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Felicidade

0 In Mais recentes/ Relato dos colaboradores/ Viagens

Todo mundo deveria ser imigrante um dia | Por Binha Silveira

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Na sessão “relato dos colaboradores” de hoje vamos conferir as dicas da viajante Binha Silveira sobre a vida de imigrante, com suas dores e sabores. Confira!

Quer compartilhar seu relato com outros viajantes? Envie um texto contando como foi sua experiência para o e-mail: karidesbrava@gmail.com

***

Vida de imigrante, para quem nunca foi, é só glamour, romantismo. Mas a realidade é bem diferente disso! O fato é que é um reaprender a caminhar, é sair da zona de conforto, sem ter onde, em quem se apoiar.

Se o açúcar acabou ou não tem grana, não tem vizinho ou amigo para pedir emprestado. Não tem cheque especial ou cartão de crédito a pagar fora da vista. Não tem “jeitinho”.

Se quer vida social, tem que conquistar, a duras penas. Isso sempre lidando com o preconceito e desconfiança dos nativos, que sempre o terão como um forasteiro (o que na verdade é).

Ser imigrante te faz ser mais humilde, menos egocêntrico e mais centrado. É uma luta constante pela sobrevivência e permanência no espaço.

É provar o tempo inteiro que você não faz parte do “bando” conhecido – o que às vezes se torna cansativo – e conquistar diariamente o seu espaço por si só, sem referências. E isso te torna mais forte, te mostra caminhos que antes você desconhecia, te faz se redescobrir, se reinventar.

As relações às quais você está acostumado jamais serão as mesmas. Os lugares também não. Isso pode ser bom ou ruim, depende de como você enxerga. Fato é que imigrar é para os fortes (ou para quem se permite ser lapidado).

Você vai deixar de estar presente fisicamente em comemorações, nascimentos, velórios, aniversários e tantos outros acontecimentos diários que perderá a conta.

Vai sentir muita falta dos seus amigos e família e ter que vê-los através de uma tela de computador ou celular.

Não tem cheiro, nem abraço. Mas vai ter novas relações, novas experiências, aprendizados e descobertas. Vai te libertar de uma mentalidade, por vezes, bairrista e provinciana.

Eu, como uma amante da vida e das boas relações interpessoais, por não abrir mão delas, me entrego às experiências. Mas dizer que é fácil, seria hipocrisia da minha parte. Não, não é. E quem disse que seria? E isso é o que torna ainda mais gratificante o resultado dessa constante busca: a descoberta.

Bom, para quem está disposto. E tem estrutura para aguentar. Quem não tem, sucumbe, retorna, desiste.

Mas, se posso dar um conselho para um crescimento e amadurecimento pessoal é: seja imigrante pelo menos uma vez em sua vida. Você vai se surpreender!”

Para conferir mais textos da Binha, conheça o blog dela.

***

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Beijos,

Kari.

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0 In Felicidade/ Mais recentes/ Para mulheres/ Viagens

4 motivos para continuar viajando sozinha mesmo namorando

Mulher sentada em um banco
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Dia dos namorados, cheiro de romance no ar e porque não pensar por quais motivos podemos e devemos continuar viajando sozinha mesmo depois de começar a namorar? Poderia escrever sobre destinos para viajar em casal, mas resolvi seguir na contramão e continuar incentivando a mulherada (e os homens também!) a viajar mesmo estando em um relacionamento. Vamos conferir?

Você não nasceu grudada (o) com ninguém

Tem mulheres (e homens!) que começam a namorar e esquecem da vida social e dos amigos. Os motivos para isso são vários, mas creio que o maior seja a insegurança. Acham que se saírem vão dar motivo para briga ou o outro vai sair também. E qual o problema dele (a) sair também?

LEIA MAIS: 14 blogueiras incentivam garotas a deixarem o medo de lado e viajarem sozinhas

Dicas para planejar uma viagem sozinha

Lembre-se que você não nasceu grudada com ninguém! Desculpe a estupidez, mas se você não é uma gêmea siamesa, não tem motivo para ficar dependendo da companhia de outra pessoa para fazer as coisas, como viajar, por exemplo.

