Browsing Category

Rio de Janeiro

0 In Mais recentes/ O que fazer no Rio/ Rio de Janeiro

Tour Maracanã | Visita ao templo do futebol brasileiro

Compartilhe:

Leia ouvindo: Uma partida de futebol, do Skank

Os apaixonados por futebol, e até os que não são muito ligados ao esporte, irão concordar que visitar os bastidores do que já foi o maior estádio do mundo é realmente emocionante. O Tour Maracanã é uma oportunidade para moradores e turistas conhecerem a história do local que já foi palco das finais de duas Copas do Mundo e de uma edição de Jogos Olímpicos. 

A visita guiada tem duração média de 40 minutos e pode ser feita com um guia bilíngue ou sozinho. Durante o passeio, é possível visualizar objetos que contam momentos históricos do estádio, entre eles a camisa 7 do Brasil usada por Manéna na Copa de 62 e a bola e rede que foram usadas no jogo em que Pelé fez seu milésimo gol: a partida entre Vasco e Santos, em 1969. 

+ Visita guiada pela Arena da Baixada, em Curitiba

Camisa, bola e rede que foram usadas no jogo em que Pelé marcou seu milésimo gol na carreira

Camisas históricas: Uniforme que foi do jogador Roberto Dinamite, do Vasco; Camisas de cinco times cariocas; Objetos que pertenceram ao Zico, do Flamengo; Camisas do América

Camisas do Brasil: desde 1938 até 2016

 

Os amantes do futebol também se depararão com um acervo doado por Zico, o maior artilheiro da história do Maracanã, com 333 gols. Entre as peças estão uma camisa do Flamengo usada em 1979; a faixa de campeão mundial pelo Fla em 1981; a bola do último jogo da carreira, pelo Kashima Antlers (Japão), em 1994; e uma chuteira que usou quando defendeu a Udinese (Itália).

Além disso, entramos em um dos vestiários, decorado com camisas de clubes que disputam o Campeonato Brasileiro da Série A, sala de aquecimento dos jogadores e de coletiva de imprensa.

E para coroar o passeio, a parte que considero mais emocionante durante visitas a estádios: a de entrar no gramado. Acompanhado de um áudio que imita o grito da torcida não é difícil imaginar como é a sensação de vivenciar aquele estádio lotado. Também aproveitamos e sentamos no banco de reservas, o que nos fez sentir verdadeiros jogadores de futebol.

+ 5 aplicativos para ajudar você a se virar no Rio de Janeiro

‘Calçada da fama’ tem marca de pés de importantes nomes do futebol

Vestiário é decorado com as camisas dos times que disputam a Série A do Campeonato Brasileiro

Mari, do Mariana Viaja, eu e Olívia, do Olívia Garimpando Por Aí

Recordação

Além das memórias e diversas fotos, eu, Olívia e Mari resolvemos gravar um vídeo 360. A imagem foi capturada em uma cabine da Twist Cam e cada uma posou com a bandeira do seu time e uma taça. O valor do serviço custa R$ 40 e pode ser pago em dinheiro ou cartão. Confira como ficou:

 

Serviço:

Tour Maracanã – Avenida Presidente Castelo Branco, s/n – Portão 2. Diariamente, das 9 às 16h. Tour guiado: R$ 60/ R$ 30 (meia). Tour não guiado: R$ 50/ R$ 25. 

Gravação em 360, pela Twist Cam: R$ 40.

***

Se você achou esse texto interessante compartilhe com seus amigos nas redes sociais! Assim, além de ajudar o blog, você ainda ajuda algum amigo que precisa saber dessas informações!

Beijos,

Kari.

Você sabia que através do ‪#‎KariDesbrava‬ você pode reservar seu hotel, contratar um seguro viagem ou alugar um carro? É só clicar nos links abaixo! Assim você resolve tudo da sua viagem e ainda ajuda o blog a se manter sem pagar nada a mais por isso.

Reserve seu hotel com Booking
Seguro Viagem Real Seguros
Alugue um automóvel com a Rentcars



Compartilhe:
0 In Carioquices/ Mais recentes/ Rio de Janeiro

Dicas para conhecer o Parque Lage, no Rio de Janeiro

Compartilhe:

Leia ouvindo: Beautiful, do Snoop Dogg e participação de Pharrell Williams

Localizado no bairro do Jardim Botâncio, o Paque Lage é um dos atrativos da região. Em 1957, o espaço foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) como patrimônio histórico e cultural da cidade do Rio de Janeiro e desde então atrai cariocas e turistas. Com entrada franca, o parque tem entre seus atrativos o jardim, projetado pelo paisagista inglês John Tyndale, e o palacete que já foi cenário até de clipe internacional.

O local já viveu três períodos históricos: foi um engenho de açúcar, uma chácara e um parque. Mergulhando nesses três momentos históricos, o visitante vê o lavandário, onde os negros escravizados lavavam as roupas; o jardim dos namorados, as grutas, o castelinho e o aquário, projetados em um período em que o local ainda era uma propriedade privada; e o palacete que tem uma história bem curiosa…

Jardim do Parque Lage foi pensado para “parecer uma pintura” e “ser contemplado”

O que parece uma gruta por fora esconde um aquário por dentro

Palacete do Parque Lage: o Taj Mahal brasileiro

Se você pensou que só a Índia tinha seu Taj Mahal, você se engana. Nós brasileiros também temos a nova versão da história. O palacete do Parque Lage foi construído por causa de uma promessa de Herinque Lage a sua esposa, a italiana e cantora lírica Gabriela Beanzoni. Quando a pediu em casamento, o milionário prometeu que construiria um castelo para ela se aceitasse o pedido. E como promessa feita é promessa cumprida, dez anos depois, Gabriela ganhou seu presente, que teve as pedras trazidas de seu país, além de um salão feito especialmente para ela, com uma acústica pensada em seus acordes vocais.

