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‘Tour Doces Histórias’ | Entenda a história dos doces no Brasil

Doces
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Passear pelo Rio de Janeiro já é bacana. Passear pelo Rio, comer doces e aprender mais sobre a história dessas guloseimas é melhor ainda. Foi com essa sensação de coisa boa que participei do tour Doces Histórias, organizado pelo Sou+Carioca.

Já falei do pessoal da Sou+Carioca no post do passeio para a Pedra Bonita. Fica a dica caso você queira saber mais sobre o trabalho deles…

Mas, voltando aos doces. O tour apresenta a trajetória dos doces no Brasil e o cenário é as ruas do Centro do Rio, que respiram história. O passeio começa na Cinelândia. Lá a guia Raquel nos fez recomendações de segurança, como ter cuidado na hora de atravessar a rua, respeitar o tempo do grupo, ter cuidado com equipamentos fotográficos, etc, além de nos dar um panorama de como tudo começou. Nessa hora, ela nos falou sobre a importância do açúcar para o crescimento da colonia, sempre relacionado com a ideia da criação do doce.

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Em seguida, fomos rumo à Praça VX onde ouvimos curiosidades de como os doces se popularizaram. Segundo a Raquel, muitos dos doces que comemos hoje foram “inventados” no Convento do Carmo, que fica ao lado do Paço Imperial. Como o Convento precisava de dinheiro, os doces que os internos preparavam eram vendidos e acabaram se espalhando pela cidade.

Depois passamos pelo Beco dos Barbeiros e a Rua do Ouvidor, duas ruas super importantes.
Por fim, a hora mais doce. Visitamos as confeitarias Colombo, Itajaí, Cavé e Manon. Em cada parada, ouvimos mais sobre a história de cada uma. Era dado um tempo para quem quisesse entrar e provar os doces em cada confeitaria. O que você vai comer não está incluso no valor passeio.

LEIA MAIS: Manual de sobrevivência: Carnaval no Rio de Janeiro

Uma aula de história dos doces

Confeitaria Colombo

A Colombo é a representação perfeita da Belle Époque carioca, em que a moda era ser “francês”. Fundada em 1894 é a mais famosa confeitaria carioca. Recebeu clientes ilustres como Chiquinha Gonzaga, Machado de Asis, Lima Barreto, Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek, Alberto I da Bélgica, Isabel II do Reino Unido, entre outros.

Atualmente, a Colombo tem quatro filiais: a do Centro, a mais antiga; a do forte de Copacabana; a do Aeroporto do Galeão; e a do Centro Cultural do Banco do Brasil. 

Doces da Confeitaria Colombo: pastel de nata e bomba de chocolate

Chefe confeiteiro da Colombo, Thiago Faro, conversa conosco sobre como é trabalhar em uma das mais tradicionais confeitarias do Rio. Segundo ele, em baixa temporada são produzidos cerca de 1.300 doces. Na alta temporada o número dobra. A filial do Centro abastece as demais filias

LEIA MAIS: Mirante no Rio: Parque Penhasco Dois Irmãos, no Leblon

Confeitaria Itajaí

Fundada por uma família alemã em 1932, a Itajaí fica na Rua Gonçalves Dias, no Centro do Rio. A confeitaria começou em um prédio estreito, mas se mudou para uma mais espaçosa na mesma rua. Ficou famosa pelas especialidades alemãs como strudels de maçã, bombas de chantilly, ghitas de amêndoas e diversos doces amanteigados. Alguns desses doces são servidos até hoje.

Raquel nos contando um pouco sobre a história da Itajaí

Casa Cavé

A Cavé é a confeitaria em funcionamento mais antiga do Rio. Fundada em 1860 pelo imigrante francês Auguste Charles Felix Cavé foi vendida para portugueses em 1922.

Ocupa os números 133 e 137 da rua Sete de Setembro. Destaque para o sorvete Dina Tereza (Creme, Chantilly e Fios de Ovos – R$ 22,50) feito em homenagem a cantora portuguesa. 

