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Rio e turismo: como ter um olhar mais positivo sobre a cidade?

Pessoas conversando

Em um momento de crise é complicado olhar o lado bom de uma situação. Como ser otimista se parece que o universo está conspirando contra nós? O Rio — e o Brasil — vive um momento de crise e muitas vezes ouço pessoas reclamando e reclamando, até que me questionei: ‘O que estamos fazendo para mudar?’

LEIA MAIS: Como e por que ser turista na própria cidade?

Detesto só reclamar de uma situação. Para mim, problemas existem para serem resolvidos e se você não está satisfeito com algo MUDE. Pensando dessa forma, durante a viagem por Brumadinho, conversando com os participantes que moravam no Rio, surgiu a ideia de fazermos uma roda de conversa sobre a cidade. Na ocasião, o governo tinha acabado de anunciar a intervenção federal, e tínhamos (quem estava na viagem) em comum a insatisfação sobre os rumos que a cidade vinha tomando.

Depois de algumas desistências e de muito pensar em como realizar isso, sobrou eu e Mari (do Mariana Viaja) e a ideia de falarmos sobre como o turismo poderia nos ajudar a ter um olhar mais positivo pela cidade. Um desafio e tanto, né? 

Pessoas posam para foto

Participantes da roda de conversa ‘Rio, eu gosto tanto de você’

 

Como falei acima, em um momento de crise, quem é que quer falar sobre coisas boas? É humano olhar para o lado negativo. Mas, nessas horas é preciso ativar o lado racional do cérebro e também saber enxergar as oportunidades. Um vez li que enquanto uns reclamam da crise outros fazem acontecer, já que esse momento pode ser uma possibilidade de MUDANÇA. Ouvi isso e guardei. E desde então, sempre que tô em um momento que não tá bacana, penso nisso: que preciso e posso fazer diferente.

A roda

A roda aconteceu nesse domingo (10), no Tupiniquim Hostel, em Botafogo. Além de mim e da Mari, contamos também com a participação da Gabriela Palma, idealizadora do projeto Sou + Carioca.

Mais do que querer apresentar soluções, tentamos explorar o lado positivo do Rio, sem glamorizarão e alienação. A ideia não era fechar os olhos para o que acontece de ruim. E sim, olhar por outro viés. Nós temos muitos problemas, mas também somos tão ricos. Temos tanta história, tanta cultura, temos um povo acolhedor e empático. E porque não valorizamos isso? 

Cristo Redentor

Cristo Redentor visto do terraço do Tupiniquim Hostel

 

Foi lindo vê cada participante da roda contando sua relação com o Rio e como eles contribuem ou contribuíram para uma cidade mais positiva. Rimos, debatemos, falamos do Rio Zona Sul, do Zona Norte, da Baixada, do Rio que somos e do que podemos ser… Minhas esperanças foram renovadas em ver tanta gente boa e determinada trabalhando para as coisas serem melhores. Então fica a lição, não desanime! Toda situação, por mais negativa que pareça, sempre tem um lado bom.

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Beijos,

Kari.

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Como e por que ser turista na própria cidade?

Rio de Janeiro

Leia ouvindo Ponto de Vista, Casuarina

Desde o boom das redes sociais somos bombardeados de fotos dos mais diversos lugares do mundo. É a famosa que passa as férias em Fernando de Noronha. É a blogueirinha que a cada dia está em um canto diferente. Ou aquele conhecido que viajou para o outro lado do mundo. Vejo pessoas reclamando que não conhecem o destino dos sonhos, mas quando pergunto se já foram no ponto turístico famosão da própria cidade, a resposta é não. Por que temos a mania de achar a que a grama do vizinho é sempre mais verde? Por que conhecer o estado/país do outro é sempre mais interessante que o nosso?

Viajar é bom demais sim. Mas, nem sempre a gente tá com grana para isso. E nesses momentos, ou em qualquer outro, que tal olhar a sua cidade com novos olhos?

