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Mirante da Floresta: café da manhã no Rio de Janeiro ao lado da maior floresta urbana do mundo

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Imagina ter a experiência de tomar um suculento café da manhã ao lado da maior floresta urbana do mundo, replantada pelo homem, a Floresta da Tijuca? Pois fique sabendo que isso é possível sim! E o serviço é oferecido pelo Mirante da Floresta, que fica no bairro da Tijuca, na Zona Norte do Rio de Janeiro.

Localizado fora do rota tradicional geralmente procurada por turistas e moradores, o Mirante da Tijuca reúne boa comida, um local aconchegante, além de estar bem pertinho da natureza. O local é tão silencioso que a gente até esquece que está em uma cidade grande.

+ Pedra Bonita: o que você precisa saber para fazer essa trilha

As panelas são comandadas pelo receptivo chef Rodrigo Dirques. No buffet, servido de 9h30 às 12h, é possível experimentar uma grande variedade de pratos, dignos de um hotel 4 estrelas, segundo os responsáveis pelo estabelecimento. Pra comer, você encontrará bolos, pães caseiros, frutas, sucos, frios, ovos mexidos, entre outras iguarias.

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E participar dessa “orgia gastronômica” não custa os olhos da cara, leitor. O preço cobrado é R$ 45 por pessoa, sendo que crianças de 6 a 12 anos pagam 50% e crianças com menos de 5 anos não pagam. Mas, fique atento, pois o serviço deve ser pago em dinheiro ou no débito, já que eles não aceitam cartão de crédito.

Ah, como o espaço é relativamente pequeno, as vagas para o café da manhã são limitadas. Vale dá uma ligada para o Mirante para verificar a disponibilidade da casa. Já as reservas acima de oito pessoas devem ser solicitadas através do e-mail: atendimento@mirantedafloresta.com.br . Todos os pedidos estão sujeitos a confirmação, que será realizada através do e-mail informado pelo cliente.

Sobre a melhor forma de chegar ao local, o ideal é ir de táxi ou Uber, já que o local não possui estacionamento.

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Hospedagem e sustentabilidade

Além do serviço de café da manhã, o Mirante da Floresta também oferece hospedagem, já que o local é categorizado como bed and breakfast (cama e café), segundo o Ministério do Turismo e o Sebrae. O local possui três quatros, que podem ser alugados por mês.

O Rodrigo e o Ivan Fortes, donos do estabelecimento, fundaram o mirante com quatro pilares: gastronômica, turismo, ambiental e social. A gastronomia fica por conta do café e o turismo pela ida até o mirante, que como disse, fica ao lado da Floresta da Tijuca.

Já o ambiental e social me chamaram a atenção e também merecem ser destacados. A decoração do mirante foi feita com objetos reciclados ou comprados em brechós, e a parede, por exemplo foi pintada com uma mistura de barro, coletado no próprio terreno, e cola. De acordo com o Ivan, eles também recolhem água da chuva e a reutilizam.

A parte social fica por conta das oportunidades de emprego dadas a quem mora na comunidade que fica ao lado do mirante, a Favela da Coreia.

Você pode conferir mais sobre como o Mirante da Floresta foi construído assistindo a esse vídeo do Projeto Colabora:

Serviço:

Mirante da Floresta. Rua Henrique Fleiuss, 450 – Tijuca. Telefone: (21) 2527-2907. Café da Manhã servido de 9h às 12h30. Preço: R$45 por pessoa. Crianças de 6 a 12 anos pagam 50%. Crianças com menos de 5 anos não pagam. Formas de pagamento: Cartão de débito ou dinheiro.

*O blog foi conhecer o destino a convite da administração do Mirante da Floresta. Entretanto, o texto reflete a opinião do autor. Para dúvidas sobre parcerias, consulte nossas políticas editoriais.

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Kari.

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Passeios pelo Rio de Janeiro: como visitar a Ilha Fiscal

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Quem nunca se perguntou o que funciona naquele castelo bem no meio da Baía de Guanabara? O edifício verde, com arquitetura digna de um prédio pertencente a contos de fadas é a Ilha Fiscal, local onde ocorreu “O Último Baile do Império”, realizado alguns dias antes da Proclamação da República.

O passeio na ilha é uma verdadeira volta pelo túnel do tempo, e fica difícil não imaginar como funcionava a rotina do local em outros tempos. Para ajudar ainda mais a imaginação dos viajantes, o guia que acompanha o grupo vai salpicando relatos, para o delírio dos visitantes, que não poupam interjeições que demostram ora surpresa, ora espanto.

