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Tour Maracanã | Visita ao templo do futebol brasileiro

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Leia ouvindo: Uma partida de futebol, do Skank

Os apaixonados por futebol, e até os que não são muito ligados ao esporte, irão concordar que visitar os bastidores do que já foi o maior estádio do mundo é realmente emocionante. O Tour Maracanã é uma oportunidade para moradores e turistas conhecerem a história do local que já foi palco das finais de duas Copas do Mundo e de uma edição de Jogos Olímpicos. 

A visita guiada tem duração média de 40 minutos e pode ser feita com um guia bilíngue ou sozinho. Durante o passeio, é possível visualizar objetos que contam momentos históricos do estádio, entre eles a camisa 7 do Brasil usada por Manéna na Copa de 62 e a bola e rede que foram usadas no jogo em que Pelé fez seu milésimo gol: a partida entre Vasco e Santos, em 1969. 

+ Visita guiada pela Arena da Baixada, em Curitiba

Camisa, bola e rede que foram usadas no jogo em que Pelé marcou seu milésimo gol na carreira

Camisas históricas: Uniforme que foi do jogador Roberto Dinamite, do Vasco; Camisas de cinco times cariocas; Objetos que pertenceram ao Zico, do Flamengo; Camisas do América

Camisas do Brasil: desde 1938 até 2016

 

Os amantes do futebol também se depararão com um acervo doado por Zico, o maior artilheiro da história do Maracanã, com 333 gols. Entre as peças estão uma camisa do Flamengo usada em 1979; a faixa de campeão mundial pelo Fla em 1981; a bola do último jogo da carreira, pelo Kashima Antlers (Japão), em 1994; e uma chuteira que usou quando defendeu a Udinese (Itália).

Além disso, entramos em um dos vestiários, decorado com camisas de clubes que disputam o Campeonato Brasileiro da Série A, sala de aquecimento dos jogadores e de coletiva de imprensa.

E para coroar o passeio, a parte que considero mais emocionante durante visitas a estádios: a de entrar no gramado. Acompanhado de um áudio que imita o grito da torcida não é difícil imaginar como é a sensação de vivenciar aquele estádio lotado. Também aproveitamos e sentamos no banco de reservas, o que nos fez sentir verdadeiros jogadores de futebol.

+ 5 aplicativos para ajudar você a se virar no Rio de Janeiro

‘Calçada da fama’ tem marca de pés de importantes nomes do futebol

Vestiário é decorado com as camisas dos times que disputam a Série A do Campeonato Brasileiro

Mari, do Mariana Viaja, eu e Olívia, do Olívia Garimpando Por Aí

Recordação

Além das memórias e diversas fotos, eu, Olívia e Mari resolvemos gravar um vídeo 360. A imagem foi capturada em uma cabine da Twist Cam e cada uma posou com a bandeira do seu time e uma taça. O valor do serviço custa R$ 40 e pode ser pago em dinheiro ou cartão. Confira como ficou:

 

Serviço:

Tour Maracanã – Avenida Presidente Castelo Branco, s/n – Portão 2. Diariamente, das 9 às 16h. Tour guiado: R$ 60/ R$ 30 (meia). Tour não guiado: R$ 50/ R$ 25. 

Gravação em 360, pela Twist Cam: R$ 40.

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Beijos,

Kari.

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Dicas para conhecer o Parque Lage, no Rio de Janeiro

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Leia ouvindo: Beautiful, do Snoop Dogg e participação de Pharrell Williams

Localizado no bairro do Jardim Botâncio, o Paque Lage é um dos atrativos da região. Em 1957, o espaço foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) como patrimônio histórico e cultural da cidade do Rio de Janeiro e desde então atrai cariocas e turistas. Com entrada franca, o parque tem entre seus atrativos o jardim, projetado pelo paisagista inglês John Tyndale, e o palacete que já foi cenário até de clipe internacional.

