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Karilayn Areias

0 In O que fazer no Rio/ Trilhas

Trilha da Pedra do Pontal, no Recreio dos Bandeirantes

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Uma vista linda entre a praia do Recreio e a da Macumba. Assim defino o que é a recompensa de subir a trilha da Pedra do Pontal, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio. O percurso ficou famoso através de fotos nas redes sociais, assim como a Pedra do Telégrafo, e despertou a curiosidade das pessoas em tirar aquela foto bacana naquela vista incrível. 

Sobre a trilha em si, ela é bem rápida. São uns 30 minutos de subida no máximo e ela é considerada leve. Mas, é preciso vencer o medo de “escalar” uma pedra, e ter certa força no braço, para ter direito a recompensa.

Outra parte da trilha que achei chatinha foi a primeira pedra na subida. Ela é bem escorregadia por conta da areia da praia. Então, já fica a dica: vá com um calçado antiderrapante, de preferência daqueles apropriados para trilha mesmo.

Tirando essas duas partes, a trilha é bem tranquila. De resto é chegar lá em cima e aproveitar a natureza :)

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Dá para fazer sozinho?

Se você já está acostumado a trilhar dá para fazer sem o auxílio de guia tranquilamente. É uma pedra que você tem que subir. Não tem muita opção de caminho, então se perder é praticamente impossível. Só fique atento onde pisa e cuidado na hora de tirar fotos para não escorregar e cair.

Quanto a subida (e descida), já tem uma corda amarrada no local para os visitantes “escalarem” a pedra de chegada ao topo. Mas, se você tiver medo ou não tá acostumado a trilhar, aconselho ir com guia sim.

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Quando faço trilhas sozinha (sem amigos, namorado, etc), na maioria das vezes vou com o pessoal do Pé na Trilha RJ (e não, não é publicidade!). Para trilhas dentro do Rio de Janeiro eles costumam cobrar R$ 20 por pessoa.

Como Chegar

Você pode ir de carro ou de ônibus. Se for de carro, chegue cedo, pois o estacionamento é rotativo e quanto mais tarde, maiores são as chances de não ter vaga.

Se for de ônibus, a condução vai depender do seu ponto de partida. Se vier da Baixada ou Zona Norte você pode pegar uma condução até a Central do Brasil e de lá pegar o ônibus 315. Se vier da Zona Sul as opções são: 309, linha integrada 1 (antiga 314) e linha integrada 3 (antiga 548).

Você também pode pegar o BRT expresso e ir até a estação Recreio Shopping. De lá para pedra do Pontal é cerca de 12 minutos de carro. O que, na minha opinião, não vale tão a pena.

O que levar?

O que levamos em toda trilha, hehehe. Água, protetor solar, óculos escuros, algo leve (como frutas) para comer, câmera para tirar foto e ir com calçado confortável.

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Trilha da Pedra do Pontal

Onde: Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio

Nível: Leve

Tempo: Aproximadamente 30 min

***

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Beijos,

Kari.

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1 In Para mulheres/ Viagens

Desafio: Vai viajar sozinha? 10 curiosidades sobre minhas viagens

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Fui desafia pela Rayane Azevedo, do blog AzWanderlust, a responder dez perguntas sobre minhas viagens sozinha. Como adoro um desafio topei de cara e as respostas você confere abaixo.

Ah, o desafio foi elaborado pela Rayane e pela Mariana, do Mariana Viaja. Clique aqui e aqui para conferir as respostas dessas minas viajantes :)

E como não poderia deixar de ser, antes de começar a responder as minhas perguntas, desafio a Marcela Falco do blog Diário de Navegador a responder as 10 perguntas.

1 – Quando e onde foi sua primeira vez (de viagem solo, viu? rs)?

A primeira vez que viajei sozinha foi aos 16 anos para Saquarema. Não foi exatamente uma viagem solo, pois foi somente o trajeto de ida sozinha. Mas, pra mim, na época foi emocionante e angustiante ao mesmo tempo ter em mãos a responsabilidade de me virar completamente sozinha, mesmo que por algumas horas.

