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Nubank e Smiles firmam parceria para acúmulo de milhas

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Quem gosta de viajar acaba de ganhar mais um jeito de acumular milhas! A empresa Nubank e o programa de fidelidade Smiles, da Gol Linhas Aéreas, firmaram uma parceria. 

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Com isso, quem possui o cartão de crédito Nubank e faz parte do Nubank Rewards poderá transferir pontos para o programa de fidelidade da Gol.

A iniciativa ainda conta com um diferencial importante: não é preciso ter um número de pontos mínimo para transferência. 

Já com relação às regras de conversão, elas ficaram estabelecidas assim: cada R$1 gasto no cartão Nubank vira 1 ponto Rewards;  Na hora de transferir para Smiles, cada 4 pontos Rewards viram 1 milha. Considerando o dólar turismo (que atualmente equivale a aproximadamente R$4), pode-se considerar 1 milha por dólar gasto. 

Como realizar a transferência?


Fazer a transferência dos pontos do Rewards para o Smiles é simples e fácil. Basta acessar o aplicativo do Nubank, entrar no painel Rewards, clicar na aba “usar pontos” e depois tocar em Smiles. 

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Em seguida, indique a quantidade de milhas Smiles que quiser adquirir e clique em “continuar”. Você verá um resumo da sua solicitação. Revise e, se estiver tudo ok, confirme com sua senha de 4 dígitos. Em alguns segundos a Smiles processará o pedido e seu saldo será atualizado.


Em caso de dúvidas, assista ao vídeo: 

Nubank Rewards é opcional

O cartão Nubank é conhecido pela sua praticidade e não pagamento de anuidade. Entretanto, para participar do Rewards é preciso desembolsar R$ 19 mensais (ou R$ 190 à vista, no plano anual). De acordo com a empresa, esse valor é mais baixo que a anuidade da maioria dos cartões de crédito, o que seria um bom custo-benefício para o cliente. No entanto, vale lembrar que aderir ao Nubank Rewards é opcional.

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Dê valor a quem traz uma lembrancinha de viagem

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O enredo é quase sempre o mesmo. Você anuncia que vai viajar e chove pedidos de encomendas, presentinhos, lembrancinhas.

“Lá fora é mais barato”, dizem. 

Às vezes não precisa ser uma viagem para fora. Mas o pedido… Ah o pedido! Esse sempre vem. 

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A solicitação, a princípio inofensiva, muitas vezes não leva em consideração a realidade do outro.  Ele tem dinheiro para trazer? Tem espaço na mala? Poderá pagar excesso de bagagem por conta do que solicitei? São perguntas que parece nem passar na cabeça de quem pede. 

Até criaram um personagem fictício que simboliza 10 a cada 10 viajantes: Lucky, criado pelo jornal El Chiguire Bipolar, resolveu esconder sua viagem de volta ao mundo para não trazer nada para ninguém. 

Parece meio egoísta, mas Lucky, assim como muitos de nós, precisa viajar com uma bagagem leve e não tem espaço para trazer coisas. Logo, esconder a viagem lhe pareceu a melhor opção. 

E quem nunca pensou em ser como Lucky? 

Por outro lado, valorize quem traz algo ao retornar para casa. Pode ser aquela blusinha escrito “Eu amo Búzios”, ou o chaveirinho simbolizando algo típico da região visitada ou até cartões postais. 

Independente do valor e utilidade do objeto essa pessoa lembrou de você. 

E só quando nos tornamos adultos, e batalhamos para desbravar o mundo, é que nos damos conta de quanto esse tipo de “lembrancinha” pode pesar no orçamento de uma trip. 

Se ainda assim, o viajante lhe trouxer algo, é sinal de que você é importante mesmo. Portanto, valorize!

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Beijos,

Kari.

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Casa Torta, em Bichinho, traz adultos de volta à infância

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Imagina um lugar que resgata a sua criança interior? Foi assim que me senti ao entrar na Casa Torta, um centro cultural localizado no distrito de Bichinho, próximo a Tiradentes, em Minas Gerais. Com a proposta de uma imersão no mundo lúdico, o local é a atração da região. 