Fachada da Cavé

Confeitaria Manon

A Manon é a mais nova das confeitarias visitadas. Foi fundada em 1942. Em 1993, foi tombada pela Prefeitura do Rio como patrimônio histórico.

O salão da Manon é uma réplica do interior do navio português Cerpa Pinto. Ela também possui espelhos franceses e outros itens originais que nos remete ao passado. Tem como carro-chefe da Casa o doce Madrileñ: pão doce com creme e um toque de goiabada, salpicado com açúcar de confeiteiro. 

Salão da Confeitaria Manon

LEIA MAIS: Visita ao Real Gabinete Português de Leitura, no Centro do Rio

Curiosidades que aprendi no tour

– O açúcar ​era uma especiaria porque era de difícil acesso e caro;

– ​O Convento do Carmo já foi o maior prédio do Rio e a Igreja da Sé, que fica ao lado, já foi a Catedral do Rio;

– Junto com a descoberta do açúcar surgem ​também a canela, o cravo, entre outras especiarias;

– ​Os espanhóis conhecem o chocolate no México. Na ocasião, ele não se parecia com o que conhecemos hoje. Ele era uma bebida aguada que tinha uma função ritualística. Segundo a crença do povo mexicano, a bebida a base de cacau dava força aos guerreiros e fazia uma ligação com o divino;

– Os espanhóis conheceram a bebida através das mulheres das tribos mexicanas e, por conta disso, a bebida chegou na Europa como bebida para senhoras/mulheres, ganhando outro significado;

– ​O primeiro confeito de chocolate surge no Caribe francês e vai dar origem no chocolate que conhecemos hoje;

– O brigadeiro ganhou esse nome nas eleições de 1945. Na época, algumas mulheres vendiam o doce para arrecadar fundos para a campanha do candidato a presidência Eduardo Gomes. Ele usava o slogan “Vote no Brigadeiro que é bonito e solteiro” e esse fato acabou dado nome ao doce mais amado dos brasileiros.

 

*Foto do alto da matéria: Isabela Toscano/Beulasartes

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Beijos,

Kari.

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0 In Ilha de Marajó/ Pará/ Viagens

Como chegar à Ilha de Marajó

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Chegar em Marajó foi uma das coisas mais loucas que já fiz na vida. Digo isso, pois essa viagem para mim já foi um desafio e tanto por vários motivos. Entre eles o fato de não ter muita informação disponível sobre a Ilha, se formos compará-la com outros destinos, por exemplo, e o fato de ser uma mulher sozinha visitando Marajó. Mas, esse parte fica para outro post.

Voltando a parte de como chegar em Marajó… saí do Rio de Janeiro sem a menor ideia de como ir de Belém para lá. Dos poucos blogs que tinham ido a Marajó, em nenhum encontrei as exatas respostas para as minhas dúvidas! Por isso, esse post, para mim é um dos mais importantes para quem quer visitá-la.

Como chegar…

Pensar que tinha já tinha reservado um pousada me causava calafrios quando constatava que não sabia como faria para chegar em Marajó. Que seria de barco era até meio óbvio, mas onde comprava a passagem, quanto custava, quantas horas durava a viagem e se a embarcação era segura eram só algumas das perguntas que eu não fazia ideia de quais eram as respostas.

Quando cheguei em Belém achei que todo mundo saberia me responder isso, mas bateu um desespero quando vi que ninguém sabia me dizer exatamente como chegaria a Marajó.

Então, fui ao terminal hidroviário, que era a única informação que eu tinha sobre a viagem e comecei a perguntar para todo mundo onde poderia comprar a tal passagem. Até que achei o guichê da Tapajós Expresso.

Essa empresa, como o nome já diz, faz a travessia Belém X Marajó de forma mais rápida. Um viagem com a Tapajó Expresso durou cerca de 2h. Mas… não pense que tudo são flores. Apesar de rápido, como a lancha balança.