Depois disso, passear sozinha na minha própria cidade se tornou algo natural. Então, é super comum me ver pelo Rio conhecendo novos lugares na minha própria companhia. Agora, viagem viagem mesmo, a minha primeira solo foi em maio deste ano para Belém e Ilha de Marajó. Além do desafio de estar sozinha, também tive o desafio de não ser um destino tão desenvolvido e em que não é comum ter mulheres viajando sozinha. Foi desafiador e, por isso, acredito que voltei mais confiante.

LEIA MAIS: Dicas para planejar uma viagem sozinha

2 – Por que você foi sozinha: era uma vontade ou foi necessidade?

Necessidade. Queria muito curtir o Carnaval na região dos Lagos, mas só poderia ir depois do pessoal que estava na casa. Então, comprei a passagem e fui.

3 – Você costuma planejar ou é daquelas que arruma a mala e vai?

Gosto de planejar. Sou metódica demais pra me jogar sem o mínimo de planejamento. Mas, um dia desejo viajar assim, sem planos para ver como é a experiência.

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Na sequência: em Marajó, Belém, Niterói e no Centro do Rio

4 – Já passou algum perrengue desesperador por estar sozinha? E como deu a volta por cima?

Não e que bom que não! Mas, se acontecer volto aqui e mudo a resposta.

5 – Costuma ficar em albergue ou hotel? E prefere mala ou mochila?

Sobre o albergue ou hotel vai depender da localização, preço, etc. Agora, sobre mala ou mochila com toda certeza mochila. É mais prático e mais fácil de carregar e vigiar as coisas. Mala dá muito mais trabalho.

6 – O que deu muito errado? E o que deu muito certo?

Errado ainda nada. Agora certo todas as experiências e amigos que fiz no caminho. Além do autoconhecimento adquirido. Isso é uma coisa que ninguém me tira :)

7 – Já pegou carona ou se hospedou na casa de alguém?

Não. Prefiro os meios tradicionais, rs. Não tenho esse nível de desapego, mas admiro muito quem tem. Quanto a se hospedar na casa de alguém sozinha, acho que se eu reservar através de uma plataforma como Airbnb até tenho coragem. Agora, carona essa acho que tô fora mesmo! hehehe

LEIA MAIS: Mas, e você vai sozinha?

8 – Você acha que viajar sozinha é perigoso?

E que lugar não é perigoso? O mundo como todo é perigoso. Por isso, não acho que essa resposta seja uma justificativa para não viajar sozinha. Acho que viajar sozinha traz mais vantagens do que desvantagens. Agora, é claro que sempre tomamos alguns cuidados, como não dar mole com os pertences, sempre nos comunicar com nossos amigos e familiares, compartilhar a localização, não exagerar no álcool…

9 – Tem filho, namorado, marido, cachorro papagaio? Como conciliar isso com as viagens solo?

Namoro, mas não acho que isso seja impedimento para ter um momento meu. Temos tempo para nós, para nós com nossos familiares, para nós com nossos amigos e para cada um ficar sozinho também. E nesse tempo sozinha porque não viajar? Acho isso super saudável pro relacionamento, afinal ninguém precisa esquecer sua individualidade só porque está namorando.

10 – O que não pode faltar na sua bagagem?

Roupas confortáveis e versáteis. Viajando, sozinha ou não, só tem eu para carregar a minha bagagem logo levar muito peso, já que sou eu que vou ter que carregar, está fora de cogitação. Apesar de não ser fácil levar pouca coisa, posso dizer, com certo orgulhinho, que tenho conseguido :)

BONUS: Inspire mais mulheres a viajarem sozinhas! Em três palavras, o que é viajar sozinha para você?

Viajar sozinha é ter mais liberdade para fazer as coisas na hora que quiser e se quiser. O que significa ser mais independente também. Além de melhorar o conhecimento sobre nós mesmos. É um mergulho em si próprio.

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Beijos,

Kari.

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4 In Fotografia/ Rio de Janeiro

Fotógrafo de viagens: Por que contratar um?