O local já viveu três períodos históricos: foi um engenho de açúcar, uma chácara e um parque. Mergulhando nesses três momentos históricos, o visitante vê o lavandário, onde os negros escravizados lavavam as roupas; o jardim dos namorados, as grutas, o castelinho e o aquário, projetados em um período em que o local ainda era uma propriedade privada; e o palacete que tem uma história bem curiosa…

Jardim do Parque Lage foi pensado para “parecer uma pintura” e “ser contemplado”

O que parece uma gruta por fora esconde um aquário por dentro

Palacete do Parque Lage: o Taj Mahal brasileiro

Se você pensou que só a Índia tinha seu Taj Mahal, você se engana. Nós brasileiros também temos a nova versão da história. O palacete do Parque Lage foi construído por causa de uma promessa de Herinque Lage a sua esposa, a italiana e cantora lírica Gabriela Beanzoni. Quando a pediu em casamento, o milionário prometeu que construiria um castelo para ela se aceitasse o pedido. E como promessa feita é promessa cumprida, dez anos depois, Gabriela ganhou seu presente, que teve as pedras trazidas de seu país, além de um salão feito especialmente para ela, com uma acústica pensada em seus acordes vocais.

Mas, como nem tudo são flores, após presentear a mulher, Henrique faleceu. Como tinha dívidas, o imóvel foi tomado pelo governo como forma de pagamento. Porém, ao invés de ser leiloado acabou virando parque público, como o conhecemos hoje.

Visita guiada

Todas essas curiosidades aprendi na visita guiada pela coordenadora Kátia Rosendo. O passeio acontece de terça a sexta, às 14h, e sábado, às 12h30, e custa R$ 30 por pessoa. A partir de 15 pessoas é necessário agendar e dar um sinal de 50% na secretaria da escola.

As inscrições devem ser feitas por pelo e-mail: visitas.eavparquelage@gmail.com ou pessoalmente, na secretaria da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV), até meia-hora antes do horário de início do passeio. Grupos, visitas especiais, escolas ou atendimentos em inglês, devem ser agendados com antecedência por e-mail ou telefone: (21) 2334-4088.

Jardim do Parque Lage: feito para comtemplar

Dicas para visitar o Parque Lage

Como toda atividade ao ar livre, é necessário alguns cuidados ao visitar o Parque Lage. Reuni em tópicos quais são eles:

– Leve protetor solar. Afinal, você não quer terminar o passeio como um camarão né?

– Não se esqueça do repelente. Nada pior do que ir para uma atividade ao ar livre e lembrar que não passou repelente depois da primeira picada de mosquito…

– Se você quer menos tumulto vá durante a semana. Fim de semana é sempre mais tumultuado. Ainda mais para tirar a tão famosa foto na frente da piscina que foi cenário do clipe ‘Beautiful’, do rapper Snoop Dogg.

– Você pode fazer piquenique nas áreas reservadas para isso. Vale atentar aqui para as normas de utilização dos espaços, que não permitem música, uso de bolas ou acessórios que deteriorem o ambiente ou que possa representar algum risco aos animais. Confira todas as regras aqui.

– O food truck do parque não ceita cartão. Logo, se quiser comprar alguma coisa nele, e no camelôs em volta do parque, leve dinheiro, e de preferência trocado, já que naquela região não tem lugar para trocar.

– O Parque Lage possui um restaurante, o Bistrô Plage. Como geralmente vive cheio avalie se não vale reservar seu lugar antes caso não tenha paciência para esperar vagar um lugar.

Serviço

Parque Lage. Rua Jardim Botânico, 414 – Jardim Botânico. Horário de funcionamento: Parque: Diariamente, das 8h às 17h (durante o horário de verão, até às 18h). Bistrô Plage: 2ª a 6ª feira – 09h às 23h. Sábado – 13h às 23h. Domingo – 09h – 23h. Tel. do Bistrô: (21) 2535-7336.

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Kari.

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0 In Japão/ Mais recentes

Cinco filosofias japonesas para implementar na sua vida agora!

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A cultura oriental é realmente fascinante. A forma como eles lindam com a vida e com o coletivo são só algumas das filosofias que deveríamos implementar no nosso dia a dia. Tive a oportunidade de aprender mais sobre a cultura japonesa durante o encontro Japão.BR e divido com vocês os conhecimentos que a coach Carla Okubo compartilhou com o grupo:

1 – Omotenashi

A filosofia do Omotenashi prega que devemos tratar as pessoas da melhor forma possível e que sempre devemos nos anteciparmos as necessidades do outro. É como se fosse a arte de “bem cuidar” de alguém. Um exemplo dessa filosofia na prática é o ato de preparar um chá/uma sopa para outra pessoa.

2- Omoiyari

A expressão Omoiyari significa ter consideração. A ideia aqui é também se colocar no lugar do outro, mas desta vez sem julgamentos. Também pode ser aplicada a ter zelo pelo que é do outro e demonstrar respeito e cuidado com as diferenças.