Quer saber como? Abaixo listo QUATRO motivos de como fazer isso:

1 – Pesquise

Saia do lugar comum. Não é porque é a cidade onde você vive que não tem nada novo. Deixe os programas rotineiros de lado e busque por coisas novas. Vale procurar em guias de viagem, pedir sugestões de amigos, buscar em blogs…. Todas essas fontes podem te ajudar a construir um novo olhar sobre o lugar onde você está. 

Parque Penhasco Dois Irmãos: muitos cariocas nunca ouviram falar

2 – Deixei a preguiça de lado e vá!

Sai desse sofá. Para que deixar para conhecer lugares incríveis ou pessoas interessantes só na viagem de férias? Se tá com preguiça de ir por falta de companhia chama seus amigos, o namorado (a). E se ninguém topar, procure por grupos que fazem passeios pela cidade. Eles são uma ótima forma de conhecer gente! Aqui no Rio de Janeiro indico o Sou Mais Carioca, o Pé Na Trilha RJ ou o Rolé Carioca

Mureta da Urca

3 – Faça disso uma meta e cumpra!

Anote na agenda, estipule datas para visitar tais lugares, como por exemplo visitar um lugar por mês. Transforme conhecer a sua cidade em uma meta e não deixe de cumpri-lá. Te garanto que você não vai se arrepender! 

4 – Crie um novo olhar

Tudo na vida é questão de ponto de vista. Se você olhar a cidade onde vive com mais atenção com certeza (re)descobrirá cantinhos e se surpreenderá com o que viu 😉 

Por outro ângulo: relógio da Central do Brasil visto do Terreirão do Samba

 

*Esse post é um manifesto do blog e faz parte do movimento #DesbraveSuaCidade, idealizado pelo Kari Desbrava, e que tem o objetivo de incentivar as pessoas a conhecerem mais da cidade onde vivem.

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Beijos,

Kari.

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‘Tour Doces Histórias’ | Entenda a história dos doces no Brasil

Doces

Passear pelo Rio de Janeiro já é bacana. Passear pelo Rio, comer doces e aprender mais sobre a história dessas guloseimas é melhor ainda. Foi com essa sensação de coisa boa que participei do tour Doces Histórias, organizado pelo Sou+Carioca.

Já falei do pessoal da Sou+Carioca no post do passeio para a Pedra Bonita. Fica a dica caso você queira saber mais sobre o trabalho deles…

Mas, voltando aos doces. O tour apresenta a trajetória dos doces no Brasil e o cenário é as ruas do Centro do Rio, que respiram história. O passeio começa na Cinelândia. Lá a guia Raquel nos fez recomendações de segurança, como ter cuidado na hora de atravessar a rua, respeitar o tempo do grupo, ter cuidado com equipamentos fotográficos, etc, além de nos dar um panorama de como tudo começou. Nessa hora, ela nos falou sobre a importância do açúcar para o crescimento da colonia, sempre relacionado com a ideia da criação do doce.

Que tal uma viagem ao Rio de Janeiro? Através do Kari Desbrava, que é afiliado do Booking.com, você pode reservar sua hospedagem e ficar sossegado 🙂



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Em seguida, fomos rumo à Praça VX onde ouvimos curiosidades de como os doces se popularizaram. Segundo a Raquel, muitos dos doces que comemos hoje foram “inventados” no Convento do Carmo, que fica ao lado do Paço Imperial. Como o Convento precisava de dinheiro, os doces que os internos preparavam eram vendidos e acabaram se espalhando pela cidade.

Depois passamos pelo Beco dos Barbeiros e a Rua do Ouvidor, duas ruas super importantes.
Por fim, a hora mais doce. Visitamos as confeitarias Colombo, Itajaí, Cavé e Manon. Em cada parada, ouvimos mais sobre a história de cada uma. Era dado um tempo para quem quisesse entrar e provar os doces em cada confeitaria. O que você vai comer não está incluso no valor passeio.