Demonstra confiança

Confiar em quem nos relacionamos é fundamental para um namoro/casamento dar certo. E quer prova maior de amor do que seu amado ficar tranquilo com o fato de você viajar sozinha e vice e versa? Se você está em um relacionamento assim, onde a confiança impera, levante as mãos para o céu e agradeça! Caso não, procure melhorar isso e se não der, corra! Ou melhor, pegue as malas e viaje! hehehe 

Mulher em frente as ruínas

Desbravando a Ilha de Marajó na minha própria companhia

Mantemos a individualidade

Namorar é bom demais! Mas, manter a individualidade é super importante. Você tem uma história antes do relacionamento (e ele também!), jamais se esqueça disso. Precisamos ter tempo para tudo, inclusive para nós mesmos. Às vezes é preciso nos reconectamos conosco, darmos um tempo do outro para voltarmos a sermos companhias ainda melhores. E uma viagem solo é uma oportunidade para se autoconectar. Seu relacionamento com certeza vai agradecer 😉

LEIA MAIS: Viajar sozinha é perigoso?’ | Por Elma Souza

Insegurança, falta de dinheiro e de tempo livre impedem que as brasileiras viajem mais, aponta pesquisa

Voltamos cheias de história para contar

Viajar sozinha é sinônimo de voltar cheia de história para contar. É um lugar que você conheceu e achou a cara dele, é uma foto que você precisa mostrar pro seu companheiro, ou uma comida exótica que experimentou e deseja compartilhar como foi esse fato. Não importa tanto o que você tem para contar, aqui o mais legal é o fato de compartilhar o que se aprendeu com quem se ama. Isso renova e traz um frescor pro relacionamento, que é necessário para enfrentar o que a rotina é capaz de minar.

Nesse Dia dos Namorados desejo que você que lê esse texto seja muito feliz independente de ter um relacionamento ou não. Que viaje muito independente do seu estado civil e que aproveite todas as chances que tem de se fazer feliz!

E aí, você tem motivos para continuar viajando mesmo estando em um relacionamento que não estão no texto acima? Deixa nos comentários!

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Kari.

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1 In Felicidade/ Mais recentes

Como a ansiedade prejudicou os meus projetos

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Ansiedade: conhecida como o mal do século. Como saber se a temos? Como fazer para saber se nos autossabotamos através dela??? Eis uma pergunta difícil de ser respondida, e que precisa que exercitemos muito do nosso autoconhecimento para evitarmos cair em ciladas.

No início do mês vi o blog sair do ar e corri o risco de perder todo o conteúdo produzido nesses três anos por conta dela. Foi desesperador. Mas passado o susto consegui refletir sobre como uma decisão mal tomada pode trazer prejuízos e, por isso, resolvi escrever esse texto, para evitar com que você que o lê cometa o mesmo erro.

No início do blog eu não entendia muita coisa sobre blogs e tecnologia. Não sabia como bloggar, não fazia ideia de que plataforma escolher ou qual hospedagem usar, entre dúvidas. Mas tinha pressa. Afinal, eram centenas de ideias que borbulhavam na minha mente e que o mundo precisava descobrir, pensava.

Essa tal ansiedade em ver o blog no ar me vez cometer alguns erros. E o principal deles tem a ver com o problema que relatei aí em cima. Por não saber escolher a hospedagem, tive alguns contratempos. Entre eles o blog ficou fora do ar por alguns dias no início desse mês – logo no mês seguinte ao meu primeiro pico de acesso – e quando consegui colocá-lo na ar novamente, perdi todas as fotos (problema que ainda tô tentando resolver e peço desculpas a todos os leitores que entraram aqui no Kari Desbrava e se depararam com textos sem imagens).

A tal ansiedade me fez não pesquisar, me fez não buscar referências e simplesmente querer uma solução mágica para ter o projeto pronto.  Porém, SOLUÇÕES MÁGICAS NÃO EXISTEM. E como contei, foi por querer uma solução milagrosa que me prejudiquei.

O que aprendi com tudo isso é que não importa o quão empolgado você esteja: pare, respire e não tome decisões motivadas somente pela emoção. Quando se trata de contratar um serviço é preciso ter o máximo de referências e informações possíveis sobre o profissional e/ou a empresa na qual você irá trabalhar. Caso não, você pode se dar muito mal por isso, perdendo tempo, dinheiro e conteúdo.

Nesse artigo aqui há dicas de como evitar problemas com uma empresa de hospedagem caso você decida criar um blog. Tome ele como uma base e lembre-se: é preciso pesquisar, pesquisar e pesquisar muito antes de qualquer tomada de decisão. Assim, se aumenta as chances de acertos e minimiza-se os erros.