Mas, como nem tudo são flores, após presentear a mulher, Henrique faleceu. Como tinha dívidas, o imóvel foi tomado pelo governo como forma de pagamento. Porém, ao invés de ser leiloado acabou virando parque público, como o conhecemos hoje.

Visita guiada

Todas essas curiosidades aprendi na visita guiada pela coordenadora Kátia Rosendo. O passeio acontece de terça a sexta, às 14h, e sábado, às 12h30, e custa R$ 30 por pessoa. A partir de 15 pessoas é necessário agendar e dar um sinal de 50% na secretaria da escola.

As inscrições devem ser feitas por pelo e-mail: visitas.eavparquelage@gmail.com ou pessoalmente, na secretaria da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV), até meia-hora antes do horário de início do passeio. Grupos, visitas especiais, escolas ou atendimentos em inglês, devem ser agendados com antecedência por e-mail ou telefone: (21) 2334-4088.

Jardim do Parque Lage: feito para comtemplar

Dicas para visitar o Parque Lage

Como toda atividade ao ar livre, é necessário alguns cuidados ao visitar o Parque Lage. Reuni em tópicos quais são eles:

– Leve protetor solar. Afinal, você não quer terminar o passeio como um camarão né?

– Não se esqueça do repelente. Nada pior do que ir para uma atividade ao ar livre e lembrar que não passou repelente depois da primeira picada de mosquito…

– Se você quer menos tumulto vá durante a semana. Fim de semana é sempre mais tumultuado. Ainda mais para tirar a tão famosa foto na frente da piscina que foi cenário do clipe ‘Beautiful’, do rapper Snoop Dogg.

– Você pode fazer piquenique nas áreas reservadas para isso. Vale atentar aqui para as normas de utilização dos espaços, que não permitem música, uso de bolas ou acessórios que deteriorem o ambiente ou que possa representar algum risco aos animais. Confira todas as regras aqui.

– O food truck do parque não ceita cartão. Logo, se quiser comprar alguma coisa nele, e no camelôs em volta do parque, leve dinheiro, e de preferência trocado, já que naquela região não tem lugar para trocar.

– O Parque Lage possui um restaurante, o Bistrô Plage. Como geralmente vive cheio avalie se não vale reservar seu lugar antes caso não tenha paciência para esperar vagar um lugar.

Serviço

Parque Lage. Rua Jardim Botânico, 414 – Jardim Botânico. Horário de funcionamento: Parque: Diariamente, das 8h às 17h (durante o horário de verão, até às 18h). Bistrô Plage: 2ª a 6ª feira – 09h às 23h. Sábado – 13h às 23h. Domingo – 09h – 23h. Tel. do Bistrô: (21) 2535-7336.

***

Se você achou esse texto interessante compartilhe com seus amigos nas redes sociais! Assim, além de ajudar o blog, você ainda ajuda algum amigo que precisa saber dessas informações!

Beijos,

Kari.

Você sabia que através do ‪#‎KariDesbrava‬ você pode reservar seu hotel, contratar um seguro viagem ou alugar um carro? É só clicar nos links abaixo! Assim você resolve tudo da sua viagem e ainda ajuda o blog a se manter sem pagar nada a mais por isso.

Reserve seu hotel com Booking
Seguro Viagem Real Seguros
Alugue um automóvel com a Rentcars



Compartilhe:
0 In Carioquices/ Mais recentes/ Rio de Janeiro

Lugares para conhecer a cultura afro-brasileira no Rio

Compartilhe:

Dia 20 de novembro é comemorado o Dia Nacional da Consciência Negra. A data é uma forma de homenagear e celebrar a cultura afro que tanto contribuiu para a formação da cultura brasileira e carioca. Com influência na nossa língua, na música e na gastronomia, nada mais justo do que conferirmos um roteiro para aprendermos mais sobre nossa história: 

+ Onde se hospedar no Rio de Janeiro  

Pequena África

A pequena Africa fica na Zona Portuária e abrange bairros como o Centro, Saúde e Gamboa. Na época do Brasil colônia, o local era porta de entrada dos negros escravizados e por isso a região guarda muitas influências deste tempo e da cultura afro.

Por lá você pode conhecer o Cais do Valongo, que foi tombado Patrimônio Histórico da Humanidade pela UNESCO; o Jardim Suspenso do Valongo; a Pedra do Sal, onde segunda e sexta rola um famoso samba; e o Instituto de Pesquisa dos Pretos Novos.

 

Dica da #Kari: Se você gosta de um tour guiado, pois acha que assim adquiri muito mais conhecimento que não aprenderia sozinho, fica a dica do tour pela Pequena África, com a Gabriela Palma, do Sou + Carioca. 

+ 10 lugares para conhecer no Rio de Janeiro

Beco do Rato

Ainda na região do Centro, é possível visitar o Beco do Rato, na Lapa. O local é um bar conhecido por sua agenda cultural ligado ao samba, além de pinturas e fotos que remetem a sambistas e entidades da umbanda.

Jongo da Serrinha 

O Jongo é uma manifestação cultural de matriz africana que em 2005 foi reconhecida pelo IPHAN como Patrimônio Cultural Nacional.  Sua origem está ligada à presença de africanos de origem Bantu, de Angla, trazidos para o trabalho escravo, nas fazendas de café e cana de açúcar do sudeste brasileiro. Por resistência, ganhou um espaço localizado no Morro da Serrinha, em Madureira.  

Museu do Samba

O Museu do Samba fica ao lado da Quadra da Mangueira e guarda relíquias da nossa cultura popular. Nele você encontra fantasias do carnaval, conhece a história das principais agremiações e aprende muitas outras curiosidade sobre esse ritmo. 

