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Fazenda Cachoeira Grande: um pedaço da nossa história em Vassouras (RJ)

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Viajar faz a gente conhecer mais da nossa história. Essa frase faz todo o sentido quando se trata da visita à Fazenda Cachoeira Grande, em Vassouras, município do Sul Fluminense do Rio. Dada como dote a Francisco José Teixeira Leite, o Barão de Vassouras, ao casar-se com sua prima, Maria Esméria Leite Ribeiro, em 1820, visitá-la é descobrir histórias vividas em nosso período colonial, e ao ouvi-las, consequentemente, entendemos mais sobre o funcionamento e formações culturais do Brasil.

A visitação começa em um grande galpão, que fica ao lado de um belo lago, de águas calmas. Nele, fomos recebidos por Ricardo Caffarelli, um dos administradores da fazenda. Ricardo nos explica como funciona a visitação e passa a palavra a Jorge, seu padrasto e grande conhecedor da história da Cachoeira Grande. 

Grupo reunido no início da visitação. Fotos: Leonardo Castelo Branco

Jorge nos conta que a fazenda entrou em um período de declínio após a abolição da escravatura. “Os escravos ganharam a liberdade, mas não foram qualificados para ocupar os postos de trabalho de forma remunerada. Naquela época não se tinha a visão de que se deveria pagar por um serviço. Já os fazendeiros perderam sua mão de obra e se viram em maus lençóis, com um grande problema financeiro”, conta.

Na época, os proprietários da Cachoeira Grande chegaram a receber a Princesa Isabel e o Conde D’Eu para um jantar, na tentativa de convencê-los a não liberarem a abolição. A recepção foi em vão, e a abolição da escravatura foi concedida em 1888 . “Houve um cunho político. A abolição aconteceu em um momento que São Paulo estava recebendo imigrantes italianos. Mas, o Rio não tinha essa cultura, dependia da mão de obra escrava. Com isso, os fazendeiros quebraram e Vassouras perdeu seu potencial econômico”, complementa Jorge. Na visita é possível ver o cardápio do jantar.

Renascimento: da crise a abertura para o turismo

Com a crise, os Teixeira Leite não conseguiram mais manter a fazenda, que acabou passando para outros donos, que não tiveram sucesso em sua administração. A redenção veio em 1987, quando a Cachoeira Grande foi adquirida pelo empresário e colecionador de arte Francesco Vergara Caffarelli. Ao lado da esposa, Núbia, eles restauraram e decoraram a casa e deram vida ao local.

Posteriormente, a fazenda teve suas portas abertas aos turistas interessados na história da região do Vale do Paraíba fluminense.

A visita

Depois da explicação do Jorge é a hora de caminhar pela propriedade. A primeira parada é no lago. Depois seguimos para o ‘Mirante do Barão’, nome dado pelo Jorge, para observamos as ruínas da ‘fábrica de café’. Lá do alto, também observamos a imensidão do lugar e a natureza, que realmente impressionam.

Uma curiosidade sobre a Fazenda Cachoeira Grande que não posso deixar de contar é que em meio as ruínas há o que restou de uma fábrica de arroz, pois durante o declínio do café os proprietários partiram para produção de outros produtos. Essa fábrica é composta por dois pilões onde o arroz era batido e a engrenagem era movida pela água, uma revolução tecnológica para a época.

No centro, ruínas da fábrica de arroz. Ao redor, ficava o local onde o café era lavado

Subida para a casa principal

E por falar em revolução tecnológica, dentro da casa conhecemos mais curiosidades, como o espelho que é virado para a porta sob a alegação de que espanta as energias negativas. Outro ponto interessante é como a casa fica em uma posição estratégica da propriedade: de suas janelas é possível ver quem está chegando, assim como o Mirante do Barão que permitia que o fazendeiro observasse toda a movimentação da produção de café.

Já na cozinha conhecemos um mobiliário original. Nele, eram guardados os cereais que garantiam a alimentação dos moradores do casarão. Também somos alertados do porque o armário tem sete portas: cada uma guarda a louça que é servida a cada dia da semana. A particularidade nos lembra algo que era fundamental para aquela época: quantos mais posses, mais a família demostrava para Corte Portuguesa que era rica e poderosa. 

Sala de estar: janelas estão posicionadas para ver quem chega na Fazenda

Quarto de hóspedes: cômodo era propositalmente pequeno, ideia era não deixar visita confortável para ela não querer ficar mais tempo

Jorge nos mostra o armário original. Arca servia para guardar os mantimentos

Ciclo do Café: Vassouras viveu o ápice da sua economia durante o período, chegando a ser a maior produtora de café no Estado do Rio

Jorge também nos revela o motivo dos quartos de hóspedes serem pequenos: “Não era legal dar um quarto confortável. A pessoa já demorava muito na viagem, se encontrasse algo muito bom, corria o risco de não ir embora”, pensavam.