LEIA MAIS: Manual de sobrevivência: Carnaval no Rio de Janeiro

Uma aula de história dos doces

Confeitaria Colombo

A Colombo é a representação perfeita da Belle Époque carioca, em que a moda era ser “francês”. Fundada em 1894 é a mais famosa confeitaria carioca. Recebeu clientes ilustres como Chiquinha Gonzaga, Machado de Asis, Lima Barreto, Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek, Alberto I da Bélgica, Isabel II do Reino Unido, entre outros.

Atualmente, a Colombo tem quatro filiais: a do Centro, a mais antiga; a do forte de Copacabana; a do Aeroporto do Galeão; e a do Centro Cultural do Banco do Brasil. 

Doces da Confeitaria Colombo: pastel de nata e bomba de chocolate

Chefe confeiteiro da Colombo, Thiago Faro, conversa conosco sobre como é trabalhar em uma das mais tradicionais confeitarias do Rio. Segundo ele, em baixa temporada são produzidos cerca de 1.300 doces. Na alta temporada o número dobra. A filial do Centro abastece as demais filias

LEIA MAIS: Mirante no Rio: Parque Penhasco Dois Irmãos, no Leblon

Confeitaria Itajaí

Fundada por uma família alemã em 1932, a Itajaí fica na Rua Gonçalves Dias, no Centro do Rio. A confeitaria começou em um prédio estreito, mas se mudou para uma mais espaçosa na mesma rua. Ficou famosa pelas especialidades alemãs como strudels de maçã, bombas de chantilly, ghitas de amêndoas e diversos doces amanteigados. Alguns desses doces são servidos até hoje.

Raquel nos contando um pouco sobre a história da Itajaí

Casa Cavé

A Cavé é a confeitaria em funcionamento mais antiga do Rio. Fundada em 1860 pelo imigrante francês Auguste Charles Felix Cavé foi vendida para portugueses em 1922.

Ocupa os números 133 e 137 da rua Sete de Setembro. Destaque para o sorvete Dina Tereza (Creme, Chantilly e Fios de Ovos – R$ 22,50) feito em homenagem a cantora portuguesa. 

Fachada da Cavé

Confeitaria Manon

A Manon é a mais nova das confeitarias visitadas. Foi fundada em 1942. Em 1993, foi tombada pela Prefeitura do Rio como patrimônio histórico.

O salão da Manon é uma réplica do interior do navio português Cerpa Pinto. Ela também possui espelhos franceses e outros itens originais que nos remete ao passado. Tem como carro-chefe da Casa o doce Madrileñ: pão doce com creme e um toque de goiabada, salpicado com açúcar de confeiteiro. 

Salão da Confeitaria Manon

LEIA MAIS: Visita ao Real Gabinete Português de Leitura, no Centro do Rio

Curiosidades que aprendi no tour

– O açúcar ​era uma especiaria porque era de difícil acesso e caro;

– ​O Convento do Carmo já foi o maior prédio do Rio e a Igreja da Sé, que fica ao lado, já foi a Catedral do Rio;

– Junto com a descoberta do açúcar surgem ​também a canela, o cravo, entre outras especiarias;

– ​Os espanhóis conhecem o chocolate no México. Na ocasião, ele não se parecia com o que conhecemos hoje. Ele era uma bebida aguada que tinha uma função ritualística. Segundo a crença do povo mexicano, a bebida a base de cacau dava força aos guerreiros e fazia uma ligação com o divino;

– Os espanhóis conheceram a bebida através das mulheres das tribos mexicanas e, por conta disso, a bebida chegou na Europa como bebida para senhoras/mulheres, ganhando outro significado;

– ​O primeiro confeito de chocolate surge no Caribe francês e vai dar origem no chocolate que conhecemos hoje;

– O brigadeiro ganhou esse nome nas eleições de 1945. Na época, algumas mulheres vendiam o doce para arrecadar fundos para a campanha do candidato a presidência Eduardo Gomes. Ele usava o slogan “Vote no Brigadeiro que é bonito e solteiro” e esse fato acabou dado nome ao doce mais amado dos brasileiros.