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Beijos,

Kari.

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1 In Dicas/ Viagens

Porque e como comecei a viajar

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Leia ouvindo A estrada, do Cidade Negra

Mudar faz parte da vida. Todos nós mudados. Não somos os mesmos que éramos há alguns anos atrás. E ouso dizer que isso é ótimo.

 Apesar de ser uma taurina convicta (se você não entende de horóscopo, taurinos odeiam mudanças rs), aprendi a lidar com mudanças e hoje, entendo que elas são necessárias para amadurecermos e virarmos seres humanos melhores.

E foi graças a essas mudanças que a vida dá que surgiu meu interesse por viagens (que por mais que a vida mude, e eu compreenda melhor isso, torço muito para que essa minha vontade de viajar nunca passe kkkk). Surgiu como algo natural, sem modismos.

Sempre tive muita vontade de viver. Curiosidade é meu segundo nome. Queria saber como as pessoas pensavam, porque tinham tais hábitos, porque eram tão diferentes da minha realidade. Só que a idade e o orçamento não acompanhavam tal gana. Aí a solução que encontrei foi desbravar minha própria cidade. Cidade essa tão partida, com modos tão diferentes de se viver dentro de um território tão pequeno. Mas que ao mesmo tempo parecia caber o mundo todinho nela.

Até que comecei a trabalhar, ganhar meu suado dinheirinho e conhecer somente o Rio de Janeiro já não bastava. O mundo é muito maior que o RJ e eu precisava descobrir isso com meus próprios olhos.

O fato de ser nova, de ainda não ter casado, de ainda não ter filhos e ter um salário só pra mim contribuí para que consiga viajar mais. Porém, nessa vida de blogueira conheci tanta gente diferente e que viaja mesmo assim. Gente que viaja sozinho, com o marido, com os filhos, com a família inteira, com os animais, intercalando todas essas formas de viajar. Viajando de forma luxuosa ou de forma mochileira. Foi aí que percebi que viajar é muito mais uma questão de prioridade do que de falta de grana.

Se antes gastava meu dinheiro com comida (olha o lado taurino hahaha) e com besteiras que nem anotava. Hoje guardo minha grana para viagens. Abdico de saídas, de bebedeiras, de passeios no shopping, de roupas para conseguir conhecer um lugar novo.

E foi assim, sem mágica, sem loucuras, sem coisas ilícitas que comecei a viajar mais. Hoje, ainda não conheço nem metade dos lugares que sonho visitar. Mas, já dei os meus primeiros passos. E agora, conhecer todo esse mundão é só questão de tempo.

 

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Beijos,

Kari.

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2 In Entrevistas/ Felicidade/ Viagens

‘Viajar sozinha é uma oportunidade de aprendizado’ – Bate-papo com Mariana Bueno, do blog Mariana Viaja

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Inspirar outros pessoas a viajarem (mais) é a coisa que esse blog mais gosta de fazer. Depois de compartilharmos o relato da Rafaela, do canal no youtube Brazilicans, é a vez de batermos um papo com a Mariana Bueno, do blog Mariana Viaja.

A Mariana é mineira, jornalista, torcedora do Cruzeiro e capricorniana. Ela também faz parte do coletivo De Viagem em Viagem e nessa conversa falamos sobre como surgiu essa paixão por viagens, destino favorito, dica de como viajar mais e outras coisas. Confere só:

Como começou sua paixão por viajar? 

Quando pequena eu adorava ler e ficava imaginando que um dia ia ver de perto aqueles lugares. Mas nem sei se eu achava mesmo possível ou se era só coisa de criança. Nem sabia como era viajar. A primeira vez que vi o mar, tinha 10 anos de idade, foi a primeira vez que viajei, um ônibus, a família toda, a noite toda na estrada. Depois disso viajava para a praia a cada dois ou três anos e, para mim, era a coisa mais maravilhosa, o momento mais esperado da vida. E olha que era sempre para a mesma cidade, mas só de estar em um lugar diferente do meu, ver pessoas diferentes, eu já amava. Aí entrei na faculdade, comecei a trabalhar e fui vendo que era possível. Ou seja, a paixão é antiga, mas só virou realidade recentemente. Comecei e não parei mais!

Marina em Sergipe

Mariana em Sergipe

O que mudou na Mariana após começar a desbravar esse mundão?