Menina na escadaria Selarón, no Rio de Janeiro

Tira selfie. Saiu ruim. Tira de novo. Huuum, ainda não tá boa. Pega o tripé. Jesus não consigo fazer isso sozinha. Olha para as pessoas em sua volta e pensa: “Pra quem eu vou pedir?”. Ah, já sei, aquele senhor tem cara de que bate foto bem. Vai lá, pede. O senhor tira a foto. Puts, saiu ruim. Fica chato pedir de novo? Sorri. Fica sem graça. Pede para outra pessoa. Dessa vez pegam mais chão do que você. Tenta duas, três, quatro. Desiste e vai pra casa.

Quem nunca passou pela situação acima que poste a primeira selfie? hahaha Tirar foto pode parecer tarefa simples, mas exige uma certa dedicação e vai muito além do que apertar um botão, como muitos pensam.

LEIA MAIS: As melhores fotos com a hashtag #KariDesbrava #3

E tirar fotos quando estamos passeando/viajando sozinha não é tarefa fácil mesmo. Claro que existe artimanhas para se tentar alcançar a foto perfeita. Mas, ouso dizer que NADA, nada mesmo, se compara a um fotógrafo de verdade. 

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Nos Arcos da Lapa

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Por isso que nem pestanejei ao aceitar o convite da Lu Mattos para um ensaio fotográfico. A Lu é fotógrafa de viagens e deixa o registro de momentos especiais ainda mais bonitos.

No Brasil, essa modalidade de fotografia ainda não é tão comum quanto lá fora. Porém, é um mercado que está cada vez mais ganhando adeptos. E ao contrário do que você possa estar pensando não custa seus rins, rs.

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Com a tradicional plaquinha do Circo

O ensaio

A Lu é um verdadeiro amorzinho. Te deixa super a vontade. Normalmente, estou do outro lado: relatando o outro, fotografando o outro, e não sendo retratada. Sabendo disso, imaginei que ia ficar muito tensa e que não ia rolar nada. Falei com a Lu que até pensei em desistir do ensaio. Ainda bem que não dei pra trás.

No início ficar tensa é natural. Mas, depois relaxei e o ensaio fluiu. O resultado é esse aí que compartilho com vocês. E assim como eu curti, espero que vocês gostem :) 

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Na Rua do Lavradio

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LEIA MAIS: Sete perfis sobre o Rio de Janeiro para seguir no Instagram

Como contratar

Você pode entrar em contato coma Lu através dos seguintes meios:

Celular: (21) 99458-5508
E-mail: lumattosfotos@gmail.com
Site: www.lumattos.com.br
Redes sociais: facebook.com/lumattosfotos | @lumattosfotos

Como não curto quando não me falam o preço das coisas, já que gosto de programar como gastarei o meu dinheiro e quero saber se determinado gasto cabe ou não no meu orçamento, pedi para Lu me passar quanto custa um ensaio. Por isso, segue abaixo a tabela de preços referentes a agosto de 2017: 

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Bom, como vocês podem ver, o valor não é estratosférico. E uma foto bem tirada de momentos especiais não tem preço! 😉

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Kari.

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0 In O que comer no Rio/ Rio de Janeiro

Cachorro-quente tradicional e vegano em Botafogo

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Comer está entre as coisas mais maravilhosas desse mundo. E quando se trata de cachorro-quente então… quem não gosta? Recentemente conheci a YOLO, que entre as filiais possui uma loja em Botafogo, na Zona Sul do Rio. A especialidade da casa é justamente o que… adivinha? CACHORRO-QUENTE, é claro!

LEIA MAIS: Vista de cair o queixo no Vidigal

Eles vendem tanto cachorro-quente tradicional quanto o vegano. Como não sou muito chegada em coisas veganas experimentei o tradicional Fera (Salsicha viena, cheddar e ketchup bacon / R$20) com cebola frita e pão australiano, este último ingrediente novidade no cardápio da casa.

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Cachorro-quente Fera, placa com a ideologia da Yolo e o Currywurs, que contém salsichão de vitela com ketchup de bacon, curry e páprica

 

Por falar em novidade, a Yolo de Botafogo reabriu faz pouco tempo com um espaço mais aconchegante. O local que antes tinha a proposta de um “drive-thru humano”, agora, ganhou duas mesas comunitárias, além de um balcão com noves lugares e muito rock and roll de música ambiente. Ideal para bater um papo com os amigos. :)

Voltando as comidas, também experimentei batatas artesanais (R$10 – R$15) e nachos (R$6) com os molhos da casa que são: molho de gorgonzola, cheddar, ailoli, maionese de sriracha, pesto de coentro e katchup de bacon. Ah, um salve especial para o de ketchup com bacon que é SACANAGEM de tão gostoso!