+ Manual de sobrevivência: Carnaval no Rio de Janeiro

Renascença Clube

O Rena, como é carinhosamente chamado, é um espaço de resistência, valorização e resgate da cultura afro. Situado no Andaraí, o clube surgiu para que as famílias negras tivessem um espaço para se reunir, já que na época (1951) o preconceito racial era muito forte. Tem uma vasta programação cultural com destaque para o Samba do Trabalhador, que acontece toda segunda-feira. 

Cacique de Ramos

É Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado do Rio de Janeiro e um dos mais importantes antros do samba carioca. Nos deu de presente artistas como Fundo de Quintal, Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, entre outros. Se for lá, não deixe de tocar na Tamarineira. 

+ 5 aplicativos para ajudar você a se virar no Rio de Janeiro

Tour Carnaval Experiencie

Além da história do Carnaval, o tour também mostra a história do samba, ritmo criado no Rio de Janeiro, da importância da Tia Ciata, as primeiras músicas, e como chegamos no maior espetáculo da terra.  

Quadras da Portela e do Império Serrano 

As duas quadras ficam no bairro de Madureira e as duas escolas tem histórias pra lá de especiais. Tradicionais no Carnaval carioca, conhecê-las também é conhecer mais da cultura afro.

***

Se você achou esse texto interessante compartilhe com seus amigos nas redes sociais! Assim, além de ajudar o blog, você ainda ajuda algum amigo que precisa saber dessas informações! 

Beijos,

Kari.

Você sabia que através do ‪#‎KariDesbrava‬ você pode reservar seu hotel, contratar um seguro viagem ou alugar um carro? É só clicar nos links abaixo! Assim você resolve tudo da sua viagem e ainda ajuda o blog a se manter sem pagar nada a mais por isso.

Reserve seu hotel com Booking
Seguro Viagem Real Seguros
Alugue um automóvel com a Rentcars



Compartilhe:
0 In Mais recentes/ Rio de Janeiro/ Sambas

Carnaval Experience: aprendendo mais sobre o samba

Compartilhe:

O Carnaval acontece durante todo o ano. Quem nunca ouviu falar disso? Recentemente, tive a certeza de que para vermos o maior espetáculo da Terra, realmente o trabalho de milhares de pessoas envolvidos nessa indústria não acaba com o anúncio da campeã. Sempre acompanhei Carnaval. Sou daquelas que levanta de madrugada para assistir aos desfiles, que aprende os sambas das escolas que simpatizo, que acompanha a apuração, que estuda a história do samba e acompanha sua evolução. Mas, mesmo assim, é sempre fascinante descobrir como funciona uma agremiação por dentro.

Vivenciei essa experiência através do Tour Carnaval Experience, uma visitação pelo barracão da Grande Rio, a escola mais nova do Grupo Especial, já que tem apenas 39 anos. Mas, o que tem de caçulinha, ela tem de genial. Para começar, o tour tem a renda revertida para o projeto Pimpolhos da Grande Rio, uma escola de samba mirim e ONG que tem o objetivo de promover a inclusão social e educar através da arte, da cultura e do carnaval.

O motivo do tour é nobre. E o que você vai aprender nele também é. Afinal, tô para ver algo tão genial quanto o samba e o Carnaval.

Um mergulho no mundo do samba

O tour começa pelo barracão. No dia em que fomos, ele estava cinza, minguadinho, já que os carros alegóricos ainda eram apenas estruturas. Como bem nos lembrou a nossa guia Cíntia (ou @eu.king) “o barracão é vivo e a todo tempo se transforma”. “Um dia você chega aqui e não tem nada, no outro tá todo colorido”, diz. 

Ela nos conta sobre como acontece a montagem dos carros, fala do aprendizado que temos com os amazonenses que participam do Festival de Parentins e que vem para o Rio de Janeiro para nos ajudar na criação e direção das alegorias. “Eles são bem mais evoluídos que a gente. Como lá são apenas dois competidores, eles acabaram se aperfeiçoando mais nesse quesito e, hoje nos ensinam o conhecimento que adquiriram”, comenta.

Depois subimos para o ateliê. Lá conferirmos uma linha do tempo em que passamos ter a noção de com é feito o cronograma de preparação até o grande dia. Também vemos mais fantasias, como as que foram usadas pela Xuxa, no desfile de 2018 em homenagem a Ivete, e a da Suzana Vieira, na época da novela “Senhora do Destino”. 

Em seguida, somos levadas a uma sala. Toda decorada com a trajetória do ritmo e do Carnaval, nas paredes vemos do Festival Europeu até os moldes do que se tornou essa festa. Também conferimos retratos de Tia Ciata e outros grandes nomes da música brasileira.

Somos apresentadas a dois vídeos, que ilustram, agora através do audiovisual, mais do Carnaval e do projeto Carnaval Experience. Por fim, somos contempladas com mais explicações da King sobre como essa festa evoluiu.

Por fim? Que nada!

Quando a gente pensava que tinha acabado o tour é que veio a surpresa. Fomos levadas para mais um sala com diversas fantasias. Vestimos as peças até que entra a passista Dany Moneríssima, eleita a melhor passista feminina do Estandarte de Ouro, premiação feita pelo jornal O Globo. Assistimos ao espetáculo da Dani e também dançamos. Uma diversão só!

Agora sim, ao final do passeio, partimos para outra sala, em que há água, caipirinha e amendoins free para repor as energias. Nessa hora, também é possível comprar souvenires do projeto, ou ainda utilizar os banheiros.

Curiosidades sobre o Carnaval

Como disse acima, participar do Carnaval Experience foi aprender mais e mais sobre esse universo. Por isso, abaixo compilei algumas curiosidades:

– O carro alegórico tem a função de resumir o enredo.

– Há, em média, 600 pessoas entre um carro e outro e de 3 a 4 mil pessoas por escola em um desfile do do Grupo Especial;

– A montagem dos carros são feitas na seguinte ordem: uso de chassis de ônibus e/ou caminhão, ferro, eletricidade, madeira, esculturas, decoração e pós-produção.