Se você não tem medo de balanço de barco, se sabe nadar ou se é uma pessoa destemida essa viagem será tranquila para você. Mas, se não se encaixa em algumas das opções acima, considere um outro destino, já que pelo o que me informei, todas as rotas até Marajó são, digamos, turbulentas.

Talvez o meu pânico tenha sido maior pelo fato de não saber nadar. Afinal, se a lanchar virasse, imaginava, teria que ser rápida em pegar um colete salva-vidas para tentar garantir minha sobrevivência. #dramaqueen

Guichê da Tapajós Expresso, no Terminal Hidroviário de Belém

Devaneios a parte, os horários para ir e volta de Marajó são limitados. Para ida, você só tem a opção das 9h da manhã. Já para a volta tem de 6h ou 9h. A passagem custou R$ 48, tanto a ida quanto a volta, isso em 2017.

Já no barco, bem na hora que a lancha balança horrores descobri, conversando com a passageira ao meu lado, que a viagem das 6h era mais tranquila. Às 9h, a maré está alta e como a lancha vai muito rápido, acaba balançando mais.

#FicaADica: Se quer fugir do balanço brusco da lancha opte pelo horário das 6h. Acordar cedo não vai te matar, vai por mim!

Uma das sensações mais felizes da minha vida foi ver que o porto de Soure e saber que dentro de instantes estaria em terra firme e segura. Para volta, fui esperta e tratei de comprar logo minha passagem das 6h, para garantir uma viagem mais tranquila.

Dito e feito, na volta consegui até dormi na lancha e entre um balanço e outro, desta vez mais ameno, conseguir até ver o sol nascer na Bacia de Marajó.

Ah, também existe outra opção para chegar em Marajó. Nesse caso, é preciso se deslocar até Icoaraci, distrito a 20 quilômetros de Belém. Essa é uma opção bacana para quem está de carro, já que dá para levá-lo na balsa.

Porto de Soure

Confira outros posts sobre o Pará:

Pará: diversidade cultural e riquezas do Norte do Brasil

Passeio de barco pela orla de Belém

O que fazer na Ilha de Marajó

Onde se hospedar na Ilha de Marajó

Passeio na Fazenda Bom Jesus, na Ilha de Marajó

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Kari.

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0 In Brasil/ Minas Gerais/ Viagens

Inhotim: dicas do que conhecer

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Bem pertinho de Belo Horizonte, a cerca de 1h30 de carro, está o Instituto Inhotim, um dos mais importantes acervos de arte contemporânea do Brasil e considerado o maior centro de arte ao ar livre da América Latina. Com muito verde e muita arte, é claro, é impossível sair de lá com a mesma visão de mundo. Digo isso, pois nosso passeio foi guiado pelo Junio Cesar, um jovem criado no Inhotim e que viu o Instituto se tornar o que ele é hoje.

O Inhotim é gigante e tem um quê meio megalomaníaco. Esses motivos por si só já pedem um guia para você não ficar perdido e acabar o passeio sem ver as principais obras. Porém, se você não entender muito de arte, reforço ainda mais a contratação do guia. Sem ele, é bem capaz que você saia de lá sem entender nada, perdendo assim a chance de compreender o significado de tudo aquilo. 

Continue Reading →

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0 In Brasil/ Viagens

Mirante das Mangabeiras: a melhor vista de Belo Horizonte

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A vista mais linda de Belo Horizonte você vai encontrar no Mirante das Mangabeiras. É com propriedade de causa que digo isso. Durante minha visita ao mirante, não teve como não me encantar com tamanha beleza. Visitei o mirante durante o ERBBV e foi uma surpresa muito agradável e um dos passeios que mais gostei. Os motivos para ter entrado para lista dos meus passeios preferidos em Belo Horizonte é fácil: é bonito, bem conservado, sem falar no contato com a natureza, que é uma coisa que gosto bastante.

