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Reflexão

1 In Dicas de Viagem/ Viagens

Porque e como comecei a viajar

kari-desbrava-viagem

Leia ouvindo A estrada, do Cidade Negra

Mudar faz parte da vida. Todos nós mudados. Não somos os mesmos que éramos há alguns anos atrás. E ouso dizer que isso é ótimo.

 Apesar de ser uma taurina convicta (se você não entende de horóscopo, taurinos odeiam mudanças rs), aprendi a lidar com mudanças e hoje, entendo que elas são necessárias para amadurecermos e virarmos seres humanos melhores.

E foi graças a essas mudanças que a vida dá que surgiu meu interesse por viagens (que por mais que a vida mude, e eu compreenda melhor isso, torço muito para que essa minha vontade de viajar nunca passe kkkk). Surgiu como algo natural, sem modismos.

Sempre tive muita vontade de viver. Curiosidade é meu segundo nome. Queria saber como as pessoas pensavam, porque tinham tais hábitos, porque eram tão diferentes da minha realidade. Só que a idade e o orçamento não acompanhavam tal gana. Aí a solução que encontrei foi desbravar minha própria cidade. Cidade essa tão partida, com modos tão diferentes de se viver dentro de um território tão pequeno. Mas que ao mesmo tempo parecia caber o mundo todinho nela.

Até que comecei a trabalhar, ganhar meu suado dinheirinho e conhecer somente o Rio de Janeiro já não bastava. O mundo é muito maior que o RJ e eu precisava descobrir isso com meus próprios olhos.

O fato de ser nova, de ainda não ter casado, de ainda não ter filhos e ter um salário só pra mim contribuí para que consiga viajar mais. Porém, nessa vida de blogueira conheci tanta gente diferente e que viaja mesmo assim. Gente que viaja sozinho, com o marido, com os filhos, com a família inteira, com os animais, intercalando todas essas formas de viajar. Viajando de forma luxuosa ou de forma mochileira. Foi aí que percebi que viajar é muito mais uma questão de prioridade do que de falta de grana.

Se antes gastava meu dinheiro com comida (olha o lado taurino hahaha) e com besteiras que nem anotava. Hoje guardo minha grana para viagens. Abdico de saídas, de bebedeiras, de passeios no shopping, de roupas para conseguir conhecer um lugar novo.

E foi assim, sem mágica, sem loucuras, sem coisas ilícitas que comecei a viajar mais. Hoje, ainda não conheço nem metade dos lugares que sonho visitar. Mas, já dei os meus primeiros passos. E agora, conhecer todo esse mundão é só questão de tempo.

 

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Beijos,

Kari.

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6 In Felicidade

Os dois lados de viajar: privilégio x prioridade

viajar

Leia ouvindo Ponto de Vista, do Casuarina

Que viajar é bom demais acho que todo mundo concorda. E o que não falta na internet são textos sobre como viajar é bacana, quais lugares você TEM que conhecer ou ainda histórias de pessoas que largaram tudo e foram dar a volta no mundo.

Por outo lado, há outros textos que tratam a viagem como um privilégio. Que pregam que viajar não é tão fácil assim e que quem viaja muito é até visto como esnobe.

Mas, qual dessas opiniões está correta?

Então… não chamo de corretas, mas de pontos de vista e explico.

Viajar é um privilégio 

Vou começar pelo lado “negativo” da coisa para chegar no positivo. Se considerarmos que a desigualdade mundial é enorme — segundo dados do Fórum Social Mundial,  desde 2015, apenas 1% da população global concentra em mãos mais riqueza que os 99% restantes — viajar é sim um privilégio. 

LEIA MAIS: Mas, e você vai sozinha?

Segundo dados do Fórum Social, a riqueza mundial está concentrada na mão de 1%

Segundo dados do Fórum Social, a riqueza mundial está concentrada na mão de 1%

 

Boa parte da população mundial passa por perrengues todos os dias e viajar para estas pessoas, infelizmente, não é uma opção. Afinal, alguém que não tem suas necessidades básicas atendidas não tá pensando em viajar, né? 

Para transformar o desejo de viajar viável para todos, primeiro precisamos fazer com que a pobreza e outras mazelas sociais sejam combatidas. E como mostra o estudo, ainda estamos bem distante disso. 