O passeio termina com um lanche regado a pão de queijo, bolos, sucos e claro, café.

Museu de Carros

A Fazenda tem ainda um espaço dedicado a carros antigos. A visitação, que custa R$ 25 e é paga a parte, é guiada pelo Ricardo. Durante a passeio, conferimos desde carroças a carros mais robustos, como o Cadilac, e descobrimos muitas curiosidades sobre esse universo.

Como curiosidade: os carros são tão bem conservados, que alguns foram alugados pela Rede Globo para serem utilizados na novela ‘Orgulho e Paixão’. 

Como chegar

Vindo pela pela Dutra, entre logo após o primeiro pedágio na saída indicando Paracambi-Mendes-Vassouras. Após Mendes, segui pela RJ-127 até o KM 43, entrada para a fazenda (há uma placa do lado esquerdo com nome da fazenda). Siga pela estrada de asfalto.

Em um determinado  momento, a estrada de asfalto vira de paralelepípedo, mas continue em frente que você chegará no portão da fazenda. Haverá um interfone para se identificar. Depois é só seguir nessa mesma estrada até o segundo portão e estacionar o carro, pois a visita começa em um grande galpão no lado esquerdo do lago.

Se por acaso, você passar da entrada, basta fazer o contorno no trevo à frente.

Cuidado com o Waze

Acreditem se quiser, mas mesmo recebendo as indicações de como chegar, conseguimos nos perder. Ao sairmos Rio, fomos direto para o Centro de Vassouras. De lá para a fazenda tivemos a péssima ideia de nos guiarmos pelo Waze. Digo péssima, pois as vezes o aplicativo te apresenta a rota mais rápida, sem considerar outros fatores, como segurança, por exemplo.

E foi exatamente o que aconteceu conosco. Ao invés de irmos pelo caminho que descrevi acima, acabamos indo pela rota alternativa que o Waze nos deu. No caso, essa rota alternativa começava com uma ladeira que desembocava em uma pista que só passava um veículo por vez dentro de uma mini-favela.

Se isso já na bastasse, a pista de asfalto virava uma estrada de barro no alto de um morro, cujo podíamos ver a RJ-127 lá embaixo, sem proteção alguma… Por fim, o caminho que já era estreito ficava mais apertado ainda. Foi quando nos deparamos com um caminhão e tivemos que voltar de ré. Ufa!

Rota alternativa que o Waze nos deu. Há um caminho bem mais fácil

 

No fim, o caminho realmente dá na fazenda, mas porque fazer um caminho tão complicado se existe um bem mais fácil, não é mesmo? Por isso, quando for usar o Waze tente estudar o percurso antes e pergunte a um local se o caminho que você fará é o melhor.

 

Serviço: Endereço: Estrada RJ 127, km 43. Telefone:  (21) 99911-4339 ou (24) 99285-4689. Site: http://www.fazendacachoeiragrande.com.br E-mail: contato@fazendacachoeiragrande.com.br Horário de funcionamento: É necessário agendar visita.

 

*O blog foi conhecer o destino a convite da administração da Fazenda Cachoeira Grande. Entretanto, o texto reflete a opinião do autor. Para dúvidas sobre parcerias, consulte nossas políticas editoriais.
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Kari.

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Festa do Tomate: dicas para aproveitar o melhor da festa

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O estado do Rio tem muitos encantos, e entre eles estão os festivais. Todo feriado de Corpus Christis, a pacata Paty dos Alferes recebe a Festa do Tomate, um evento que movimenta a economia local e reúne diversas atrações para os mais variados públicos.

Para vocês terem uma ideia de como o festival é eclético, em 2018, o Festival do Tomate teve entre as suas atrações nomes como Dilsinho (pagode), Jorge e Mateus (sertanejo) e Dennis DJ (funk). Além do lado musical, o evento conta ainda com barraquinhas de comidas e bebidas, um parque de diversão, exposição de animais e tomates.

Como esse blog tem o intuito de compartilhas dicas, reuni algumas coisas que gostaria de saber antes de ter ido. Confere só:

Se prepare para o frio

Não se engane! Não é porque a cidade do Rio de Janeiro é conhecida pelas altas temperaturas, que o estado do Rio não tem cidades com clima mais ameno. Pelo contrário… O Estado do Rio tem cidades com o clima bem agradável e Paty do Alferes é uma delas.

A noite, em Paty faz muito frio, então vá bem agasalhado para o festival. E quando falo bem agasalhada, digo para ir com tudo que tem direito: calça, bota, casaco, cachecol. Não menospreze o frio de Paty e se você for friorento, leve peças que sabe que dará conta do frio que sente. 