LEIA MAIS: Review: Hotel Ibis, em Belo Horizonte   

 

O local é considerado área de preservação ambiental e está localizado no bairro das Mangabeiras, logo atrás do Palácio do Governador. Com dois decks de madeira instalados, o mirante proporciona aos visitantes uma linda visão panorâmica da cidade e do Parque das Mangabeiras.

LEIA MAIS: Quanto custa viajar para Belo Horizonte? 

Achei um ótimo lugar para passear com a família, fazer piqueniques, realizar ensaios fotográficos, ou somente descansar e aproveitar a paisagem.  Mas, atenção, para chegar no Mirante é preciso subir uma ladeira. Logo, veja a possibilidade de ir de carro, caso não seja muito adepto a atividades físicas.

De resto, é aproveitar o lugar e curtir aquele vistão todo 🙂

Serviço: Rua Pedro José Pardo, 1000 – Mangabeiras. De terça a domingo, das 9h às 17h. Telefone: (31) 3277-8275 | (31) 3277-7784.

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Kari.

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1 In São Paulo/ Viagens

O que conhecer em um fim de semana em São Paulo

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Fui conhecer São Paulo. Uma viagem rápida, de um fim de semana, mas que rendeu conhecimentos legais: um deles com certeza foi saber mais do estilo de vida dos nossos queridos vizinhos paulistas.

Rixas à parte (rixa que acho uma grande bobagem, por sinal), São Paulo tem seus encantos. E para mostrar que isso é verdade, compartilho com vocês meu roteiro de fim de semana na terra da Garroa. Vem comigo!

Sexta-feira

Bar do Alemão

Assim que cheguei em São Paulo fui conhecer o Bar do Alemão. A estrutura e decoração do lugar são lindas e o atendimento também é bem bacana. O preço não é dos mais baratos, mas a comida é gostosa e vale a pena. Destaque para o filé a parmegiana, com boa fama por SP.

 

Fachada Bar do Alemão. Foto: Reprodução Internet

Fachada Bar do Alemão. Foto: Reprodução Internet

Bar do Alemão 2

Bar do Alemão

Serviço: Av. Juriti, 651, Moema, São Paulo. Telefone: (11) 5052.8333

Noite no Superloft

O Superloft é uma casa noturna de São Paulo feita com containers. Conheci a casa na noite em que tocava hip hop, mas lá também ocorrem festas de outros ritmos. O mais legal do lugar, além do material que é construído, é que além de uma pista de dança, a casa tem um espaço para exposições. Sim, você curte a festa e ainda pode ver uma exposição de arte. Quem disse que essas coisas não podem caminhar juntas?

Superloft Foto: @Stefano Iasi/Reprodução Facebook

Superloft Foto: @Stefano Iasi/Reprodução Facebook

Superloft Foto: @Stefano Iasi/Reprodução Facebook

Superloft Foto: @Stefano Iasi/Reprodução Facebook

Serviço: Rua Cardeal Arcoverde, 2926, São Paulo.

Sábado

Museu do Futebol

Meu coração é vascaíno. Mas quem me conhece sabe que não acompanho muito futebol. Apesar disso, a visita ao Museu do Futebol foi divertida. A exposição em grande parte é bastante interativa, tem muita curiosidade sobre o esporte e no final você ainda pode bater uma bola e ganhar uma foto do seu gol. Muito legal mesmo!

Outra coisa bacana na visita é quando você conhece o estádio do Pacaembu. O Museu do Futebol fica dentro do estádio e em determinada hora você vai parar em uma espécie de arquibancada dentro do estádio. É bem emocionante e rende muitas fotos.