Quem não se lembra dos japoneses limpados os estádios durante os jogos da Copa? Tal atitude faz parte dessa filosofia e eles aprendem isso desde pequenininhos. No Japão, as crianças limpam o ambiente escolar como forma de entenderem que aquele espaço pertence a todos e deve ser preservado. 

Foto: Marcelo Hide/Fotos Públicas

3 – Gaman

Na tradução, o significado de gamam se assemelha a nossa gíria “aguente firme”. Essa filosofia é aplicada a situações em que estamos impacientes ou que queremos resultados rápidos.

Durante a palestra de apresentação do evento, a Karla nos deu um exemplo muito interessante do que significa ‘gaman’. Após um desastre, diversos japonenses foram colocados em uma fila para receber bolinhos de arroz. Cada um recebia dois bolinhos, independente da idade. As crianças, como são mais frágeis, não tinham tanta paciência para esperar chegar a sua vez. Mas, os pais repetiam a palavra “gaman” para eles, ensinando-os a terem paciência e aprenderem a esperarem, pois quem estava na fila também tinha fome. Olha o senso de coletivo aqui!

4 – Mottainai

Mottainai quer dizer “não desperdice” e/ou “reaproveite”. Isso quer dizer que os japoneses detestam desperdício e sempre zelam pela comida, tempo, materiais e espaço, dando valor para tudo que está ao seu redor. Gratidão que fala?

5 – Kansha

Já até dei spoiler da última filosofia. Kansha se refere a gratidão. Como podemos ver através das demais filosofias descritas acima, os japoneses praticam a empatia, o senso de coletividade, o cuidado com o outro e com o ambiente onde vivem. E como é que eles arrematam tudo isso? Sendo gratos!

Toda situação, boa ou ruim, tem algo na qual podemos tirar uma lição. Mas, só enxergamos isso se aprendemos a ser gratos pelo o que nos acontece.

 

O Japão.Br teve a realização e apoio de:

 

 

Você também pode saber o que rolou no Japão.BR através dos sites dos outros participantes. Confira: Bagagem de Memórias, Tá na minha rota, SP da Garoa, Turistando com a Lu, Orientando-se pelo Mundo, Yomitai, Casa de Doda, Mulheres Viajantes, Abraço Mundo, Top 5 Tour, Itinerário de Viagem, Ideias na Mala, Viajante Móvel e Trippolis.

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Kari.

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0 In Carioquices/ Mais recentes/ Rio de Janeiro

Lugares para conhecer a cultura afro-brasileira no Rio

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Dia 20 de novembro é comemorado o Dia Nacional da Consciência Negra. A data é uma forma de homenagear e celebrar a cultura afro que tanto contribuiu para a formação da cultura brasileira e carioca. Com influência na nossa língua, na música e na gastronomia, nada mais justo do que conferirmos um roteiro para aprendermos mais sobre nossa história: 

+ Onde se hospedar no Rio de Janeiro  

Pequena África

A pequena Africa fica na Zona Portuária e abrange bairros como o Centro, Saúde e Gamboa. Na época do Brasil colônia, o local era porta de entrada dos negros escravizados e por isso a região guarda muitas influências deste tempo e da cultura afro.

Por lá você pode conhecer o Cais do Valongo, que foi tombado Patrimônio Histórico da Humanidade pela UNESCO; o Jardim Suspenso do Valongo; a Pedra do Sal, onde segunda e sexta rola um famoso samba; e o Instituto de Pesquisa dos Pretos Novos.

 

Dica da #Kari: Se você gosta de um tour guiado, pois acha que assim adquiri muito mais conhecimento que não aprenderia sozinho, fica a dica do tour pela Pequena África, com a Gabriela Palma, do Sou + Carioca. 

+ 10 lugares para conhecer no Rio de Janeiro

Beco do Rato

Ainda na região do Centro, é possível visitar o Beco do Rato, na Lapa. O local é um bar conhecido por sua agenda cultural ligado ao samba, além de pinturas e fotos que remetem a sambistas e entidades da umbanda.

Jongo da Serrinha 

O Jongo é uma manifestação cultural de matriz africana que em 2005 foi reconhecida pelo IPHAN como Patrimônio Cultural Nacional.  Sua origem está ligada à presença de africanos de origem Bantu, de Angla, trazidos para o trabalho escravo, nas fazendas de café e cana de açúcar do sudeste brasileiro. Por resistência, ganhou um espaço localizado no Morro da Serrinha, em Madureira.  