Nossa, muita coisa! Sempre fui muito “bicho do mato”, muito fechada, e, na medida em que fui desbravando novos lugares, fui ficando mais aberta, porque fui vendo que não existe certo e errado, existem costumes, culturas, então cada um é de um jeito e tudo bem eu ser do meu jeito. A gente vai perdendo os pré-conceitos porque vai vendo muitas diferenças, vai aprendendo a enxergar além do nosso mundinho, a respeitar tudo isso e a se respeitar. Então viajar abriu e ainda abre muito a minha cabeça. Cada novo lugar é um novo aprendizado, cada nova experiência é uma nova Mariana que volta. Sempre crescendo, evoluindo e, acredito eu, me tornando uma pessoa melhor.

Até agora, qual a sua viagem favorita?

Ai… é uma escolha difícil. Cada vez que faço uma viagem costumo voltar falando que foi a melhor viagem que eu fiz. Então brinco que a favorita é sempre a mais recente. Estava superapaixonada por Portugal, ainda estou, e agora estou falando mais de Sergipe, que amei conhecer. Minha primeira viagem sozinha foi bem marcante, para Cuba. Mas Paris é um lugar que eu amo, sempre sonhei conhecer, e foi a primeira viagem internacional que fiz, então marcou também e, até agora, é meu lugar favorito no mundo!

LEIA MAIS: Mas, e você vai sozinha?

Já passou por algum perrengue durante uma viagem? Qual?

Graças a Deus nunca teve nada muito sério. Só aquelas coisas que na hora parecem tensas, mas depois acabo rindo. Na Itália eu fui picada por uns mosquitos e foi horrível porque sou alérgica a insetos. E não senti as picadas na hora (em Veneza), só no avião, a caminho de Roma, é que começou uma coceira insuportável. Eu não sabia o que fazer. Quando desembarquei e me olhei no espelho, meu corpo estava todo coberto por calombos vermelhos enormes, inchados. Era de noite, então só no dia seguinte pude ir a uma farmácia e comprar uma pomada, aí fui melhorando. Mas, na hora, foi um susto. Acho que de perrengues que me lembro esse foi o pior.

Tem algum lugar que você nunca conheceria?

Até tem… Mas pode ser que eu acabe mudando de ideia, porque sou dessas! rs E não é nada definitivo tipo “nuuuunca vou”, não tenho nenhum problema, só que são lugares que não me atraem tanto e, como a vida é curta e o mundo é grande, sei que vai ficar muita coisa de fora, então para alguns eu nem ligo de não conhecer, não tenho vontade.

“Na medida em que fui desbravando novos lugares, fui ficando mais aberta, porque fui vendo que não existe certo e errado, existem costumes, culturas, então cada um é de um jeito e tudo bem eu ser do meu jeito”

E o surgimento do blog… como foi?

Foi em 2015. Como eu sou jornalista e sempre gostei de escrever, toda vez que viajava fazia um diário de bordo, anotando como foi, os lugares que visitei, mais para ter de lembrança mesmo. De vez em quando algum amigo ia viajar e me pedia dicas, aí eu mandava o arquivo. E eu sempre senti falta de ter um espaço meu, onde eu pudesse escrever do meu jeito, de uma forma mais livre, sem as cobranças do trabalho. Sempre pensei em ter um blog e não sabia exatamente de que – não queria simplesmente ter só pra ter, sabe? Queria algo que fosse legal pra mim, mas que fosse legal para os outros também! Gosto de boas histórias (como as que lá atrás me faziam viajar) e gosto de contar histórias. Aí um dia me deu esse estalo de que poderia unir as duas cosias – viajar e escrever. No mesmo dia criei o nome, comprei o domínio, aí fui para Nova York de férias e, quando voltei, comecei a organizar. Faz dois anos e é muito bom ver que as pessoas gostam, receber feedback de leitores, isso dá mais ânimo para continuar! Porque é um trabalho e é difícil e puxado, mas tem valido a pena!

Em Portugal

Em Portugal

Indica algum livro e filme sobre viagens?

Sou apaixonada por “Comer, rezar, amar”, que é livro e filme. Eu gosto mais do livro. Resumindo e sem spoilers, é uma mulher que viaja sozinha para diferentes países durante um ano, para se conhecer melhor. Outro filme que eu amo é “O fabuloso destino de Amélie Poulain”, que é mais poético e me inspira muito a sonhar com novas viagens e a realizá-las. Em Paris até fui na lanchonete onde a personagem trabalhava. Na verdade qualquer livro ou filme que se passe em um lugar que não é o meu, vai despertar em mim a vontade de conhecer!

