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Fazenda Cachoeira Grande: um pedaço da nossa história em Vassouras (RJ)

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Viajar faz a gente conhecer mais da nossa história. Essa frase faz todo o sentido quando se trata da visita à Fazenda Cachoeira Grande, em Vassouras, município do Sul Fluminense do Rio. Dada como dote a Francisco José Teixeira Leite, o Barão de Vassouras, ao casar-se com sua prima, Maria Esméria Leite Ribeiro, em 1820, visitá-la é descobrir histórias vividas em nosso período colonial, e ao ouvi-las, consequentemente, entendemos mais sobre o funcionamento e formações culturais do Brasil.

A visitação começa em um grande galpão, que fica ao lado de um belo lago, de águas calmas. Nele, fomos recebidos por Ricardo Caffarelli, um dos administradores da fazenda. Ricardo nos explica como funciona a visitação e passa a palavra a Jorge, seu padrasto e grande conhecedor da história da Cachoeira Grande. 

Grupo reunido no início da visitação. Fotos: Leonardo Castelo Branco

Jorge nos conta que a fazenda entrou em um período de declínio após a abolição da escravatura. “Os escravos ganharam a liberdade, mas não foram qualificados para ocupar os postos de trabalho de forma remunerada. Naquela época não se tinha a visão de que se deveria pagar por um serviço. Já os fazendeiros perderam sua mão de obra e se viram em maus lençóis, com um grande problema financeiro”, conta.

Na época, os proprietários da Cachoeira Grande chegaram a receber a Princesa Isabel e o Conde D’Eu para um jantar, na tentativa de convencê-los a não liberarem a abolição. A recepção foi em vão, e a abolição da escravatura foi concedida em 1888 . “Houve um cunho político. A abolição aconteceu em um momento que São Paulo estava recebendo imigrantes italianos. Mas, o Rio não tinha essa cultura, dependia da mão de obra escrava. Com isso, os fazendeiros quebraram e Vassouras perdeu seu potencial econômico”, complementa Jorge. Na visita é possível ver o cardápio do jantar.

Renascimento: da crise a abertura para o turismo

Com a crise, os Teixeira Leite não conseguiram mais manter a fazenda, que acabou passando para outros donos, que não tiveram sucesso em sua administração. A redenção veio em 1987, quando a Cachoeira Grande foi adquirida pelo empresário e colecionador de arte Francesco Vergara Caffarelli. Ao lado da esposa, Núbia, eles restauraram e decoraram a casa e deram vida ao local.

Posteriormente, a fazenda teve suas portas abertas aos turistas interessados na história da região do Vale do Paraíba fluminense.

A visita

Depois da explicação do Jorge é a hora de caminhar pela propriedade. A primeira parada é no lago. Depois seguimos para o ‘Mirante do Barão’, nome dado pelo Jorge, para observamos as ruínas da ‘fábrica de café’. Lá do alto, também observamos a imensidão do lugar e a natureza, que realmente impressionam.

Uma curiosidade sobre a Fazenda Cachoeira Grande que não posso deixar de contar é que em meio as ruínas há o que restou de uma fábrica de arroz, pois durante o declínio do café os proprietários partiram para produção de outros produtos. Essa fábrica é composta por dois pilões onde o arroz era batido e a engrenagem era movida pela água, uma revolução tecnológica para a época.

No centro, ruínas da fábrica de arroz. Ao redor, ficava o local onde o café era lavado

Subida para a casa principal

E por falar em revolução tecnológica, dentro da casa conhecemos mais curiosidades, como o espelho que é virado para a porta sob a alegação de que espanta as energias negativas. Outro ponto interessante é como a casa fica em uma posição estratégica da propriedade: de suas janelas é possível ver quem está chegando, assim como o Mirante do Barão que permitia que o fazendeiro observasse toda a movimentação da produção de café.

Já na cozinha conhecemos um mobiliário original. Nele, eram guardados os cereais que garantiam a alimentação dos moradores do casarão. Também somos alertados do porque o armário tem sete portas: cada uma guarda a louça que é servida a cada dia da semana. A particularidade nos lembra algo que era fundamental para aquela época: quantos mais posses, mais a família demostrava para Corte Portuguesa que era rica e poderosa. 