– Uma escola do Grupo Especial precisa em média de 3 milhões para realizar um Carnaval.

– A ala das baianas é uma homenagem a Tia Ciata, uma das figuras influentes para o surgimento do samba carioca. Mãe de santo, no início do Carnaval, só desfilava nessa ala mulheres que eram da mesma religião e vestidas de branco.

– Em 2018, o Carnava movimentou R$ 15,2 milhões na economia do Rio;

Serviço

Carnaval Experiencie. Barracão da Grande Rio na Cidade do Samba. Rua Rivadávia Correa nº 60, na Gamboa, Zona Portuária. De segunda à sábado, às 11h e às 16h. Entrada: R$ 75 por pessoa.

 

* O blog Olívia Garimpando Por Aí também participou da ação.

***

Se você achou esse texto interessante compartilhe com seus amigos nas redes sociais! Assim, além de ajudar o blog, você ainda ajuda algum amigo que precisa saber dessas informações! 

Beijos,

Kari.

Você sabia que através do ‪#‎KariDesbrava‬ você pode reservar seu hotel, contratar um seguro viagem ou alugar um carro? É só clicar nos links abaixo! Assim você resolve tudo da sua viagem e ainda ajuda o blog a se manter sem pagar nada a mais por isso.

Reserve seu hotel com Booking
Seguro Viagem Real Seguros
Alugue um automóvel com a Rentcars



Compartilhe:
0 In Mais recentes/ O que fazer no Rio/ Rio de Janeiro

Parque das Ruínas: um passeio bacana em Santa Teresa, no RJ

Compartilhe:

Um lugar com uma vista incrível, mas que poucos cariocas e turistas ouvem falar. Assim, resumo o Parque das Ruínas, em Santa Teresa, um dos bairros mais boêmios do Rio.

Quem quer um programa baratinho, já que a entrada no parque é gratuita, aliado a uma paisagem diferente do Rio lá é o lugar. Lá de cima é possível ver o Centro e a Zona Sul. Ou seja, você verá a Catedral do Rio, o Aeroporto Santos Dumont, a Marina da Glória e o Pão de Açúcar. Recomendo fortemente a levar a câmera fotográfica e se esbaldar de tirar tanto foto. Sério, vale a pena! 

paisagem paisagemmulher

Quem quiser, também pode aproveitar para dar uma olhada na programação do parque, já que aos fins de semana, geralmente, há apresentações, além de dar uma passado no Centro Cultural que tem lá dentro.

Dica extra: Depois de passear pelo Parque das Ruínas de um pulo no Museu da Chácara do Céu e depois passeie pelo bairro de Santa Teresa. Vale também sentar em uma boteco e beber aquela cerveja gelada!

Dica 2: No primeiro sábado de cada mês, acontece a Feira do Lavradio, na Lapa. Fica a dica de um dobradinha cultural.

História

O Parque das Ruínas foi a casa de Laurinda Santos Lobo, uma milionária da Belle Époque carioca. Conhecida como a “marechala da elegância”, Laurinda reunia intelectuais e artistas no local, que hoje é um dos mais belos projetos premiados do arquiteto Ernani Freire e casa de trabalhos experimentais de artes plásticas. 

Serviço:

Parque das Ruínas. Rua Murtinho Nobre, 169 – Santa Teresa. De terça a domingo, das 8h às 18h.

***

Tem algum projeto que incentiva o feminismo e encoraja as mulheres? Me conta nos comentários! Vou adorar conhecer.

Se você achou esse texto interessante compartilhe com seus amigos nas redes sociais! Assim, além de ajudar o blog, você ainda ajuda algum amigo que precisa saber dessas informações! 

Beijos,

Kari.

Você sabia que através do ‪#‎KariDesbrava‬ você pode reservar seu hotel, contratar um seguro viagem ou alugar um carro? É só clicar nos links abaixo! Assim você resolve tudo da sua viagem e ainda ajuda o blog a se manter sem pagar nada a mais por isso.

Reserve seu hotel com Booking
Seguro Viagem Real Seguros
Alugue um automóvel com a Rentcars



Compartilhe:
0 In Agenda/ Mais recentes/ Rio de Janeiro

Sexta edição do Mondial de la Bière Rio acontece entre os dias 5 e 9 de setembro

Compartilhe:

A sexta edição do Mondial de la Bière Rio está chegando! O festival de cervejas responsável por reunir fabricantes, distribuidores e importadores de cervejas artesanais e premium, acontecerá entre os dias 5 e 9 deste mês, no Pier Mauá.

O público que for ao evento poderá conferir mais de 160 cervejarias, totalizando cerca de 1.500 rótulos, além de food trucks. Entre os expositores estão as marcas Kremer, Matisse, Primata, Show de Bola, entre outras.

A programação do festival também terá a apresentação de 30 bandas, dos mais variados estilos, como folk, jazz, reggae, rock e irlandesa. Os shows acontecerão em dois palcos externos, com vista para a Baía de Guanabara.

Já os expositores do evento poderão participar do MBeer Contest Brazil, um concurso para eleger as melhores cervejas expostas no festival. A escolha será feita por jurados nacionais e internacionais. O público também poderá escolher as suas preferidas através do MBeer Contest Público.

Os ingressos para Mondial de la Bière Rio custam R$ 120 (inteira) e R$ 66 (meia). Quem não tiver carteirinha de estudante, pode comprar meia levando 1 kg de alimento não perecível (entrada cervejeiro solidário). Os clientes Visa Infinite e Visa Platinum tem 30% desconto.  A entrada pode ser adquirida no site do evento ou nos pontos de venda.

