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4 motivos para continuar viajando sozinha mesmo namorando

Mulher sentada em um banco

Dia dos namorados, cheiro de romance no ar e porque não pensar por quais motivos podemos e devemos continuar viajando sozinha mesmo depois de começar a namorar? Poderia escrever sobre destinos para viajar em casal, mas resolvi seguir na contramão e continuar incentivando a mulherada (e os homens também!) a viajar mesmo estando em um relacionamento. Vamos conferir?

Você não nasceu grudada (o) com ninguém

Tem mulheres (e homens!) que começam a namorar e esquecem da vida social e dos amigos. Os motivos para isso são vários, mas creio que o maior seja a insegurança. Acham que se saírem vão dar motivo para briga ou o outro vai sair também. E qual o problema dele (a) sair também?

LEIA MAIS: 14 blogueiras incentivam garotas a deixarem o medo de lado e viajarem sozinhas

Dicas para planejar uma viagem sozinha

Lembre-se que você não nasceu grudada com ninguém! Desculpe a estupidez, mas se você não é uma gêmea siamesa, não tem motivo para ficar dependendo da companhia de outra pessoa para fazer as coisas, como viajar, por exemplo.

Demonstra confiança

Confiar em quem nos relacionamos é fundamental para um namoro/casamento dar certo. E quer prova maior de amor do que seu amado ficar tranquilo com o fato de você viajar sozinha e vice e versa? Se você está em um relacionamento assim, onde a confiança impera, levante as mãos para o céu e agradeça! Caso não, procure melhorar isso e se não der, corra! Ou melhor, pegue as malas e viaje! hehehe 

Mulher em frente as ruínas

Desbravando a Ilha de Marajó na minha própria companhia

Mantemos a individualidade

Namorar é bom demais! Mas, manter a individualidade é super importante. Você tem uma história antes do relacionamento (e ele também!), jamais se esqueça disso. Precisamos ter tempo para tudo, inclusive para nós mesmos. Às vezes é preciso nos reconectamos conosco, darmos um tempo do outro para voltarmos a sermos companhias ainda melhores. E uma viagem solo é uma oportunidade para se autoconectar. Seu relacionamento com certeza vai agradecer 😉

LEIA MAIS: Viajar sozinha é perigoso?’ | Por Elma Souza

Insegurança, falta de dinheiro e de tempo livre impedem que as brasileiras viajem mais, aponta pesquisa

Voltamos cheias de história para contar

Viajar sozinha é sinônimo de voltar cheia de história para contar. É um lugar que você conheceu e achou a cara dele, é uma foto que você precisa mostrar pro seu companheiro, ou uma comida exótica que experimentou e deseja compartilhar como foi esse fato. Não importa tanto o que você tem para contar, aqui o mais legal é o fato de compartilhar o que se aprendeu com quem se ama. Isso renova e traz um frescor pro relacionamento, que é necessário para enfrentar o que a rotina é capaz de minar.

Nesse Dia dos Namorados desejo que você que lê esse texto seja muito feliz independente de ter um relacionamento ou não. Que viaje muito independente do seu estado civil e que aproveite todas as chances que tem de se fazer feliz!

E aí, você tem motivos para continuar viajando mesmo estando em um relacionamento que não estão no texto acima? Deixa nos comentários!

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Beijos,

Kari.

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1 In Felicidade/ Mais recentes

Como a ansiedade prejudicou os meus projetos

Ansiedade: conhecida como o mal do século. Como saber se a temos? Como fazer para saber se nos autossabotamos através dela??? Eis uma pergunta difícil de ser respondida, e que precisa que exercitemos muito do nosso autoconhecimento para evitarmos cair em ciladas.

No início do mês vi o blog sair do ar e corri o risco de perder todo o conteúdo produzido nesses três anos por conta dela. Foi desesperador. Mas passado o susto consegui refletir sobre como uma decisão mal tomada pode trazer prejuízos e, por isso, resolvi escrever esse texto, para evitar com que você que o lê cometa o mesmo erro.

