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Karilayn Areias

0 In Viagens

Tá pensando em viajar? Veja a lista das cidades brasileiras com passagens aéreas mais baratas durante a primavera

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A primavera é um ótimo período para viajar. A época é boa, pois apresenta temperaturas mais amenas, além de ainda estar em baixa temporada, o que significa preços mais baratos.

Nesta segunda-feira (11), a ViajaNet listou as dez capitais brasileiras que apresentam maior economia no valor médio das passagens aéreas. No topo do ranking está Curitiba com preços médios de R$ 356 no valor das passagens.

Recentemente, viajei para Curitiba pagando R$ 400 por quatro passagens aéreas. Clique aqui e confira as dicas deste destino.

Logo depois da capital paranaense, está Belo Horizonte, com valor médio de R$ 389, seguida por São Paulo, com valor médio de R$408.

Foram considerados no levantamento os meses de setembro a dezembro, a partir do dia 22/09 até o dia 21/12, com voos saindo de todos os aeroportos do Brasil.

Confira a lista completa:

Cidades  Custo médio de passagem
1. Curitiba R$356
2. Belo Horizonte R$389
3. São Paulo R$408
4. Campo Grande R$418
5. Vitória R$422
6. Goiânia R$444
7. Porto Alegre R$453
8. Brasília R$454
9. Florianópolis R$470
10. Rio de Janeiro R$500

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Beijos,

Kari.

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0 In Brasil/ Ilha de Marajó/ Pará

Onde se hospedar na Ilha de Marajó?

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Marajó é a maior ilha fluvial do mundo. Por conta da imensidão, isso pode fazer você ficar confuso na hora de escolher uma hospedagem. Quando fui para lá, escolhi ficar em Soure. E entre as opções de hospedagem optei por ficar na Pousada Aruanã.

Normalmente, quando escolho uma hospedagem opto pelas opções que juntem uma boa localização, um bom preço e conforto. Ou seja, o melhor custo benefício. 

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E na época em que fui, maio de 2016, a pousada Aruanã era a que mais reunia essas condições.

Antes de ir, estava com um pouco de receio. Não pela pousada, mas pelo fato de ser minha primeira grande viagem sozinha. Quando cheguei a Marajó, acabei tendo uma grata surpresa. A Pousada Aruanã fica muito perto do local de desembarque da lancha.

Claro que me preocupo com a localização, como disse antes, mas não imaginei que era tão perto. rs

As instalações

Na Aruanã reservei um quarto com cama de casal e uma de solteiro, um exagero para uma viajante solo, mas era o que tinha, rs. Além disso, a diária me dava direito a café da manhã. Paguei R$ 100 por dia e lá só aceitam dinheiro. 

As instalações da pousada são simples, mas confortáveis. E o quarto é dividido em três partes: uma parte com a cama, outro com um espaço vago e uma geladeira e o banheiro. Além disso, o quarto possuí ar-condicionado e TV. 

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Não repara a bagunça! Quarto da Pousada Aruanã

 

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Meu quarto ficava no segundo andar da pousada

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Vista da varanda do segundo andar

No café da manhã, há opção de sucos típicos da região, como taperebá e bacuri, queijo e manteiga de búfalo, bolo, pães e frutas. Tudo simples mais muito gostoso.

A Aruanã também tem piscina e sempre que voltava da praia, passava um tempo lá relaxando. 

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A única ressalva com a pousada é o Wi-fi, que não pega nos quartos :( Só funciona no primeiro piso.

Ah, um salve para o funcionário Val, que me recebeu quando cheguei e foi super atencioso. Me explicou tudo sobre Marajó e sobre a pousada. Obrigada pelas dicas e pela recepção Val! :)

Confira outros posts sobre o Pará:

Pará: diversidade cultural e riquezas do Norte do Brasil

Passeio de barco pela orla de Belém

O que fazer na Ilha de Marajó

Passeio na Fazenda Bom Jesus, na Ilha de Marajó

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Kari.

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0 In Paraná/ Viagens

Tour comida de boteco em Curitiba

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Uma coisa que gosto muito é boteco. Aquele clima descontraído, uma cerveja e jogar conversa fora. Tem coisa melhor? Por isso, quando estava buscando dicas do que fazer em Curitiba em dois dias fiquei feliz demais ao descobrir esse tour.

O Tour Comida de Boteco é organizado pela Carol Moreno, do blog Mochilão Trips. O passeio consiste em conhecer quatro bares em quatro horas, os ingressos custam R$ 50 por pessoa e você tem direito a um petisco em cada bar.