Sala de estar: janelas estão posicionadas para ver quem chega na Fazenda

Quarto de hóspedes: cômodo era propositalmente pequeno, ideia era não deixar visita confortável para ela não querer ficar mais tempo

Jorge nos mostra o armário original. Arca servia para guardar os mantimentos

Ciclo do Café: Vassouras viveu o ápice da sua economia durante o período, chegando a ser a maior produtora de café no Estado do Rio

Jorge também nos revela o motivo dos quartos de hóspedes serem pequenos: “Não era legal dar um quarto confortável. A pessoa já demorava muito na viagem, se encontrasse algo muito bom, corria o risco de não ir embora”, pensavam.

O passeio termina com um lanche regado a pão de queijo, bolos, sucos e claro, café.

Museu de Carros

A Fazenda tem ainda um espaço dedicado a carros antigos. A visitação, que custa R$ 25 e é paga a parte, é guiada pelo Ricardo. Durante a passeio, conferimos desde carroças a carros mais robustos, como o Cadilac, e descobrimos muitas curiosidades sobre esse universo.

Como curiosidade: os carros são tão bem conservados, que alguns foram alugados pela Rede Globo para serem utilizados na novela ‘Orgulho e Paixão’. 

Como chegar

Vindo pela pela Dutra, entre logo após o primeiro pedágio na saída indicando Paracambi-Mendes-Vassouras. Após Mendes, segui pela RJ-127 até o KM 43, entrada para a fazenda (há uma placa do lado esquerdo com nome da fazenda). Siga pela estrada de asfalto.

Em um determinado  momento, a estrada de asfalto vira de paralelepípedo, mas continue em frente que você chegará no portão da fazenda. Haverá um interfone para se identificar. Depois é só seguir nessa mesma estrada até o segundo portão e estacionar o carro, pois a visita começa em um grande galpão no lado esquerdo do lago.

Se por acaso, você passar da entrada, basta fazer o contorno no trevo à frente.

Cuidado com o Waze

Acreditem se quiser, mas mesmo recebendo as indicações de como chegar, conseguimos nos perder. Ao sairmos Rio, fomos direto para o Centro de Vassouras. De lá para a fazenda tivemos a péssima ideia de nos guiarmos pelo Waze. Digo péssima, pois as vezes o aplicativo te apresenta a rota mais rápida, sem considerar outros fatores, como segurança, por exemplo.

E foi exatamente o que aconteceu conosco. Ao invés de irmos pelo caminho que descrevi acima, acabamos indo pela rota alternativa que o Waze nos deu. No caso, essa rota alternativa começava com uma ladeira que desembocava em uma pista que só passava um veículo por vez dentro de uma mini-favela.

Se isso já na bastasse, a pista de asfalto virava uma estrada de barro no alto de um morro, cujo podíamos ver a RJ-127 lá embaixo, sem proteção alguma… Por fim, o caminho que já era estreito ficava mais apertado ainda. Foi quando nos deparamos com um caminhão e tivemos que voltar de ré. Ufa!

Rota alternativa que o Waze nos deu. Há um caminho bem mais fácil

 

No fim, o caminho realmente dá na fazenda, mas porque fazer um caminho tão complicado se existe um bem mais fácil, não é mesmo? Por isso, quando for usar o Waze tente estudar o percurso antes e pergunte a um local se o caminho que você fará é o melhor.

 

Serviço: Endereço: Estrada RJ 127, km 43. Telefone:  (21) 99911-4339 ou (24) 99285-4689. Site: http://www.fazendacachoeiragrande.com.br E-mail: contato@fazendacachoeiragrande.com.br Horário de funcionamento: É necessário agendar visita.

 

*O blog foi conhecer o destino a convite da administração da Fazenda Cachoeira Grande. Entretanto, o texto reflete a opinião do autor. Para dúvidas sobre parcerias, consulte nossas políticas editoriais.
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Kari.

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Vivência nos Quilombos Marinhos e Sapé, em Brumadinho

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Leia ouvindo ‘Minha Vida é Andar Por Esse País’

A felicidade está nas coisas simples. Tive a certeza disso quando tive a oportunidade de participar da vivência quilombola durante a press trip para Brumadinho. O passeio é organizado pelo De Rolê Por Brumadinho e tinha o intuito de nos mostrar como a cidade, que é conhecida pelos turistas por conta do Inhotim, é muito mais que o instituto.