Museu do Samba

O Museu do Samba fica ao lado da Quadra da Mangueira e guarda relíquias da nossa cultura popular. Nele você encontra fantasias do carnaval, conhece a história das principais agremiações e aprende muitas outras curiosidade sobre esse ritmo. 

+ Manual de sobrevivência: Carnaval no Rio de Janeiro

Renascença Clube

O Rena, como é carinhosamente chamado, é um espaço de resistência, valorização e resgate da cultura afro. Situado no Andaraí, o clube surgiu para que as famílias negras tivessem um espaço para se reunir, já que na época (1951) o preconceito racial era muito forte. Tem uma vasta programação cultural com destaque para o Samba do Trabalhador, que acontece toda segunda-feira. 

Cacique de Ramos

É Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado do Rio de Janeiro e um dos mais importantes antros do samba carioca. Nos deu de presente artistas como Fundo de Quintal, Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, entre outros. Se for lá, não deixe de tocar na Tamarineira. 

+ 5 aplicativos para ajudar você a se virar no Rio de Janeiro

Tour Carnaval Experiencie

Além da história do Carnaval, o tour também mostra a história do samba, ritmo criado no Rio de Janeiro, da importância da Tia Ciata, as primeiras músicas, e como chegamos no maior espetáculo da terra.  

Quadras da Portela e do Império Serrano 

As duas quadras ficam no bairro de Madureira e as duas escolas tem histórias pra lá de especiais. Tradicionais no Carnaval carioca, conhecê-las também é conhecer mais da cultura afro.

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Kari.

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1 In Mais recentes/ São Paulo

Japão.BR: encontro mostra influência da cultura japonesa em São Paulo

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Nos dias 20 e 21 de outubro de 2018, o Kari Desbrava participou do Japão.BR, evento que tinha o objetivo de mostrar como a cultura japonesa se misturou com a brasileira. A iniciativa foi idealizada pela nikkei (como são conhecidas as pessoas com origem japonesa) Patricia Takehana, do blog Bagagens de Memórias.

O evento aconteceu em São Paulo, estado brasileiro com a maior população de descendentes japoneses do Brasil e maior colônia fora do Japão. Durante esses dois dias, eu e mais 15 blogueiros de viagem vivemos uma imersão na cultura nipo-brasileira, com direito a experiências gastronômicas, de compras, palestras e muita troca de conhecimento.

Programação do encontro

O encontro durou dois dias e teve uma programação mesclada, em que podemos aprender sobre o Japão do passado e do presente e como é sua relação com o Brasil. Foi muito interessante aprender algumas tradições e costumes de uma cultura tão diferente da nossa. Confira tudo que fizemos neste período:

Sábado

Bunkyo, Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil e bairro da Liberdade

O encontro começou com uma apresentação no Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil. Após uma breve apresentação do que iríamos fazer nos dois dias, foi a vez da Carla Okubu nos presentear com uma palestra sobre o que é “ser japonês”.

Posteriormente, a vice presidente do museu, Lidia Yamashita, fez uma visita guia pelo local para nos contar a história da imigração japonesa para o nosso país, que tem a maior comunidade de japoneses fora do Japão.

Por fim, passeamos pela Liberdade, o bairro mais japonês de São Paulo e ainda tivemos a possibilidade de fazer umas comprinhas. 

Museu da Imigração Japonesa fica no prédio onde funciona o Bunkyo

Museu da Imigração Japonesa

Quadro exposto no Museu da Imigração Japonesa

Peixaria Mitsugi (patrocínio Azuma Kirin)

Na hora do almoço, fomos conhecer a Peixaria Mitsugi. Fundada em 1971, o estabelecimento traz o melhor da culinária japonesa. E como conhecer a gastronomia de um país também é uma forma de saber mais sobre sua cultura, durante o tempo em que passamos no local experimentamos diversos pratos tradicionais do Japão como o missoshiru, wakame e sashimis. 

Pavilhão Japonês

Depois foi a vez de conhecer o Pavilhão Japonês, que fica dentro do Parque Ibirapuera, na região Sul de São Paulo. O prédio foi inspirado no Palácio Katsura, em Quioto, e foi entregue em 1954 pela colônia japonesa no quarto centenário da cidade de São Paulo. O local abriga um jardim, além de trazer uma mostra da memória e cultura japonesa. 