Mas, o que tem lá dentro? Vale a pena entrar? Quanto custa essa experiência? Calma, calma jovem! Abaixo explico tudinho.

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O que você vai encontrar lá 

Antes de falar propriamente das atrações da Casa Torta, queria deixar registrado que sua fachada é um espetáculo a parte. Pintada de marrom e verde, o prédio já é uma gracinha do lado de fora. 

Maaaas vale aqui um conselho: não vá até lá só para ficar na porta. Entre! Não consigo entender quem visita uma atração e não entra. Ainda mais em um lugar onde, a única atração é essa. Vi diversos turistas que foram até Bicinho para tirar foto da fachada e ir embora. Sinceramente, se for só para isso, acho que não vale a pena o desgaste de ir até lá. 

Dito isso, ao entrar na Casa Torta há atrações para crianças e adultos. Você receberá um crachá com um roteiro, que pode ser seguido ou não, fica ao seu critério. O legal de seguir o roteiro é ter a sensação de que desfrutou de tudo que o ambiente tinha a oferecer. 

As crianças poderão aproveitar o camarim, biblioteca infantil, parede para pintar, caixa de areia, cama elástica, caça ao tesouro e brinquedos de quintal. Já os adultos tem a sua disposição cenários para fotografar, camarim teatral, cafés, jogos de tabuleiro, brinquedos antigos, slackline, pebolim, papéis de carta, lojinha e poesia. 

A entrada da Casa Torta custa R$ 15 por hora, sendo que crianças e idosos também pagam e não há meia entrada. Lembrando que o tempo que você vai passar lá dentro fica ao seu critério. Eu fiquei (lá dentro) por uma hora e preferi seguir o roteiro para não deixar escapar nada… 

Serviço

Casa Torta. R. São Bento, 637, Prados – MG, 36320-000, Brasil. De quarta a domingo, das 10h às 17h. Telefone: (32) 3353-7186. E-mail: casatortabichinho@gmail.com

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Kari.

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Cinco coisas para fazer ao voltar de viagem

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Viajar é bom demais e isso tenho certeza que você sabe. Mas, uma hora a viagem chega ao fim e é preciso voltar para casa. E se engana quem pensa que a viagem termina ao chegamos em nosso lar. Há algumas coisinhas, umas legais outras nem tanto, que podemos fazer ao retornar que manterá a chama da viagem acessa. Descubra quais são:

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Desfazer as malas 


Chegar em casa é sinônimo de? desfazer as malas, claro! Essa tarefa tá na listagem da parte chata, mas tem que ser feita, não é mesmo? Aproveite para lavar as roupas que ficaram sujas, guardar as bugigangas e distribuir as lembrancinhas. 


Guardar as fotos na nuvem 


Voltar de viagem e não ter um zilhão de fotos para selecionar é praticamente impossível atualmente. Aproveite para selecionar as que vocês mais gostou e faça um back up delas. Assim, você não corre o risco de perdê-las e libera espaço para outras fotos em seu dispositivo. Boas plataformas para isso são o Google Photos, Google Drive, Drop Box, iCloud, entre outros.

 
Fazer as avaliações dos lugares que visitou 


Sabe aquele bando de avaliação que você leu ao planejar a sua viagem e te ajudou? Então, elas foram escritas por tantos outros viajantes que ao voltarem deixaram sua colaboração avaliando os locais por onde passaram. Então, não custa nada retribuir, né? Uma boa plataforma para deixar sua avaliação é o TripAdvisor (aproveita e me segue lá!). 


Solicitar milhas e/ou indenizações


A volta de viagem também é sinônimo de voltar a rotina. Então, aproveite que retornou para fazer a solicitação das suas milhas aéreas, se inscrever em programas de fidelidade e solicitar indenizações por atrasos de voo, cancelamentos, overbooking e problemas com a bagagem. Essa é a hora da resolução em caso de algum imprevisto ou do início do planejamento da próxima trip, como veremos abaixo…

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Começar a planejar a próxima viagem 


Já desfez as malas, fez back up das suas fotos, resolveu pepinos e escreveu as avaliações? Ah, então é hora de se planejar para o próximo destino. Afinal, se você foi picado pelo bichinho viajante, aposto que nunca mais vai querer ficar sem desbravar um lugar novo por muito tempo… 

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Kari.