Infográfico: 10 dicas de segurança para viajantes

E alguma dica para ajudar as pessoas que querem começar a viajar mais…

Se planejar, se programar. Ver tudo com antecedência é fundamental e ainda faz a viagem ficar mais barata. Pesquisar sobre o destino que deseja conhecer, calcular mais ou menos quanto vai custar e aí colocar no papel quanto vai ser preciso economizar e ter isso como meta, guardar um pouquinho todo mês. Porque quando a gente já tem algo mais concreto, fica mais fácil resistir a comprar uma roupa nova ou a ir a um evento caro. Prefiro guardar pra viagem. E também ficar sempre ligada em sites de promoções de passagem, para conseguir preços melhores. Outra dica é acessar os blogs, porque os relatos e dicas reais podem sempre ajudar e dar novas ideias.

Passeando por Inhotim, Minas Gerais

Passeando por Inhotim, Minas Gerais

Quais são os próximos destinos?

Vou Chile ainda este ano. E, no Brasil, quero conhecer Blumenau. Mas tudo pode mudar a qualquer momento! 

LEIA MAIS: Dicas para planejar uma viagem sozinha

Qual recado você manda para a mulherada que quer começar a viajar sozinha?

Meu lema é “vai, e se der medo, vai com medo mesmo”. Porque eu sei que bate um monte de inseguranças, é natural. A gente corre mesmo mais riscos, a sociedade em que vivemos ainda é muito machista, mas é a partir da gente que isso vai mudar. É nas nossas atitudes, nos pequenos passos, que vamos impondo respeito. Então, se não tiver coragem de ir muito longe, comece indo perto, uma cidade vizinha, só passar um dia e voltar, ou um fim de semana.

Depois passe para lugares mais longes, períodos maiores e, assim, vai se habituando. Acho que ninguém deve deixar de viajar e conhecer lugares lindos porque não tem companhia naquele momento! Viajar sozinha é uma oportunidade de aprendizado e crescimento!

 

Gostaram do bate-papo? Deixa nos comentários o que achou e que blogueiro você gostaria de ver por aqui! 😉

 

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24 coisas que aprendi até os 24 anos

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Vinte e quatro anos. Pode ser muito, pode não ser. Isso vai depender da forma como olhamos essa idade. Pode ser só um número. Pode representar o início, ou fim, de uma fase. Pode ser tudo. Pode não ser nada.

Entre ‘vaneios e devaneios’, compartilho com vocês, data em que completo 24 anos, o que aprendi nesse tempo de vida…
1 –  Pouco amor, não é amor.

2- Muito amor é tão ruim quanto o pouco amor.

3 – O melhor amor é o próprio.

4- Aprenda com os erros alheios e não os cometa. Erra menos quem observa, reflete e analisa.

5 – Toda relação é uma via de mão dupla. Isso vale para amores, amizades, relações familiares. Como esperar que o outro faça algo por você se você não faz a sua parte?

6 – Ou seja, faça sempre a sua parte.

7- Relação é construção.

8- Relação é procura.

9- Relação é confiança.

10- Nem todo mundo vai permanecer na sua vida para sempre.  Então, dê valor a quem merece. Aqueles que não merecem simplesmente não ficam.

11- Amar o que você faz e fazer o que você ama é a ‘fórmula mágica’ para o sucesso em longo prazo.

12- Quando estamos com raiva de alguém temos a tendência a tomar uma atitude para ferir o outro, sem nos darmos conta, muitas vezes, que essa atitude mais nos prejudica do que fere quem nos magoou. Então, antes de pensar em ferir alguém se pergunte: vou me prejudicar com isso? Se sim, não faça.

13 – E mesmo que você não se prejudique ferir alguém não vale a pena. A vingança nunca é plena, mata alma e envenena, já dizia o Chaves.

14- Idade não quer dizer maturidade.

15 – Antes de tentar mudar alguém, mude a si mesmo. O outro só muda se quiser. Já você pode gerir sua própria mudança.

16 – Preste atenção em seus pensamentos e para onde/ com quem/com que você gasta sua energia.

17- Ser bonzinho é tão ruim quanto ser egoísta.

18- Aprenda a se impor.

19- O medo tem duas consequências: te deixar alerta ou te paralisar. Você escolhe, mesmo que inconscientemente, qual opção seguir.

