúcar ​era uma especiaria porque era de difícil acesso e caro;

– ​O Convento do Carmo já foi o maior prédio do Rio e a Igreja da Sé, que fica ao lado, já foi a Catedral do Rio;

– Junto com a descoberta do açúcar surgem ​também a canela, o cravo, entre outras especiarias;

– ​Os espanhóis conhecem o chocolate no México. Na ocasião, ele não se parecia com o que conhecemos hoje. Ele era uma bebida aguada que tinha uma função ritualística. Segundo a crença do povo mexicano, a bebida a base de cacau dava força aos guerreiros e fazia uma ligação com o divino;

– Os espanhóis conheceram a bebida através das mulheres das tribos mexicanas e, por conta disso, a bebida chegou na Europa como bebida para senhoras/mulheres, ganhando outro significado;

– ​O primeiro confeito de chocolate surge no Caribe francês e vai dar origem no chocolate que conhecemos hoje;

– O brigadeiro ganhou esse nome nas eleições de 1945. Na época, algumas mulheres vendiam o doce para arrecadar fundos para a campanha do candidato a presidência Eduardo Gomes. Ele usava o slogan “Vote no Brigadeiro que é bonito e solteiro” e esse fato acabou dado nome ao doce mais amado dos brasileiros.

 

*Foto do alto da matéria: Isabela Toscano/Beulasartes

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0 In Ilha de Marajó/ Pará/ Viagens

Como chegar à Ilha de Marajó

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Chegar em Marajó foi uma das coisas mais loucas que já fiz na vida. Digo isso, pois essa viagem para mim já foi um desafio e tanto por vários motivos. Entre eles o fato de não ter muita informação disponível sobre a Ilha, se formos compará-la com outros destinos, por exemplo, e o fato de ser uma mulher sozinha visitando Marajó. Mas, esse parte fica para outro post.

Voltando a parte de como chegar em Marajó… saí do Rio de Janeiro sem a menor ideia de como ir de Belém para lá. Dos poucos blogs que tinham ido a Marajó, em nenhum encontrei as exatas respostas para as minhas dúvidas! Por isso, esse post, para mim é um dos mais importantes para quem quer visitá-la.

Como chegar…

Pensar que tinha já tinha reservado um pousada me causava calafrios quando constatava que não sabia como faria para chegar em Marajó. Que seria de barco era até meio óbvio, mas onde comprava a passagem, quanto custava, quantas horas durava a viagem e se a embarcação era segura eram só algumas das perguntas que eu não fazia ideia de quais eram as respostas.

Quando cheguei em Belém achei que todo mundo saberia me responder isso, mas bateu um desespero quando vi que ninguém sabia me dizer exatamente como chegaria a Marajó.

Então, fui ao terminal hidroviário, que era a única informação que eu tinha sobre a viagem e comecei a perguntar para todo mundo onde poderia comprar a tal passagem. Até que achei o guichê da Tapajós Expresso.

Essa empresa, como o nome já diz, faz a travessia Belém X Marajó de forma mais rápida. Um viagem com a Tapajó Expresso durou cerca de 2h. Mas… não pense que tudo são flores. Apesar de rápido, como a lancha balança.

Se você não tem medo de balanço de barco, se sabe nadar ou se é uma pessoa destemida essa viagem será tranquila para você. Mas, se não se encaixa em algumas das opções acima, considere um outro destino, já que pelo o que me informei, todas as rotas até Marajó são, digamos, turbulentas.

Talvez o meu pânico tenha sido maior pelo fato de não saber nadar. Afinal, se a lanchar virasse, imaginava, teria que ser rápida em pegar um colete salva-vidas para tentar garantir minha sobrevivência. #dramaqueen

Guichê da Tapajós Expresso, no Terminal Hidroviário de Belém

Devaneios a parte, os horários para ir e volta de Marajó são limitados. Para ida, você só tem a opção das 9h da manhã. Já para a volta tem de 6h ou 9h. A passagem custou R$ 48, tanto a ida quanto a volta, isso em 2017.