Família… família…

Começamos essa jornada no Quilombo dos Marinhos, onde vive a Dona Leide, o Seu Cambão e o Rei. Essa família muito especial me ajudou a reforçar que com simplicidade e generosidade fazemos o bem para o próximo, e para nós mesmos. <3

Rei, Dona Leide e Seu Cambão

Rei ao lado dos seus instrumentos

Explico: Rei é musico e por conta da profissão teve a chance de morar em diversas capitais do Brasil. Mas, apesar disso, optou por continuar vivendo no quilombo e levar cultura e empoderamento para as crianças através do projeto Batuquenatividade. A Jana, namorada do Rei, o ajuda nessa missão.

Seu Cambão nos recebeu com um aperto de mão, um abraço e um sorriso largo. Religioso, era possível sentir sua energia boa logo na recepção.

Já a Dona Leide é a matriarca da família. Simpática, porém firme, ela nos contou alguns causos durante o passeio que relato mais a frente.

A visita

Nossa visita começou pelo Quilombo dos Marinhos, uma das quatro comunidades quilombolas de Brumadinho, e onde mora o Rei (e sua família). Após a apresentação do Rei e do seu projeto, almoçamos uma comida caseira e orgânica preparada pela Dona Leide. Fazia parte do menu arroz, macarrão, feijão, angu, frango com ora-pró-nobis, salada, suco de couve e de acerola.

Após a refeição, que estava maravilhosa, fomos a pé até o Quilombo do Sapé. O caminho é um mergulho na história do Brasil. Não posso deixar de citar aqui que em algumas partes do percurso me senti no Brasil colonial, tamanha a desigualdade social. Casas simples, estrada de terra ao lado de um fazenda bela e bem cuidada. Igrejas… nessa hora minha mente me levou as aulas de história que tive sobre Minas e o ciclo do ouro.

 

A caminho do Quilombo do Sapé

Recepção calorosa: almoço preparado por Dona Leide

Mas, apesar da visível desigualdade, me impressionou a positividade das pessoas e a fé. O sorriso sempre no rosto, apesar das dificuldades, e olhar de curiosidade das crianças que fomos encontrando pelo caminho. No passeio, ora ficava mais próximo do Rei para ouvir as histórias, ora ficava para trás observando e sentindo o lugar…

Linha férrea a caminho do Quilombo do Sapé

Frutas colhidas pelo caminho 

Fachada de casa em Brumadinho

Solidariedade e resistência

Na volta do Quilombo do Sapé estávamos cansados fisicamente… Mas, nossos espíritos voltaram renovados. Retornamos a casa do Rei e fomos recebidos com um lanchinho. Por fim, o Rei se apresentou solo e ao lado da mãe. Esse foi um dos momentos mais emocionantes para mim. Com a peneira nas mãos, Dona Leide cantava e jogava o feijão. Seu jeito de cantar me lembrou muito a minha avó, que viveu no interior do Maranhão, e também tinha o hábito de cantar. Emocionada, não segurei as lágrimas diante dessa linda lembrança.

Após a apresentação, conversei um pouco com Dona Leide. No bate-papo, ela falou sobre a “Festa da Colheita”, uma celebração aos alimentos colhidos. Segundo ela, há 37 anos famílias da região passavam necessidades. Então, ela e Seu Cambão tiveram a ideia de reunir o grupo para plantar nas terras dos fazendeiros. Os alimentos colhidos, uma vez ao ano, são divididos entre todos, inclusive os fazendeiros que sedem suas terras, e podem ser usados para consumo próprio ou vendidos. A iniciativa ganhou o nome de “Quem planta e cria tem alegria” e para agradecer e comemorar, todo mês de julho eles realizam uma festa composta por uma missa, apresentações de dança, música e boa comida.

Por fim, comprei alguns itens (dois brincos lindos e um pote de doce de leite caseiro) do Ateliê Pele Preta e conheci a igreja que tem na comunidade.

Serviço. Vivencia no Quilombo. Promovido pelo @derole_por_brumadinho. Contato: Whatsapp: (31) 98646-9064. Valor do passeio: R$ 80 com almoço incluído.

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Confira outros posts sobre Brumadinho:

Brumadinho além de Inhotim: uma viagem pelo interior de Minas Gerais

Inhotim: dicas para conhecer

Restaurante Ponto Gê, comida caseira e gostosa

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O Kari Desbrava foi conhecer Brumadinho e Inhotim a convite dos parceiros: Hostel 70; Hostel Moreira De Rolé Por Brumadinho, Bar Hashtag; Kombozabar; Dom Quixote Snooker Pub; Pub Crawl Brumadinho; o guia Junio Cesar; Prefeitura de Brumadinho, Bruma Vip Turismo e Casa da Horta 53.