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As batatas com quatro dos seis molhos oferecidos pela casa. Destaque para o ketchup com bacon

 

Outro prato que curti bastante foi o Currywurs, que contém salsichão de vitela com ketchup de bacon, curry e páprica. Ele é meio apimentado, mas como curto alimentos picantes, gostei desse prato. Aliás, esse prato estará no Rio Gastronomia 2017, que rola nesse fim de semana no Pier Mauá.

De bebida, pedi o chopp Pilsen (R$8 – 300 ml e R$12 – 500ml). Mas, quem quiser pode experimentar o de trigo (Weiss, R$10 – 300 ml e R$ 14 – 500ml).

LEIA MAIS: Café da manhã na Lagoa Rodrigo de Freitas por R$ 35

Ah, e se você é amante de uma sobremesa, eles vendem brownie (tradicional e vegano). E se tiver com preguiça de ir até lá, eles atendem através dos aplicativos IFood e SpoonRocket. Show demais!

Curiosidades sobre a YOLO

– O nome YOLO veio das iniciais da expressão “you only live once”, que em português significa “você só vive uma vez”. Interessante, né?

– Em 2016, a Veja Rio elegeu a Yolo como o lugar com um dos melhores cachorros-quentes da cidade no concurso Comer & Beber;

– Para os amantes de comida vegana, a casa conta com salsicha, feita de aipim com soja, e pães veganos;

– Os cachorros- quentes são chamados carinhosamente de monstros;

Serviço
Endereço:
R. Mena Barreto, 100 – Botafogo. Telefone: (21)(21) 4128-4042. Terça, quarta e quinta das 12h à 0h; sexta das 12h às 2h; sábado das 19h às 2h. Domingo e segunda, fechado.

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Beijos,

Kari.

*Fui convidada para conhecer a Yolo pela Lupa Comunicação. Apesar do convite, esse texto reflete mesmo minha opinião. 

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0 In Belém/ Viagens

O que conhecer em Belém do Pará

Mercado Ver-o-peso em Belém, no Pará

Belém, no Pará, é uma cidade encantadora. Com uma variedade cultural grande, há muitos encantos para se conhecer na capital paraense. Criada para ser a capital do Império, Belém tem um ar bucólico. Nos pontos turísticos da cidade é possível “respirar história” e facilmente imaginar como era a Belém de outros tempos.

Sobre as questões práticas, é uma cidade pequena. Logo você conhece os principiais pontos turísticos em três dias no máximo. Então, se quiser passar mais tempo no Pará aproveite para ir as Ilhas mais próximas da capital como Algodoal e Salinas ou estique até outras maravilhosas paisagens como as da Ilha de Marajó ou Alter do Chão. 

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Roteiro de três dias em Belém

Mercado Ver-o-peso

Comece o dia pelo mercado Ver-o-peso. Lá você vai encontrar iguarias como o peixe frito com o açaí, além de ver as mais variadas especiarias típicas do Norte. Lá também encontramos a barraquinha das rezadeiras com os mais variados tipo de banho.

Ps: Furtos em Belém, principalmente no Ver-o-peso são bens comuns. Por isso, compartilho aqui a dica de que ouvi de vários moradores: não ande exibindo seus pertences (celulares, cordão, relógios, etc) e se tiver com bolsa mantenha ela para frente, além de andar sempre atento.

Forte Feliz Lusitânia e Casa das Sete Janelas

Saindo do Ver-o-peso caminhe até o Forte das Feliz Lusitânia e a Casa das Sete Janelas. O local é bem conservado e ambos possuem um vista privilegiada do Rio Guamá.

Forte Feliz Lusitânia

Estação das Docas

Esse foi um dos cantinhos que mais gostei em Belém. Reformada em 2000, a estação das Docas virou uma espécie de grande louge com restaurantes e lojinhas. Quando for lá não deixe de experimentar os sorvetes da Cairu. Experimentei os sabores: açaí, tapioca, castanha do Pará e murici e olha são todos maravilhosos.