Vá com um sapato confortável

O Festival é feito em um campo aberto e com chão de terra. Por isso, sapatos de salto e não confortáveis devem ficar de fora da sua mala. Opte por botas confortáveis e/ou tênis. Com certeza, essa é a melhor opção!

Experimentar as cachaças e licores

Com uma variedade enorme de barraquinhas, aproveite para experimentar as cachaças e licores dos produtores locais. Além de saborosas, você ainda consegue espantar o frio.  

 

 

Curta os shows

Como o nome já diz você estará em um festival! Então, aproveite! Curta muito, dance, cante, grave aquele Stories. O importante aqui é aproveitar o momento 🙂

Planeje o quanto você vai gastar

A preocupação com orçamento precisa ser algo que o viajante deve levar em conta. Afinal, ninguém quer viajar para ficar endividado, certo? O Festival do Tomate não é um evento caro, mas exige planejamento financeiro como qualquer outra atividade que você pretende fazer.

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Rio e turismo: como ter um olhar mais positivo sobre a cidade?

Pessoas conversando
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Em um momento de crise é complicado olhar o lado bom de uma situação. Como ser otimista se parece que o universo está conspirando contra nós? O Rio — e o Brasil — vive um momento de crise e muitas vezes ouço pessoas reclamando e reclamando, até que me questionei: ‘O que estamos fazendo para mudar?’

LEIA MAIS: Como e por que ser turista na própria cidade?

Detesto só reclamar de uma situação. Para mim, problemas existem para serem resolvidos e se você não está satisfeito com algo MUDE. Pensando dessa forma, durante a viagem por Brumadinho, conversando com os participantes que moravam no Rio, surgiu a ideia de fazermos uma roda de conversa sobre a cidade. Na ocasião, o governo tinha acabado de anunciar a intervenção federal, e tínhamos (quem estava na viagem) em comum a insatisfação sobre os rumos que a cidade vinha tomando.

Depois de algumas desistências e de muito pensar em como realizar isso, sobrou eu e Mari (do Mariana Viaja) e a ideia de falarmos sobre como o turismo poderia nos ajudar a ter um olhar mais positivo pela cidade. Um desafio e tanto, né? 

Pessoas posam para foto

Participantes da roda de conversa ‘Rio, eu gosto tanto de você’

 

Como falei acima, em um momento de crise, quem é que quer falar sobre coisas boas? É humano olhar para o lado negativo. Mas, nessas horas é preciso ativar o lado racional do cérebro e também saber enxergar as oportunidades. Um vez li que enquanto uns reclamam da crise outros fazem acontecer, já que esse momento pode ser uma possibilidade de MUDANÇA. Ouvi isso e guardei. E desde então, sempre que tô em um momento que não tá bacana, penso nisso: que preciso e posso fazer diferente.

A roda

A roda aconteceu nesse domingo (10), no Tupiniquim Hostel, em Botafogo. Além de mim e da Mari, contamos também com a participação da Gabriela Palma, idealizadora do projeto Sou + Carioca.

Mais do que querer apresentar soluções, tentamos explorar o lado positivo do Rio, sem glamorizarão e alienação. A ideia não era fechar os olhos para o que acontece de ruim. E sim, olhar por outro viés. Nós temos muitos problemas, mas também somos tão ricos. Temos tanta história, tanta cultura, temos um povo acolhedor e empático. E porque não valorizamos isso? 

Cristo Redentor

Cristo Redentor visto do terraço do Tupiniquim Hostel

 

Foi lindo vê cada participante da roda contando sua relação com o Rio e como eles contribuem ou contribuíram para uma cidade mais positiva. Rimos, debatemos, falamos do Rio Zona Sul, do Zona Norte, da Baixada, do Rio que somos e do que podemos ser… Minhas esperanças foram renovadas em ver tanta gente boa e determinada trabalhando para as coisas serem melhores. Então fica a lição, não desanime! Toda situação, por mais negativa que pareça, sempre tem um lado bom.

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‘Tour Doces Histórias’ | Entenda a história dos doces no Brasil

Doces
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Passear pelo Rio de Janeiro já é bacana. Passear pelo Rio, comer doces e aprender mais sobre a história dessas guloseimas é melhor ainda. Foi com essa sensação de coisa boa que participei do tour Doces Histórias, organizado pelo Sou+Carioca.

Já falei do pessoal da Sou+Carioca no post do passeio para a Pedra Bonita. Fica a dica caso você queira saber mais sobre o trabalho deles…

Mas, voltando aos doces. O tour apresenta a trajetória dos doces no Brasil e o cenário é as ruas do Centro do Rio, que respiram história. O passeio começa na Cinelândia. Lá a guia Raquel nos fez recomendações de segurança, como ter cuidado na hora de atravessar a rua, respeitar o tempo do grupo, ter cuidado com equipamentos fotográficos, etc, além de nos dar um panorama de como tudo começou. Nessa hora, ela nos falou sobre a importância do açúcar para o crescimento da colonia, sempre relacionado com a ideia da criação do doce.