No início do blog eu não entendia muita coisa sobre blogs e tecnologia. Não sabia como bloggar, não fazia ideia de que plataforma escolher ou qual hospedagem usar, entre dúvidas. Mas tinha pressa. Afinal, eram centenas de ideias que borbulhavam na minha mente e que o mundo precisava descobrir, pensava.

Essa tal ansiedade em ver o blog no ar me vez cometer alguns erros. E o principal deles tem a ver com o problema que relatei aí em cima. Por não saber escolher a hospedagem, tive alguns contratempos. Entre eles o blog ficou fora do ar por alguns dias no início desse mês – logo no mês seguinte ao meu primeiro pico de acesso – e quando consegui colocá-lo na ar novamente, perdi todas as fotos (problema que ainda tô tentando resolver e peço desculpas a todos os leitores que entraram aqui no Kari Desbrava e se depararam com textos sem imagens).

A tal ansiedade me fez não pesquisar, me fez não buscar referências e simplesmente querer uma solução mágica para ter o projeto pronto.  Porém, SOLUÇÕES MÁGICAS NÃO EXISTEM. E como contei, foi por querer uma solução milagrosa que me prejudiquei.

O que aprendi com tudo isso é que não importa o quão empolgado você esteja: pare, respire e não tome decisões motivadas somente pela emoção. Quando se trata de contratar um serviço é preciso ter o máximo de referências e informações possíveis sobre o profissional e/ou a empresa na qual você irá trabalhar. Caso não, você pode se dar muito mal por isso, perdendo tempo, dinheiro e conteúdo.

Nesse artigo aqui há dicas de como evitar problemas com uma empresa de hospedagem caso você decida criar um blog. Tome ele como uma base e lembre-se: é preciso pesquisar, pesquisar e pesquisar muito antes de qualquer tomada de decisão. Assim, se aumenta as chances de acertos e minimiza-se os erros.

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Kari.

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Porque experiências valem mais que objetos…

Leia ouvindo Positiva | do Natiruts

Experiências valem muito mais que objetos. Digo isso com propriedade, pois objetos se deterioram, experiências ficam. Não importa se você comprou uma blusa, um carro, uma casa, uma máquina fotográfica… Com o tempo, tudo isso vai ficando velho, pode quebrar, você pode perder, podem te roubar.

Ah, agora as experiências que você viveu… essas ninguém leva! 

Não levam porque estão guardadas na memória e no coração.

Conhecendo o Jardim Botânico de Curitiba

Conhecendo o Jardim Botânico de Curitiba

Pode ter sido o primeiro sorvete, a primeira viagem internacional, um passeio com sua mãe, a visita ao litoral, a primeira viagem a dois. Seja qual for a experiência, esses momentos com certeza vão se relembrados pelo resto da vida. Enquanto os objetos…

Quantas vezes você comprou uma coisa e depois de passada a euforia da compra ela ficou largada e você nem lembrava que existia? Quantas vezes você se lembrou de um momento bom? De uma experiência marcante?

Nem preciso dizer que, muito provavelmente, você já comprou algo que não usou diversas vezes, mas nunca deixou de relembrar um momento bom.

Por conta disso, a partir do momento em que me dei conta que experiências valem muito mais do que objetos, colecionar experiências se tornou naturalmente uma prioridade.

Prioridade. Qual é a sua?

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Kari.

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Blogueiro, o novo top model

Hey!

O texto de hoje é uma reflexão. Sim, vamos tirar um tempinho nessa vida corrida para refletimos. O tema é simples e super atual: a profissão de blogueiro. Profissão? Sim. Você pode até ser blogueiro por hobby, e não há nada de errado com isso, mas aqui vamos falar desse nicho que hoje em dia é sim uma profissão.