Estação das Docas  Estação das Docas

Estação das Docas

No fim do dia, aproveite e faça o passeio de barco pelo Rio Guamá com a Valverde Turismo. Nesse post conto essa maravilhosa experiência. Ao retornar a estação das docas, prove uma cervejinha na Amazon Beer.

Segundo Dia

Museu Emílio Goeldi, Basílica de Nossa Senhora de Nazaré e Theatro da Paz

O segundo dia pode começar por um passeio no Museu Emílio Goeldi. Nele você confere uma exposição e no fim um tem um zoológico com diversas espécies como onça, arara azul, guarás, etc. La dentro também tem um aquário, mas quando fui estava fechado.

Museu Emílio Goeldi

Museu Emílio Goeldi

Algumas quadras depois na mesma calçada que o museu está a Basílica de Nossa Senhora do Nazaré. Com estilo neoclássico, a igreja sedia em outubro o Círio de Nazaré, que arrasta mais de dois milhões de fiéis pelas ruas de Belém.

Depois siga para o Teatro da Paz e faça uma visita guiada. No passeio é possível entender o quão rica Belém era no Ciclo da Borracha e por qual motivo tanta prosperidade não durou depois desse período. 

Theatro da Paz

Theatro da Paz

Terceiro Dia

Mangal das Garças

Comece o dia almoçando no restaurante do Mangal das Garças, que é muito bem avaliado, e depois faça o passeio pelo local. No Mangal você pode conhecer um aviário e um borboletario, além de observar os animais se alimentando.

Uma curiosidade sobre o Mangal: os animais foram tirados do habit natural pelo homem e seriam destinados para o tráfico de animais. Entretanto, os bichos foram recapturados em apreensões do Ibama e hoje ele vivem no Mangal por ainda não conseguirem se adaptar a natureza, estando mais vulneráveis aos predadores.

Mangal das Garças

Mangal das Garças

Na minha viagem fiquei três dias em Belém e quatro dias em Soure, na Iha de Marajó. Confira mais dicas sobre o Pará:

Pará: diversidade cultural e riquezas do Norte do Brasil

Passeio de barco em Belém do Pará

O que fazer na Ilha de Marajó

Passeio na Fazenda Bom Jesus, na Ilha de Marajó

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Kari.

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1 In Dicas de Viagem/ Viagens

Porque e como comecei a viajar

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Leia ouvindo A estrada, do Cidade Negra

Mudar faz parte da vida. Todos nós mudados. Não somos os mesmos que éramos há alguns anos atrás. E ouso dizer que isso é ótimo.

 Apesar de ser uma taurina convicta (se você não entende de horóscopo, taurinos odeiam mudanças rs), aprendi a lidar com mudanças e hoje, entendo que elas são necessárias para amadurecermos e virarmos seres humanos melhores.

E foi graças a essas mudanças que a vida dá que surgiu meu interesse por viagens (que por mais que a vida mude, e eu compreenda melhor isso, torço muito para que essa minha vontade de viajar nunca passe kkkk). Surgiu como algo natural, sem modismos.

Sempre tive muita vontade de viver. Curiosidade é meu segundo nome. Queria saber como as pessoas pensavam, porque tinham tais hábitos, porque eram tão diferentes da minha realidade. Só que a idade e o orçamento não acompanhavam tal gana. Aí a solução que encontrei foi desbravar minha própria cidade. Cidade essa tão partida, com modos tão diferentes de se viver dentro de um território tão pequeno. Mas que ao mesmo tempo parecia caber o mundo todinho nela.

Até que comecei a trabalhar, ganhar meu suado dinheirinho e conhecer somente o Rio de Janeiro já não bastava. O mundo é muito maior que o RJ e eu precisava descobrir isso com meus próprios olhos.

O fato de ser nova, de ainda não ter casado, de ainda não ter filhos e ter um salário só pra mim contribuí para que consiga viajar mais. Porém, nessa vida de blogueira conheci tanta gente diferente e que viaja mesmo assim. Gente que viaja sozinho, com o marido, com os filhos, com a família inteira, com os animais, intercalando todas essas formas de viajar. Viajando de forma luxuosa ou de forma mochileira. Foi aí que percebi que viajar é muito mais uma questão de prioridade do que de falta de grana.