Hoko Restaurante

O estabelecimento reúne as mais variadas comidas asiáticas (asian food). Localizado na Fradique Coutinho, 166, reúne uma ótima cozinha com um bom custo benefício. Destaque para o Tyashu Bacon com Legume, Chicken Teriyaki Bowl e para o atendimento, que é excelente. 

Domingo

Café da manhã e visita técnica no Mercure Bela Vista

Um dos parceiros do evento foi o hotel Mercure Bela Vista. E o início do nosso domingo foi justamente nele. Fomos recebidos com um delicioso café da manhã, que tinha uma variedade de dar água na boca: café, leite, chá, sucos, bolos, pães, frutas, frios… Tudo super fresquinho e gostoso.

Em seguida fizemos uma visita técnica no local. Conhecemos algumas acomodações como quartos, banheiros, piscina, recepção e o heliponto. Destaque para esse último que nos possibilita ver São Paulo por um outro ângulo. 

Recepção do Hotel Mercure Bela Vista

 

Heliponto do Hotel Mercure Bela Vista

Japan House

A Japan House foi criada pelo governo japonês afim de proporcionar um intercâmbio cultural e trazer mais do Japão moderno para o nosso conhecimento. Atualmente, existem três Japan House’s pelo mundo: em Londres, Los Angeles e São Paulo.

Com um designer moderno, o local sempre tem exposições bacanas e interativas que mexem com o público, como foi o caso da ‘Aromas e Sabores’. De acordo com o diretor de eventos e operações na Japan House São Paulo, Cláudio Kurita, em média, as exposições ficam em cartaz por três meses. 

ABEUNI Food Experience

A Aliança Beneficente Universitária de São Paulo (Abeuni) é uma instituição beneficente que presta serviços assistenciais de saúde e educação, que acontecem durante todo o ano e visam atender comunidades localizadas na região do Jabaquara, em São Paulo. No segundo e último dia do encontro fomos conferir o Abeuni Food Experience, evento na qual tinha o objetivo de arrecadar fundos para os projetos da instituição.

No local conferimos as delícias feitas pelos chefs Guilherme Cardadeiro, Jiang Pu (chef do Chi Restaurante), Telma Shiraishi (chef do Restaurante Aizomê) e Waldomiro dos Santos (chef do Banqueteiro dos famosos), Cesar Yukio (chef Pâtissier) e Hachi Crepe & Café.  

Evento Abeuni Food Experience

Da direita para esquerda: vice-presidente e presidente da Abeuni e Patricia Takehana, do blog Bagagens de Memórias

 

O Japão.Br teve a realização e apoio de:

 

 

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Kari.

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O que os brasileiros podem aprender com os hermanos

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Em tempos de polarização política, fake news e falta de bom senso me lembrei da viagem a Buenos Aires. Explico porquê: durante os dias que passei na capital argentina me chamou a atenção como os portenhos são bem mais politizados se comparado com os brasileiros. Claro que uma semana em um país é muito pouco para se afirmar isso com 100% de certeza. O que pude observar nesse curto espaço de tempo é somente um recorte do que vivenciei durante este período.

Apesar disso, algumas curiosidades me chamaram a atenção e me fizeram concluir isso. Primeiro, que Buenos Aires respira cultura. Há livrarias e teatros por toda a parte. A quantidade desses dois tipos de estabelecimentos realmente impressiona quem vem de fora. Algo que não observo em uma metrópole como o Rio de Janeiro, por exemplo, que viu seus cinemas e teatros de rua desaparecerem com o tempo.

Outro ponto que me chamou atenção foram os protestos que vi. Em cinco dias, observei dois protestos: um contra o FMI e outro pela liberdade do Lula. Durante uma conversa com o guia do city tour noturno promovido pelo blog Aires Buenos, descobri que protestos por aquelas bandas são comuns. “Todo dia me deparo com um”, contou Henderson Moret.

Segundo ele, um dos motivos para os hermanos protestarem tanto está ligado ao que eles sofreram durante a ditadura militar e o fato da capital do país também ser em Buenos Aires. “Quando querem protestar basta ir para frente da Casa Rosada e gritar contra o presidente. Diferente de nós, onde é bem mais difícil se deslocar até Brasília”, relatou.