 

*Foto do alto da matéria: Isabela Toscano/Beulasartes

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Kari.

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Mirante no Rio: Parque Penhasco Dois Irmãos, no Leblon

Parque Penhasco Dois Irmãos, no Rio de Janeiro

O Rio de Janeiro é uma cidade recheada de mirantes e lugares para se apreciar uma bela vista. Como já dizia Tim Maia, do Leme ao Pontal não há nada igual no mundo! E a dica de hoje é um lugar que muitos cariocas nunca ouviram falar… Adivinha?

Escondidinho no Leblon, o Parque Municipal Penhasco Dois Irmãos é uma das joias raras guardadas no meia da selva de pedra. Criado em 1992, o local — que faz parte de uma área de preservação ambiental com 39,55 hectares — é bem conservado, limpo, e possuí seguranças que patrulham a área. Como é muito amplo pode ser um bom passeio para quem quer apreciar uma linda vista, se se exercitar ou fazer piquenique. 

Do Parque Penhasco Dois Irmãos é possível ver o Mirante do Leblon

Monumento em homenagem as vítimas do acidente com o voo 447, da Air France

O Parque Penhasco Dois Irmãos possuí quatro mirantes. Deles é possível avistar alguns dos mais importantes cartões-postais da cidade como a Lagoa Rodrigo de Freitas, o Jardim Botânico, o Corcovado e as praias do Leblon e de Ipanema. Além disso, também há uma trilha de 1,5km de extensão que leva ao pé do Irmão Menor, que compõe o Morro Dois Irmãos.

Uma boa dica é ir de carro ou alugar um já que o local tem algumas subidas um pouco íngremes. Em cada mirante há espaço para estacionar o carro e apreciar a paisagem. O estacionamento é gratuito. Vale lembrar que dá para ir de transporte público, mas nesse caso, não se pode ter preguiça de andar! 

Local tem estacionamento gratuito em cada mirante

Área de preservação ambiental: fauna e flora que impressiona com sua beleza

Serviço:

Parque Penhasco Dois Irmãos, Rua Aperana, 178, Leblon. Aberto de terça a domingo, das 8h às 17h. Entrada franca.

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Kari.

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2 In Rio de Janeiro

Turismo sustentável: a responsabilidade também é nossa!

Um dia desses vi nas redes sociais uma foto que me chocou. A imagem mostra a vegetação de dunas em Ipanema que foi destruída durante o Carnaval no Rio de Janeiro. Segundo o fundador da grife Osklen, Oskar Metsavaht, que foi quem postou a foto no Instagram, a destruição aconteceu durante a passagens dos blocos pela região. Ainda de acordo com Oskar, a vegetação agora destruída era fruto de nove anos de trabalho de recuperação ambiental realizado por ele e pela equipe do Instituto-E.

LEIA MAIS: Manual de sobrevivência: Carnaval no Rio de Janeiro

O fato me fez lembrar de um outro incomodo durante o carnaval do Rio, e de outras capitais brasileiras: o lixo. Esse ano, a Comlurb encerrou a operação carnaval com recolhimento de mais de mil toneladas de lixo e 1,4 mil multas aplicadas por urinar em vias públicas e por descarte irregular de pequenos resíduos. Tudo isso no ano em que o Rio bateu recorde de turistas — foram quase 6 milhões de visitantes. Porém, quando o Carnaval acabou a prefeitura admitiu que chegou ao limite e que, por contas dos transtornos, vai reduzir a quantidade de blocos que desfilam pela cidade no ano que vem.

Que pular Carnaval é muito bom, isso a gente sabe. Que viajar e conhecer outro lugares também. Mas, aqui falo da nossa responsabilidade enquanto turistas. Ao mesmo tempo que temos que zelar pelo o que é nosso, pelo lugar em que vivemos, também temos que zelar pelo o que é dos outros.