20- Enfrentar o medo foi decisivo para realizar os meus sonhos.

21- Ficar alegre quando tudo tá bem é fácil. Manter a alegria quando a vida fica difícil é que é foda e prova a sua capacidade de lidar com as mais diversas situações.

22- A opinião alheia é somente o que os outros pensam. O mais importante mesmo é o que você é.

23 – A dor é inevitável, o sofrimento opcional.

24- Busque o equilíbrio entre suas atitudes. Mas, na dúvida: Siga seu coração.

 

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Beijos,

Kari.

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A felicidade vem de dentro

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[Leia este post ouvindo Felicidade – Seu Jorge]

Faz um tempinho que não escrevo sobre a tag Felicidade aqui no blog. E resolvi falar dela por diversos motivos. Acho que o me mais me motivou a escrever sobre isso é a crise atual. Visivelmente estamos passando por uma crise econômica que desespera patrões e empregados. Mas, percebo que no meio da comunicação essa crise começou antes, tem consequências catastróficas e que parece não ter um prazo para acabar.

Tá, mais o que isso tem a ver com Felicidade? Tudo. Explico: estar realizado profissionalmente com certeza contribui, e convenhamos que muuuuuuito, para a felicidade de um indivíduo. Mas, contudo, entretanto, todavia, isso não é tudo. E graças a Deus que não é.

A família, amigos, namorado(a), marido, esposa, filhos… Tudo isso influência na nossa Felicidade e nos completa além da profissão que escolhemos. Mas antes dos nossos laços sociais é o relacionamento com nós mesmos que mais pesa para essa equação que é diferente para cada um. O que me faz feliz pode não fazer você. E vice-versa. 

E está aí um coisa difícil de responder. O que nos faz felizes? Não sei vocês, mas eu não sei responder essa pergunta de forma simplista. Definir felicidade é difícil, porém o caminho para consegui-lá somente o nosso eu interior pode responder. E é por isso que eu bato na tecla que Felicidade vem de dentro. Primeiro temos que nos encontrar e nos fazer felizes. Depois vem nosso relacionamento com os demais.

E que nossa visão sobre as crises seja positiva. Pois não há mal que perdure para sempre. E se você enxergar a crise como sua amiga, quem sabe ela não te acolhe e te mostra uma saída melhor do que a situação que você está agora?

Coragem!

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Beijos,

Kari.



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Cinco frases budistas para refletir

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A parte que mais gosto na filosofia Budista com certeza são os ensinamentos. Uma visão positiva de como levar a vida e que nos transmite muita tranquilidade e paz interior. Particularmente, acredito que nada no mundo exterior pode nos perturbar sem que deixemos. O fato pode não depender da gente para ter acontecido, mas a nossa reação perante as mais diversas situações somos nós, e somente nós, que decidimos.

E com base nesse pensamento, separei algumas frases budistas que gosto bastante e que sempre me fazem refletir sobre a minha forma de ver a vida.

‘A dor é inevitável, o sofrimento é opcional’

Com certeza essa é uma das minhas citações preferidas.  Não podemos evitar a dor. Ela faz parte da vida e sua “missão” é nos fazer evoluir como seres humanos, mesmo que no auge dela não tenhamos essa percepção. Agora ficar remoendo a dor e transforma-lá em sofrimento é totalmente opcional. Claro que todo mundo tem seu tempo de superação, mas todo cuidado é pouco, pois a linha entre dor e sofrimento é tênue. E se você ultrapassa-lá corre o risco de se autossabotar.

‘Bem farias em te examinares e refletires sobre a ti mesmo’

A reflexão é uma arma muito importante de transformação. Através dela conseguimos detectar o problema e pensar em possíveis soluções para ele. Além disso, é refletindo que aprendemos a nos conhecer, descobrimos nossos gostos e limites para assim nos relacionarmos melhor conosco e com os outros.

‘Não machuque os outros com o que te causa dor’

E por falar na relação com outras pessoas, essa para mim é a máxima. Não fazer com os outros o que você não gostaria que fizessem com você é a premissa para o início de qualquer boa relação. Dessa forma, o respeito e a compreensão prevalecem tornando a relação entre pais, filhos, amigos, etc em relacionamentos mais saudáveis.

‘Somos o que pensamos’

Com certeza nossos pensamentos tem poder. Se pensarmos de forma positiva, é natural que vejamos a vida com mais leveza. Se pensarmos de forma negativa, o contrário acontece. Com nossos pensamentos, fazemos o nosso mundo, por isso cuide bem dos seus e tenha mais qualidade de vida.