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Intercâmbio em Malta: quanto custa viver na ilha?

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Um dos itens que determinam o orçamento de uma viagem é o custo de vida do lugar para onde estamos indo. Entre os motivos que me fizeram escolher Malta para fazer intercâmbio estão o baixo custo de viver na ilha. Mesmo sendo bem distante do Brasil (8911 km separam os dois países, sendo esse valor a distância em linha reta) e ter uma moeda mais valorizada (o euro), ir para Malta saiu mais barato do que um intercâmbio no Canadá, por exemplo.

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Muitos me perguntam como Malta pode ser mais barato e me pedem para mostrar quanto custavam as coisas por lá. Por isso, resolvi listar o preço dos meus gastos.

Mas, antes de começarmos, duas coisas: por curiosidade, gostaria de deixar aqui o valor do salário mínimo dos malteses, que é 757,64 euros, o que convertendo dá aproximadamente R$ 3.155. O valor do mínimo lá foi atualizado em janeiro de 2019. Segundo, como fiz o intercâmbio por uma agência, não vou listar gastos como água, luz, moradia, já que esses gastos vem embutidos no valor do pacote cobrado pela agência que contratei. Entretanto, esse post do site Intercâmbio e Viagem pode ajudar quem procura por esta informação.

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Custo de vida em Malta

Ônibus:

Existem dois tipos de ônibus em Malta: os paradores e os expressos e as passagens variam conforme o tipo de condução que você pegar e da época do ano em que você estiver lá.

Você pode pagar a passagem com moedas (nunca com notas e nesse post explico porquê). Mas também pode comprar o Talinja Card, o cartão para pagar a passagem, que variam entre 15 e 39 euros.

Ah, vale lembrar que Malta não possuí metrô e a outra alternativa de locomoção em grandes distâncias é alugar um carro.

Mercado:

Durante o período que morei em Malta, fiquei hospedada na região de St. Julians. A região é muito turística e, por isso, mais cara. O mercado que fazia compras era o Valyou e abaixo segue os preços dos mantimentos que comprei:

Compra no mercado em Malta

2 l de Água da marca Vera Naturale: 0,91

500 ml de Água da marca Vera Naturale: 0,30

Pacote de Nescafé com 6 itens: 1,81

Pacote de macarrão de 1kg: 1,43

Caixa de leite de 500 ml: 0,47

Nuggets de peixe: 4,81

Queijo cremoso: 2,46

Presento: 1,54

Pão: 1,10

Yorgut: 0,38

Suco de caixa 250 ml: 0,53

Ice tea 1,5l: 1,47

Cerveja Cisck grande: 0,89

Kinder Bueno: 0,70

Achocolatado: 2,70

Pringles: 1,99

Sabonete líquido: 2,94

Kit Nivea para viagem com hidratante, desodorante, entre outros itens : 9,49

Com cerca de 50 euros é possível fazer uma compra para semana ou até mais. No geral, os itens em Malta tem o preço bem em conta e uma boa variedade. Com exceção para as carnes que são mais caras.

Restaurante

Como em qualquer lugar do mundo, em Malta comer na rua é mais caro do que comer em casa. Porém, ainda assim, é possível comer fora na ilha sem perder um rim.

Geralmente, por estar hospedada em St. Julians, quando comia fora ia a um restaurante chamado Estilos, que tinha uma promoção em que você pagava 50% de segunda a sábado e abria 24 horas. Ou seja, um prato que custava 18 euros, saia por 9. Apesar do prato sair bem em conta, o mesmo não valia para as bebidas.

Almoço no Estilos

Já em Pacevill era possível comer pedaços de pizzas por 2 euros. Também tem uma rede chamada Alice Pizza em que é possível comprar a pizza por pedaços.

Saindo dos lugares mais baratos, também experimentei os hambúrgueres do Hugo’s e comi em locais como o restaurante Cuba, que achei que tinha um preço bem salgado.