LEIA MAIS: 5 aplicativos para ajudar você a se virar no Rio de Janeiro

Blocos desfilarem pela cidade não precisam ser sinônimo de destruição do meio ambiente, lixo e xixi na rua. Porém, para mudar esse cenário é preciso planejamento. Precisamos de mais banheiros, de mais lixeiras, de um rigor maior na autorização e planejamento dos percursos dos blocos.

Mas, de nada adianta o estado planejar uma super festa se nós (cada um de nós mesmo), não fizermos a nossa parte. É fácil apontar o dedo para o erro do outro. Mas, cadê a nossa responsabilidade em nos preocupar com um turismo sustentável e cobrar isso das autoridades? Será que estamos fazendo a nossa parte? Tirando pela foto acima, creio que não. 

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Kari.

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Dicas para curtir os blocos de rua no Rio de Janeiro

O Carnaval do Rio é um dos mais famosos do Brasil. Seja pelos desfiles das escolas de samba, seja pelos blocos de rua, aqui tem espaço para todo mundo. Entretanto, vejo que algumas pessoas ainda possuem muitas dúvidas de como é o Carnaval de Rua do Rio. Sabendo disso, a intenção deste post é te ajudar a se programar e aproveitar da melhor forma possível a folia. 

LEIA MAIS: Manual de sobrevivência: Carnaval no Rio de Janeiro 

Aqui é Carnaval na cidade toda

No Rio, todos os lugares da cidade possuem blocos. Os mais famosos desfilam na Zona Sul, Centro e Zona Oeste. Pensando, nisso olhe a agenda de blocos e programa-se. Vale a pena se atentar também que muitos blocos divulgam o ponto de concentração e o horário no desfile em suas redes sociais. Por isso, é comum que o horário e local descrito em sites estejam errados. Logo, assim que decidir para qual bloco ir, dê uma olhada na página do Facebook ou no perfil do Instagram do bloco em questão para confirmar essas informações.

Diga não ao carro

A outra dica é sobre o transporte. Já que é carnaval na cidade toda, é comum que ruas estejam fechadas para a passagem do blocos. Logo, evite andar de carro, táxi, uber, ônibus. Já que você pode não conseguir descer onde deseja. Isso nos leva a próxima dica…

Ande de metrô

A melhor forma de se locomover no Carnaval do Rio é de metrô. Com ele, você consegue chegar nos principais blocos do Rio. Vale lembrar que nessa época do ano, ele funciona 24 horas. O que facilita bastante a nossa vida! 🙂

LEIA MAIS: Onde se hospedar no Rio de Janeiro?

Cuidado com seus pertences

Carnaval é sinônimo de folia. E a última coisa que a gente quer é se preocupar com algo. Por isso, já que você vai estar no meio da multidão, evite ir com objetos de valor (como cordões, relógios, etc), e guarde bem seus pertences. Uma boa dica é usar uma pochete estilosa ou ainda um doleira para guarda o dinheiro, documento e celular.

Conheço muitas pessoas que levam um celular velinho para caso aconteça algo  o prejuízo não ser grande.

Evite colocar o celular ou o dinheiro em bolsos que não sejam fechados para você não ser surpreendido com um furto.

Vale também colocar seus pertences em um saco plástico. É comum que em alguns blocos o pessoa jogue água dos trios para refrescar. Se você não quiser que seu celular leve um tibum é melhor embalar ele.

LEIA MAIS: 5 aplicativos para ajudar você a se virar no Rio de Janeiro

Hidratação é tudo

Beber é bom, maaaaas…. Não dê uma de principiante. Entre uma cerveja e outra, não esqueça de tomar água.  É bom para a saúde, para não sofrer de insolação e não ter ressaca no dia seguinte.

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Kari.

 

*Foto do abre da matéria: Divulgação| Alexandre Vidal | Riotur

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Onde se hospedar no Rio de Janeiro?