‘Só há um tempo em que é fundamental despertar. Esse tempo é agora’

O passado já passou. O futuro ainda virá. Portanto, o único momento em que você pode alterar é o agora. Claro que é importante revisar o passado e deixá-lo bem resolvido. Da mesma forma, que é legal se planejar para o futuro. Mas tudo isso pode e deve ser feito sem mágoas ou expectativas evitando assim sentimentos como raiva e frustração. Lembre-se: o que passou passou e o que virá pode ser ainda melhor se você se começar a mudar o seu agora.

 

Você tem algum ensinamento que gostaria de compartilhar com alguém? Me conte nos comentários.

 

***

 

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Beijos,

Kari.

 



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O que a vida quer da gente é coragem!

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[Leia o texto ouvindo  Ser Feliz – Rael]]

Às vezes parece que a vida repete determinas situações. Se é por ironia ou não, não sei dizer. Mais algo em que acredito é que certas coisas precisam se repetir até aprendermos a agir diferente. Como lições, que enquanto não forem aprendidas vão se repetindo.

Quantas vezes sua mãe mandou você levar o casaco e você não levou e depois passou um baita frio por isso? E quantas vezes isso se repetiu até você aprender que deveria levá-lo? O exemplo é bobo, e tosco, eu sei. Porém, a gente pode empregá-lo em situações mais complexas. Pode ser o término de relacionamento e/ou relacionamentos tóxicos que se repetem, a perca de um emprego, a repetição de um ano escolar ou de uma matéria na faculdade, a briga com determinado amigos, etc.

O fato é que quando situações semelhantes acontecem parece um teste. Um desafio. A vida falando para você: “Tô te desafiando mesmo e quero ver se você é capaz de pensar em saídas diferentes!”. E enquanto não mudamos, nada muda.

Mas, a partir do momento em que agimos de uma forma diferente, um novo horizonte se abre. O que dava medo, não dá mais. O desafio que parecia impossível de vencer, já foi vencido. As noites em claro já não fazem mais sentido. E tudo porquê?

Porque você venceu. Porque aprendeu a ver e agir de uma forma diferente da que agia antes. Abandonou hábitos tóxicos. Focou no que queria. Correu atrás. Enfrentou a vida. E vou te falar uma coisa, o azar morre de medo das pessoas determinadas. 

 

“A bênção minha mãe, a bênção meu pai
A luta de vocês que de mim fez um samurai
De perceber que o amor é forte, sempre sobressai
E que somente quem pensa fora da caixinha… Vai
Buscar um lugar
Que possa ser feliz”

(Ser feliz -Rael)

***

 

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Beijos,

Kari.

 



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Todo mundo pode mudar…. desde que queira

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[Leia o post ouvindo Coldplay – Yellow]

Todo mundo pode mudar. Isso é um fato. O que pensamos hoje pode não nos servir mais amanhã. Aquele casaco que um dia você amou estações depois pode parecer cafona. Aquela opinião que você tinha sobre determinado assunto pode não fazer mais sentido. Aquela banda favorita pode não ser mais tão favorita assim daqui há dez anos.  Muita coisa pode ser passageira, já que a vida é feita de fases.

Mais se tratando de mudanças, nada mais difícil do que mudar hábitos. Abandonar a velha capa que nos acompanha a sei lá quanto tempo é difícil pra caramba. Aprender a guardar dinheiro, comer melhor, se exercitar, emagrecer, começar aquele curso, ajudar mais em casa, aprender a se planejar, etc. Iniciar uma mudança é possível desde que, claro, a pessoa queira mudar.

Ter a ideia de que precisa mudar é muito importante. Porém, tão importante quanto ter essa noção, é arregaçar as mangas e colocar mãos à obra. Iniciar, começar, se mexer, dar o primeiro passo. O nome que você dá não importa. O que importa é que você comece.
Atitude - Kari Desbrava
Com o amadurecimento aprendemos a perceber quando devemos começar algum hábito novo. Ou seria a percepção de ter que começar algo novo que nos faz amadurecer? Bom, independente da ordem, o importante é que a ação nos tira da zona de conforto e faz a gente evoluir.

Daí, percebemos que só começar não basta. A continuidade de um hábito é tão importante quanto o começo. Mais aí já é assunto para outro post.

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Beijos,

Kari.

 



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