Por fim, uma história que também aprendi no tour me fez reforçar essa conclusão. Me refiro a história do Teatro Abierto, atual El Picadero. Em 1981, militares realizaram um atentado com bombas incendiárias no teatro em represália a uma montagem feita pelo grupo que se apresentava na casa na época. O curioso e abominável dessa história, é quando o caso aconteceu o incêndio foi colocado na conta dos atores, o que foi desmentido anos depois.

Com todas essas particularidades foi impossível não traçar um paralelo com o que vivemos no Brasil. Após essas observações me perguntei o que poderíamos extrair de aprendizado com a história da Argentina. Como seríamos se a capital do Brasil ainda fosse o Rio de Janeiro ou Salvador? A quem interessa nossa alienação? Será que somos mesmo um povo passivo como querem nos fazer acreditar? Talvez estejamos precisando de uma aula com los hermanos.

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Tem algum projeto que incentiva o feminismo e encoraja as mulheres? Me conta nos comentários! Vou adorar conhecer.

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Kari.

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Carnaval Experience: aprendendo mais sobre o samba

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O Carnaval acontece durante todo o ano. Quem nunca ouviu falar disso? Recentemente, tive a certeza de que para vermos o maior espetáculo da Terra, realmente o trabalho de milhares de pessoas envolvidos nessa indústria não acaba com o anúncio da campeã. Sempre acompanhei Carnaval. Sou daquelas que levanta de madrugada para assistir aos desfiles, que aprende os sambas das escolas que simpatizo, que acompanha a apuração, que estuda a história do samba e acompanha sua evolução. Mas, mesmo assim, é sempre fascinante descobrir como funciona uma agremiação por dentro.

Vivenciei essa experiência através do Tour Carnaval Experience, uma visitação pelo barracão da Grande Rio, a escola mais nova do Grupo Especial, já que tem apenas 39 anos. Mas, o que tem de caçulinha, ela tem de genial. Para começar, o tour tem a renda revertida para o projeto Pimpolhos da Grande Rio, uma escola de samba mirim e ONG que tem o objetivo de promover a inclusão social e educar através da arte, da cultura e do carnaval.

O motivo do tour é nobre. E o que você vai aprender nele também é. Afinal, tô para ver algo tão genial quanto o samba e o Carnaval.

Um mergulho no mundo do samba

O tour começa pelo barracão. No dia em que fomos, ele estava cinza, minguadinho, já que os carros alegóricos ainda eram apenas estruturas. Como bem nos lembrou a nossa guia Cíntia (ou @eu.king) “o barracão é vivo e a todo tempo se transforma”. “Um dia você chega aqui e não tem nada, no outro tá todo colorido”, diz. 

Ela nos conta sobre como acontece a montagem dos carros, fala do aprendizado que temos com os amazonenses que participam do Festival de Parentins e que vem para o Rio de Janeiro para nos ajudar na criação e direção das alegorias. “Eles são bem mais evoluídos que a gente. Como lá são apenas dois competidores, eles acabaram se aperfeiçoando mais nesse quesito e, hoje nos ensinam o conhecimento que adquiriram”, comenta.

Depois subimos para o ateliê. Lá conferirmos uma linha do tempo em que passamos ter a noção de com é feito o cronograma de preparação até o grande dia. Também vemos mais fantasias, como as que foram usadas pela Xuxa, no desfile de 2018 em homenagem a Ivete, e a da Suzana Vieira, na época da novela “Senhora do Destino”. 

Em seguida, somos levadas a uma sala. Toda decorada com a trajetória do ritmo e do Carnaval, nas paredes vemos do Festival Europeu até os moldes do que se tornou essa festa. Também conferimos retratos de Tia Ciata e outros grandes nomes da música brasileira.

Somos apresentadas a dois vídeos, que ilustram, agora através do audiovisual, mais do Carnaval e do projeto Carnaval Experience. Por fim, somos contempladas com mais explicações da King sobre como essa festa evoluiu.

Por fim? Que nada!

Quando a gente pensava que tinha acabado o tour é que veio a surpresa. Fomos levadas para mais um sala com diversas fantasias. Vestimos as peças até que entra a passista Dany Moneríssima, eleita a melhor passista feminina do Estandarte de Ouro, premiação feita pelo jornal O Globo. Assistimos ao espetáculo da Dani e também dançamos. Uma diversão só!