*Os valores são referentes a maio de 2019

Confira mais conteúdos sobre Malta:

12 lugares que você DEVE conhecer em Malta

15 diferenças culturais entre Brasil e Malta + 1 semelhança

5 coisas que AMEI e 2 que ODIEI em Malta

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Kari.

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Passeio de maria fumaça São João del Rei e Tiradentes

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O passeio de Maria Fumaça que liga Tiradentes a São João Del Rei, em Minas Gerais, é um patrimônio brasileiro. O veículo é um dos poucos desse estilo que ainda roda no mundo, de acordo com a empresa VL!, que administra o maquinário. 

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Além disso, andar de Maria Fumaça é passear pela história do nosso país, já que a via foi  inaugurada em 1881 por Dom Pedro II e marcou a abertura do caminho entre o Cerrado e a Mata Atlântica para levar o turista a um belo passeio pelas serras do complexo de São José.

Interior da Maria Fumaça
Detalhe da Maria Fumaça


Durante os 12 km percorridos, os turistas poderão apreciar a diversidade ecológica e paisagens que ainda preservam a arquitetura do século XIX. O visitante poderá também conferir duas atrações: o incrível giro da locomotiva – realizado de maneira manual, preservando o costume da época da Maria Fumaça – e o Museu Ferroviário, localizado em São João Del Rei.

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Ingressos


Mas, você sabe como comprar o ingresso? O bilhete para andar de Maria Fumaça pode ser adquirido em uma bilheteria no local ou através do site da Guichê Virtual.

A tarifa custa R$ 70 a inteira e R$80 a ida e volta. Porém, estudantes, crianças de 6 à 12 anos e pessoas acima de 60 anos não pagam. Vale lembrar que é preciso apresentar documento para comprovar a condição. Já crianças de 0 a 5 anos não pagam.

As pessoas que comprarem o ingresso pelo site devem ficar atentas a taxa de conveniência que será cobrada. Nesse caso, achei a taxa bem cara, já que ela custa R$11,90 por pessoa. Além disso, também não tinha a opção para escolher meia entrada, o que me fez comprar pessoalmente.

Serviço

Maria Fumaça Tiradentes – São João Del Rei  (MG)

Estação São João del-Rei
Avenida Hermílio Alves, 366, Centro, São João del-Rei/MG. Bilheteria: 8h30 às 17h, de quarta a sábado e 8h30 às 12h, aos domingos. Tel.: +55 (32) 3371-8485.

Estação Tiradentes
Praça da Estação s/nº, Tiradentes/MG. Bilheteria: 8h30 às 17h, de quinta a sábado e 8h30 às 12h, aos domingos.

Museu Ferroviário de São João del-Rei
Avenida Hermílio Alves nº 366, Centro, São João del Rei/MG. Funcionamento: 8h30 às 17h, de quarta a domingo

Tarifas
Inteira ida: R$ 70 | Inteira ida e volta: R$ 80
Meia ida: R$ 35 | Meia ida e volta: R$ 40

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Kari.

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Saiba como acumular milhas andando de Uber

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Você sabia que é possível acumular milhas aéreas andando de Uber? Sim! Para quem não sabe, acumular milhas é uma ótima forma de viajar mais, já que os pontos que juntamos nos programas de fidelidade podem ser trocados por viagens. 

E que tal aproveitar aquela viagem que você faz no aplicativo para ganhar pontos que podem te ajudar a conhecer o destino dos sonhos? Descubra como!

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Acúmulo de milhas com Uber: passo a passo 

Para ganhar milhas andando de Uber é preciso ser cadastrado no programa Smiles da Gol. Para se cadastrar bastar acessar o site da Smiles. A participação no programa é gratuita, mas você pode aderir a algum plano caso queira acumular milhas mais rapidamente. 

Mas, antes de qualquer coisa paaaaara tudo! Se você ainda não está cadastrado no Smiles e pretende aderir a algum plano envie um e-mail para mim (karidesbrava@gmail.com). Assim, eu posso te indicar para participar da promoção “Milhas Pra Mim, Milhas Pra Você”, na qual nós ganhamos pontos quando você fizer a assinatura. 