Mas, viajar também é questão de prioridade

Por outro lado, viajar atualmente é muito mais fácil do que era há alguns anos atrás. O acesso a internet nos abriu uma infinidade de portas, como descobrir promoções de passagens, de hospedagem, formas de trabalhar no exterior como voluntário, entre outras coisas.

Então, se você não está entre as pessoas que passam por perrengue para sobreviver e mesmo assim se pergunta porque não viaja mais, talvez seja hora de rever suas prioridades.

Ninguém é obrigado a viajar. Se você gosta de gastar seu dinheiro com roupas, maquiagem, comida e outras coisas, tudo bem. Agora, se você está querendo viajar mais e acredita que não tem dinheiro, comece a estudar seu orçamento e veja se você não tem dinheiro mesmo ou se gasta ele com coisas supérfluas. 

LEIA MAIS: ‘Não é preciso ser rico para viajar’ – Entrevista com Marianne Rangel, do blog Despachadas

Glossário do viajante: Entenda o significado de alguns termos

Como você gasta o seu dinheiro?

Como você gasta o seu dinheiro?

Quando a gente senta e analisa nosso orçamento vemos o quanto de dinheiro poderíamos tá aproveitando de uma maneira melhor. E eu, nem preciso dizer que sou daquelas que levantam a bandeira de que aproveitar o dinheiro com experiências é muito melhor do que com coisas.

Fica a reflexão…

Beijos,

Kari.

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6 In Felicidade

Dicas para produção de conteúdo: 5 coisas que aprendi durante o ERBBV 2016

Rostos e logomarca da RBBV

Hey desbravadores!

Como contei para vocês em outro post, participei do Encontro da Rede Brasileira de Viagens entre os dia 25 e 27 deste mês. E agora estou aqui para compartilhar os aprendizados destes três dias de evento.

Quem bloga sabe o quão difícil e prazeroso é blogar. É uma relação de amor, e às vezes, ódio pelo seu hobby. E no evento pude compartilhar meus medos, minhas felicidades sobre esse universo, e claro, aprendi muito sobre os mais diversos temas que permeiam o trabalho de um blogueiro.

Pois bem, vamos ao que eu aprendi:

1 – Tenha ética

Como em qualquer profissão, sendo blogueiro, por hobby ou remunerado, é importante ser ético. A informação que você passa vai nortear os seus leitores e eles precisam receber informações concretas, bem apuradas e verdadeiras.

Além disso, a ética também entra no campos das fotos e texto. Não copie ou pegue informação de outro site sem autorização. Isso é considerado plágio e é crime.

2 – Tenha foco

Sei que às vezes criamos o blog ou entramos em alguma rede social esperando retorno imediato. Entretanto, para as coisas acontecerem é preciso tempo e dedicação. Por isso, se você não está ganhando dinheiro com seu blog, tenha paciência e trabalhe duro. Estude, pesquise, troque ideias com outras pessoas, trace uma estratégia até cumprir a sua meta. Às vezes sua ideia ainda não deu certo porque você não deu tempo para isso e desistiu no meio do caminho. Portanto, tenha foco e persista!

3- Viajar é tudo de bom

A frase acima já se explica por si só. Mas coloquei ela na lista de aprendizados do evento, pois é encantador ver como cada pessoa que participou fala sobre viagens de uma forma apaixonada, com os olhinhos brilhando. E essa paixão, com certeza, faz a diferença quando você tem um blog.

4 – Encontre pessoas com os mesmos interreses

Uma das reclamações em comum que percebi é que blogueiros encontram dificuldades para falar com familiares e amigos sobre o tema do blog. Claro que ninguém é obrigado a gostar do tema na qual você escreve. E é justamente por causa desse livre arbítrio que você não deve ficar chateado com quem não se interessa, e sim, deve buscar por pessoas que querem ouvi-lo.

Seja um grupo na internet, no Whatsapp, em encontrinhos. Vá atrás das pessoas que tem interesse no que você fala e divida com elas seus conhecimentos, dificuldades, dúvidas, conselhos. Esse com certeza é um caminho bacana para se manter motivado e motivar pessoas também.