Serviço:

Mondial de la Bière Rio. Píer Mauá, Armazéns 2, 3 e 4 | Av. Rodrigues Alves, n° 10, Saúde, Rio de Janeiro. De 5 a 9 de setembro. Horários: Quarta e quinta das 16h à 00h; sexta e sábado das 14h à 00h; e domingo das 14h às 21h. Ingressos vendidos pelo site www.mondialdelabiererio.com

***

Se você achou esse texto interessante compartilhe com seus amigos nas redes sociais! Assim, além de ajudar o blog, você ainda ajuda algum amigo que precisa saber dessas informações! 

Beijos,

Kari.

Você sabia que através do ‪#‎KariDesbrava‬ você pode reservar seu hotel, contratar um seguro viagem ou alugar um carro? É só clicar nos links abaixo! Assim você resolve tudo da sua viagem e ainda ajuda o blog a se manter sem pagar nada a mais por isso.

Reserve seu hotel com Booking
Seguro Viagem Real Seguros
Alugue um automóvel com a Rentcars



Compartilhe:
0 In Mais recentes/ Rio de Janeiro

Fazenda Cachoeira Grande: um pedaço da nossa história em Vassouras (RJ)

Compartilhe:

Viajar faz a gente conhecer mais da nossa história. Essa frase faz todo o sentido quando se trata da visita à Fazenda Cachoeira Grande, em Vassouras, município do Sul Fluminense do Rio. Dada como dote a Francisco José Teixeira Leite, o Barão de Vassouras, ao casar-se com sua prima, Maria Esméria Leite Ribeiro, em 1820, visitá-la é descobrir histórias vividas em nosso período colonial, e ao ouvi-las, consequentemente, entendemos mais sobre o funcionamento e formações culturais do Brasil.

A visitação começa em um grande galpão, que fica ao lado de um belo lago, de águas calmas. Nele, fomos recebidos por Ricardo Caffarelli, um dos administradores da fazenda. Ricardo nos explica como funciona a visitação e passa a palavra a Jorge, seu padrasto e grande conhecedor da história da Cachoeira Grande. 

Grupo reunido no início da visitação. Fotos: Leonardo Castelo Branco

Jorge nos conta que a fazenda entrou em um período de declínio após a abolição da escravatura. “Os escravos ganharam a liberdade, mas não foram qualificados para ocupar os postos de trabalho de forma remunerada. Naquela época não se tinha a visão de que se deveria pagar por um serviço. Já os fazendeiros perderam sua mão de obra e se viram em maus lençóis, com um grande problema financeiro”, conta.

Na época, os proprietários da Cachoeira Grande chegaram a receber a Princesa Isabel e o Conde D’Eu para um jantar, na tentativa de convencê-los a não liberarem a abolição. A recepção foi em vão, e a abolição da escravatura foi concedida em 1888 . “Houve um cunho político. A abolição aconteceu em um momento que São Paulo estava recebendo imigrantes italianos. Mas, o Rio não tinha essa cultura, dependia da mão de obra escrava. Com isso, os fazendeiros quebraram e Vassouras perdeu seu potencial econômico”, complementa Jorge. Na visita é possível ver o cardápio do jantar.

Renascimento: da crise a abertura para o turismo

Com a crise, os Teixeira Leite não conseguiram mais manter a fazenda, que acabou passando para outros donos, que não tiveram sucesso em sua administração. A redenção veio em 1987, quando a Cachoeira Grande foi adquirida pelo empresário e colecionador de arte Francesco Vergara Caffarelli. Ao lado da esposa, Núbia, eles restauraram e decoraram a casa e deram vida ao local.

Posteriormente, a fazenda teve suas portas abertas aos turistas interessados na história da região do Vale do Paraíba fluminense.

A visita

Depois da explicação do Jorge é a hora de caminhar pela propriedade. A primeira parada é no lago. Depois seguimos para o ‘Mirante do Barão’, nome dado pelo Jorge, para observamos as ruínas da ‘fábrica de café’. Lá do alto, também observamos a imensidão do lugar e a natureza, que realmente impressionam.

Uma curiosidade sobre a Fazenda Cachoeira Grande que não posso deixar de contar é que em meio as ruínas há o que restou de uma fábrica de arroz, pois durante o declínio do café os proprietários partiram para produção de outros produtos. Essa fábrica é composta por dois pilões onde o arroz era batido e a engrenagem era movida pela água, uma revolução tecnológica para a época.

No centro, ruínas da fábrica de arroz. Ao redor, ficava o local onde o café era lavado

Subida para a casa principal

E por falar em revolução tecnológica, dentro da casa conhecemos mais curiosidades, como o espelho que é virado para a porta sob a alegação de que espanta as energias negativas. Outro ponto interessante é como a casa fica em uma posição estratégica da propriedade: de suas janelas é possível ver quem está chegando, assim como o Mirante do Barão que permitia que o fazendeiro observasse toda a movimentação da produção de café.

Já na cozinha conhecemos um mobiliário original. Nele, eram guardados os cereais que garantiam a alimentação dos moradores do casarão. Também somos alertados do porque o armário tem sete portas: cada uma guarda a louça que é servida a cada dia da semana. A particularidade nos lembra algo que era fundamental para aquela época: quantos mais posses, mais a família demostrava para Corte Portuguesa que era rica e poderosa. 

Sala de estar: janelas estão posicionadas para ver quem chega na Fazenda

Quarto de hóspedes: cômodo era propositalmente pequeno, ideia era não deixar visita confortável para ela não querer ficar mais tempo

Jorge nos mostra o armário original. Arca servia para guardar os mantimentos

Ciclo do Café: Vassouras viveu o ápice da sua economia durante o período, chegando a ser a maior produtora de café no Estado do Rio

Jorge também nos revela o motivo dos quartos de hóspedes serem pequenos: “Não era legal dar um quarto confortável. A pessoa já demorava muito na viagem, se encontrasse algo muito bom, corria o risco de não ir embora”, pensavam.

