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Roteiro da Boemia Carioca #1: Quadra da Mangueira

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[Leia este post ouvindo “A menina dos olhos de Oyá – Mangueira 2016”]

Quadra da Mangueira

Quadra da Estação Primeira de Mangueira lotada Foto: Reprodução Facebook

Com uma vasta programação de samba, na minha humilde opinião a qualidade “de Cidade Maravilhosa” atribuída ao Rio de Janeiro em boa parte se deve a isso. Berço do ritmo, o que não falta por aqui são rodas de samba com muito batuque, gente bonita, cerveja gelada e muita diversão, com o perdão do clichê. E por ser assim, eu, uma admiradora nata do Rio, resolvi homenagear essa boemia toda fazendo a série “Roteiro da Boemia Carioca”, na qual compartilharei com vocês rodas de sambas conhecidíssimas e outras nem tanto assim, para o conhecimento e diversão de todos.

Para dá o ponta pé inicial da nova série, começarei pela quadra da escola Estação Primeira de Mangueira. Fundada em 1928, a Mangueira é uma das mais tradicionais escolas do Rio. Para quem é carioca ou conhece um pouco de carnaval isso não é novidade. Mas ir a quadra da escola talvez seja. Muitos tem medo de ir lá por ela ficar aos pés do Morro da Mangueira, porém, fui e achei muito tranquilo. Tinha policiamento e todo mundo só queria festejar.

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No ritmo do Carnaval 2016. Me sentindo a passista, hehehe

A infraestrutura da quadra me chamou muita atenção. Limpa, colorida, ampla, e arejada (eles tem um teto retrátil :O ), essas características com certeza trazem um conforto a mais para o folião. Sem falar na energia. Perdi as contas de quantas vezes fiquei arrepiada com o som da bateria Surdo Um (esse é o apelido da bateria deles :P).

A escola também tem uma lojinha de suvenir que vende vários objetos com tema próprio: camisas, copos, chaveiros, chapéus, e até apetrechos para cabeça (esse da foto acima comprei lá).  A entrada custou R$ 30, mas o valor do ingresso varia de acordo com o evento. Portanto é sempre bom verificar o preço antes de ir.

Se me pedirem para resumir a quadra da Mangueira em uma palavra seria: Energia. Tudo nela, desde as cores até as pessoas, te fazem sentir viva e ter mais vontade de sair sambando por aí. Apesar de ser uma Portelense convicta, não posso deixar de admitir que meu coração ficou encantado pela Mangueira.

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Da direita para esquerda: Fachada da quadra da Mangueira, apresentação de um grupo formado só por mulheres, curtindo um sambinha, teto retrátil.

Como chegar?

Quadra da Estação Primeira de Mangueira: Rua Visconde de Niterói, 1072.

Melhor opção: Táxi. Se você não sabe onde fica, vai beber ou não quer se preocupar em achar uma vaga, vá por mim, vá de táxi.

De ônibus: As linhas 711 (Rio Comprido – Rocha Miranda) e 371 (Praça Seca – Praça da República), antiga 284,  passam em frente a quadra e podem ser uma opção para quem deseja economizar.

Carro: Não aconselho, pois fica lotado e fica bem complicado de achar uma vaga para estacionar. Sem falar, que samba geralmente é um local com bastante opção de bebidas. Então lembre-se: se for dirigir, não beba.

 

 

 

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Beijos,

Kari.

 



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