A Cidade Maravilhosa é um destino muito procurado o ano todo. Mas, no período de dezembro a janeiro o número de viajantes no Rio de Janeiro chega a dobrar. Para se ter uma ideia, somente este ano (2018), mais de seis milhões de turistas são esperados na cidade para o Carnaval.

Com tanta gente, o valor da hospedagem pode ficar bem mais caro. Pensando nisso, separei alguns lugares bons e baratos que valem a pena aqui no Rio. Confere só:

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Na Zona Sul

– Urca Hostel

Com nota 8,8 no Boking, o Urca Hostel tem boas avaliações quando o assunto é localização, custo-benefício, funcionários e conforto. Para quem não conhece o Rio, a Urca é um bairro da Zona Sul, um pouco mais afastado dos principais, conhecido por sua tranquilidade. 

– Hostel in Rio Suites

Essa acomodação fica no bairro do Flamengo, na Zona Sul do Rio. Sua localização é muito bem avaliada, com nota 8,9. 

Leia mais: Manual de sobrevivência: Carnaval no Rio de Janeiro

– Arena Ipanema Hotel

O Arena fica em Ipanema. Tem nota 8,9 em média. Já nas categorias tem nota 9,3 em localização, 9 em funcionários, 9 em limpeza, 8,9 em conforto, 8,3 em custo-benefício, 8,7 em comodidades, 8,3 em café da manhã, 8,8 em Wi-Fi gratuito. 

– Hotel Novo Mundo 

O hotel é um tipo de hospedagem 4 estrelas. Segundo sua descrição, fica a 3 minutos a pé da praia do Flamengo. Também fica perto do Palácio do Catete e a apenas 400 m da Estação de Metrô Catete. Tem nota 8,2 no Booking. 

– Petit Rio Hotel

O Petit Rio Hotel fica a dois quarteirões da Estação de Metrô Catete e a 3.4 km do Pão de Açúcar. O café da manhã está incluso no valor da diária. Tem nota 9,0 no Booking. 

– Ipanema Beach House

Com ótima localização, o Beach House é uma boa opção para quem deseja ficar na Zona Sul do Rio pagando pouco. 

 

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Na Zona Oeste

– Hostel Solar do Recreio

O Solar Recreio tem nota 9,3 no Booking. Ele é super bem avaliado em todos os quesitos. Destaque para o conforto e Wi-fi.

– Hostel Canoas

Esse hostel também é bem avaliado. Tem notas acima de 8 em todos os requisitos com destaque para funcionários, limpeza e custo-benefício. 

– Hostel da Barra

O Hostel da Barra fica próximo a Estação de Metrô Jardim Oceânico. Tem nota 9,3 no Booking , com ótimas avaliações para os quesitos funcionários, limpeza, localização, entre outros. 

 

Ah, se optar por se hospedar nessa região da cidade, aproveite para conhecer as praias da Joatinga e Grumari. 🙂

Na Zona Norte

– Arena Maracanã Hostel

O Maracanã Hostel fica bem próximo do estádio do Maracanã e também próximo das estações de metrô de São Cristóvão, Maracanã e São Francisco Xavier. Junta uma localização bacana com um preço em conta. Tem nota 8,4 no Booking. 

Centro

– Casa Nova Hotel 

Esse hotel fica no bairro da Lapa, no Centro do Rio. Tem nota 8,9, com destaque para a limpeza e o custo-benefício. 

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Confira o calendário de eventos 2018 do Rio de Janeiro

Vista aérea do Rio de Janeiro

Quem curte um evento vai amar 2018. Isso porque no ano que vem a Cidade Maravilhosa ganhará um calendário de eventos que abrangerá o ano todo. A novidade foi nomeada de Calendário Rio de Janeiro a Janeiro.

Dentre as festas que agitarão o Rio estão: o festival Zytrons, Rio Montreau Festival, Rio Bossa & Jazz, Festeja Brasil (de música sertaneja), Festival Ultra (de música eletrônica), Musical da Pequena Sereia e Pop Load Festival.