Como sou botequeira com orgulho, quando li sobre o tour pensei que quatro horas, que acabam virando mais, fossem pouco. Mas, me surpreendi com a qualidade dos lugares que conhecemos e de como essas horas renderam.

Além disso, a experiência de conhecer pessoas de outros lugares torna o passeio ainda mais enriquecedor. Para vocês terem noção, no dia em que fui (05/08) tinha gente de Pernambuco, São Paulo, Curitiba, nós do Rio e até um australiano. Sem dúvida um intercambio cultural regado a cerveja :)

Os passeios acontecem às quintas ou aos sábados e tem seis roteiros, alternados a cada semana, pelos bairros: São Francisco, Centro Histórico, Mercês, Centro, Batel e Itupava. Clique aqui e confira a agenda do tour. Ou seja, dá para repetir a dose e conhecer outros bares curitibanos a cada visita :)

Os bares que visitamos

Tasca Bar

Esse bar é inspirado em Portugal. Tem na sua decoração e no cardápio coisas que lembram a terrinha: como azulejos portugueses na parede e pastel de belém no menu. Experimentamos uns bolinhos de bacalhau e outro de carne de porco que estavam divinos. Vale pedir quando for lá!

A única coisa que não curti foi o quentão. Em Curitiba, eles misturam vinho com cachaça no quentão, e na minha opinião, não curti muito a mistura. Mas, antes de dizer que não gosta e ir pela opinião alheia fica a dica: experimente!

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A galera super animada

 

Serviço: Rua Coronel Dulcídio, 739, Loja 8 – Curitiba.

Ticano Pub Libre

O Ticano fica na mesma calçada do Tasca (Nossa, que longe! rs). Mas a temática é totalmente diferente. Nele, são vendidos comidas e bebidas mexicanas. E como não podia deixar de ser, a decoração do bar é inspirada nas lutas livres mexicanas. Um verdadeiro sucesso no México!

No Ticano experimentamos os nachos com chili de carne e feijão mexicano acompanhados dos molhos guacamole, sour cream e pico de gallo. Estavam simplesmente maravilhosos! 

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Os nachos maravilhosos

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Decoração do Ticano PUb Libre é inspirada no mundo das lutas livres

 

Serviço: Rua Coronel Dulcídio, 775 – Curitiba.

Abbey Road Pub

Esse foi o bar que mais gostei. O clima, as músicas, as comidas, a decoração. O ambiente é inspirado em pubs europeus e oferece ao cliente um clima mais roqueiro e alternativo.

Enquanto estava lá tocou Blink 182 no telão <3 Também gostei muito de um quadro que era uma mistura de Che Guevarra com John Lennon. Muito louco!

Sobre os petiscos, meu preferido foi o Sticks de Mozzarella. A Onion Rings empanadas, acompanhado de barbecue e molho especial da casa também são muito boas. 

Meu petisco favorito

Sticks de Mozzarella: meu petisco favorito

Fazendo a londrina, hahahaha

Fazendo a londrina, hahahaha

 

Serviço: Av. Vicente Machado, 759 – Centro, Curitiba.

Aurora Bar

O Aurora Bar é famoso pelos seus drinks. Porém, também tem comidas bem gostosas. Nele, eu e Léo dividimos um combo de 5 chotes. Além disso, também comemos a red potato (porção de batata rústica salpicada com páprica, acompanhada molho feito com cream cheese) e o bubble cheese (porção de cubinhos de queijo empanados, acompanhado de molho de pimenta jalapeño verde). 

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Serviço: Alameda Presidente Taunay, 312 – Batel, Curitiba.

 

No fim saí empanturrada de tanto comer e beber e muito feliz de ter vividos momentos tão especiais. Vale ou não vale a pena?

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Kari.

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2 In Paraná

Curitibando: Experimentei licor de merda!

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Não é mais um título sensacionalista desses que você vê pela web somente para alcançar cliques. É isso mesmo que você leu. Quando fui a Curitiba experimentei o licor de merda. 

Maaaaaaas, se engana quem pensa que o licor de merda é feito de fezes (cocô). E agora vou explicar para vocês do que é feito e por qual motivo a bebida tem esse nome, no mínimo, curioso.

Para começar, o licor ganhou esse nome por conta de um protesto. Isso mesmo! É uma sátira.