Mas, voltando… Com o cadastro concluído, bastar comprar os créditos através do site Smiles para usar o aplicativo. Os créditos são de R$30, R$70, R$100 ou é possível preencher um valor entre R$20 e R$400. Com os créditos comprados, você receberá um e-mail com um código que deverá ser digitado no aplicativo. 

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Como utilizar seus créditos no app da Uber

Essa parte também é muito tranquila. Primeiro, verifique se você possui a última versão do aplicativo da Uber. Em seguida, selecione Pagamento no menu do app e na seção Uber Cash, toque em Código/Uber Pré-Pago. Caso o Uber Cash ainda não esteja disponível para você, clique em Adicionar forma de pagamento e selecione Uber Pré-Pago. 

Depois digite o código recebido por email para usar os créditos que você comprou ou resgatou com sua conta Smiles. Selecione Uber Cash (ou créditos) como forma de pagamento e solicite seu Uber normalmente. Ao final do trajeto, o motorista parceiro será informado de que não há nenhum valor a ser recebido do usuário. 

Mas, vale ressaltar que é preciso ficar atento a algumas regras. São elas:

– Após a adição do Uber pré-pago a uma conta Uber, ele não pode ser transferido ou reembolsado.

– Você pode adicionar mais pré-pagos à sua conta até o valor de R$ 200 em créditos. Assim que utilizar seus créditos, você poderá adicionar outros pré-pagos. 

– O cliente Smiles poderá acompanhar suas compras de crédito ou solicitar o reenvio do e-mail com o código através do menu lateral “Meu Uber”. 

– A compra do crédito no portal Smiles é um pré-pagamento e não gera crédito automaticamente na conta Uber do cliente. Ele deverá ativar o código através do app Uber, conforme indicado acima.

– Assinante Clube Smiles ou Cliente Diamante ganha 3 milhas a cada R$ 1 em créditos Uber. Demais clientes ganham 2 milhas a cada R$ 1.

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Intercâmbio: melhor viajar com o idioma avançado ou aprender do zero?

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Quando estamos planejando um intercâmbio é natural que tenhamos diversas dúvidas. Como escolher a agência, quanto tempo ficar e quanto custa são só algumas delas. Mas, uma pergunta que recebo  frequentemente é… quando vale a pena fazer esse tipo de viagem: quando já tenho um conhecimento considerável do idioma ou quando não tenho tanto domínio assim?

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Bem, como tudo com relação a viagem, depende. Depende do país para qual você está indo — já que cada um tem um ritmo de linguagem e sotaque — e do nível em que você está. 

Confira algumas fotos do meu intercâmbio em Malta:


No caso de Malta, pela experiência que tive, quanto mais avançado você for, mais irá aprender. Digo isso, pois a língua oficial dos malteses não é o inglês, e sim o maltês. Além disso, conta muito o fato deles terem sotaque, falarem o inglês britânico, e você quase não ouvir inglês nas ruas.

Todos os itens citados acima (o idioma que você vai estudar é a língua nativa daquele povo? | Eles falam inglês nas ruas? | Como é o sotaque deles? | O inglês que eles falam é americano ou britânico?) são nuances que quem está aprendendo um idioma deve considerar antes de viajar, pois interfere bastante na compreensão e aprendizagem.

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Sendo assim, a dica que fica é: antes de escolher o destino do intercâmbio pesquise por esses fatores e os considere antes de fechar a viagem. Desse jeito, você evita frustração com relação aos estudos e aprendizagem da nova língua. 

Confira uma tabela com as vantagens e desvantagens de cada forma de viagem:

Vantagens de viajar sem saber nada de inglês

Desvantagens de viajar  sem saber nada de inglês  

Vantagens de viajar  com um bom nível de inglês  

Desvantagens  de viajar com um nível bom de inglês

Se você tiver perfil mais aventureiro, o desafio pode influenciar na aprendizagem;

Você não conseguirá se comunicar em situações rotineiras;

Vergonha de falar pela falta de prática; 



Consolidação do conhecimento;


Formação de mais vocabulário;


Interação maior com nativos;
Não perceber avanços na fluência do idioma;

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São as pessoas que conhecemos pelo caminho que fazem a viagem inesquecível

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Não são os lugares pelos quais passamos, as comidas que experimentamos, e as fotos que tiramos que fazem uma viagem inesquecível. O poder de transformar um destino em um lugar que sempre terá espaço na memória é das pessoas que conhecemos pelo caminho. 

Confira mais dicas de viagem aqui

Cada um que somos apresentados durante uma viagem carrega uma história. E ao conhecê-las, um pouco delas fica em nós e nos transforma. 

Ouvi falar que jamais voltamos o mesmo de uma viagem. E isso é verdade. Como voltar o mesmo após aprender mais com quem convivemos durante determinado período? 

Novos sotaques, hábitos, linguagens, olhares. Com nossos novos amigos somos obrigados a enxergar o mundo de uma perspectiva muitas vezes nunca imaginada, nunca vivida. Cada um com a sua realidade, mas que em uma viagem se misturam. 

E é curioso como nossas semelhanças são maiores que as diferenças, né?  

Como pode criarmos um conexão, mesmo que temporária fisicamente, com alguém que nunca tínhamos visto antes?

Mistérios de viagem. Desses que só quem viaja consegue entender.

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Brasileiros precisarão de autorização para viajar para Europa a partir de 2021

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A partir de 2021, os brasileiros precisarão de autorização para entrar na Europa. Com isso, a lista de documentos para realizar a viagem ganhará mais um item. Mas, você sabe quais são os documentos necessário para entrar no continente europeu? Descubra na lista abaixo:

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Autorização viagem ETIAS

Como dito no início desse texto, a partir de 2021, os brasileiros precisarão de autorização para entrar na Europa. Quando a medida passar a valer,  os turistas terão de preencher um formulário eletrônico com dados pessoais, informações do documento de viagem e o país em que entrará.
A autorização será válida por três anos e vai custar 7 euros (cerca de R$ 32), a não ser para viajantes menores de 18 anos ou maiores de 70 anos, para quem será gratuita. 

De acordo com o Parlamento Europeu, a medida visa identificar as pessoas que apresentem “um risco de migração irregular ou de segurança”. Além dos brasileiros, mais 60 nacionalidades foram afetadas pela nova norma, entre eles americanos, canadenses e  australianos. 

Passaporte

Um dos itens indispensáveis para uma viagem internacional é o passaporte. Existem países em que brasileiros podem entrar sem esse documento, mas não é o caso da Europa. Ah, lembrando que o documento tem que estar dentro da validade. 

Seguro viagem

Contratar um seguro viagem é indispensável, pois caso você precise de assistência médica em outro país, será ele que te livrará de pagar uma conta absurda após o atendimento. Mas, além disso, ter um seguro viagem é um dos itens obrigatórios para entrar na Europa, devido ao Tratado de Schengen. Se você está precisando de um seguro viagem, faça sua cotação através do blog. 

Comprovantes de hospedagem 

Mostrar o local onde você vai ficar hospedado é outro item exigido para esse tipo de viagem. Nesse caso, o comprovante é a reserva que você fez. Caso vá ficar em uma casa de família ou de algum conhecido é preciso ter a carta convite da pessoa que resida no continente. 

Comprovação de meios financeiros 

Você também precisará levar um comprovante de que tem a quantia suficiente exigida para entrar no país. O valor mínimo estimado pode ser consultado nos sites de turismo de cada país. Para Malta, por exemplo, é exigido o valor mínimo de 800 euros para entrada no país. E podem ser utilizados como comprovante o extrato da conta onde o valor está depositado, do cartão pré-pago ou o recibo que você ganha na troca de câmbio. 

Passagem de retorno ao Brasil

Ao viajar para Europa, também precisamos mostrar o comprovante da passagem de retorno. Como com o comprovante de hospedagem, mostra-se o recibo da compra enviado pela companhia aérea logo após adquirimos os bilhetes aéreos. 

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