Para os amantes dos esportes tem 3X3 Espetacular, a volta dos X Games para o Rio, Rio Open, Rio Wood Fest e Grangiro de ciclismo.

Também sediaremos eventos de negócios, como Rio Boat Show e Wired Festival, dedicado à inovação em economia, ciências, segurança, entretenimento, cultura, design e lifestyle.

Nas áreas de moda e gastronomia estão programadas atrações consagradas como Veste Rio e Elle Fashion Preview e novidades como o Rio Shopping Show.

Confira abaixo a lista dos 100 eventos já confirmados: 

calendário de eventos

* A lista completa será divulgada em janeiro de 2018.

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Pedra Bonita: o que você precisa saber para fazer essa trilha

A Trilha da Pedra Bonita é um dos picos mais lindos e mais fáceis de fazer do Rio de Janeiro. Ela fica dentro do Parque Nacional da Tijuca, entre a Pedra da Gávea e os bairros de São Conrado e Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio.

Dito isso, a intenção desse texto é te ajudar a fazer ela sozinha, caso queira, ou te apresentar a opção de ir em grupo.

LEIA MAIS: Tudo sobre voar de asa delta

A trilha

Apesar de apresentar alguns trechos íngremes, a Trilha da Pedra Bonita é considerada leve. Na minha opinião, “a pior parte” é o trecho íngreme para chegar até a entrada da trilha. Mas, existe um macete para aqueles que não quiserem subir essa parte a pé. É possível subir essa ladeira de carro e estacionar o veículo próximo a rampa de voo livre. Neste caso, só existe dois poréns: você terá que pagar o estacionamento e terá que chegar cedo, já que ele é pequeno e lota rápido.

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Sobre a trilha, ela é bem tranquila. Só atente-se a altitude, que pode dificultar um pouco a respiração (principalmente se você tiver algum problema respiratório). Portanto, lembre-se de levar aqueles itens necessários de toda trilha.

Na maior parte do percurso, a caminhada é agradável, pois os visitantes passam por dentro da mata fechada, o que significa sombra e uma brisa. Próximo ao cume, a vegetação fica mais baixa, sem a proteção natural das árvores, e o sol mais forte. Logo, um boné/chapéu nessas horas cai super bem.  

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Assim que se chega na Pedra Bonita, temos uma surpresa mais do que agradável: uma vista linda! Lá de cima podemos ver a Pedra da Gávea, Praias da Barra, São Conrado, Leblon e Ipanema, além do Morro Dois Irmãos, Floresta da Tijuca e algumas partes da Zona Sul. Sério, não tem como sair de lá sem achar essa cidade MARAVILHOSA!

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Para os mais animados, vale levar comidinhas frescas e fazer um piquenique lá em cima. Com aquele vistão da cair o queixo, não tem como não ser um programa bacana.

Por fim, na descida dê uma passadinha na pista de voo livre, da onde partem os vôos de asa delta e parapente. Quem sabe você não se anima e não topa voar? 

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Como chegar

Falei no tópico anterior que é possível ir de carro para a Pedra Bonita. Mas, também é possível ir de transporte público. Aqui vou ensinar as duas formas.

De carro, se você vier da Zona Sul ou Zona Oeste, a opção é ir pela Estrada da Canoa até encontrar uma placa indicando o início do trajeto (Estrada da Pedra Bonita). Agora, se você vier da Zona Norte ou Baixada Fluminense, a melhor opção é pelo Alto da Boa Vista. Caso você não tenha um carro, você pode alugar um através do link de afiliados aqui do blog. Nesse caso, você ajuda o Kari Desbrava a continuar produzindo conteúdo sem pagar nada a mais por isso 😉

Já de ônibus, você pode pegar um até o Alto da Boa Vista, descer no Corpo de Bombeiros do Alto e pegar o ônibus 448 (Alto da Boa Vista – São Conrado). Ele te deixará na porta da ladeira rumo ao início da trilha. Caso tenha dúvida, basta perguntar ao motorista 😉 

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Se mesmo com as dicas acima, restar alguma dúvida, vale consultar os aplicativos Google Maps e Moovit.