Você também pode encontrar mais conteúdo sobre Brumadinho nos sites: Mariana Viaja; ErreiRodas nos Pés; Foco No Mundo Eu Sou a Toa;  Na Estrada com as Minas; Ideias na Mala; e Diário de Turista.

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Kari.

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Restaurante Ponto Gê: comida caseira e gostosa

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Restaurante quando é bom nos deixa com aquela sensação de satisfeito. Seja pela comida ou pelo bom atendimento, um estabelecimento de qualidade faz o cliente feliz. E no Ponto Gê (olha, que não é o que você tá pensando!), sai bem mais que realizada.

A comida lá é de primeira. Com grande variedade, a Dona Genilda — que é quem pilota as panelas no Ponto Gê — traz desde arroz de coco e pernil à espaguete de mamão e tutu. Sem falar no suco refrescante, composto por limão, capim cidreira e alecrim e que podemos acrescentar vodka ou cachaça, tudo ao gosto do freguês. Ah, a sobremesa também está inclusa. Entre as opções, doce de leite.

Simplicidade e boa comida: o Ponto Gê fica nos fundos da casa da Dona Genilda

Fartura e variedades de comida

Junte alimentos de lamber o beiço a hospitalidade típica do fundo de quintal que é impossível não se sentir em casa. E você deve tá pensando que tantas qualidades devem custar caro. Mas, digo que não. O Ponto Gê tem um ótimo custo benefício. Afinal, você paga R$40 para comer a vontade e come uma comida de qualidade. Imagina como a taurina aqui (vulgo comilona) ficou? Me senti que nem pinto no lixo! 😀 

Dona Genilda: cozinheira de mão cheia e simpatia

O cardápio muda de acordo com o que a Dona Genilda encontra na feira. E em um bate papo com os participantes da press trip ela nos contou que se inspira nas comidas asiáticas, árabes e baiana para criar seus pratos.

Serviço

Ponto Gê. Rua Itaguá, 350, Brumadinho, Minas Gerais. De terça a sábado, das 19h30 às 23h.

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Brumadinho além de Inhotim: uma viagem pelo interior de Minas Gerais

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Não é novidade para quem acompanha o blog que na última semana estava em Brumadinho, interior de Minas Gerais. A oportunidade de visitar essa cidade, até então, por mim, desconhecida veio através da realização da press trip pelo município, organizada pela Natália Farina, do Hostel 70. 

Na viagem, eu e mais um grupo de produtores de conteúdo, fomos apresentados a Inhotim, e outros encantos. Afinal, Brumadinho é muito mais que o instituto que fez a cidade ficar conhecida.

Claro, que fiquei encantada com Inhotim, um lugar belíssimo e recheado de cultura. Porém, o que me fascinou mesmo foram as pessoas que encontrei pelo caminho e suas histórias. Junio, que foi nosso guia pelo Inhotim; Dona Gê, dona do restaurante Ponto Gê; Seu Cabão, Dona Leide e Rei Batuque, moradores do Quilombo do Marinho; ajudaram a reforçar em mim que com amor e empatia conseguimos construir um mundo muito melhor <3 

Durante a viagem, também conhecemos mais sobre a natureza local com passeio pela cachoeira em Piedade do Paraobepa, distrito de Brumadinho, e a trilha até a Pedra do Morcego.

Foram tantos momentos bons, que fica até difícil citar quais mais gostei. Por conta disso, relaciono abaixo quais posts serão publicados sobre essa viagem (a medida que forem publicados, vou linkando aqui):

Onde comer em Brumadinho? Restaurante Ponto Gê, comida caseira e gostosa

Conhecendo o Quilombo do Marinho e do Sapé

Pedra do Morcego e Cachoeira dos Carrapatos 

Inhotim: dicas para conhecer

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O Kari Desbrava foi conhecer Brumadinho e Inhotim a convite dos parceiros: Hostel 70; Hostel Moreira De Rolé Por Brumadinho, Bar Hashtag; Kombozabar; Dom Quixote Snooker Pub; Pub Crawl Brumadinho; o guia Junio Cesar; Prefeitura de Brumadinho, Bruma Vip Turismo e Casa da Horta 53.

Você também pode encontra mais conteúdo sobre Brumadinho nos sites: Mariana Viaja; ErreiRodas nos Pés; Foco No Mundo Eu Sou a Toa;  Na Estrada com as Minas; Ideias na Mala; e Diário de Turista.

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