O passeio termina com um lanche regado a pão de queijo, bolos, sucos e claro, café.

Museu de Carros

A Fazenda tem ainda um espaço dedicado a carros antigos. A visitação, que custa R$ 25 e é paga a parte, é guiada pelo Ricardo. Durante a passeio, conferimos desde carroças a carros mais robustos, como o Cadilac, e descobrimos muitas curiosidades sobre esse universo.

Como curiosidade: os carros são tão bem conservados, que alguns foram alugados pela Rede Globo para serem utilizados na novela ‘Orgulho e Paixão’. 

Como chegar

Vindo pela pela Dutra, entre logo após o primeiro pedágio na saída indicando Paracambi-Mendes-Vassouras. Após Mendes, segui pela RJ-127 até o KM 43, entrada para a fazenda (há uma placa do lado esquerdo com nome da fazenda). Siga pela estrada de asfalto.

Em um determinado  momento, a estrada de asfalto vira de paralelepípedo, mas continue em frente que você chegará no portão da fazenda. Haverá um interfone para se identificar. Depois é só seguir nessa mesma estrada até o segundo portão e estacionar o carro, pois a visita começa em um grande galpão no lado esquerdo do lago.

Se por acaso, você passar da entrada, basta fazer o contorno no trevo à frente.

Cuidado com o Waze

Acreditem se quiser, mas mesmo recebendo as indicações de como chegar, conseguimos nos perder. Ao sairmos Rio, fomos direto para o Centro de Vassouras. De lá para a fazenda tivemos a péssima ideia de nos guiarmos pelo Waze. Digo péssima, pois as vezes o aplicativo te apresenta a rota mais rápida, sem considerar outros fatores, como segurança, por exemplo.

E foi exatamente o que aconteceu conosco. Ao invés de irmos pelo caminho que descrevi acima, acabamos indo pela rota alternativa que o Waze nos deu. No caso, essa rota alternativa começava com uma ladeira que desembocava em uma pista que só passava um veículo por vez dentro de uma mini-favela.

Se isso já na bastasse, a pista de asfalto virava uma estrada de barro no alto de um morro, cujo podíamos ver a RJ-127 lá embaixo, sem proteção alguma… Por fim, o caminho que já era estreito ficava mais apertado ainda. Foi quando nos deparamos com um caminhão e tivemos que voltar de ré. Ufa!

Rota alternativa que o Waze nos deu. Há um caminho bem mais fácil

 

No fim, o caminho realmente dá na fazenda, mas porque fazer um caminho tão complicado se existe um bem mais fácil, não é mesmo? Por isso, quando for usar o Waze tente estudar o percurso antes e pergunte a um local se o caminho que você fará é o melhor.

 

Serviço: Endereço: Estrada RJ 127, km 43. Telefone:  (21) 99911-4339 ou (24) 99285-4689. Site: http://www.fazendacachoeiragrande.com.br E-mail: contato@fazendacachoeiragrande.com.br Horário de funcionamento: É necessário agendar visita.

 

*O blog foi conhecer o destino a convite da administração da Fazenda Cachoeira Grande. Entretanto, o texto reflete a opinião do autor. Para dúvidas sobre parcerias, consulte nossas políticas editoriais.
***

Se você achou esse texto interessante compartilhe com seus amigos nas redes sociais! Assim, além de ajudar o blog, você ainda ajuda algum amigo que precisa saber dessas informações! 

Beijos,

Kari.

Você sabia que através do ‪#‎KariDesbrava‬ você pode reservar seu hotel, contratar um seguro viagem ou alugar um carro? É só clicar nos links abaixo! Assim você resolve tudo da sua viagem e ainda ajuda o blog a se manter sem pagar nada a mais por isso.

Reserve seu hotel com Booking
Seguro Viagem Real Seguros
Alugue um automóvel com a Rentcars



Compartilhe:
0 In Cidades Maravilhosas/ Mais recentes/ Rio de Janeiro

Festa do Tomate: dicas para aproveitar o melhor da festa

Compartilhe:

O estado do Rio tem muitos encantos, e entre eles estão os festivais. Todo feriado de Corpus Christis, a pacata Paty dos Alferes recebe a Festa do Tomate, um evento que movimenta a economia local e reúne diversas atrações para os mais variados públicos.

Para vocês terem uma ideia de como o festival é eclético, em 2018, o Festival do Tomate teve entre as suas atrações nomes como Dilsinho (pagode), Jorge e Mateus (sertanejo) e Dennis DJ (funk). Além do lado musical, o evento conta ainda com barraquinhas de comidas e bebidas, um parque de diversão, exposição de animais e tomates.

Como esse blog tem o intuito de compartilhas dicas, reuni algumas coisas que gostaria de saber antes de ter ido. Confere só:

Se prepare para o frio

Não se engane! Não é porque a cidade do Rio de Janeiro é conhecida pelas altas temperaturas, que o estado do Rio não tem cidades com clima mais ameno. Pelo contrário… O Estado do Rio tem cidades com o clima bem agradável e Paty do Alferes é uma delas.

A noite, em Paty faz muito frio, então vá bem agasalhado para o festival. E quando falo bem agasalhada, digo para ir com tudo que tem direito: calça, bota, casaco, cachecol. Não menospreze o frio de Paty e se você for friorento, leve peças que sabe que dará conta do frio que sente. 

Vá com um sapato confortável

O Festival é feito em um campo aberto e com chão de terra. Por isso, sapatos de salto e não confortáveis devem ficar de fora da sua mala. Opte por botas confortáveis e/ou tênis. Com certeza, essa é a melhor opção!

Experimentar as cachaças e licores

Com uma variedade enorme de barraquinhas, aproveite para experimentar as cachaças e licores dos produtores locais. Além de saborosas, você ainda consegue espantar o frio.  