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Em 1970 Portugal vivia um momento conturbado. A insatisfação com o Estado Novo, em vigor desde 1933, aumentava a cada dia. Como forma de protestar contra a situação política pela qual Portugal estava passando, o comerciante Nuno Sérgio, da cidade de Cantanhede, inventou o Licor de Merda.

A ideia logo se espalhou e fez muito sucesso entre a população e inclusive entre políticos, como o ex-presidente português Mário Soares.

Depois do licor, surgiram outras receitas a base dessa bebida como a Mouse de Merda, Gelado de Merda e Caipimerda. 

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Mas, afinal do que é feito?

O Licor de Merda é feito à base de leite e também contém baunilha, cacau, canela, açúcar e citrinos.

Em Curitiba, experimentei a bebida em uma lojinha que fica em frente a Ópera de Arame, um dos pontos turísticos da capital paranaense. Porém, você também pode comprá-lo pela internet. 

Me acompanhe no Pinterest! 

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4 In Entrevistas/ Viagens

‘Ser uma senhora não está em oposição a desbravar o mundo’, diz Lilian Azevedo do blog Uma Senhora Viagem

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Desde junho venho entrevistando outros blogueiros de viagem. O intuito das entrevistas é trazer novas referências para você que acompanha o blog e mais inspiração, e dicas é claro, de viajantes mais experientes.

Na conversa de hoje, conversaremos com a Lilian Azevedo, autora do blog Uma Senhora Viagem. Nele, a Lilian compartilha relatos dos passeios e as viagens que faz para “inspirar pessoas, em especial àquelas que já passaram dos 50, a viajar”. Vem ver como foi nossa conversa! :)

1- Pra começar o bate-papo, tenho que falar que acho demais o fato de você ser uma senhora e mesmo assim desbravar o mundo. Foi difícil sair da zona de conforto ou viajar sempre fez parte da sua essência?

A minha história de viajante é a seguinte : Na minha infância e adolescência fiz pouquíssimas viagens, meus pais não tinham condições financeiras para isso. Viajei 2 vezes no carnaval para Jaú, interior de São Paulo, e 1 vez para Macaé, sempre para casa de familiares. Por volta dos 14 anos, viajei, algumas vezes, para Itaipava e Itatiaia na casa de amigas. Não sentia falta de viagens, pois viajar não fazia parte do meu universo.

Quando comecei a namorar meu marido, viajar passou a existir como mais um ótimo programa a ser feito por nós dois, além de ir à praia, ao cinema, ao teatro, ao restaurante e à casa de amigos. Meu marido sempre adorou passear pelo Rio e viajar, e eu, imediatamente, passei a curtir. Acampamos, algumas vezes, em Visconde de Mauá e em Arraial do Cabo, nos hospedamos em pousadas e em sítios de amigos, mas o que mais importava era viajar.

Casamos, logo vieram os filhos e continuamos a viajar acompanhados deles e só nós. Com eles fomos para variados destinos. Embora, déssemos preferência aos hotéis fazenda, também ficávamos em pousadas e hotéis. Nossas viagens eram de carro, por conta própria, com a ajuda de guias.

Penso que desbravar o mundo, viajar, conhecer novos lugares e culturas é algo destinado a pessoas, jovens e não jovens, que apreciam ou que desejam conhecer outros lugares e culturas.

Respondendo, então, à sua 1ª pergunta, viajar, para mim, não teve o significado de sair da zona de conforto pois eu não viajava pelas razões acima descritas. Também não foi algo que sempre tenha feito parte da minha essência. 

Na Espanha

Na Espanha

2 – O que você falaria para senhoras que querem viajar, mas tem medo?

O medo é uma emoção fundamental que serve para nos proteger. O que não podemos deixar é que o medo nos paralise. Eu diria pra quem quer viajar mas tem medo, que tente identificar o que causa o medo e, então, busque maneiras de resolver cada uma das coisas que desencadeiam essa emoção. Por exemplo, recentemente eu viajei sozinha para Aracaju e fiquei com medo de sair para jantar sem companhia e de não ter com quem dividir os passeios de buggy. Mas, meu medo não foi maior do que a vontade de viajar. Então, lá fui eu com medo mesmo. No 1º dia fiz um lanche bem no final da tarde e não saí para jantar e no dia do passeio de buggy deixei a timidez de lado, puxei assunto e fiz amizade com 2 senhoras que estavam na condução. Conclusão, tive companhia para o passeio e para jantar e passear nos demais dias.