Agora sim, ao final do passeio, partimos para outra sala, em que há água, caipirinha e amendoins free para repor as energias. Nessa hora, também é possível comprar souvenires do projeto, ou ainda utilizar os banheiros.

Curiosidades sobre o Carnaval

Como disse acima, participar do Carnaval Experience foi aprender mais e mais sobre esse universo. Por isso, abaixo compilei algumas curiosidades:

– O carro alegórico tem a função de resumir o enredo.

– Há, em média, 600 pessoas entre um carro e outro e de 3 a 4 mil pessoas por escola em um desfile do do Grupo Especial;

– A montagem dos carros são feitas na seguinte ordem: uso de chassis de ônibus e/ou caminhão, ferro, eletricidade, madeira, esculturas, decoração e pós-produção.

– Uma escola do Grupo Especial precisa em média de 3 milhões para realizar um Carnaval.

– A ala das baianas é uma homenagem a Tia Ciata, uma das figuras influentes para o surgimento do samba carioca. Mãe de santo, no início do Carnaval, só desfilava nessa ala mulheres que eram da mesma religião e vestidas de branco.

– Em 2018, o Carnava movimentou R$ 15,2 milhões na economia do Rio;

Serviço

Carnaval Experiencie. Barracão da Grande Rio na Cidade do Samba. Rua Rivadávia Correa nº 60, na Gamboa, Zona Portuária. De segunda à sábado, às 11h e às 16h. Entrada: R$ 75 por pessoa.

 

* O blog Olívia Garimpando Por Aí também participou da ação.

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O que conhecer em Buenos Aires: roteiro de 3 dias

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Buenos Aires é uma cidade conhecida pelo tango, pelo gastronomia e pela cultura. Com um ar dramático, não tem como não se encantar com essa metrópole. Mas, você sabe o que conhecer em uma viagem para a capital da Argentina?

Se você não tem ideia do que fazer lá ou está procurando por sugestões confira esse roteiro de três dias em Buenos Aires:

1° dia – Centro e Puerto Madero:

Aconselho a começar pelo Centro de Buenos Aires, que foi onde fiquei hospedada. A região é bem movimentada e tem bastante pontos turísticos para conhecer. Entre eles estão o Obelisco, Teatro Colón, Casa Rosada, que fica na Plaza de Mayo, Galerias Pacífico, Catedral Metropolitana de Buenos Aires e Café Tortoni. 

Recomendo acordar cedo e aproveitar o dia para bater perna. Organizando bem o roteiro dá para conhecer esses pontos à pé. Só coloque um calçado confortável e perna pra que te quero. Caso você não goste muito de andar, pode solicitar um táxi ou Uber, que são bem baratos por lá, ou ainda, usar o metrô.

Na parte da tarde, você pode dar um pulo em Puerto Madero, um dos bairros nobre de BA. Lá existem diversos restaurantes e tangos para assistir, mas os preços são bem salgados. Se estiver procurando algo mais em conta, porém mais modesto, recomendo assistir ao tango do Café Tortoni.

2° dia – Recoleta e Parlemo:

A Recoleta é um bairro lindo e bem aristocrata. Lá visite o Cemitério da Recoleta (sim, na Argentina um cemitério é um ponto turístico!) e a Livra El Ateneo, que já foi considerada uma das mais belas do mundo.

Depois tome um sorvete na loja da Freedo e caminhe pelas ruas do bairro, que são super charmosas!

Já Parlemo é uma região gigante, que por conta do seu tamanho foi divida em várias partes: Palermo Soho, Palermo Hollywood, Bosques de Palermo e Palermo Chico. Devido ao tamanho, é recomendável escolher uma parte do bairro para visitar ou, se tiver mais tempo na cidade, aproveitar para explorá-lo bem.

Entre as atrações do bairro estão o Rosedal, Jardim Botânico, Jardim Japonês, Plaza Serrano, Museu Evita, Museu de Arte Latino-Americana (Malba), Mural da Frida, etc.

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3° dia – San Telmo e La Boca

Já o terceiro dia foi pensado para uma programação dominical. Comece o dia passeando pela Feirinha de San Telmo. O local é ótimo para comprinhas e você pode aproveitar para adquirir aquelas lembrancinhas para quem ficou no Brasil.

Em San Telmo também fica a estátua da Mafalda e sua turma, e como fã que sou desse quadrinho, também recomendo aquela foto para trazer de recordação. Só não esquente muito com a fila, que costuma ser grande. 