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Em seguida, fomos rumo à Praça VX onde ouvimos curiosidades de como os doces se popularizaram. Segundo a Raquel, muitos dos doces que comemos hoje foram “inventados” no Convento do Carmo, que fica ao lado do Paço Imperial. Como o Convento precisava de dinheiro, os doces que os internos preparavam eram vendidos e acabaram se espalhando pela cidade.

Depois passamos pelo Beco dos Barbeiros e a Rua do Ouvidor, duas ruas super importantes.
Por fim, a hora mais doce. Visitamos as confeitarias Colombo, Itajaí, Cavé e Manon. Em cada parada, ouvimos mais sobre a história de cada uma. Era dado um tempo para quem quisesse entrar e provar os doces em cada confeitaria. O que você vai comer não está incluso no valor passeio.

LEIA MAIS: Manual de sobrevivência: Carnaval no Rio de Janeiro

Uma aula de história dos doces

Confeitaria Colombo

A Colombo é a representação perfeita da Belle Époque carioca, em que a moda era ser “francês”. Fundada em 1894 é a mais famosa confeitaria carioca. Recebeu clientes ilustres como Chiquinha Gonzaga, Machado de Asis, Lima Barreto, Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek, Alberto I da Bélgica, Isabel II do Reino Unido, entre outros.

Atualmente, a Colombo tem quatro filiais: a do Centro, a mais antiga; a do forte de Copacabana; a do Aeroporto do Galeão; e a do Centro Cultural do Banco do Brasil. 

Doces da Confeitaria Colombo: pastel de nata e bomba de chocolate

Chefe confeiteiro da Colombo, Thiago Faro, conversa conosco sobre como é trabalhar em uma das mais tradicionais confeitarias do Rio. Segundo ele, em baixa temporada são produzidos cerca de 1.300 doces. Na alta temporada o número dobra. A filial do Centro abastece as demais filias

LEIA MAIS: Mirante no Rio: Parque Penhasco Dois Irmãos, no Leblon

Confeitaria Itajaí

Fundada por uma família alemã em 1932, a Itajaí fica na Rua Gonçalves Dias, no Centro do Rio. A confeitaria começou em um prédio estreito, mas se mudou para uma mais espaçosa na mesma rua. Ficou famosa pelas especialidades alemãs como strudels de maçã, bombas de chantilly, ghitas de amêndoas e diversos doces amanteigados. Alguns desses doces são servidos até hoje.

Raquel nos contando um pouco sobre a história da Itajaí

Casa Cavé

A Cavé é a confeitaria em funcionamento mais antiga do Rio. Fundada em 1860 pelo imigrante francês Auguste Charles Felix Cavé foi vendida para portugueses em 1922.

Ocupa os números 133 e 137 da rua Sete de Setembro. Destaque para o sorvete Dina Tereza (Creme, Chantilly e Fios de Ovos – R$ 22,50) feito em homenagem a cantora portuguesa. 

Fachada da Cavé

Confeitaria Manon

A Manon é a mais nova das confeitarias visitadas. Foi fundada em 1942. Em 1993, foi tombada pela Prefeitura do Rio como patrimônio histórico.

O salão da Manon é uma réplica do interior do navio português Cerpa Pinto. Ela também possui espelhos franceses e outros itens originais que nos remete ao passado. Tem como carro-chefe da Casa o doce Madrileñ: pão doce com creme e um toque de goiabada, salpicado com açúcar de confeiteiro. 

Salão da Confeitaria Manon

LEIA MAIS: Visita ao Real Gabinete Português de Leitura, no Centro do Rio

Curiosidades que aprendi no tour

– O açúcar ​era uma especiaria porque era de difícil acesso e caro;

– ​O Convento do Carmo já foi o maior prédio do Rio e a Igreja da Sé, que fica ao lado, já foi a Catedral do Rio;

– Junto com a descoberta do açúcar surgem ​também a canela, o cravo, entre outras especiarias;

– ​Os espanhóis conhecem o chocolate no México. Na ocasião, ele não se parecia com o que conhecemos hoje. Ele era uma bebida aguada que tinha uma função ritualística. Segundo a crença do povo mexicano, a bebida a base de cacau dava força aos guerreiros e fazia uma ligação com o divino;

– Os espanhóis conheceram a bebida através das mulheres das tribos mexicanas e, por conta disso, a bebida chegou na Europa como bebida para senhoras/mulheres, ganhando outro significado;

– ​O primeiro confeito de chocolate surge no Caribe francês e vai dar origem no chocolate que conhecemos hoje;

– O brigadeiro ganhou esse nome nas eleições de 1945. Na época, algumas mulheres vendiam o doce para arrecadar fundos para a campanha do candidato a presidência Eduardo Gomes. Ele usava o slogan “Vote no Brigadeiro que é bonito e solteiro” e esse fato acabou dado nome ao doce mais amado dos brasileiros.