Já no barco, bem na hora que a lancha balança horrores descobri, conversando com a passageira ao meu lado, que a viagem das 6h era mais tranquila. Às 9h, a maré está alta e como a lancha vai muito rápido, acaba balançando mais.

#FicaADica: Se quer fugir do balanço brusco da lancha opte pelo horário das 6h. Acordar cedo não vai te matar, vai por mim!

Uma das sensações mais felizes da minha vida foi ver que o porto de Soure e saber que dentro de instantes estaria em terra firme e segura. Para volta, fui esperta e tratei de comprar logo minha passagem das 6h, para garantir uma viagem mais tranquila.

Dito e feito, na volta consegui até dormi na lancha e entre um balanço e outro, desta vez mais ameno, conseguir até ver o sol nascer na Bacia de Marajó.

Ah, também existe outra opção para chegar em Marajó. Nesse caso, é preciso se deslocar até Icoaraci, distrito a 20 quilômetros de Belém. Essa é uma opção bacana para quem está de carro, já que dá para levá-lo na balsa.

Porto de Soure

Confira outros posts sobre o Pará:

Pará: diversidade cultural e riquezas do Norte do Brasil

Passeio de barco pela orla de Belém

O que fazer na Ilha de Marajó

Onde se hospedar na Ilha de Marajó

Passeio na Fazenda Bom Jesus, na Ilha de Marajó

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Inhotim: dicas do que conhecer

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Bem pertinho de Belo Horizonte, a cerca de 1h30 de carro, está o Instituto Inhotim, um dos mais importantes acervos de arte contemporânea do Brasil e considerado o maior centro de arte ao ar livre da América Latina. Com muito verde e muita arte, é claro, é impossível sair de lá com a mesma visão de mundo. Digo isso, pois nosso passeio foi guiado pelo Junio Cesar, um jovem criado no Inhotim e que viu o Instituto se tornar o que ele é hoje.

O Inhotim é gigante e tem um quê meio megalomaníaco. Esses motivos por si só já pedem um guia para você não ficar perdido e acabar o passeio sem ver as principais obras. Porém, se você não entender muito de arte, reforço ainda mais a contratação do guia. Sem ele, é bem capaz que você saia de lá sem entender nada, perdendo assim a chance de compreender o significado de tudo aquilo. 

Continue Reading →

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0 In Brasil/ Viagens

Mirante das Mangabeiras: a melhor vista de Belo Horizonte

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A vista mais linda de Belo Horizonte você vai encontrar no Mirante das Mangabeiras. É com propriedade de causa que digo isso. Durante minha visita ao mirante, não teve como não me encantar com tamanha beleza. Visitei o mirante durante o ERBBV e foi uma surpresa muito agradável e um dos passeios que mais gostei. Os motivos para ter entrado para lista dos meus passeios preferidos em Belo Horizonte é fácil: é bonito, bem conservado, sem falar no contato com a natureza, que é uma coisa que gosto bastante.

LEIA MAIS: Review: Hotel Ibis, em Belo Horizonte   

 

O local é considerado área de preservação ambiental e está localizado no bairro das Mangabeiras, logo atrás do Palácio do Governador. Com dois decks de madeira instalados, o mirante proporciona aos visitantes uma linda visão panorâmica da cidade e do Parque das Mangabeiras.

LEIA MAIS: Quanto custa viajar para Belo Horizonte? 

Achei um ótimo lugar para passear com a família, fazer piqueniques, realizar ensaios fotográficos, ou somente descansar e aproveitar a paisagem.  Mas, atenção, para chegar no Mirante é preciso subir uma ladeira. Logo, veja a possibilidade de ir de carro, caso não seja muito adepto a atividades físicas.

De resto, é aproveitar o lugar e curtir aquele vistão todo 🙂

Serviço: Rua Pedro José Pardo, 1000 – Mangabeiras. De terça a domingo, das 9h às 17h. Telefone: (31) 3277-8275 | (31) 3277-7784.

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Beijos,

Kari.

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