Se antes gastava meu dinheiro com comida (olha o lado taurino hahaha) e com besteiras que nem anotava. Hoje guardo minha grana para viagens. Abdico de saídas, de bebedeiras, de passeios no shopping, de roupas para conseguir conhecer um lugar novo.

E foi assim, sem mágica, sem loucuras, sem coisas ilícitas que comecei a viajar mais. Hoje, ainda não conheço nem metade dos lugares que sonho visitar. Mas, já dei os meus primeiros passos. E agora, conhecer todo esse mundão é só questão de tempo.

 

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Kari.

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1 In O que fazer no Rio/ Rio de Janeiro

‘Coffeeaholic’: curso te ensina mais sobre o café

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Sempre gostei muito de café. Essa bebida para mim é daquelas indispensáveis para começar bem o dia. Funciona como um sacolejo para acordar. Seja com leite, puro ou expresso, café com certeza eu não dispenso.

E foi por isso, que assim que recebi o convite para participar do ‘Coffeeaholic’, uma oficina para entender mais sobre o café, nem titubeei e aceitei na hora.

#Curiosidade 1: O café é a bebida mais tomada do mundo.

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O material utilizado no workshop

Durante a aula, que dura cerca de 1h30, a Carmen Urarahy, dona da Sofa Café, uma cafeteria super linda em Copacabana, discorre todo seu conhecimento (e amor) sobre essa bebida. Ela conta como surgiu o café, como ele veio parar no Brasil, como está o mercado do café atualmente, etc.

Entre as coisas que aprendi estão que o café surgiu na Etiópia e que o Brasil vende o melhor café para fora e nós ficamos com o pior, que tem até propriedades cancerígenas. :O (Essa informação me chocou bastante, por sinal!).

#Curiosidade2: Baristas são profissionais especializados na preparação de café.

Os métodos de passar café:

Os métodos de passar café: hario 60, frenchpress, chemex, aeropress

No fim da aula, a Carmem seleciona o mesmo grão e passa ele em quatro métodos distintos: hario 60, frenchpress, chemex e aeropress. Essa etapa é para mostrar como a forma de se passar o café transforma o sabor dele. E muda mesmo!

Antes de começar achei que quase não ia perceber a diferença. Mas, ao final, onde provamos os quatro tipos, é possível ver nitidamente como a bebida fica diferente.

#Curiosidade 3: Desde sua origem o café sempre esteve associado a requinte, urbanização e intelectualidade.

Fazendo o degustador e comprovando que cada método faz o café ficar diferente sim

Fazendo o degustador e comprovando que cada método faz o café ficar diferente sim

Em uma ficha você vai anotar o que você acha do aroma, gosto, acidez e retrogosto de cada café. E nessa parte que fiquei convencida das diferenças. Dos quatro cafés, a forma que mais gostei foi o hario, o mais vendido da loja. E o mais legal dessa brincadeira toda, é que além de beber café, você ainda brinca de degustador.

Se você ama café e ficou com vontade de fazer o workshop basta ligar para a Sofa Café e marcar uma data e horário. A aula custa R$ 80. Ainda há mais quatro tipo de workshops. São eles: Espresso, Café Coado, The Coffee Star e Infantil. 

Serviço:
Sofa Café RJ. Avenida Nossa Sra. de Copacabana, 300 – Copacabana, Rio de Janeiro. Telefone: (21) 2543-9107.

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*Apesar de ter sido convidada para participar do workshop, esse texto reflete mesmo minha opinião. 

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12 In Ilha de Marajó/ Pará

Passeio na Fazenda Bom Jesus, na Ilha de Marajó

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Algo que me revigora a alma é o contato com a natureza. E esse foi um dos motivos que me fez querer conhecer a Ilha de Marajó. Já estava a pouco mais de um ano sem férias, então algo que eu precisava mesmo era um canto longe da doideira da cidade grande.