No início da tarde, vale visitar o El Caminito, aquela rua colorida e linda que fica no bairro de La Boca. Depois dê uma passada no estádio do Boca Júniors. Mesmo que você não goste de futebol é muito legal sentir a atmosfera de amor que os argentinos, e em especial os moradores deste bairro, sentem pelo clube.

Ah, por fim aproveite para experimentar um choripán, um sanduíche tipicamente argentino.

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Beijos,

Kari.

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Parque das Ruínas: um passeio bacana em Santa Teresa, no RJ

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Um lugar com uma vista incrível, mas que poucos cariocas e turistas ouvem falar. Assim, resumo o Parque das Ruínas, em Santa Teresa, um dos bairros mais boêmios do Rio.

Quem quer um programa baratinho, já que a entrada no parque é gratuita, aliado a uma paisagem diferente do Rio lá é o lugar. Lá de cima é possível ver o Centro e a Zona Sul. Ou seja, você verá a Catedral do Rio, o Aeroporto Santos Dumont, a Marina da Glória e o Pão de Açúcar. Recomendo fortemente a levar a câmera fotográfica e se esbaldar de tirar tanto foto. Sério, vale a pena! 

paisagem paisagemmulher

Quem quiser, também pode aproveitar para dar uma olhada na programação do parque, já que aos fins de semana, geralmente, há apresentações, além de dar uma passado no Centro Cultural que tem lá dentro.

Dica extra: Depois de passear pelo Parque das Ruínas de um pulo no Museu da Chácara do Céu e depois passeie pelo bairro de Santa Teresa. Vale também sentar em uma boteco e beber aquela cerveja gelada!

Dica 2: No primeiro sábado de cada mês, acontece a Feira do Lavradio, na Lapa. Fica a dica de um dobradinha cultural.

História

O Parque das Ruínas foi a casa de Laurinda Santos Lobo, uma milionária da Belle Époque carioca. Conhecida como a “marechala da elegância”, Laurinda reunia intelectuais e artistas no local, que hoje é um dos mais belos projetos premiados do arquiteto Ernani Freire e casa de trabalhos experimentais de artes plásticas. 

Serviço:

Parque das Ruínas. Rua Murtinho Nobre, 169 – Santa Teresa. De terça a domingo, das 8h às 18h.

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0 In Mais recentes/ Para mulheres

‘Elas no poder’: projeto incentiva o empoderamento feminino e o que isso tem a ver com viagens?

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Incentivar o empoderamento feminino pode ser mais fácil do que parece. Além de compartilhar frases legais no Facebook, levantar o astral das amigas, elogiar outras mulheres, que tal vestir a camisa literalmente?

O projeto ‘Elas no Poder’ tem uma coleção de camisetas com a temática do feminismo. A ação começou  após a equipe da Unilehu notar no seu programa de capacitação de jovens, o “Mais Aprendiz”, que na hora de escolher “o que vou ser quando crescer” muitas das meninas não demonstravam muita ambição na escolha da carreira por acreditar que posições de maior destaque ou importância não fossem para elas.

Mas, o que isso tem a ver com viagens? Tudo.

Explico: uma pesquisa mostrou que entre os fatores que impedem uma mulher de viajar sozinha estão a insegurança. Sentimento esse que, provavelmente, também impede as mulheres de escolherem profissões mais ousadas.

Não é de hoje que o blog demonstra que é a favor da igualdade de gênero e que acredita em um mundo que pode ser melhor através do feminismo. Por isso, quando vi o projeto ‘Elas no Poder’ decidi escrever sobre ele aqui, na sessão dedicada para nós mulheres.

Voltando ao projeto, a venda das camisetas gera recursos para o Mais Aprendiz, que há 9 anos capacita jovens mulheres para a sua inserção no mercado de trabalho e incentiva seu desenvolvimento como pessoas e como profissionais. As blusas custam R$ 69 e atualmente há quatro estampas: a Respeita As Minas, Girl Gang, Girls Can Do Anything e Powerful. 

camisetas

Ah, as camisetas podem ser encontradas no site da Moko, uma loja de camisetas que apoio a luta das mulheres, mas também tem peças cuja as vendas financiam outras causas como a promoção do bem, inclusão da pessoa com deficiência, apoio humanitário, respeito as origens, entre outras. Ou seja, causa boa para apoiar é o que não falta!

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