E é por ser uma profissão que peço um olhar e um comportamento mais profissional. Tanto do mercado quanto de nós blogosfera. Participo de fóruns e grupos e vejo uma reclamação recorrente sobre abordagens de parcerias grotescas que não percebem que parceria é os dois lados levarem vantagem, e não somente um. E claro que também tem o outro lado. Blogueiros que fazem tudo por um jabá (expressão usada para denominar presentes recebidos de empresas).

Precisamos ter um comportamento profissional se queremos ser tratados como um profissional. Não dá para aceitar ou oferecer um migalha achando que é uma boa proposta porque não é. Valorize-se. Perceba o tempo que gasta para bater um texto, gravar e editar um vídeo, postar, monitorar e mensurar as redes sociais. Isso não é qualquer coisa. Pelo contrário. É seu tempo e dinheiro, pois para ser um bom profissional aposto que você investiu em pesquisa, estudo, cursos.

Com o boom dos blogs é comum ver pessoas deslumbradas achando que ser blogueiro é só ganhar jabá. Ser blogueiro virou o que era ser modelo há algumas décadas atrás. As pessoas se prendem tanto ao fato das coisas ganhas, fotos maravilhosas, viagens, eventos, que esquecem que existem uma estrada até ali.

Não é sobre criar um blog e estourar. Estourar acontece com pouquíssimos. E sim, é criar um blog e persistir. E persistir. E ter vontade de desistir e persistir de novo.

E sobre o mercado, nós somos o mercado. Se não nos sujeitarmos a propostas muitas vezes indecentes com toda certeza a cara de pau das pessoas que as oferecem terá que ser substituída por trabalho duro e aí sim aprenderão o significado de parceria.

E vocês, já passaram por alguma situação chata ao serem abordados por empresas e já pagaram algum mico ao abordar? O que aprendeu com isso? Como lidou com essa situação? Me conta nos comentários! Vamos compartilhar experiências.

 

Li sobre o assunto e recomendo:

A era do jabá bem no meio da sua fuça

Por que dificilmente ganharemos dinheiro com blog

Beijos,
Kari.

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O que a vida quer da gente é coragem!

[Leia o texto ouvindo  Ser Feliz – Rael]]

Às vezes parece que a vida repete determinas situações. Se é por ironia ou não, não sei dizer. Mais algo em que acredito é que certas coisas precisam se repetir até aprendermos a agir diferente. Como lições, que enquanto não forem aprendidas vão se repetindo.

Quantas vezes sua mãe mandou você levar o casaco e você não levou e depois passou um baita frio por isso? E quantas vezes isso se repetiu até você aprender que deveria levá-lo? O exemplo é bobo, e tosco, eu sei. Porém, a gente pode empregá-lo em situações mais complexas. Pode ser o término de relacionamento e/ou relacionamentos tóxicos que se repetem, a perca de um emprego, a repetição de um ano escolar ou de uma matéria na faculdade, a briga com determinado amigos, etc.

O fato é que quando situações semelhantes acontecem parece um teste. Um desafio. A vida falando para você: “Tô te desafiando mesmo e quero ver se você é capaz de pensar em saídas diferentes!”. E enquanto não mudamos, nada muda.

Mas, a partir do momento em que agimos de uma forma diferente, um novo horizonte se abre. O que dava medo, não dá mais. O desafio que parecia impossível de vencer, já foi vencido. As noites em claro já não fazem mais sentido. E tudo porquê?

Porque você venceu. Porque aprendeu a ver e agir de uma forma diferente da que agia antes. Abandonou hábitos tóxicos. Focou no que queria. Correu atrás. Enfrentou a vida. E vou te falar uma coisa, o azar morre de medo das pessoas determinadas. 

 

“A bênção minha mãe, a bênção meu pai
A luta de vocês que de mim fez um samurai
De perceber que o amor é forte, sempre sobressai
E que somente quem pensa fora da caixinha… Vai
Buscar um lugar
Que possa ser feliz”

(Ser feliz -Rael)

***

 

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Beijos,

Kari.