5 – Junte paixão ao trabalho e seja mais feliz

Trabalhar se torna bem mais bacana quando é feito com paixão. Se você tem a oportunidade de trabalhar com o que você ama, não deixe-a escapar. E se você está infeliz com o que faz, mude. Mas, planeje.

A vida não é um conto de fadas e não será fácil. Entretanto, se você persistir e correr atrás com certeza vai chegar onde quer.

 

E você, o que aprendeu durante o tempo em que bloga? Me conta nos comentários!

***

Se você quiser saber mais sobre a RBBV acompanhe:

RBBV: www.rbbv.com.br

Facebook: https://www.facebook.com/rbbv

Instagram: https://www.instagram.com/rbbviagem/

O ERBBV 2016 aconteceu graças ao patrocínio do Viajanet, da EASYSIM4U, Zarpo, Booking.com, Latam Airlines, Orlando em revista, Magic Press, e o apoio institucional do Conjunto Moderno da Pampulha, Belotur e Prefeitura de Belo Horizonte.  

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Créditos da foto destacada: Alessandra Fratus, do blog Tô pensando em viajar

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Beijos,

Kari.

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Como é a cidade que queremos?

Rio de Janeiro_Kari_Desbrava

Há pouco tempo fui assaltada. Levaram meu celular e graças a Deus não aconteceu nada comigo. Mas, o fato mexeu muito com o meu íntimo, já que eu nunca tinha sido roubada antes. Em um primeiro momento, eu senti raiva, pois o cara me levou um iphone que estava na sua segunda parcela ( e cuja as outras oito irei continuar pagando mesmo sem usar o aparelho :( ).

Mesmo tendo se passado mais que duas semanas do ocorrido, resolvi escrever sobre isso para expressar a pergunta que não sai da minha cabeça: qual a cidade que queremos?

O Rio de Janeiro é conhecido mundialmente por suas belezas naturais. Porém, infelizmente, ele também é conhecido por sua violência. Violência essa que põe medo e muda a rotina de toda a sociedade. E até quando iremos permitir isso? Até quando vamos ser reféns disso?

Sou apaixonada pelo Rio, tanto é que criei este blog, e não seria um assalto que faria minha paixão por essa cidade acabar. Mas, como disse, esse fato me fez concluir a cidade que quero pra mim (e meu familiares, amigos, etc). Não quero somente uma cidade para gringo ver, não quero obras que sejam feitas de forma meia-boca (alô ciclovia!!), não quero transporte público ruim, não quero preços exorbitantes.  O carioca e o fluminense estão cansado disso.

Queremos e podemos ser uma cidade melhor. E é disso que trata esse texto. Venho convidá-lo a se questionar o que você pode fazer para transformar a sua cidade em algo melhor?

É jogar o lixo no lixo? É ajudar a senhorinha a atravessar a rua? É combater o aedes aegypti? É fazer trabalho voluntário? O que é? Acho que cada um  deve fazer a sua parte e colaborar para que tenhamos uma cidade melhor em todos os sentidos.

Atualmente, com tantos escândalos parece que os valores se inverteram. Entretanto, nunca deixe de fazer a sua parte. De grão em grão construímos uma sociedade mais justa e melhor para todos.

E claro, que se a cidade for boa para sua população, ela também será boa para turistas. 😉

 

E deixo vocês com o clássico, “Que país é esse?”, do Legião Urbana, cantado pela banda Capital Inicial.

 

 

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Beijos,

Kari.

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24 coisas que aprendi até os 24 anos

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Vinte e quatro anos. Pode ser muito, pode não ser. Isso vai depender da forma como olhamos essa idade. Pode ser só um número. Pode representar o início, ou fim, de uma fase. Pode ser tudo. Pode não ser nada.

Entre ‘vaneios e devaneios’, compartilho com vocês, data em que completo 24 anos, o que aprendi nesse tempo de vida…
1 –  Pouco amor, não é amor.

2- Muito amor é tão ruim quanto o pouco amor.

3 – O melhor amor é o próprio.

4- Aprenda com os erros alheios e não os cometa. Erra menos quem observa, reflete e analisa.