Como visitar

O passeio até à Ilha Fiscal é feito na escuna Nogueira da Gama, trajeto que dura cerca de 10 minutos. Em caso de mau tempo, o deslocamento é realizado de van. Entretanto, segundo a guia que nos acompanhava, se a mar estiver muito revolto, as visitas podem ser canceladas, já que as ondas alcançam a pista por onde passa o veículo, impossibilitando a visitação.

Conhecendo a Ilha Fiscal, no Rio de Janeiro: tempo nublado não ofuscou a beleza do passeio

Os ingressos para conhecer a Ilha custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia) e são vendidos no período das 11h às 15h10. Já as visitas acontecem de quinta a domingo em três horários: 12h30, 14h 15h30. Os ingressos devem ser comprados no Espaço Cultural da Marinha e o embarque acontece 20 minutos antes do horário marcado para o início do passeio. Ou seja, se você comprar o passeio de 12h30 deve embarcar 12h10, para que a visita comece no horário agendado.

Além da Ilha Fiscal, o visitante ainda pode conhecer o Navio Bauru, que participou da Segunda Guerra Mundial e está atracado no píer, e o Submarino Riachuelo. Nesse caso, outro ingresso, que dá direito as duas visitas, nos valores de R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia) devem ser adquiridos. A visitação de ambas as embarcações é feita de quarta a domingo, das 12h às 17h. Às terças a visitação é gratuita.

Serviço:

Visita a Ilha Fiscal – Avenida Alfred Agache, s/n Centro Cultural da Marinha – Centro. De quinta à domingo em três horários: 12h30, 14h e 15h30. Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). Os ingressos serão vendidos no período das 11h às 15h10. O embarque acontece 20 minutos antes.

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Kari.

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Tour hop-on hop-off no RJ: conhecendo a cidade de ônibus

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Vocês sabiam que é possível conhecer o Rio de Janeiro com um ônibus panorâmico que passa pelos principais pontos turísticos da cidade? Pois é! O passeio é organizado pela Rio Line Turismo, que tem sua sede localizada em Copacabana, na Zona Sul.

O tour tem início na praia do Leblon e passa por pontos como as praias de Ipanema, Copacabana, Leme e Vermelha, na Urca; a região Central da cidade, com destaque para a Cinelândia, Lapa, o AquaRio e a Zona Portuária, a Cidade do Samba (onde dá para fazer o tour Carnaval Experience); e o Maracanã, na Zona Norte.

LEIA MAIS: Ônibus panorâmico| passeando com a linha de turismo em Porto Alegre

O que é hop-on hop-off?

Nos tours hop-on hop-off você pode embarcar e desembarcar quantas vezes quiser durante o período de validade do bilhete, que pode ser de 24h, 48h ou 72h. Esse tipo de passeio tem o objetivo de facilitar a locomoção dos turistas, já que o trajeto feito pelo ônibus é sempre turístico, e é uma ótima opção para quem está viajando sozinha, por exemplo.

No caso do tour realizado pela Rio Line Turismo, os pontos de embarque e desembarque são: Praia do Leblon; Praia de Ipanema; Praia de Copacabana; Praia do Leme; Pão de Açúcar; Marina da Glória; Catedral Metropolitana; AquaRio; Cidade do Samba; Rio Zoo; Maracanã; Sambódromo; Trem do Corcovado; e Lagoa Rodrigo de Freitas.

Funcionamento, preços e gratuidades

O tour hop-on hop-off (que você desembarca e embarca em pontos pré-estabelecidos) acontecem todos os dias, das 9h às 17h. Porém, você deve ficar de olho no horário de embarque na parte da tarde, pois o Maracanã só está incluído nas rotas que saem do ponto inicial até as 14h por conta do horário de funcionamento do estádio.

Com relação aos preços, há três opções de tarifas: a light, a 24h e a 48h. Na light, que custa R$75, você embarca no ônibus, mas não tem direito a descer e embarcar no ônibus. Logo, o ingresso dá direito a volta completa sem desembarque e embarque.

Já na 24 h (R$ 95), o número de embarques e desembarques é ilimitado dentro do período determinado no bilhete. No de 48h, o ingresso custa R$ 115, e dá direito a acesso ilimitado por esse período. Os ingressos podem ser comprados diretamente no ônibus ou na agência da empresa Rio Line.

Sobre as gratuidades, crianças abaixo de 5 anos têm direito a entrada franca. Crianças maiores de 5 e menores de 10 anos, pagam meia tarifa. Maiores de 10 anos, pagam tarifa cheia. Maiores de 60 anos não tem descontos.

Serviço:

Rio Line Turismo. Avenida Atlântica, n° 2364, Copacabana.

 

*O Kari Desbrava participou do tour inaugural do ônibus hop-on hop-off no Rio de Janeiro a convite da Rio Line. Entretanto, este texto expressa a opinião da autora, independente da parceria.

 

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Kari.

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Tour Maracanã | Visita ao templo do futebol brasileiro

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Leia ouvindo: Uma partida de futebol, do Skank

Os apaixonados por futebol, e até os que não são muito ligados ao esporte, irão concordar que visitar os bastidores do que já foi o maior estádio do mundo é realmente emocionante. O Tour Maracanã é uma oportunidade para moradores e turistas conhecerem a história do local que já foi palco das finais de duas Copas do Mundo e de uma edição de Jogos Olímpicos. 

A visita guiada tem duração média de 40 minutos e pode ser feita com um guia bilíngue ou sozinho. Durante o passeio, é possível visualizar objetos que contam momentos históricos do estádio, entre eles a camisa 7 do Brasil usada por Manéna na Copa de 62 e a bola e rede que foram usadas no jogo em que Pelé fez seu milésimo gol: a partida entre Vasco e Santos, em 1969. 

+ Visita guiada pela Arena da Baixada, em Curitiba

Camisa, bola e rede que foram usadas no jogo em que Pelé marcou seu milésimo gol na carreira

Camisas históricas: Uniforme que foi do jogador Roberto Dinamite, do Vasco; Camisas de cinco times cariocas; Objetos que pertenceram ao Zico, do Flamengo; Camisas do América

Camisas do Brasil: desde 1938 até 2016

 

Os amantes do futebol também se depararão com um acervo doado por Zico, o maior artilheiro da história do Maracanã, com 333 gols. Entre as peças estão uma camisa do Flamengo usada em 1979; a faixa de campeão mundial pelo Fla em 1981; a bola do último jogo da carreira, pelo Kashima Antlers (Japão), em 1994; e uma chuteira que usou quando defendeu a Udinese (Itália).

Além disso, entramos em um dos vestiários, decorado com camisas de clubes que disputam o Campeonato Brasileiro da Série A, sala de aquecimento dos jogadores e de coletiva de imprensa.

E para coroar o passeio, a parte que considero mais emocionante durante visitas a estádios: a de entrar no gramado. Acompanhado de um áudio que imita o grito da torcida não é difícil imaginar como é a sensação de vivenciar aquele estádio lotado. Também aproveitamos e sentamos no banco de reservas, o que nos fez sentir verdadeiros jogadores de futebol.

+ 5 aplicativos para ajudar você a se virar no Rio de Janeiro

‘Calçada da fama’ tem marca de pés de importantes nomes do futebol

Vestiário é decorado com as camisas dos times que disputam a Série A do Campeonato Brasileiro

Mari, do Mariana Viaja, eu e Olívia, do Olívia Garimpando Por Aí

Recordação

Além das memórias e diversas fotos, eu, Olívia e Mari resolvemos gravar um vídeo 360. A imagem foi capturada em uma cabine da Twist Cam e cada uma posou com a bandeira do seu time e uma taça. O valor do serviço custa R$ 40 e pode ser pago em dinheiro ou cartão. Confira como ficou:

 

Serviço:

Tour Maracanã – Avenida Presidente Castelo Branco, s/n – Portão 2. Diariamente, das 9 às 16h. Tour guiado: R$ 60/ R$ 30 (meia). Tour não guiado: R$ 50/ R$ 25. 

Gravação em 360, pela Twist Cam: R$ 40.

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Kari.

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Dicas para conhecer o Parque Lage, no Rio de Janeiro

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Leia ouvindo: Beautiful, do Snoop Dogg e participação de Pharrell Williams

Localizado no bairro do Jardim Botâncio, o Paque Lage é um dos atrativos da região. Em 1957, o espaço foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) como patrimônio histórico e cultural da cidade do Rio de Janeiro e desde então atrai cariocas e turistas. Com entrada franca, o parque tem entre seus atrativos o jardim, projetado pelo paisagista inglês John Tyndale, e o palacete que já foi cenário até de clipe internacional.

O local já viveu três períodos históricos: foi um engenho de açúcar, uma chácara e um parque. Mergulhando nesses três momentos históricos, o visitante vê o lavandário, onde os negros escravizados lavavam as roupas; o jardim dos namorados, as grutas, o castelinho e o aquário, projetados em um período em que o local ainda era uma propriedade privada; e o palacete que tem uma história bem curiosa…

Jardim do Parque Lage foi pensado para “parecer uma pintura” e “ser contemplado”

O que parece uma gruta por fora esconde um aquário por dentro

Palacete do Parque Lage: o Taj Mahal brasileiro

Se você pensou que só a Índia tinha seu Taj Mahal, você se engana. Nós brasileiros também temos a nova versão da história. O palacete do Parque Lage foi construído por causa de uma promessa de Herinque Lage a sua esposa, a italiana e cantora lírica Gabriela Beanzoni. Quando a pediu em casamento, o milionário prometeu que construiria um castelo para ela se aceitasse o pedido. E como promessa feita é promessa cumprida, dez anos depois, Gabriela ganhou seu presente, que teve as pedras trazidas de seu país, além de um salão feito especialmente para ela, com uma acústica pensada em seus acordes vocais.

Mas, como nem tudo são flores, após presentear a mulher, Henrique faleceu. Como tinha dívidas, o imóvel foi tomado pelo governo como forma de pagamento. Porém, ao invés de ser leiloado acabou virando parque público, como o conhecemos hoje.

Visita guiada

Todas essas curiosidades aprendi na visita guiada pela coordenadora Kátia Rosendo. O passeio acontece de terça a sexta, às 14h, e sábado, às 12h30, e custa R$ 30 por pessoa. A partir de 15 pessoas é necessário agendar e dar um sinal de 50% na secretaria da escola.

As inscrições devem ser feitas por pelo e-mail: visitas.eavparquelage@gmail.com ou pessoalmente, na secretaria da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV), até meia-hora antes do horário de início do passeio. Grupos, visitas especiais, escolas ou atendimentos em inglês, devem ser agendados com antecedência por e-mail ou telefone: (21) 2334-4088.

Jardim do Parque Lage: feito para comtemplar

Dicas para visitar o Parque Lage

Como toda atividade ao ar livre, é necessário alguns cuidados ao visitar o Parque Lage. Reuni em tópicos quais são eles:

– Leve protetor solar. Afinal, você não quer terminar o passeio como um camarão né?

– Não se esqueça do repelente. Nada pior do que ir para uma atividade ao ar livre e lembrar que não passou repelente depois da primeira picada de mosquito…

– Se você quer menos tumulto vá durante a semana. Fim de semana é sempre mais tumultuado. Ainda mais para tirar a tão famosa foto na frente da piscina que foi cenário do clipe ‘Beautiful’, do rapper Snoop Dogg.

– Você pode fazer piquenique nas áreas reservadas para isso. Vale atentar aqui para as normas de utilização dos espaços, que não permitem música, uso de bolas ou acessórios que deteriorem o ambiente ou que possa representar algum risco aos animais. Confira todas as regras aqui.

– O food truck do parque não ceita cartão. Logo, se quiser comprar alguma coisa nele, e no camelôs em volta do parque, leve dinheiro, e de preferência trocado, já que naquela região não tem lugar para trocar.

– O Parque Lage possui um restaurante, o Bistrô Plage. Como geralmente vive cheio avalie se não vale reservar seu lugar antes caso não tenha paciência para esperar vagar um lugar.

Serviço

Parque Lage. Rua Jardim Botânico, 414 – Jardim Botânico. Horário de funcionamento: Parque: Diariamente, das 8h às 17h (durante o horário de verão, até às 18h). Bistrô Plage: 2ª a 6ª feira – 09h às 23h. Sábado – 13h às 23h. Domingo – 09h – 23h. Tel. do Bistrô: (21) 2535-7336.

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Lugares para conhecer a cultura afro-brasileira no Rio

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Dia 20 de novembro é comemorado o Dia Nacional da Consciência Negra. A data é uma forma de homenagear e celebrar a cultura afro que tanto contribuiu para a formação da cultura brasileira e carioca. Com influência na nossa língua, na música e na gastronomia, nada mais justo do que conferirmos um roteiro para aprendermos mais sobre nossa história: 

+ Onde se hospedar no Rio de Janeiro  

Pequena África

A pequena Africa fica na Zona Portuária e abrange bairros como o Centro, Saúde e Gamboa. Na época do Brasil colônia, o local era porta de entrada dos negros escravizados e por isso a região guarda muitas influências deste tempo e da cultura afro.

Por lá você pode conhecer o Cais do Valongo, que foi tombado Patrimônio Histórico da Humanidade pela UNESCO; o Jardim Suspenso do Valongo; a Pedra do Sal, onde segunda e sexta rola um famoso samba; e o Instituto de Pesquisa dos Pretos Novos.

 

Dica da #Kari: Se você gosta de um tour guiado, pois acha que assim adquiri muito mais conhecimento que não aprenderia sozinho, fica a dica do tour pela Pequena África, com a Gabriela Palma, do Sou + Carioca. 

+ 10 lugares para conhecer no Rio de Janeiro

Beco do Rato

Ainda na região do Centro, é possível visitar o Beco do Rato, na Lapa. O local é um bar conhecido por sua agenda cultural ligado ao samba, além de pinturas e fotos que remetem a sambistas e entidades da umbanda.

Jongo da Serrinha 

O Jongo é uma manifestação cultural de matriz africana que em 2005 foi reconhecida pelo IPHAN como Patrimônio Cultural Nacional.  Sua origem está ligada à presença de africanos de origem Bantu, de Angla, trazidos para o trabalho escravo, nas fazendas de café e cana de açúcar do sudeste brasileiro. Por resistência, ganhou um espaço localizado no Morro da Serrinha, em Madureira.  

Museu do Samba

O Museu do Samba fica ao lado da Quadra da Mangueira e guarda relíquias da nossa cultura popular. Nele você encontra fantasias do carnaval, conhece a história das principais agremiações e aprende muitas outras curiosidade sobre esse ritmo. 

+ Manual de sobrevivência: Carnaval no Rio de Janeiro

Renascença Clube

O Rena, como é carinhosamente chamado, é um espaço de resistência, valorização e resgate da cultura afro. Situado no Andaraí, o clube surgiu para que as famílias negras tivessem um espaço para se reunir, já que na época (1951) o preconceito racial era muito forte. Tem uma vasta programação cultural com destaque para o Samba do Trabalhador, que acontece toda segunda-feira. 

Cacique de Ramos

É Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado do Rio de Janeiro e um dos mais importantes antros do samba carioca. Nos deu de presente artistas como Fundo de Quintal, Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, entre outros. Se for lá, não deixe de tocar na Tamarineira. 

+ 5 aplicativos para ajudar você a se virar no Rio de Janeiro

Tour Carnaval Experiencie

Além da história do Carnaval, o tour também mostra a história do samba, ritmo criado no Rio de Janeiro, da importância da Tia Ciata, as primeiras músicas, e como chegamos no maior espetáculo da terra.  

Quadras da Portela e do Império Serrano 

As duas quadras ficam no bairro de Madureira e as duas escolas tem histórias pra lá de especiais. Tradicionais no Carnaval carioca, conhecê-las também é conhecer mais da cultura afro.

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Carnaval Experience: aprendendo mais sobre o samba

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O Carnaval acontece durante todo o ano. Quem nunca ouviu falar disso? Recentemente, tive a certeza de que para vermos o maior espetáculo da Terra, realmente o trabalho de milhares de pessoas envolvidos nessa indústria não acaba com o anúncio da campeã. Sempre acompanhei Carnaval. Sou daquelas que levanta de madrugada para assistir aos desfiles, que aprende os sambas das escolas que simpatizo, que acompanha a apuração, que estuda a história do samba e acompanha sua evolução. Mas, mesmo assim, é sempre fascinante descobrir como funciona uma agremiação por dentro.

Vivenciei essa experiência através do Tour Carnaval Experience, uma visitação pelo barracão da Grande Rio, a escola mais nova do Grupo Especial, já que tem apenas 39 anos. Mas, o que tem de caçulinha, ela tem de genial. Para começar, o tour tem a renda revertida para o projeto Pimpolhos da Grande Rio, uma escola de samba mirim e ONG que tem o objetivo de promover a inclusão social e educar através da arte, da cultura e do carnaval.

O motivo do tour é nobre. E o que você vai aprender nele também é. Afinal, tô para ver algo tão genial quanto o samba e o Carnaval.

Um mergulho no mundo do samba

O tour começa pelo barracão. No dia em que fomos, ele estava cinza, minguadinho, já que os carros alegóricos ainda eram apenas estruturas. Como bem nos lembrou a nossa guia Cíntia (ou @eu.king) “o barracão é vivo e a todo tempo se transforma”. “Um dia você chega aqui e não tem nada, no outro tá todo colorido”, diz. 

Ela nos conta sobre como acontece a montagem dos carros, fala do aprendizado que temos com os amazonenses que participam do Festival de Parentins e que vem para o Rio de Janeiro para nos ajudar na criação e direção das alegorias. “Eles são bem mais evoluídos que a gente. Como lá são apenas dois competidores, eles acabaram se aperfeiçoando mais nesse quesito e, hoje nos ensinam o conhecimento que adquiriram”, comenta.

Depois subimos para o ateliê. Lá conferirmos uma linha do tempo em que passamos ter a noção de com é feito o cronograma de preparação até o grande dia. Também vemos mais fantasias, como as que foram usadas pela Xuxa, no desfile de 2018 em homenagem a Ivete, e a da Suzana Vieira, na época da novela “Senhora do Destino”. 

Em seguida, somos levadas a uma sala. Toda decorada com a trajetória do ritmo e do Carnaval, nas paredes vemos do Festival Europeu até os moldes do que se tornou essa festa. Também conferimos retratos de Tia Ciata e outros grandes nomes da música brasileira.

Somos apresentadas a dois vídeos, que ilustram, agora através do audiovisual, mais do Carnaval e do projeto Carnaval Experience. Por fim, somos contempladas com mais explicações da King sobre como essa festa evoluiu.

Por fim? Que nada!

Quando a gente pensava que tinha acabado o tour é que veio a surpresa. Fomos levadas para mais um sala com diversas fantasias. Vestimos as peças até que entra a passista Dany Moneríssima, eleita a melhor passista feminina do Estandarte de Ouro, premiação feita pelo jornal O Globo. Assistimos ao espetáculo da Dani e também dançamos. Uma diversão só!

Agora sim, ao final do passeio, partimos para outra sala, em que há água, caipirinha e amendoins free para repor as energias. Nessa hora, também é possível comprar souvenires do projeto, ou ainda utilizar os banheiros.

Curiosidades sobre o Carnaval

Como disse acima, participar do Carnaval Experience foi aprender mais e mais sobre esse universo. Por isso, abaixo compilei algumas curiosidades:

– O carro alegórico tem a função de resumir o enredo.

– Há, em média, 600 pessoas entre um carro e outro e de 3 a 4 mil pessoas por escola em um desfile do do Grupo Especial;

– A montagem dos carros são feitas na seguinte ordem: uso de chassis de ônibus e/ou caminhão, ferro, eletricidade, madeira, esculturas, decoração e pós-produção.

– Uma escola do Grupo Especial precisa em média de 3 milhões para realizar um Carnaval.

– A ala das baianas é uma homenagem a Tia Ciata, uma das figuras influentes para o surgimento do samba carioca. Mãe de santo, no início do Carnaval, só desfilava nessa ala mulheres que eram da mesma religião e vestidas de branco.

– Em 2018, o Carnava movimentou R$ 15,2 milhões na economia do Rio;

Serviço

Carnaval Experiencie. Barracão da Grande Rio na Cidade do Samba. Rua Rivadávia Correa nº 60, na Gamboa, Zona Portuária. De segunda à sábado, às 11h e às 16h. Entrada: R$ 75 por pessoa.

 

* O blog Olívia Garimpando Por Aí também participou da ação.

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Parque das Ruínas: um passeio bacana em Santa Teresa, no RJ

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Um lugar com uma vista incrível, mas que poucos cariocas e turistas ouvem falar. Assim, resumo o Parque das Ruínas, em Santa Teresa, um dos bairros mais boêmios do Rio.

Quem quer um programa baratinho, já que a entrada no parque é gratuita, aliado a uma paisagem diferente do Rio lá é o lugar. Lá de cima é possível ver o Centro e a Zona Sul. Ou seja, você verá a Catedral do Rio, o Aeroporto Santos Dumont, a Marina da Glória e o Pão de Açúcar. Recomendo fortemente a levar a câmera fotográfica e se esbaldar de tirar tanto foto. Sério, vale a pena! 

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Quem quiser, também pode aproveitar para dar uma olhada na programação do parque, já que aos fins de semana, geralmente, há apresentações, além de dar uma passado no Centro Cultural que tem lá dentro.

Dica extra: Depois de passear pelo Parque das Ruínas de um pulo no Museu da Chácara do Céu e depois passeie pelo bairro de Santa Teresa. Vale também sentar em uma boteco e beber aquela cerveja gelada!

Dica 2: No primeiro sábado de cada mês, acontece a Feira do Lavradio, na Lapa. Fica a dica de um dobradinha cultural.

História

O Parque das Ruínas foi a casa de Laurinda Santos Lobo, uma milionária da Belle Époque carioca. Conhecida como a “marechala da elegância”, Laurinda reunia intelectuais e artistas no local, que hoje é um dos mais belos projetos premiados do arquiteto Ernani Freire e casa de trabalhos experimentais de artes plásticas. 

Serviço:

Parque das Ruínas. Rua Murtinho Nobre, 169 – Santa Teresa. De terça a domingo, das 8h às 18h.

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Tem algum projeto que incentiva o feminismo e encoraja as mulheres? Me conta nos comentários! Vou adorar conhecer.

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Sexta edição do Mondial de la Bière Rio acontece entre os dias 5 e 9 de setembro

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A sexta edição do Mondial de la Bière Rio está chegando! O festival de cervejas responsável por reunir fabricantes, distribuidores e importadores de cervejas artesanais e premium, acontecerá entre os dias 5 e 9 deste mês, no Pier Mauá.

O público que for ao evento poderá conferir mais de 160 cervejarias, totalizando cerca de 1.500 rótulos, além de food trucks. Entre os expositores estão as marcas Kremer, Matisse, Primata, Show de Bola, entre outras.

A programação do festival também terá a apresentação de 30 bandas, dos mais variados estilos, como folk, jazz, reggae, rock e irlandesa. Os shows acontecerão em dois palcos externos, com vista para a Baía de Guanabara.

Já os expositores do evento poderão participar do MBeer Contest Brazil, um concurso para eleger as melhores cervejas expostas no festival. A escolha será feita por jurados nacionais e internacionais. O público também poderá escolher as suas preferidas através do MBeer Contest Público.

Os ingressos para Mondial de la Bière Rio custam R$ 120 (inteira) e R$ 66 (meia). Quem não tiver carteirinha de estudante, pode comprar meia levando 1 kg de alimento não perecível (entrada cervejeiro solidário). Os clientes Visa Infinite e Visa Platinum tem 30% desconto.  A entrada pode ser adquirida no site do evento ou nos pontos de venda.

Serviço:

Mondial de la Bière Rio. Píer Mauá, Armazéns 2, 3 e 4 | Av. Rodrigues Alves, n° 10, Saúde, Rio de Janeiro. De 5 a 9 de setembro. Horários: Quarta e quinta das 16h à 00h; sexta e sábado das 14h à 00h; e domingo das 14h às 21h. Ingressos vendidos pelo site www.mondialdelabiererio.com

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Beijos,

Kari.

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Fazenda Cachoeira Grande: um pedaço da nossa história em Vassouras (RJ)

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Viajar faz a gente conhecer mais da nossa história. Essa frase faz todo o sentido quando se trata da visita à Fazenda Cachoeira Grande, em Vassouras, município do Sul Fluminense do Rio. Dada como dote a Francisco José Teixeira Leite, o Barão de Vassouras, ao casar-se com sua prima, Maria Esméria Leite Ribeiro, em 1820, visitá-la é descobrir histórias vividas em nosso período colonial, e ao ouvi-las, consequentemente, entendemos mais sobre o funcionamento e formações culturais do Brasil.

A visitação começa em um grande galpão, que fica ao lado de um belo lago, de águas calmas. Nele, fomos recebidos por Ricardo Caffarelli, um dos administradores da fazenda. Ricardo nos explica como funciona a visitação e passa a palavra a Jorge, seu padrasto e grande conhecedor da história da Cachoeira Grande. 

Grupo reunido no início da visitação. Fotos: Leonardo Castelo Branco

Jorge nos conta que a fazenda entrou em um período de declínio após a abolição da escravatura. “Os escravos ganharam a liberdade, mas não foram qualificados para ocupar os postos de trabalho de forma remunerada. Naquela época não se tinha a visão de que se deveria pagar por um serviço. Já os fazendeiros perderam sua mão de obra e se viram em maus lençóis, com um grande problema financeiro”, conta.

Na época, os proprietários da Cachoeira Grande chegaram a receber a Princesa Isabel e o Conde D’Eu para um jantar, na tentativa de convencê-los a não liberarem a abolição. A recepção foi em vão, e a abolição da escravatura foi concedida em 1888 . “Houve um cunho político. A abolição aconteceu em um momento que São Paulo estava recebendo imigrantes italianos. Mas, o Rio não tinha essa cultura, dependia da mão de obra escrava. Com isso, os fazendeiros quebraram e Vassouras perdeu seu potencial econômico”, complementa Jorge. Na visita é possível ver o cardápio do jantar.

Renascimento: da crise a abertura para o turismo

Com a crise, os Teixeira Leite não conseguiram mais manter a fazenda, que acabou passando para outros donos, que não tiveram sucesso em sua administração. A redenção veio em 1987, quando a Cachoeira Grande foi adquirida pelo empresário e colecionador de arte Francesco Vergara Caffarelli. Ao lado da esposa, Núbia, eles restauraram e decoraram a casa e deram vida ao local.

Posteriormente, a fazenda teve suas portas abertas aos turistas interessados na história da região do Vale do Paraíba fluminense.

A visita

Depois da explicação do Jorge é a hora de caminhar pela propriedade. A primeira parada é no lago. Depois seguimos para o ‘Mirante do Barão’, nome dado pelo Jorge, para observamos as ruínas da ‘fábrica de café’. Lá do alto, também observamos a imensidão do lugar e a natureza, que realmente impressionam.

Uma curiosidade sobre a Fazenda Cachoeira Grande que não posso deixar de contar é que em meio as ruínas há o que restou de uma fábrica de arroz, pois durante o declínio do café os proprietários partiram para produção de outros produtos. Essa fábrica é composta por dois pilões onde o arroz era batido e a engrenagem era movida pela água, uma revolução tecnológica para a época.

No centro, ruínas da fábrica de arroz. Ao redor, ficava o local onde o café era lavado

Subida para a casa principal

E por falar em revolução tecnológica, dentro da casa conhecemos mais curiosidades, como o espelho que é virado para a porta sob a alegação de que espanta as energias negativas. Outro ponto interessante é como a casa fica em uma posição estratégica da propriedade: de suas janelas é possível ver quem está chegando, assim como o Mirante do Barão que permitia que o fazendeiro observasse toda a movimentação da produção de café.

Já na cozinha conhecemos um mobiliário original. Nele, eram guardados os cereais que garantiam a alimentação dos moradores do casarão. Também somos alertados do porque o armário tem sete portas: cada uma guarda a louça que é servida a cada dia da semana. A particularidade nos lembra algo que era fundamental para aquela época: quantos mais posses, mais a família demostrava para Corte Portuguesa que era rica e poderosa. 

Sala de estar: janelas estão posicionadas para ver quem chega na Fazenda

Quarto de hóspedes: cômodo era propositalmente pequeno, ideia era não deixar visita confortável para ela não querer ficar mais tempo

Jorge nos mostra o armário original. Arca servia para guardar os mantimentos

Ciclo do Café: Vassouras viveu o ápice da sua economia durante o período, chegando a ser a maior produtora de café no Estado do Rio

Jorge também nos revela o motivo dos quartos de hóspedes serem pequenos: “Não era legal dar um quarto confortável. A pessoa já demorava muito na viagem, se encontrasse algo muito bom, corria o risco de não ir embora”, pensavam.

O passeio termina com um lanche regado a pão de queijo, bolos, sucos e claro, café.

Museu de Carros

A Fazenda tem ainda um espaço dedicado a carros antigos. A visitação, que custa R$ 25 e é paga a parte, é guiada pelo Ricardo. Durante a passeio, conferimos desde carroças a carros mais robustos, como o Cadilac, e descobrimos muitas curiosidades sobre esse universo.

Como curiosidade: os carros são tão bem conservados, que alguns foram alugados pela Rede Globo para serem utilizados na novela ‘Orgulho e Paixão’. 

Como chegar

Vindo pela pela Dutra, entre logo após o primeiro pedágio na saída indicando Paracambi-Mendes-Vassouras. Após Mendes, segui pela RJ-127 até o KM 43, entrada para a fazenda (há uma placa do lado esquerdo com nome da fazenda). Siga pela estrada de asfalto.

Em um determinado  momento, a estrada de asfalto vira de paralelepípedo, mas continue em frente que você chegará no portão da fazenda. Haverá um interfone para se identificar. Depois é só seguir nessa mesma estrada até o segundo portão e estacionar o carro, pois a visita começa em um grande galpão no lado esquerdo do lago.

Se por acaso, você passar da entrada, basta fazer o contorno no trevo à frente.

Cuidado com o Waze

Acreditem se quiser, mas mesmo recebendo as indicações de como chegar, conseguimos nos perder. Ao sairmos Rio, fomos direto para o Centro de Vassouras. De lá para a fazenda tivemos a péssima ideia de nos guiarmos pelo Waze. Digo péssima, pois as vezes o aplicativo te apresenta a rota mais rápida, sem considerar outros fatores, como segurança, por exemplo.

E foi exatamente o que aconteceu conosco. Ao invés de irmos pelo caminho que descrevi acima, acabamos indo pela rota alternativa que o Waze nos deu. No caso, essa rota alternativa começava com uma ladeira que desembocava em uma pista que só passava um veículo por vez dentro de uma mini-favela.

Se isso já na bastasse, a pista de asfalto virava uma estrada de barro no alto de um morro, cujo podíamos ver a RJ-127 lá embaixo, sem proteção alguma… Por fim, o caminho que já era estreito ficava mais apertado ainda. Foi quando nos deparamos com um caminhão e tivemos que voltar de ré. Ufa!

Rota alternativa que o Waze nos deu. Há um caminho bem mais fácil

 

No fim, o caminho realmente dá na fazenda, mas porque fazer um caminho tão complicado se existe um bem mais fácil, não é mesmo? Por isso, quando for usar o Waze tente estudar o percurso antes e pergunte a um local se o caminho que você fará é o melhor.

 

Serviço: Endereço: Estrada RJ 127, km 43. Telefone:  (21) 99911-4339 ou (24) 99285-4689. Site: http://www.fazendacachoeiragrande.com.br E-mail: contato@fazendacachoeiragrande.com.br Horário de funcionamento: É necessário agendar visita.

 

*O blog foi conhecer o destino a convite da administração da Fazenda Cachoeira Grande. Entretanto, o texto reflete a opinião do autor. Para dúvidas sobre parcerias, consulte nossas políticas editoriais.
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Kari.

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