Museu do Futebol 2

Uma das salas do Museu do Futebol Foto: Reprodução Facebook

Museu do Futebol

Uma das salas do Museu do Futebol Foto: Reprodução Facebook

Fachada do Pacaembu Foto: Reprodução Facebook

Fachada do Pacaembu Foto: Reprodução Facebook

Brincando em uma das paredes do museu do futebol Foto: Arquivo pessoal

Brincando em uma das paredes do Museu do Futebol Foto: Arquivo pessoal

Serviço: Estádio do Pacaembu – Praça Charles Miler, S/n – Pacaembu, São Paulo.  Tel.: (11) 3664-3848

Mercado Municipal

A minha vontade de conhecer o Mercado Municipal era para experimentar o tradicional sanduíche de mortadela. E não foi uma missão tão difícil, já que várias barracas lá vendem esse sanduba. Gente, vem muita mortadela. Muita mesmo. Só consegui comer uma parte do sanduíche.  A outra parte eu trouxe pro Rio, mas como vocês devem imaginar o sanduíche não resistiu a tanto tempo de viagem. rs

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O tradicional sanduíche de mortadela Foto: Arquivo pessoal

O Mercado Municipal também se destaca, pois como todo mercado de qualquer cidade, vende o que aquela população normalmente se alimenta/usa. Para São Paulo, isso pode não ser grande novidade. Mas, para culturas mais distantes conhecer o mercado local é sempre uma grande aventura.

Serviço: R. da Cantareira, 306 – Centro, São Paulo.

Estação da Luz e Museu da Língua Portuguesa

Minha ida a São Paulo foi antes do incêndio no Museu de Língua Portuguesa e que também afetou a Estação da Luz em dezembro de 2015. Atualmente, ambos estão fechados para restauro. De qualquer forma, os mantive na lista, pois mesmo que por fora e sendo restaurados são lugares tão belos que merecem pelo menos uma olhadinha.

Serviço:  Praça da Luz, 1, Luz, São Paulo. Telefone: 0800 55 0121

Domingo 

Ibirapuera

O parque é muito bonito, e na minha opinião, bem conservado. O Rio poderia copiar São Paulo nisso e manter os seus parques, como a Quinta da Boa Vista, bonita assim.

Conheci o parque no domingo, então vi muitas famílias passeando, pessoas de bicicleta, patins, skates… Sem falar nas inúmeras atividades espalhadas por ele. Tinha, por exemplo, um professor de ginástica dando aula de aeróbico para quem quisesse. Divertido!

Dias iluminados. Saia do apartamento e curta o Verde. #ibiraamoecuido foto @wilfegon

Uma foto publicada por Parque Ibirapuera Conservação (@parqueibirapuera) em

A serraria, ao lado do bosque da leitura, se consolidando como a meca dos alongamentos no parque.

Uma foto publicada por Parque Ibirapuera Conservação (@parqueibirapuera) em

A cidade precisa de calçadas de qualidade: largas com menos fios e mais árvores. Quem sabe assim teremos uma cidade parque. Foto @zezito_costa

Uma foto publicada por Parque Ibirapuera Conservação (@parqueibirapuera) em

Serviço:  Av. Pedro Álvares Cabral – Vila Mariana, São Paulo.  Telefone: (11) 5574-5045.

Claro que São Paulo tem muito mais que isso. Claro que em um fim de semana não dá pra descobrir tudo o que uma cidade pode oferecer. Mas fica o gostinho de quero mais, para quem sabe uma próxima viagem 😉

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Kari.

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6 In Maranhão/ Viagens

Roteiro: O que conhecer em São Luís + Lençóis Maranhenses

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Viajar é tudo de bom. E em 2013 (sei que faz um tempinho, mas recordar é viver), conheci um dos lugares que mais sonhava em ir: Os Lençóis Maranhenses. Além de lá, também desbravei São Luis, a capital do Maranhão. Como o blog surgiu esse ano, e já tinha vivido essa aventura, resolvi fazer este post, para ajudar quem pretende conhecer esse lugar maravilhoso. Vamos nessa?

A viagem

A viagem durou uma semana.  Fiquei hospedada em Barreirinhas (uma das cidades por onde passa o Parque dos Lençóis Maranhenses) dois destes setes dias. O roteiro que vou recomendar se baseia nesse tempo.

Em São Luís, recomendo os passeio pelo Palácio dos Leões, Catedral da Sé, Bairro Praia Grande, Praça São João Lisboa, Largo do Carmo, Cais da Sagração, ponte do São Francisco, Ilha do Medo, Avenida Litorânea e Praça Gonçalves Dias.

A cidade é bem simples, se comparada a outras capitais como Rio de Janeiro e São Paulo. Apesar disso, gostei bastante do Centro Histórico, onde tem diversas lojas para você comprar lembrancinhas e experimentar comidas típicas.

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Orla de São Luís Foto: Karilayn Areias

Os Lençóis Maranhenses

Fiquei duas noite na cidade de Barreirinhas. Apesar do tempo curto deu para aproveitar bastante. Se você tiver dúvidas de como planejar uma viagem, dá um olha nesse post de como planejar uma viagem.

No primeiro dia, conheci o Parque dos Lençóis e no segundo fiz o passeio pelo Rio Preguiças e conheci as ilhas de Vassouras, Mandacaru e Caburé. O primeiro passeio foi demorado e cansativo, mas o visual do lugar é recompensador. Saímos da pousada às 8h30 da manhã e retornamos por volta de 20hrs. O passeio para os Lençóis é feito em um jipe e depois, ao chegar lá, o trajeto para mergulhar nas Lagoas Azul, Bonita e do Peixe é feito a pé.

Lençóis Maranheses

Foto: Karilayn Areias

Na volta, você vê o pôr-do-sol nos Lençóis e depois entra no jipe rumo à pousada para descansar para o dia seguinte. Uma coisa me chamou a atenção na hora da volta. Existe uma verdadeira corrida para ver qual carro entra na embarcação primeiro. Isso porque já que a embarcação só consegue levar dois jipes por vez, se você ficar para trás significa que mais tarde chegará na pousada e mais tarde irá comer e finalmente descansar.

Hospedagem e considerações sobre Barreirinhas

Fiquei hospedada da Pousada do Rio, em Barreirinhas. Na época, a pousada tinha a segunda diária mais barata da cidade e é bem aconchegante. Tinha ar-condicionado no quarto, uma piscina e você ainda podia tomar banho no Rio Preguiças, aos fundos. Além disso, ela possui uma boa localização já que fica perto do Centro (que é a praça da cidade) e orla com os restaurantes.

A única coisa que me incomodou um pouco foi que a cozinha deles fecham cedo e por isso o jantar tem que ser feito na rua. Uma outra opção, é comprar o que comer durante o dia nos mercados da região.

Durante o fim de semana em Barreirinhas, conheci os Lençóis Maranhenses e fiz um passeio pelo Rio Preguiças, respectivamente. A saída da pousada ocorreu por volta de 8h30 da manhã e retornamos a noite. O passeio atualmente custa R$70 por pessoa.

Passeio pelo Rio Preguiças

Passeio pelo Rio Preguiças Foto: Karilayn Areias

Já o passeio pelo Rio Preguiças e para conhecer as ilhas de Vassouras, Mandacaru e Caburé é mais leve. O valor neste caso é de R$80 por pessoa. A aventura começa num barco conhecido como corredeira. Através dele, você percorre todas as ilhas. A que mais gostei foi a Ilha de Caburé, onde paramos para almoçar. Nela, também andei de bug e me banhei no rio. Um fato interessante sobre essa ilha: de uma lado você tem o mar, do outro um rio. Riquezas Maranhenses. 🙂

O que levar?

Abaixo listarei alguns itens importantes que você não pode deixar de levar para essa aventura:

– Biquíni;

– Óculos escuros;

– Roupas leves;

– Repelente;

– Cantil com água;

– Alimentos leves;

– Chápeu ou boné. Não indico viseira por conta do sol forte;

– E claro: Uma máquina fotográfica;

 

E por falar em máquina, confira a galeria com fotos da viagem:

 

*Os preços do texto acima foram atualizados e são referente ao ano de 2015.

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