Além das praias, que são maravilhosas, Marajó também tem fazendas. As três que realizam passeios são a Fazenda Bom Jesus, a São Jerônimo e a Fazenda Araruna. A título de curiosidade, o turismo nas fazenda de Marajó começou após a gravação da novela “Amor Eterno Amor” e do reality show “No Limite 5”, ambos gravados na Fazenda São Jerônimo. Ao perceber que as fazendas poderiam virar pontos turísticos os proprietários abriram as portas para os visitantes. 
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Lugar mágico

Me arrisco a dizer que a Fazenda Bom Jesus é um lugar mágico. Que natureza! É tão calmo e tranquilo, que em determinados pontos do passeio você ouve somente o barulho do vento batendo no rosto e o ruído dos bichos.

Como não recuperar a energia em um lugar desses?

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Minha escolha pela fazenda Bom Jesus, inicialmente, se deu por eles buscarem e trazerem os hóspedes na pousada. Mas, no fim do passeio, fiquei muito feliz de conhecê-la, pois aquela natureza toda é uma atração imperdível.

Durante o passeio, você andará de búfalo (pouco metros, só para saber como é. Ah, essa parte pode ser dispensável caso você não se sinta a vontade), cruzará a fazenda a pé, vendo os mais diversos animais: sapos, búfalos, araras, guarás, entre outros; Pegará um barquinho e no final verá o pôr do sol e a revoada dos guarás. Esse com certeza é o momento mais lindo do passeio. (Assista ao vídeo e veja como foi o passeio na Fazenda Bom Jesus)

No fim, ainda ganhamos um lanchinho: queijo de búfala, pão com manteiga de búfala, bolo de tapioca, bolo com cobertura de cajá e suco de bacuri.

Dicas práticas:

O guia te busca na pousada às 15h e o retorno normalmente acontece às 19h. Vá com um calçado e roupas confortáveis, passe protetor solar e repelente se for alérgico a mosquitos. Vale levar um óculos de sol também e água! O passeio custa R$ 90. 

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Confira outros posts sobre o Pará:

Pará: diversidade cultural e riquezas do Norte do Brasil

Passeio de barco pela orla de Belém  

O que fazer na Ilha de Marajó

Beijos,

Kari.

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2 In Dicas de Viagem/ Viagens

Três dicas para comprar passagens aéreas mais baratas

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As passagens aéreas podem ser um dos maiores gastos de uma viagem. Por isso é bom ficar atento a algumas coisas para economizar na compra dos bilhetes. No poste de hoje, listei as TRÊS principais dicas que uso quando compro as minhas. Confira:

Monitore as tarifas

Use e abuse da tecnologia para achar passagens aéreas mais em conta. E o que não falta são aplicativos ou sites que fazem isso para você. Independente do aplicativo, eles funcionam basicamente da mesma forma: você cria um alerta com a data e local para onde pretende viajar e ele te avisa (por notificação no celular, e-mail, etc) quando aparacer a passagem mais barata. O Google Flights é um ótimo exemplo disso.

Outro aplicativo que gosto muito é o Voopter. Nele você cadastra até quatro datas diferentes e ele te avisa quando aparece a tarifa mais barata. Recentemente consegui comprar quatro passagens para Curitiba por R$ 100 cada. Isso mesmo que você leu, cada passagem saiu por 100 prata. Muito barato!

A monitoração do valor das passagens podem ser feitas por outros aplicativos ou sites como: Kayka, Momondo, Skyscanner, Wego, eDestinos, Decolar.com, Viaja Net, Flight Tonight (para voos baratos de emergência), entre outros.

Busque com o navegador anônimo

Outra coisa que sempre faço quando estou buscando por algo que quero comprar (qualquer coisa mesmo, independente de ser para viagem ou não) é procurar com um navegador anônimo. Quando você busca por um produto ou serviço com o navegador comum, os sites guardam os seus dados de navegação e quando você procura de novo pá: o preço tá maior.

Isso acontece pois quando você entra em um site, os robôs rasteiam os dados de cada visitante. E ao entrar no site novamente, os mesmos robôs sabem que não é a sua primeira vez naquele site e logo aumentam o preço. Às vezes o preço aumenta até durante a própria navegação. 

Por isso é tão importante procurar com o navegador anônimo, pois como o nome mesmo já dá ao entender, ele não deixa seus dados visíveis para estes robôs e daí você paga o preço mais barato.