5 – Toda relação é uma via de mão dupla. Isso vale para amores, amizades, relações familiares. Como esperar que o outro faça algo por você se você não faz a sua parte?

6 – Ou seja, faça sempre a sua parte.

7- Relação é construção.

8- Relação é procura.

9- Relação é confiança.

10- Nem todo mundo vai permanecer na sua vida para sempre.  Então, dê valor a quem merece. Aqueles que não merecem simplesmente não ficam.

11- Amar o que você faz e fazer o que você ama é a ‘fórmula mágica’ para o sucesso em longo prazo.

12- Quando estamos com raiva de alguém temos a tendência a tomar uma atitude para ferir o outro, sem nos darmos conta, muitas vezes, que essa atitude mais nos prejudica do que fere quem nos magoou. Então, antes de pensar em ferir alguém se pergunte: vou me prejudicar com isso? Se sim, não faça.

13 – E mesmo que você não se prejudique ferir alguém não vale a pena. A vingança nunca é plena, mata alma e envenena, já dizia o Chaves.

14- Idade não quer dizer maturidade.

15 – Antes de tentar mudar alguém, mude a si mesmo. O outro só muda se quiser. Já você pode gerir sua própria mudança.

16 – Preste atenção em seus pensamentos e para onde/ com quem/com que você gasta sua energia.

17- Ser bonzinho é tão ruim quanto ser egoísta.

18- Aprenda a se impor.

19- O medo tem duas consequências: te deixar alerta ou te paralisar. Você escolhe, mesmo que inconscientemente, qual opção seguir.

20- Enfrentar o medo foi decisivo para realizar os meus sonhos.

21- Ficar alegre quando tudo tá bem é fácil. Manter a alegria quando a vida fica difícil é que é foda e prova a sua capacidade de lidar com as mais diversas situações.

22- A opinião alheia é somente o que os outros pensam. O mais importante mesmo é o que você é.

23 – A dor é inevitável, o sofrimento opcional.

24- Busque o equilíbrio entre suas atitudes. Mas, na dúvida: Siga seu coração.

 

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Kari.

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A felicidade vem de dentro

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[Leia este post ouvindo Felicidade – Seu Jorge]

Faz um tempinho que não escrevo sobre a tag Felicidade aqui no blog. E resolvi falar dela por diversos motivos. Acho que o me mais me motivou a escrever sobre isso é a crise atual. Visivelmente estamos passando por uma crise econômica que desespera patrões e empregados. Mas, percebo que no meio da comunicação essa crise começou antes, tem consequências catastróficas e que parece não ter um prazo para acabar.

Tá, mais o que isso tem a ver com Felicidade? Tudo. Explico: estar realizado profissionalmente com certeza contribui, e convenhamos que muuuuuuito, para a felicidade de um indivíduo. Mas, contudo, entretanto, todavia, isso não é tudo. E graças a Deus que não é.

A família, amigos, namorado(a), marido, esposa, filhos… Tudo isso influência na nossa Felicidade e nos completa além da profissão que escolhemos. Mas antes dos nossos laços sociais é o relacionamento com nós mesmos que mais pesa para essa equação que é diferente para cada um. O que me faz feliz pode não fazer você. E vice-versa. 

E está aí um coisa difícil de responder. O que nos faz felizes? Não sei vocês, mas eu não sei responder essa pergunta de forma simplista. Definir felicidade é difícil, porém o caminho para consegui-lá somente o nosso eu interior pode responder. E é por isso que eu bato na tecla que Felicidade vem de dentro. Primeiro temos que nos encontrar e nos fazer felizes. Depois vem nosso relacionamento com os demais.

E que nossa visão sobre as crises seja positiva. Pois não há mal que perdure para sempre. E se você enxergar a crise como sua amiga, quem sabe ela não te acolhe e te mostra uma saída melhor do que a situação que você está agora?

Coragem!

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Beijos,

Kari.



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Cinco frases budistas para refletir

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A parte que mais gosto na filosofia Budista com certeza são os ensinamentos. Uma visão positiva de como levar a vida e que nos transmite muita tranquilidade e paz interior. Particularmente, acredito que nada no mundo exterior pode nos perturbar sem que deixemos. O fato pode não depender da gente para ter acontecido, mas a nossa reação perante as mais diversas situações somos nós, e somente nós, que decidimos.