 

*Foto do alto da matéria: Isabela Toscano/Beulasartes

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Mirante no Rio: Parque Penhasco Dois Irmãos, no Leblon

Parque Penhasco Dois Irmãos, no Rio de Janeiro
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O Rio de Janeiro é uma cidade recheada de mirantes e lugares para se apreciar uma bela vista. Como já dizia Tim Maia, do Leme ao Pontal não há nada igual no mundo! E a dica de hoje é um lugar que muitos cariocas nunca ouviram falar… Adivinha?

Escondidinho no Leblon, o Parque Municipal Penhasco Dois Irmãos é uma das joias raras guardadas no meia da selva de pedra. Criado em 1992, o local — que faz parte de uma área de preservação ambiental com 39,55 hectares — é bem conservado, limpo, e possuí seguranças que patrulham a área. Como é muito amplo pode ser um bom passeio para quem quer apreciar uma linda vista, se se exercitar ou fazer piquenique. 

Do Parque Penhasco Dois Irmãos é possível ver o Mirante do Leblon

Monumento em homenagem as vítimas do acidente com o voo 447, da Air France

O Parque Penhasco Dois Irmãos possuí quatro mirantes. Deles é possível avistar alguns dos mais importantes cartões-postais da cidade como a Lagoa Rodrigo de Freitas, o Jardim Botânico, o Corcovado e as praias do Leblon e de Ipanema. Além disso, também há uma trilha de 1,5km de extensão que leva ao pé do Irmão Menor, que compõe o Morro Dois Irmãos.

Uma boa dica é ir de carro ou alugar um já que o local tem algumas subidas um pouco íngremes. Em cada mirante há espaço para estacionar o carro e apreciar a paisagem. O estacionamento é gratuito. Vale lembrar que dá para ir de transporte público, mas nesse caso, não se pode ter preguiça de andar! 

Local tem estacionamento gratuito em cada mirante

Área de preservação ambiental: fauna e flora que impressiona com sua beleza

Serviço:

Parque Penhasco Dois Irmãos, Rua Aperana, 178, Leblon. Aberto de terça a domingo, das 8h às 17h. Entrada franca.

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Turismo sustentável: a responsabilidade também é nossa!

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Um dia desses vi nas redes sociais uma foto que me chocou. A imagem mostra a vegetação de dunas em Ipanema que foi destruída durante o Carnaval no Rio de Janeiro. Segundo o fundador da grife Osklen, Oskar Metsavaht, que foi quem postou a foto no Instagram, a destruição aconteceu durante a passagens dos blocos pela região. Ainda de acordo com Oskar, a vegetação agora destruída era fruto de nove anos de trabalho de recuperação ambiental realizado por ele e pela equipe do Instituto-E.

LEIA MAIS: Manual de sobrevivência: Carnaval no Rio de Janeiro

O fato me fez lembrar de um outro incomodo durante o carnaval do Rio, e de outras capitais brasileiras: o lixo. Esse ano, a Comlurb encerrou a operação carnaval com recolhimento de mais de mil toneladas de lixo e 1,4 mil multas aplicadas por urinar em vias públicas e por descarte irregular de pequenos resíduos. Tudo isso no ano em que o Rio bateu recorde de turistas — foram quase 6 milhões de visitantes. Porém, quando o Carnaval acabou a prefeitura admitiu que chegou ao limite e que, por contas dos transtornos, vai reduzir a quantidade de blocos que desfilam pela cidade no ano que vem.

Que pular Carnaval é muito bom, isso a gente sabe. Que viajar e conhecer outro lugares também. Mas, aqui falo da nossa responsabilidade enquanto turistas. Ao mesmo tempo que temos que zelar pelo o que é nosso, pelo lugar em que vivemos, também temos que zelar pelo o que é dos outros.

LEIA MAIS: 5 aplicativos para ajudar você a se virar no Rio de Janeiro

Blocos desfilarem pela cidade não precisam ser sinônimo de destruição do meio ambiente, lixo e xixi na rua. Porém, para mudar esse cenário é preciso planejamento. Precisamos de mais banheiros, de mais lixeiras, de um rigor maior na autorização e planejamento dos percursos dos blocos.

Mas, de nada adianta o estado planejar uma super festa se nós (cada um de nós mesmo), não fizermos a nossa parte. É fácil apontar o dedo para o erro do outro. Mas, cadê a nossa responsabilidade em nos preocupar com um turismo sustentável e cobrar isso das autoridades? Será que estamos fazendo a nossa parte? Tirando pela foto acima, creio que não. 

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Dicas para curtir os blocos de rua no Rio de Janeiro

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O Carnaval do Rio é um dos mais famosos do Brasil. Seja pelos desfiles das escolas de samba, seja pelos blocos de rua, aqui tem espaço para todo mundo. Entretanto, vejo que algumas pessoas ainda possuem muitas dúvidas de como é o Carnaval de Rua do Rio. Sabendo disso, a intenção deste post é te ajudar a se programar e aproveitar da melhor forma possível a folia. 

LEIA MAIS: Manual de sobrevivência: Carnaval no Rio de Janeiro 

Aqui é Carnaval na cidade toda

No Rio, todos os lugares da cidade possuem blocos. Os mais famosos desfilam na Zona Sul, Centro e Zona Oeste. Pensando, nisso olhe a agenda de blocos e programa-se. Vale a pena se atentar também que muitos blocos divulgam o ponto de concentração e o horário no desfile em suas redes sociais. Por isso, é comum que o horário e local descrito em sites estejam errados. Logo, assim que decidir para qual bloco ir, dê uma olhada na página do Facebook ou no perfil do Instagram do bloco em questão para confirmar essas informações.

Diga não ao carro

A outra dica é sobre o transporte. Já que é carnaval na cidade toda, é comum que ruas estejam fechadas para a passagem do blocos. Logo, evite andar de carro, táxi, uber, ônibus. Já que você pode não conseguir descer onde deseja. Isso nos leva a próxima dica…

Ande de metrô

A melhor forma de se locomover no Carnaval do Rio é de metrô. Com ele, você consegue chegar nos principais blocos do Rio. Vale lembrar que nessa época do ano, ele funciona 24 horas. O que facilita bastante a nossa vida! 🙂

LEIA MAIS: Onde se hospedar no Rio de Janeiro?

Cuidado com seus pertences

Carnaval é sinônimo de folia. E a última coisa que a gente quer é se preocupar com algo. Por isso, já que você vai estar no meio da multidão, evite ir com objetos de valor (como cordões, relógios, etc), e guarde bem seus pertences. Uma boa dica é usar uma pochete estilosa ou ainda um doleira para guarda o dinheiro, documento e celular.

Conheço muitas pessoas que levam um celular velinho para caso aconteça algo  o prejuízo não ser grande.

Evite colocar o celular ou o dinheiro em bolsos que não sejam fechados para você não ser surpreendido com um furto.

Vale também colocar seus pertences em um saco plástico. É comum que em alguns blocos o pessoa jogue água dos trios para refrescar. Se você não quiser que seu celular leve um tibum é melhor embalar ele.

LEIA MAIS: 5 aplicativos para ajudar você a se virar no Rio de Janeiro

Hidratação é tudo

Beber é bom, maaaaas…. Não dê uma de principiante. Entre uma cerveja e outra, não esqueça de tomar água.  É bom para a saúde, para não sofrer de insolação e não ter ressaca no dia seguinte.

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Beijos,

Kari.

 

*Foto do abre da matéria: Divulgação| Alexandre Vidal | Riotur

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Onde se hospedar no Rio de Janeiro?

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A Cidade Maravilhosa é um destino muito procurado o ano todo. Mas, no período de dezembro a janeiro o número de viajantes no Rio de Janeiro chega a dobrar. Para se ter uma ideia, somente este ano (2018), mais de seis milhões de turistas são esperados na cidade para o Carnaval.

Com tanta gente, o valor da hospedagem pode ficar bem mais caro. Pensando nisso, separei alguns lugares bons e baratos que valem a pena aqui no Rio. Confere só:

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Na Zona Sul

– Urca Hostel

Com nota 8,8 no Boking, o Urca Hostel tem boas avaliações quando o assunto é localização, custo-benefício, funcionários e conforto. Para quem não conhece o Rio, a Urca é um bairro da Zona Sul, um pouco mais afastado dos principais, conhecido por sua tranquilidade. 

– Hostel in Rio Suites

Essa acomodação fica no bairro do Flamengo, na Zona Sul do Rio. Sua localização é muito bem avaliada, com nota 8,9. 

Leia mais: Manual de sobrevivência: Carnaval no Rio de Janeiro

– Arena Ipanema Hotel

O Arena fica em Ipanema. Tem nota 8,9 em média. Já nas categorias tem nota 9,3 em localização, 9 em funcionários, 9 em limpeza, 8,9 em conforto, 8,3 em custo-benefício, 8,7 em comodidades, 8,3 em café da manhã, 8,8 em Wi-Fi gratuito. 

– Hotel Novo Mundo 

O hotel é um tipo de hospedagem 4 estrelas. Segundo sua descrição, fica a 3 minutos a pé da praia do Flamengo. Também fica perto do Palácio do Catete e a apenas 400 m da Estação de Metrô Catete. Tem nota 8,2 no Booking. 

– Petit Rio Hotel

O Petit Rio Hotel fica a dois quarteirões da Estação de Metrô Catete e a 3.4 km do Pão de Açúcar. O café da manhã está incluso no valor da diária. Tem nota 9,0 no Booking. 

 

– Ipanema Beach House

Com ótima localização, o Beach House é uma boa opção para quem deseja ficar na Zona Sul do Rio pagando pouco.

 

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Na Zona Oeste

– Hostel Solar do Recreio

O Solar Recreio tem nota 9,3 no Booking. Ele é super bem avaliado em todos os quesitos. Destaque para o conforto e Wi-fi.

– Hostel Canoas

Esse hostel também é bem avaliado. Tem notas acima de 8 em todos os requisitos com destaque para funcionários, limpeza e custo-benefício. 

– Hostel da Barra

O Hostel da Barra fica próximo a Estação de Metrô Jardim Oceânico. Tem nota 9,3 no Booking , com ótimas avaliações para os quesitos funcionários, limpeza, localização, entre outros. 

Ah, se optar por se hospedar nessa região da cidade, aproveite para conhecer as praias da Joatinga e Grumari. 🙂

Na Zona Norte

– Arena Maracanã Hostel

O Maracanã Hostel fica bem próximo do estádio do Maracanã e também próximo das estações de metrô de São Cristóvão, Maracanã e São Francisco Xavier. Junta uma localização bacana com um preço em conta. Tem nota 8,4 no Booking. 

Centro

– Casa Nova Hotel 

Esse hotel fica no bairro da Lapa, no Centro do Rio. Tem nota 8,9, com destaque para a limpeza e o custo-benefício. 

***

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Beijos,

Kari.

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0 In O que fazer no Rio/ Rio de Janeiro/ Trilhas

Pedra Bonita: o que você precisa saber para fazer essa trilha

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A Trilha da Pedra Bonita é um dos picos mais lindos e mais fáceis de fazer do Rio de Janeiro. Ela fica dentro do Parque Nacional da Tijuca, entre a Pedra da Gávea e os bairros de São Conrado e Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio.

Dito isso, a intenção desse texto é te ajudar a fazer ela sozinha, caso queira, ou te apresentar a opção de ir em grupo.

LEIA MAIS: Tudo sobre voar de asa delta

A trilha

Apesar de apresentar alguns trechos íngremes, a Trilha da Pedra Bonita é considerada leve. Na minha opinião, “a pior parte” é o trecho íngreme para chegar até a entrada da trilha. Mas, existe um macete para aqueles que não quiserem subir essa parte a pé. É possível subir essa ladeira de carro e estacionar o veículo próximo a rampa de voo livre. Neste caso, só existe dois poréns: você terá que pagar o estacionamento e terá que chegar cedo, já que ele é pequeno e lota rápido.

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Sobre a trilha, ela é bem tranquila. Só atente-se a altitude, que pode dificultar um pouco a respiração (principalmente se você tiver algum problema respiratório). Portanto, lembre-se de levar aqueles itens necessários de toda trilha.

Na maior parte do percurso, a caminhada é agradável, pois os visitantes passam por dentro da mata fechada, o que significa sombra e uma brisa. Próximo ao cume, a vegetação fica mais baixa, sem a proteção natural das árvores, e o sol mais forte. Logo, um boné/chapéu nessas horas cai super bem.  

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Assim que se chega na Pedra Bonita, temos uma surpresa mais do que agradável: uma vista linda! Lá de cima podemos ver a Pedra da Gávea, Praias da Barra, São Conrado, Leblon e Ipanema, além do Morro Dois Irmãos, Floresta da Tijuca e algumas partes da Zona Sul. Sério, não tem como sair de lá sem achar essa cidade MARAVILHOSA!

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Para os mais animados, vale levar comidinhas frescas e fazer um piquenique lá em cima. Com aquele vistão da cair o queixo, não tem como não ser um programa bacana.

Por fim, na descida dê uma passadinha na pista de voo livre, da onde partem os vôos de asa delta e parapente. Quem sabe você não se anima e não topa voar? 

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Como chegar

Falei no tópico anterior que é possível ir de carro para a Pedra Bonita. Mas, também é possível ir de transporte público. Aqui vou ensinar as duas formas.

De carro, se você vier da Zona Sul ou Zona Oeste, a opção é ir pela Estrada da Canoa até encontrar uma placa indicando o início do trajeto (Estrada da Pedra Bonita). Agora, se você vier da Zona Norte ou Baixada Fluminense, a melhor opção é pelo Alto da Boa Vista. Caso você não tenha um carro, você pode alugar um através do link de afiliados aqui do blog. Nesse caso, você ajuda o Kari Desbrava a continuar produzindo conteúdo sem pagar nada a mais por isso 😉

Já de ônibus, você pode pegar um até o Alto da Boa Vista, descer no Corpo de Bombeiros do Alto e pegar o ônibus 448 (Alto da Boa Vista – São Conrado). Ele te deixará na porta da ladeira rumo ao início da trilha. Caso tenha dúvida, basta perguntar ao motorista 😉 

Se mesmo com as dicas acima, restar alguma dúvida, vale consultar os aplicativos Google Maps e Moovit. 

Por conta própria ou em grupo?

Você pode fazer as trilhas do Rio por conta própria ou em grupo. Na minha opinião, para fazer por conta própria, só se você já tiver feito o percurso antes. Para uma primeira vez, ainda mais se você não for do Rio, aconselho a ir com grupos de trilha. Digo isso, para evitar transtornos de se perder na mata ou ainda de se perder no trajeto e acabar parando em alguma favela e acontecer algo mais grave. Sem falar, que em passeios em grupo você sempre acaba fazendo amizades 🙂

Esse passeio da Pedra Bonita fiz com o pessoal do Sou+Carioca, um projeto idealizado pela Gabriela Palma, do blog Gaby Pelo Mundo. O Sou+Carioca tem basicamente a mesma filosofia deste blog: a de incentivar as pessoas a conhecerem a própria cidade. 

Geralmente, em cada passeio paga-se um valor (em torno de R$ 20 por pessoa). O pagamento é feito no início do passeio e você ganha uma pulseira para identificar quem é do grupo.

Vale lembrar, que os grupos de trilhas, são compostos por pessoas das mais variadas idades, tipos e condicionamentos físicos. Logo, tenha paciência e seja cordial, pois nem todo mundo tem o mesmo pique que você. Um boa dose de empatia e alegria fazem o passeio ser bom para todos!

Também verifique se a empresa contratada para o tour ou se os guias do grupo de trilha são credenciados no Ministério do Turismo. Evite fazer passeios com pessoas ou empresas não credenciadas. O profissional credenciado foi treinado e está apto a fazer passeios turísticos, diferentemente de alguém não credenciado. Isso é de suma importância para a sua segurança.

Trilha da Pedra Bonita

Nível:  Leve a moderado
Tempo de duração Até 40 minutos
Onde Parque Nacional da Tijuca
Quanto Grátis

 

Confira posts sobre outras trilhas:

Morro da Urca

Pedra do Telégrafo

Dois Irmãos

Pedra do Pontal

Parque Nacional da Serra dos Órgãos

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Kari.

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0 In Rio de Janeiro

Como andar de VLT, no Centro do Rio

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Uma das melhorias que o Rio de Janeiro ganhou com os Jogos Olímpicos foi o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Agora, andar pelo Centro do Rio ficou muito mais fácil. Quem conheceu o Centro do Rio antes do VLT sabe que o trânsito na Rio Branco era horrível. Uma via pequena para uma quantidade enorme de ônibus e carros.

Atualmente, a quantidade pessoas que andam pela Rio Branco ainda é enorme, mas a vida ficou muito mais fácil e esse post tem o objetivo de explicar para vocês como funciona o VLT carioca.

Informações importantes

O VLT tem duas linhas. A Linha 1 (azul), que liga o Santos Dumont a Rodoviária Novo Rio e a Linha 2 (verde) que liga a Praça XV a Rodoviária Novo Rio. Ambas as linhas funcionam de 06h a 00h e o valor da tarifa é de R$ 3,80.

Você pode recarregar o seu bilhete para entrar no VLT nas estações de embarque. Para isso, basta procurar um terminal de autoatendimento, escolher a forma de pagamento (dinheiro, moedas e cartão de débito) e pronto seu bilhete estará com saldo.

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Mas ATENÇÃO! O pagamento da tarifa é feito assim que se entra no VLT. Não há cobradores para isso, você entra e encosta seu cartão na máquina e o valor da passagem será debitado.

Em caso de não pagamento, você pode ser multado em R$ 170 ou em R$255, se for reincidente. Há agentes dentro do VLT que fiscalizam se o passageiro pagou a tarifa. Por isso, a qualquer momento você pode ser surpreendido por um fiscal pedindo seu cartão para conferir se a passagem realmente foi paga. Ou seja, não pagar a passagem não é uma boa opção!

Através do VLT você também pode chegar no aeroporto Santos Dumont ou em pontos turísticos como o Museu de Arte do Rio, o Museu do Amanhã e o AquaRio. E o melhor, sem precisar atravessar a Avenida Rio Branco a pé e chegar suada nos lugares, rs.

Leia também:

Como chegar e sair dos aeroportos do Rio

Passeando pela Zona Portuária: AquaRio e Bar Imaculada

Manual de sobrevivência: Carnaval no Rio de Janeiro

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Kari.

 

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