Procure nos horários menos concorridos

Comprar uma passagem aérea na hora em que todo mundo está navegando na internet é aumentar as chances de pagar mais caro por elas. Logo, minha dica é procurar por passagens de madrugada. Nesse horário a maior parte dos mortais estão dormindo e logo os preços ficam mais baixos.

Alguns sites dizem que comprar a passagem aérea na terça-feira é mais barato. Bom, eu nunca consegui o preço mais em conta nesse dia, mas fica aí uma dica que você pode tentar. Já que tentar não custa nada, não é mesmo?

Dica extra: Além dos aplicativos que citei acima, use o Melhores Destinos. Ele mostra uma notificação a cada promoção de passagem aérea e você pode conseguir o seu bilhete para o lugar dos sonhos por um preço beeeem em conta. Acho que ele mais algum dos aplicativos citados anteriormente formam uma boa força tarefa na missão de encontrar passagens aéreas baratas.

Seguindo essas três dicas garanto que você conseguirá economizar! Aí é só aprontar as malas e viajar! 

 

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Beijos,

Kari.

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6 In Felicidade

Os dois lados de viajar: privilégio x prioridade

viajar

Leia ouvindo Ponto de Vista, do Casuarina

Que viajar é bom demais acho que todo mundo concorda. E o que não falta na internet são textos sobre como viajar é bacana, quais lugares você TEM que conhecer ou ainda histórias de pessoas que largaram tudo e foram dar a volta no mundo.

Por outo lado, há outros textos que tratam a viagem como um privilégio. Que pregam que viajar não é tão fácil assim e que quem viaja muito é até visto como esnobe.

Mas, qual dessas opiniões está correta?

Então… não chamo de corretas, mas de pontos de vista e explico.

Viajar é um privilégio 

Vou começar pelo lado “negativo” da coisa para chegar no positivo. Se considerarmos que a desigualdade mundial é enorme — segundo dados do Fórum Social Mundial,  desde 2015, apenas 1% da população global concentra em mãos mais riqueza que os 99% restantes — viajar é sim um privilégio. 

LEIA MAIS: Mas, e você vai sozinha?

Segundo dados do Fórum Social, a riqueza mundial está concentrada na mão de 1%

Segundo dados do Fórum Social, a riqueza mundial está concentrada na mão de 1%

 

Boa parte da população mundial passa por perrengues todos os dias e viajar para estas pessoas, infelizmente, não é uma opção. Afinal, alguém que não tem suas necessidades básicas atendidas não tá pensando em viajar, né? 

Para transformar o desejo de viajar viável para todos, primeiro precisamos fazer com que a pobreza e outras mazelas sociais sejam combatidas. E como mostra o estudo, ainda estamos bem distante disso. 

Mas, viajar também é questão de prioridade

Por outro lado, viajar atualmente é muito mais fácil do que era há alguns anos atrás. O acesso a internet nos abriu uma infinidade de portas, como descobrir promoções de passagens, de hospedagem, formas de trabalhar no exterior como voluntário, entre outras coisas.

Então, se você não está entre as pessoas que passam por perrengue para sobreviver e mesmo assim se pergunta porque não viaja mais, talvez seja hora de rever suas prioridades.

Ninguém é obrigado a viajar. Se você gosta de gastar seu dinheiro com roupas, maquiagem, comida e outras coisas, tudo bem. Agora, se você está querendo viajar mais e acredita que não tem dinheiro, comece a estudar seu orçamento e veja se você não tem dinheiro mesmo ou se gasta ele com coisas supérfluas. 

LEIA MAIS: ‘Não é preciso ser rico para viajar’ – Entrevista com Marianne Rangel, do blog Despachadas

Glossário do viajante: Entenda o significado de alguns termos

Como você gasta o seu dinheiro?

Como você gasta o seu dinheiro?

Quando a gente senta e analisa nosso orçamento vemos o quanto de dinheiro poderíamos tá aproveitando de uma maneira melhor. E eu, nem preciso dizer que sou daquelas que levantam a bandeira de que aproveitar o dinheiro com experiências é muito melhor do que com coisas.

Fica a reflexão…

Beijos,

Kari.

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