 

 

Curta os shows

Como o nome já diz você estará em um festival! Então, aproveite! Curta muito, dance, cante, grave aquele Stories. O importante aqui é aproveitar o momento 🙂

Planeje o quanto você vai gastar

A preocupação com orçamento precisa ser algo que o viajante deve levar em conta. Afinal, ninguém quer viajar para ficar endividado, certo? O Festival do Tomate não é um evento caro, mas exige planejamento financeiro como qualquer outra atividade que você pretende fazer.

***

Se você achou esse texto interessante compartilhe com seus amigos nas redes sociais! Assim, além de ajudar o blog, você ainda ajuda algum amigo que precisa saber dessas informações! 

Beijos,

Kari.

Você sabia que através do ‪#‎KariDesbrava‬ você pode reservar seu hotel, contratar um seguro viagem ou alugar um carro? É só clicar nos links abaixo! Assim você resolve tudo da sua viagem e ainda ajuda o blog a se manter sem pagar nada a mais por isso.

Reserve seu hotel com Booking
Seguro Viagem Real Seguros
Alugue um automóvel com a Rentcars



Compartilhe:
0 In Mais recentes/ Rio de Janeiro

Rio e turismo: como ter um olhar mais positivo sobre a cidade?

Pessoas conversando
Compartilhe:

Em um momento de crise é complicado olhar o lado bom de uma situação. Como ser otimista se parece que o universo está conspirando contra nós? O Rio — e o Brasil — vive um momento de crise e muitas vezes ouço pessoas reclamando e reclamando, até que me questionei: ‘O que estamos fazendo para mudar?’

LEIA MAIS: Como e por que ser turista na própria cidade?

Detesto só reclamar de uma situação. Para mim, problemas existem para serem resolvidos e se você não está satisfeito com algo MUDE. Pensando dessa forma, durante a viagem por Brumadinho, conversando com os participantes que moravam no Rio, surgiu a ideia de fazermos uma roda de conversa sobre a cidade. Na ocasião, o governo tinha acabado de anunciar a intervenção federal, e tínhamos (quem estava na viagem) em comum a insatisfação sobre os rumos que a cidade vinha tomando.

Depois de algumas desistências e de muito pensar em como realizar isso, sobrou eu e Mari (do Mariana Viaja) e a ideia de falarmos sobre como o turismo poderia nos ajudar a ter um olhar mais positivo pela cidade. Um desafio e tanto, né? 

Pessoas posam para foto

Participantes da roda de conversa ‘Rio, eu gosto tanto de você’

 

Como falei acima, em um momento de crise, quem é que quer falar sobre coisas boas? É humano olhar para o lado negativo. Mas, nessas horas é preciso ativar o lado racional do cérebro e também saber enxergar as oportunidades. Um vez li que enquanto uns reclamam da crise outros fazem acontecer, já que esse momento pode ser uma possibilidade de MUDANÇA. Ouvi isso e guardei. E desde então, sempre que tô em um momento que não tá bacana, penso nisso: que preciso e posso fazer diferente.

A roda

A roda aconteceu nesse domingo (10), no Tupiniquim Hostel, em Botafogo. Além de mim e da Mari, contamos também com a participação da Gabriela Palma, idealizadora do projeto Sou + Carioca.

Mais do que querer apresentar soluções, tentamos explorar o lado positivo do Rio, sem glamorizarão e alienação. A ideia não era fechar os olhos para o que acontece de ruim. E sim, olhar por outro viés. Nós temos muitos problemas, mas também somos tão ricos. Temos tanta história, tanta cultura, temos um povo acolhedor e empático. E porque não valorizamos isso? 

Cristo Redentor

Cristo Redentor visto do terraço do Tupiniquim Hostel

 

Foi lindo vê cada participante da roda contando sua relação com o Rio e como eles contribuem ou contribuíram para uma cidade mais positiva. Rimos, debatemos, falamos do Rio Zona Sul, do Zona Norte, da Baixada, do Rio que somos e do que podemos ser… Minhas esperanças foram renovadas em ver tanta gente boa e determinada trabalhando para as coisas serem melhores. Então fica a lição, não desanime! Toda situação, por mais negativa que pareça, sempre tem um lado bom.

***

Se você achou esse vídeo interessante compartilhe com seus amigos nas redes sociais! Assim, além de ajudar o blog, você ainda ajuda algum amigo que precisa saber dessas informações! 

Beijos,

Kari.

Você sabia que através do ‪#‎KariDesbrava‬ você pode reservar seu hotel, contratar um seguro viagem ou alugar um carro? É só clicar nos links abaixo! Assim você resolve tudo da sua viagem e ainda ajuda o blog a se manter sem pagar nada a mais por isso.

Reserve seu hotel com Booking
Seguro Viagem Real Seguros
Alugue um automóvel com a Rentcars



Compartilhe:
10 In Mais recentes/ O que fazer no Rio/ Rio de Janeiro

‘Tour Doces Histórias’ | Entenda a história dos doces no Brasil

Doces
Compartilhe:

Passear pelo Rio de Janeiro já é bacana. Passear pelo Rio, comer doces e aprender mais sobre a história dessas guloseimas é melhor ainda. Foi com essa sensação de coisa boa que participei do tour Doces Histórias, organizado pelo Sou+Carioca.

Já falei do pessoal da Sou+Carioca no post do passeio para a Pedra Bonita. Fica a dica caso você queira saber mais sobre o trabalho deles…

Mas, voltando aos doces. O tour apresenta a trajetória dos doces no Brasil e o cenário é as ruas do Centro do Rio, que respiram história. O passeio começa na Cinelândia. Lá a guia Raquel nos fez recomendações de segurança, como ter cuidado na hora de atravessar a rua, respeitar o tempo do grupo, ter cuidado com equipamentos fotográficos, etc, além de nos dar um panorama de como tudo começou. Nessa hora, ela nos falou sobre a importância do açúcar para o crescimento da colonia, sempre relacionado com a ideia da criação do doce.