Por conta própria ou em grupo?

Você pode fazer as trilhas do Rio por conta própria ou em grupo. Na minha opinião, para fazer por conta própria, só se você já tiver feito o percurso antes. Para uma primeira vez, ainda mais se você não for do Rio, aconselho a ir com grupos de trilha. Digo isso, para evitar transtornos de se perder na mata ou ainda de se perder no trajeto e acabar parando em alguma favela e acontecer algo mais grave. Sem falar, que em passeios em grupo você sempre acaba fazendo amizades 🙂

Esse passeio da Pedra Bonita fiz com o pessoal do Sou+Carioca, um projeto idealizado pela Gabriela Palma, do blog Gaby Pelo Mundo. O Sou+Carioca tem basicamente a mesma filosofia deste blog: a de incentivar as pessoas a conhecerem a própria cidade. 

Geralmente, em cada passeio paga-se um valor (em torno de R$ 20 por pessoa). O pagamento é feito no início do passeio e você ganha uma pulseira para identificar quem é do grupo.

Vale lembrar, que os grupos de trilhas, são compostos por pessoas das mais variadas idades, tipos e condicionamentos físicos. Logo, tenha paciência e seja cordial, pois nem todo mundo tem o mesmo pique que você. Um boa dose de empatia e alegria fazem o passeio ser bom para todos!

Também verifique se a empresa contratada para o tour ou se os guias do grupo de trilha são credenciados no Ministério do Turismo. Evite fazer passeios com pessoas ou empresas não credenciadas. O profissional credenciado foi treinado e está apto a fazer passeios turísticos, diferentemente de alguém não credenciado. Isso é de suma importância para a sua segurança.

Trilha da Pedra Bonita

Nível:  Leve a moderado
Tempo de duração Até 40 minutos
Onde Parque Nacional da Tijuca
Quanto Grátis

 

Confira posts sobre outras trilhas:

Morro da Urca

Pedra do Telégrafo

Dois Irmãos

Pedra do Pontal

Parque Nacional da Serra dos Órgãos

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Beijos,

Kari.

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0 In Passeios/ Rio de Janeiro

A experiência de curtir o Rock In Rio

Gente animada, bonita, bem arrumada. Para todo canto que se olha, algo para fazer: desde shows simultâneos até atividades que vão de penteados a games. Como não deixar a euforia tomar conta?

Era possível ver no rosto das pessoas a alegria de estar ali seja por qual motivo for. Podia ser para ver a banda favorita, para encontrar com os amigos, para ostentar nas redes sociais. Não importava. O clima era de alegria, independente de como estava o mundo lá fora.

Aaaaah, e quem dera o mundo lá fora pegasse pelo menos metade daquela energia positiva. C-O-N-T-A-G-I-A-N-T-E!!!

LEIA MAIS: passeando pela Zona Portuária: AquaRio e Bar Imaculada
rock-in-rio-3

Foi a energia da diversidade, do rock, mas também do pop, do samba, do metal, do rap, da música brasileira, da internacional… E do protesto também. Do protesto pela preservação da amazônia, pelo basta na corrupção, por um governo mais justo. E quem disse que em festival não dá para protestar?

Foram risos, gritos, choros (de emoção, porque não?), fotos, muitas fotos, encontros com famosos, com amigos recentes, com amigos antigos, com o namorado, em família, sozinho. O importante é que os momentos bons ficarão na memória.

LEIA MAIS: trilha da Pedra do Pontal, no Recreio dos Bandeirantes
rock-in-rio-2

E peço desculpas a 2018… Mas, esperamos que 2019 chegue logo 🙂

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Kari.

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