E com base nesse pensamento, separei algumas frases budistas que gosto bastante e que sempre me fazem refletir sobre a minha forma de ver a vida.

‘A dor é inevitável, o sofrimento é opcional’

Com certeza essa é uma das minhas citações preferidas.  Não podemos evitar a dor. Ela faz parte da vida e sua “missão” é nos fazer evoluir como seres humanos, mesmo que no auge dela não tenhamos essa percepção. Agora ficar remoendo a dor e transforma-lá em sofrimento é totalmente opcional. Claro que todo mundo tem seu tempo de superação, mas todo cuidado é pouco, pois a linha entre dor e sofrimento é tênue. E se você ultrapassa-lá corre o risco de se autossabotar.

‘Bem farias em te examinares e refletires sobre a ti mesmo’

A reflexão é uma arma muito importante de transformação. Através dela conseguimos detectar o problema e pensar em possíveis soluções para ele. Além disso, é refletindo que aprendemos a nos conhecer, descobrimos nossos gostos e limites para assim nos relacionarmos melhor conosco e com os outros.

‘Não machuque os outros com o que te causa dor’

E por falar na relação com outras pessoas, essa para mim é a máxima. Não fazer com os outros o que você não gostaria que fizessem com você é a premissa para o início de qualquer boa relação. Dessa forma, o respeito e a compreensão prevalecem tornando a relação entre pais, filhos, amigos, etc em relacionamentos mais saudáveis.

‘Somos o que pensamos’

Com certeza nossos pensamentos tem poder. Se pensarmos de forma positiva, é natural que vejamos a vida com mais leveza. Se pensarmos de forma negativa, o contrário acontece. Com nossos pensamentos, fazemos o nosso mundo, por isso cuide bem dos seus e tenha mais qualidade de vida.

‘Só há um tempo em que é fundamental despertar. Esse tempo é agora’

O passado já passou. O futuro ainda virá. Portanto, o único momento em que você pode alterar é o agora. Claro que é importante revisar o passado e deixá-lo bem resolvido. Da mesma forma, que é legal se planejar para o futuro. Mas tudo isso pode e deve ser feito sem mágoas ou expectativas evitando assim sentimentos como raiva e frustração. Lembre-se: o que passou passou e o que virá pode ser ainda melhor se você se começar a mudar o seu agora.

 

Você tem algum ensinamento que gostaria de compartilhar com alguém? Me conte nos comentários.

 

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Beijos,

Kari.

 



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Descubra a sua cidade!

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[Você pode ler este texto ao som de Native]

Fala pessoal!

Estava aqui navegando por essa internet de meu Deus quando me deparei com um texto sobre viagens. O texto em questão é “O que fazer quando não se tem dinheiro para viajar?”, do blog da Amanda Viaja. Além de me identificar com a situação, afinal não tá fácil para ninguém, um dos tópicos me chamou bastante atenção…

“Descubra a sua cidade”. Essa é uma das soluções mais fantásticas e talvez menos pensadas por quem vive nela. Por que temos a tendência de não prestar atenção no diferente em meio o caos da rotina? Por que não olhamos para o lado com o brilho nos olhos que dá olhar para o gramado, no caso as cidades hehe, vizinho?

Sai e vá conhecer sua cidade!

Saia e vá conhecer sua cidade! ;)

Quem nunca deixou de ir conhecer um monumento turístico super famoso da sua cidade natal? Quem nunca arrumou uma desculpa para não ir naquele museu/festa/feira?! Quem nunca deixou para depois aquele passeio com os pais/namorado(a)/amigos?

Pois bem minha gente. A vida é o agora e aproveitar o que sua cidade lhe oferece e você nem percebe pode ser sim a solução para um momento meio sem graça da vida ou aquele em que grana tá curta. Como já dizia minha avó, na vida a gente tem que ter um plano A, B, C, D…

Então, o que você está esperando? Coloca um roupa e sai por aí para descobrir novos lugares, novas sensações, novas pessoas. Afinal, o que você dá para o universo ele te devolve de volta.

Beijos,

Kari.

 



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