Que tal uma viagem ao Rio de Janeiro? Através do Kari Desbrava, que é afiliado do Booking.com, você pode reservar sua hospedagem e ficar sossegado 🙂



Booking.com

Em seguida, fomos rumo à Praça VX onde ouvimos curiosidades de como os doces se popularizaram. Segundo a Raquel, muitos dos doces que comemos hoje foram “inventados” no Convento do Carmo, que fica ao lado do Paço Imperial. Como o Convento precisava de dinheiro, os doces que os internos preparavam eram vendidos e acabaram se espalhando pela cidade.

Depois passamos pelo Beco dos Barbeiros e a Rua do Ouvidor, duas ruas super importantes.
Por fim, a hora mais doce. Visitamos as confeitarias Colombo, Itajaí, Cavé e Manon. Em cada parada, ouvimos mais sobre a história de cada uma. Era dado um tempo para quem quisesse entrar e provar os doces em cada confeitaria. O que você vai comer não está incluso no valor passeio.

LEIA MAIS: Manual de sobrevivência: Carnaval no Rio de Janeiro

Uma aula de história dos doces

Confeitaria Colombo

A Colombo é a representação perfeita da Belle Époque carioca, em que a moda era ser “francês”. Fundada em 1894 é a mais famosa confeitaria carioca. Recebeu clientes ilustres como Chiquinha Gonzaga, Machado de Asis, Lima Barreto, Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek, Alberto I da Bélgica, Isabel II do Reino Unido, entre outros.

Atualmente, a Colombo tem quatro filiais: a do Centro, a mais antiga; a do forte de Copacabana; a do Aeroporto do Galeão; e a do Centro Cultural do Banco do Brasil. 

Doces da Confeitaria Colombo: pastel de nata e bomba de chocolate

Chefe confeiteiro da Colombo, Thiago Faro, conversa conosco sobre como é trabalhar em uma das mais tradicionais confeitarias do Rio. Segundo ele, em baixa temporada são produzidos cerca de 1.300 doces. Na alta temporada o número dobra. A filial do Centro abastece as demais filias

LEIA MAIS: Mirante no Rio: Parque Penhasco Dois Irmãos, no Leblon

Confeitaria Itajaí

Fundada por uma família alemã em 1932, a Itajaí fica na Rua Gonçalves Dias, no Centro do Rio. A confeitaria começou em um prédio estreito, mas se mudou para uma mais espaçosa na mesma rua. Ficou famosa pelas especialidades alemãs como strudels de maçã, bombas de chantilly, ghitas de amêndoas e diversos doces amanteigados. Alguns desses doces são servidos até hoje.

Raquel nos contando um pouco sobre a história da Itajaí

Casa Cavé

A Cavé é a confeitaria em funcionamento mais antiga do Rio. Fundada em 1860 pelo imigrante francês Auguste Charles Felix Cavé foi vendida para portugueses em 1922.

Ocupa os números 133 e 137 da rua Sete de Setembro. Destaque para o sorvete Dina Tereza (Creme, Chantilly e Fios de Ovos – R$ 22,50) feito em homenagem a cantora portuguesa. 

Fachada da Cavé

Confeitaria Manon

A Manon é a mais nova das confeitarias visitadas. Foi fundada em 1942. Em 1993, foi tombada pela Prefeitura do Rio como patrimônio histórico.

O salão da Manon é uma réplica do interior do navio português Cerpa Pinto. Ela também possui espelhos franceses e outros itens originais que nos remete ao passado. Tem como carro-chefe da Casa o doce Madrileñ: pão doce com creme e um toque de goiabada, salpicado com açúcar de confeiteiro. 

Salão da Confeitaria Manon

LEIA MAIS: Visita ao Real Gabinete Português de Leitura, no Centro do Rio

Curiosidades que aprendi no tour

– O açúcar ​era uma especiaria porque era de difícil acesso e caro;

– ​O Convento do Carmo já foi o maior prédio do Rio e a Igreja da Sé, que fica ao lado, já foi a Catedral do Rio;

– Junto com a descoberta do açúcar surgem ​também a canela, o cravo, entre outras especiarias;

– ​Os espanhóis conhecem o chocolate no México. Na ocasião, ele não se parecia com o que conhecemos hoje. Ele era uma bebida aguada que tinha uma função ritualística. Segundo a crença do povo mexicano, a bebida a base de cacau dava força aos guerreiros e fazia uma ligação com o divino;

– Os espanhóis conheceram a bebida através das mulheres das tribos mexicanas e, por conta disso, a bebida chegou na Europa como bebida para senhoras/mulheres, ganhando outro significado;

– ​O primeiro confeito de chocolate surge no Caribe francês e vai dar origem no chocolate que conhecemos hoje;

– O brigadeiro ganhou esse nome nas eleições de 1945. Na época, algumas mulheres vendiam o doce para arrecadar fundos para a campanha do candidato a presidência Eduardo Gomes. Ele usava o slogan “Vote no Brigadeiro que é bonito e solteiro” e esse fato acabou dado nome ao doce mais amado dos brasileiros.

 

*Foto do alto da matéria: Isabela Toscano/Beulasartes

***

Se você achou esse texto interessante compartilhe com seus amigos nas redes sociais! Assim, além de ajudar o blog, você ainda ajuda algum amigo que precisa saber dessas informações! 

Beijos,

Kari.

Você sabia que através do ‪#‎KariDesbrava‬ você pode reservar seu hotel, contratar um seguro viagem ou alugar um carro? É só clicar nos links abaixo! Assim você resolve tudo da sua viagem e ainda ajuda o blog a se manter sem pagar nada a mais por isso.

Reserve seu hotel com Booking
Seguro Viagem Real Seguros
Alugue um automóvel com a Rentcars



Compartilhe: