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Guia de Montevidéu, Uruguai: o que conhecer, etc | Por Gabriella Nunes

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Na sessão “relato dos colaboradores” de hoje vamos conferir as dicas da viajante Gabriella Nunes sobre Montevidéu, capital do Uruguai. No texto, você confere dicas preciosas de onde trocar o dinheiro, onde se hospedar, o que conhecer, entre outros. Confira:

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Mesmo que não seja tão popular quanto a vizinha Buenos Aires, a capital do Uruguai, Montevidéu, tem seus encantos. A facilidade de acesso leva cada vez mais brasileiros a descobrir o paisito e se você é um deles, abaixo poderá conferir algumas informações úteis para o planejamento da sua viagem.

Que moeda levar e onde trocar?

É verdade que o momento atual (junho de 2018) não oferece a melhor cotação devido a alta do dólar e as turbulências econômicas que enfrentam Brasil e Argentina, vizinhos gigantes que afetam diretamente a pequena economia uruguaia. Ainda assim, com algumas dicas é possível conseguir um melhor rendimento do seu dinheiro.

Leve reais e troque por pesos aqui. As casas de câmbio são muito abundantes em Montevidéu, em quase toda esquina tem pelo menos uma. Mas as que costumam oferecer as melhores cotações estão na principal avenida da cidade, a Av. 18 de Julio, no Centro. Há dezenas delas ao longo da rua, o que permite que você possa comparar os preços enquanto caminha e escolha a que oferece mais vantagem.

Para quem estiver hospedado no bairro de Pocitos ou de Punta Carretas, na Av. 21 de Setiembre há três casas de cambio que também costumam oferecer ótimas cotações: a Cambio Aspen (21 de Setiembre, entre Ellauri e Pedro Berro), a Gales (21 de Setiembre esquina com Ellauri) e a La Favorita (21 de Setiembre, entre Roque Graseras e Tomás Diago).

Dica esperta: Nunca troque no aeroporto! A cotação é muito desfavorável, podendo chegar a quase 30% menos que a média das casas de cambio no centro. Troque somente o suficiente para pagar o táxi do aeroporto ao centro, mas só se realmente for necessário. O restante, deixe para trocar no centro da cidade.

Como sair do aeroporto?

O Aeroporto Internacional de Carrasco está localizado fora de Montevidéu – cerca de 30 a 40 minutos –, o que inevitavelmente encarece o preço da corrida até o centro da cidade. Há quatro maneiras de se locomover do aeroporto até os principais bairros de Montevidéu:

– Táxi: É a opção mais cara, custando entre $1300 a $1700 pesos, dependendo do horário (Aproximadamente R$ 140 a R$ 180).

– Uber: Opção um pouco mais econômica que taxi, mas que só aceita pagamento em cartão crédito. Varia de $400 a $700 pesos (Aproximadamente R$ 45 a R$ 75).

– Vans credenciadas: Possuem um stand dentro do aeroporto e aceitam pagamento em real. Em janeiro/2018 o preço era R $50.

– Ônibus Interurbano: Opção mais econômica, mas que só funciona durante o dia e nem sempre tem espaço para guardar as malas. Custa $60 pesos (Aproximadamente R$ 7). 

>>> LEIA MAIS: O que ninguém fala sobre morar fora do Brasil

Onde se hospedar?

– Bairros mais econômicos: Ciudad Vieja, Cordón, Parque Rodó, Barrio de los Judios.

– Bairros residenciais, de classe média: Pocitos, Punta Carretas.

– Bairros residenciais, de classe alta: Malvin, Punta Gorda e Carrasco. 

Parque Rodó

Minha recomendação: Hospede-se em Pocitos ou Punta Carretas. A maioria dos pontos turísticos da cidade estão localizados na Ciudad Vieja ou em Cordón, porém são bairros que costumam ficar desertos e menos seguros ao anoitecer ou nos finais de semana, quando o comércio fecha. Pocitos e Punta Carretas, embora sejam considerados bairros mais nobres e não tão próximo dos pontos turísticos, são mais seguros, possuem ruas charmosas que podem render lindas fotos, além de muitas opções de cafés e restaurantes interessantes.

Também são bairros ladeados pela orla de Montevidéu (a rambla, como eles chamam por aqui), onde você pode passear tranquilamente e apreciar o pôr do sol no final da tarde. Quanto ao acesso aos pontos turísticos no centro, Pocitos e Punta Carretas são cortados por muitas linhas de ônibus, o que permite o fácil deslocamento para qualquer ponto da cidade.

Já os bairros mais elitistas Malvin, Punta Gorda e Carrasco, embora sejam lindos, ficam muito distantes. Dessa forma, acredito que o custo-benefício não compensa. 

>>> LEIA MAIS: Viajar sozinha é perigoso?

O que conhecer em Montevidéu?

Uma boa pedida, especialmente para quem vai ficar por pouco tempo na cidade, é conhecê-la através do Bus Turístico de Montevidéu. Trata-se de ônibus de dois andares, que percorre todos os pontos turísticos que valem a pena conhecer na cidade. Estão equipados com fones de ouvido, o que permite que durante o trajeto você também possa conhecer um pouco sobre a história de Montevidéu através de áudios em espanhol, português ou inglês.

Ao comprar o ticket, que atualmente custa $689 pesos (aproximadamente R$ 70), você recebe um mapa com o trajeto e os principais pontos de interesse. Você pode descer em cada parada e conhecer com calma os lugares indicados e depois seguir viagem no próximo ônibus – eles passam de 1h em 1h pelas paradas.

Caso você não consiga ver tudo em um dia, é possível continuar o passeio no dia seguinte, pois o ticket tem validade de 24hs. Para mais informações sobre o Bus Turístico, acesse: https://www.busturisticomontevideo.com.uy/

Se você, contudo, é desses que prefere fazer os passeios por conta própria, aqui vai uma lista de lugares que valem a pena conhecer: Em Ciudad Vieja e Cordón visite a Plaza Independencia, Teatro Solís, Puerta de la Ciudadela, Peatonal Sarandí e a Plaza de la Constituición, Fuente de los Candados (na Av. 18 de Julio). Se curte feirinhas de ruas, também não pode deixar de passear na “Feria Tristán Narvaja”, que acontece todos os domingos na rua que leva o nome da feira e que atravessa a Av. 18 de Julio. 

Plaza da Indepedencia

Visite também o imponente Palácio Legislativo, o Mercado Agrícola, passeie pelo Parque Rodó e conheça a Edificio Mercosur – um antigo hotel que se transformou em patrimônio cultural da cidade e hoje abriga a sede de organismos internacionais como o MERCOSUL, a UNESCO e a OEA.

A foto no famoso letreiro de Montevidéu, no bairro de Pocitos, certamente será uma boa lembrança da cidade. E se tiver um tempinho, faça um passeio de bicicleta pela orla até a Plaza de la Armada, em Punta Gorda: lá você terá uma linda vista da cidade e um pôr do sol espetacular no verão.

Sobre o Mercado del Puerto…

Quase todos os turistas que vão à Montevidéu dizem que o Mercado del Puerto é parada obrigatória para quem visita a cidade. Eu discordo. O lugar é totalmente voltado para turistas e abriga dezenas de restaurantes de parrilla (o churrasco uruguaio), que disputam insistentemente os clientes que ali passam.

Os preços não são muito convidativos e, na minha opinião, estão longe de ser a melhor parrillada que você pode comer aqui, apesar de toda a fama que carregam. Talvez seja legal ir apenas para conhecer, mas não acho que se perde muita coisa se isso não for possível.

A noite em Montevidéu

Montevidéu é uma cidade cheia de bares e restaurantes interessantes. E apesar dos preços nem sempre serem tão convidativos, é possível encontrar lugares com propostas e ambientes agradáveis e divertidos. Uma coisa curiosa é que aqui é super comum que os bares, após um determinado horário, encerrem o serviço do restaurante e afastem as mesas, transformando o ambiente numa espécie de baladinha – o que eles chamam de boliche.

Porém, se você está esperando baladas semelhantes as que encontramos no Brasil, não é bem assim. As baladas mais comuns, mesmo as que são mais voltadas para o público jovem, geralmente só tocam cumbia (um ritmo super popular por essas bandas) e por vezes raggaeton.

Festas de música eletrônica ou mesmo de música pop internacional até existem, mas não são muito comuns. Talvez em Punta del Este, durante o verão, seja mais fácil encontrar… Aliás, no verão, muitos bares e restaurantes fecham em Montevidéu e se mudam temporariamente para Punta del Este.

Outras informações úteis sobre preços:

– Preço ônibus urbano comum: $36 (aproximadamente R$4)

– Preço médio de café da manha/lanche: $300 a $450 pesos (aproximadamente R$35 a
R$50)

– Preço médio de almoço/jantar (prato + bebida): $400 a $700 pesos (aproximadamente R$45
a R$75)

– Preço médio de drinks: $180 a $250 pesos (aproximadamente R$20 a R$30)

Outras cidades para conhecer no Uruguai

Colonia del Sacramento, Punta del Este, José Ignacio, Piriápolis, Cabo Polonio, Punta del Diablo… Para informações sobre passagens de ônibus para esses destinos, recomendo dar uma conferida no site do Terminal de Ônibus de Tres Cruces: https://www.trescruces.com.uy/horarios-destinos/ 

Casa Pueblo, em Punta Del Este

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Beijos,

Kari.

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O que levar na mala em uma viagem ao Peru? | Por Bárbara Pedroso

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Na sessão “relato dos leitores” de hoje vamos conferir como a viajante Bárbara Pedroso fez para arrumar a mala durante uma viagem para o Peru. No texto, ela compartilha dicas preciosas para quem deseja conhecer esse destino. Confira:

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“Voltei de uma viagem na qual passei  12 dias no Peru e resolvi compartilhar aqui umas dicas que postei no Instagram sobre mala e o que não esquecer de levar pra quem vai pra lá ou pra outro lugar que faça muito frio!

Fazer mala pequena é sempre difícil pra mim, mas fazer tudo o que eu precisaria pra 12 dias, sabendo que encararia calor e temperaturas negativas, caber em um mochilão de 9,5 kg e uma mochila foi quase um exercício de desapego. 

Como tinha que levar pouca coisa, comprei na Decathlon roupas térmicas (2 blusas e 2 calças), um fleece, luva de trilha com touch (que eu usava por baixo de outra luva mais grossa) e uma jaqueta impermeável pras trilhas. Acho indispensável ter blusa e calça segunda pele lá! É um frio muito intenso e usando uma segunda pele, fleece e qualquer casaco é tranquilo, não precisa ficar cheio de roupa nem nas trilhas mais frias. Também não precisa levar muita roupa porque quase todo hostel/hotel tem lavanderia e é super barato, lavei 4 kg de roupa por menos de R$ 20. 

Foto: arquivo pessoal

Foto: arquivo pessoal

Anotei tudo o que levei (sim, faço lista pra tudo e vou deixar abaixo!) e acho que isso ajuda muito quem vai de mochilão, porque eu deixaria de usar muita coisa por não conseguir enxergar lá dentro.

Itens que não são roupas, mas que não dá pra esquecer de levar e carregar sempre no Peru: protetor labial, papel higiênico (Sim! Levei dois rolos e comprei lá também, pensem que TODO o papel que forem usar fora do hostel tem que ser levado), protetor solar, lenço umedecido, sabonete líquido (também raramente tem sabonete nos lugares) e repelente.

Agora a lista do que levar:

  • 5 Blusas
  • Uma camisa
  • 2 blusas térmicas
  • 1 fleece
  • 2 blusões de lã
  • 1 casaco
  • 1 jaqueta impermeável
  • 4 mantas
  • 2 calças térmicas
  • 1 legging térmica
  • 3 calças jeans
  • 1 pijama
  • 6 pares de meias
  • 2 pares de luvas
  • 1 bota
  • 1 chinelo
  • 1 cinto
  • 1 necessaire de remédios
  • 1 necessaire de itens básicos
  • 1 necessaire de maquiagens
  • 1 necessaire de itens de banheiro”

 

LEIA MAIS: Aprenda a montar a mala ideal para as férias

O que levar na mala de mão + check list para imprimir e ajudar a organizar a viagem! 

 

*O Texto foi originalmente publicado no grupo Mulheres Que Viajam Sozinhas e você pode conferir as dicas da Bárbara no perfil do Instagram dela.

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Kari.

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O que ninguém fala sobre morar fora do Brasil | Por Larissa Abreu

Mulher na praia
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Na sessão “relato dos leitores” de hoje vamos conferir o relato da life coach especializada em mudanças e adaptações  Larissa Abreu, que atualmente mora em Portugal. Viajante desde nova, Larissa já conheceu diversos destinos, como Inglaterra e Estados Unidos. No texto, ela aborda um tema que poucas pessoas se preocupam: a adaptação no novo país.

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“Como brasileira e life coach especializada em mudanças e adaptações, me sinto na obrigação de colocar meu ponto de vista aqui. Lembrem-se, isso é apenas o meu ponto de vista, a minha opinião… O fato é que não existe verdade absoluta para nada nessa vida!Estou percebendo que muitos brasileiros estão fazendo as malas e vindo para Portugal em busca de uma vida melhor.

Desde adolescente, morei em algumas cidades diferentes fora do Brasil tais como Boston, Honolulu (Havaí), Londres e agora Lisboa. Sempre batalhei muito, trabalhei muito desde jovem enquanto minhas amigas do Brasil curtiam a adolescência. Na época a minha realidade era aquela, eu trabalhei como ajudante de garçonete, garçonete, bartender, tive empresa de faxina, fiz eventos, enfim, me lancei como eu podia dentro das minhas possibilidades da época. Aos 16 anos eu já havia conquistado minha idependência financeira. Quem morou ou mora nos EUA, sabe que isso é possível desde que se trabalhe duro, isso não é uma mentira.

Percebo que muita gente acredita que viver fora do Brasil é mais fácil. Bom, vamos lá! Existe sim muito mais facilidade para muitas coisas, por exemplo acesso à bens materiais, educação, saúde, dentre outros.

Acredito que a primeira pergunta que você deve se fazer para saber se está preparado para viver fora é:

Eu estou preparado para perder o que tenho hoje?

Nossa, que pergunta! Muitos podem estar pensando… lá vem mais uma para colocar dificuldade. Mas não, eu não vim aqui escrever e gastar meu tempo nem o seu. Eu vim para apoiar, esclarecer, sei lá! Eu vim porque senti que tinha que vir tentar agregar algo. Muitos pensam apenas no que irão ganhar com a mudança e não percebem que perderão muito também.

Se você é uma pessoa que tem atitude e luta para conquistar seus objetivos, acredito que tenha que vir mesmo! Venha evoluir pessoalmente, profissionalmente, em todos os sentidos. A única coisa que eu quero transmitir é que você passará por transformações fortes e deve estar preparado para isso!

O fato é que cada pessoa tem uma experiência, uma história, e cabe a cada um de nós saber se fazer as malas em busca de melhorias é a melhor opção.

Falando mais sobre Portugal…

Estou aqui há pouco mais de um mês e estou ADORANDO! Aqui se vive bem com menos dinheiro (estou comparando à outras cidades que já vivi). A impressão que tenho é que as pessoas nunca tem pressa aqui. Aquele capitalismo, consumismo e etc que sinto em outros lugares, por aqui, ainda não senti. Óbvio que existem pessoas ambiciosas, mais aceleradas e etc, mas no geral, sinto uma vibe bem mais leve por aqui, sinto uma simplicidade admirável.

A minha condição em Portugal é bem favorável, meu marido tem cidadania portuguesa e nós trabalhamos online, ou seja, não dependemos da renda de um emprego em Portugal. Digo isso porque sei que aqui a remuneração é bem inferior à outros países europeus, motivo pelo qual muitos jovens portugueses se mandam para outros países! Digo isso também porque sei que muitos estão vindo de peito aberto e precisarão da renda de um emprego aqui para viver (creio que 90% dos que estão lendo essa texto).

Muitas pessoas dizem: quero mais qualidade de vida, quero tranquilidade, quero (mil coisas).

Antes de mais nada, é preciso ter muito claro na mente e coração: o que é qualidade de vida para você?

Qualidade de vida para mim é ter tranquilidade, pagar preços justos por produtos/serviços, não ter medo de dirigir por conta da educação/violência do povo, poder viajar com mais facilidade por estar na Europa, conhecer novas culturas e lugares. Isso é qualidade de vida para mim! E isso pode ser diferente para você!

Talvez, qualidade de vida para você seja estar junto à sua família toda semana, poder ver seus pais a hora que quiser, poder tirar todos os documentos como cidadão brasileiro sem empecilhos/restrições, dançar samba no final de semana, ir ao maracanã todo domingo, sei lá! Enfim, quando a gente decide mudar, a gente tem que estar preparado para enfrentar o que a vida vai colocar na nossa frente. A diferença é a forma que se encara tudo isso, se de forma positiva ou negativa.

A dica é: façam suas pesquisas em relação às burocracias, documentos, etc, mas façam também reflexões sobre o que realmente buscam, o que querem… autoconhecimento é muito importante num processo de mudanças e crucial para atingir objetivos.

Se gostaram, me sigam no Instagram e no Facebook, o espaço é inteiramente dedicado à autoconhecimento relacionado à adaptação.

Que o universo envie à vocês tudo que for necessário para a evolução de cada um! Boa sorte no caminho que escolherem!”

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Kari.

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‘Viajar sozinha é perigoso?’ | Por Elma Souza

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Na sessão ‘experiência dos leitores’ vamos conferir o relato da viajante Elma Souza. No texto, a Elma compartilha o que aprendeu nesses 12 anos viajando sozinha.

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“Estou comemorando meus 12 nos de muitas viagens e aventuras. E por isso decidi escrever um texto de muita reflexão a todas as mulheres que tem vontade de cair na estrada sozinhas e, não tem coragem…

NÃO VIAJE SOZINHA, É PERIGOSO!!!!!

Sempre me perguntam se é perigoso uma mulher viajar sozinha… E dizendo a verdade, sim é perigoso! É perigoso viajar sozinha e descobrir o quanto você é mais forte do que imaginava. É perigoso que você descubra que além daqueles noticiários tristes da TV, existem pessoas boas no mundo e que elas são a maioria. É perigoso que você não tenha muito tempo para fazer chapinha, pintar as unhas e trocar de roupa a cada foto e que você pela primeira vez na vida olhe no espelho e se veja ao natural, veja quem você é e que goste disso.

Foto: Arquivo Pessoal

Sabe, viajando sozinha você está exposta a conhecer pessoas do outro lado do mundo com outros costumes, culturas e crenças, com outros idiomas. Viajando sozinha do nada, em dois dias, você se vê amiga dessa pessoa “estranha”. Viajando sozinha você se vê conversando através de sinais, usando tradutor, mas compartilhando de um momento tão feliz e sincero.

É perigoso que você passe a conversar com pessoas com opções sexuais diferentes da sua, com outra religião, outra cor e veja que elas são pessoas como você… E isso vai destruir qualquer preconceito que você tenha na vida.

É perigoso você provar outras comidas, aprender um novo idioma, ouvir outras músicas, ler novos livros, ouvir muitas histórias e aprender em dias o que não aprendeu em anos. É perigoso você conhecer alguém e em uma semana viver uma linda e intensa história de amor, dessas dignas de filme e que você nunca mais esqueça essa pessoa…

Viajando você aprende que amar é liberdade, é deixar ir, é ir também. Se for pra ser, esteja segura que em qualquer lugar do mundo o reencontro acontecerá…

É perigoso passar um tempo com você mesma e aprender a gostar da sua própria companhia, se conhecer melhor, ver a mulher incrível que é e entender o quão grande é seu valor. Depois disso você passa a selecionar mais, se importar menos com certas pessoas e ser mais feliz sozinha ou até acompanhada. 

Foto: Arquivo Pessoal

É perigoso você começar a perceber o que tem valor na sua vida e que tudo que tem valor não se pode comprar… e seu dinheiro passa a valer cada vez menos. Aí então você o ganha para viver e não vive para ganhá-lo.

É perigoso você nunca mais voltar pra casa porque quem viaja disposta a aprender não volta igual, volta outra pessoa, volta melhor… aquela que saiu não volta mais, isso é perigoso…

Tenho vivido perigosamente há 12 anos, viagens de autoconhecimento, desapego. Eu, meus sonhos, minha mochila e minha bike Mary Rose. Meu maior desejo é que eu possa viajar para nunca mais ter uma casa fixa, que minha casa seja o mundo.

Ah, e esse dia ainda irá chegar porque os meus sonhos e desejos são só meus e eu ainda irei realizá-los com Foco e Persistência.”

 

*O relato da Elma foi inicialmente publicado no grupo do Facebook Mulheres Viajantes

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Beijos,

Kari.

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