3- Você imaginava que viraria uma senhora viajante ou se imaginava mais “tradicional”?

Minha 1ª viagem internacional fiz aos 38 anos e só então me dei conta de que o mundo é imenso, que queria conhecer muitos lugares, muitas culturas diferentes, que existem inúmeros tipos de viajantes e que eu poderia ser um deles. Viajo sempre com meu marido e nós somos viajantes simples: não gastamos muito e sempre organizamos nossas viagens por conta própria. Daí em diante, nos sentimos mais confiantes para viajar para fora do Brasil. Hoje, estou com 60 anos, continuo viajando e pensando em mais e mais viagens. Acho que serei sempre uma pessoa apaixonada por viajar.

4 – Dos destinos brasileiros, qual você mais indica para senhoras? E dos destinos internacionais?

Não acredito que exista algum destino nacional ou internacional mais indicado para senhoras. Tenho certeza que existem lugares lindos no Brasil e nos mais diferentes países que encantam quem gosta de viajar. Em qualquer destino tem atividades que são mais o seu perfil e tem outras que você não curte tanto. Na minha experiência já pude observar que tem coisas que eu não gosto e nunca gostei, mesmo quando era jovem. Por exemplo, sempre fui muito medrosa para saltar de paraquedas, voo livre, passeio de buggy com emoção, montanha russa.

Detesto essas atrações radicais, mas já fui à Disney 3 vezes e andei em vários brinquedos. A escolha do destino tem que atender a certos critérios, independente da idade. 

5 -Além de viajar, você também mantem um blog. Como faz para driblar as dificuldades de lidar com os aparatos tecnológicos?

Peço ajuda a outros blogueiros, procuro ajuda em vídeos no youtube e tenho uma professora de informática que me orienta e me ensina várias coisas. 

Com o marido em Cuzco, no Peru

Com o marido em Cuzco, no Peru

7- Qual site mais te ajuda na hora do planejamento das viagens?

Descobri blogs de viagem em 2009 e, desde então, só planejo minhas viagens consultando os blogs de viagem [ 90%], revistas de viagem e, às vezes, também compro guias de viagem. Adoro ler posts, mesmo quando não estou planejando viagem. Tem blogs que oferecem passo a passo, outros que dão dicas econômicas, outros que te inspiram pela forma poética como falam dos lugares visitados, enfim, tem blog para todos os gostos e necessidades.

8 – Como uma viajante experiente, tem alguma coisa que você não poderia deixar de falar?

É fundamental viajar com um seguro de saúde e com os medicamentos que você já está acostumado em caso de dor de cabeça, alergia, mal estar, gripe. Também é importante pesquisar a localização de sua hospedagem, para ter conhecimento sobre segurança.

Não levar mala pesada é outro cuidado. Importante anotar no idioma local o nome de estações de metrô, de cidades e comandos básicos para se comunicar. Organize a viagem de acordo com seu ritmo, mesmo que você esteja seguindo um ótimo roteiro de alguém que já foi para aquele destino.

9 – Seu destino predileto?

Tenho viajado para lugares muito legais e sempre procuro ver as coisas positivas da cidade que estou conhecendo. Mas, sempre tem cidades que te marcam de uma forma especial. No Brasil, amo Búzios, Gramado, Tiradentes, Paraty e Recife. Fora do país, adoro Buenos Aires, Santiago, São Francisco, San Diego, Miami e na Europa adoro qualquer cidade. Vale dizer que eu ainda não conheço muitos lugares, portanto essa lista pode mudar a qualquer momento. 

Em Buenos Aires

Em Buenos Aires

10 – Que recado daria para outras senhoras?

Viajar é construir um patrimônio pessoal, inesquecível e intransferível. Toda viagem acrescenta algo a vida. Você vai uma pessoa e volta outra. Fica tudo registrado na nossa memória e guardado em nosso coração. Venha comigo fazer uma senhora viagem!

**

Leia as outras entrevistas:

‘Não é preciso ser rico para viajar’ – Entrevista com Marianne Rangel, do blog Despachadas 

‘Viajar sozinha é uma oportunidade de aprendizado’ – Bate-papo com Mariana Bueno, do blog Mariana Viaja

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Kari.

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0 In O que fazer no Rio/ Trilhas

Trilha da Pedra do Pontal, no Recreio dos Bandeirantes

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Uma vista linda entre a praia do Recreio e a da Macumba. Assim defino o que é a recompensa de subir a trilha da Pedra do Pontal, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio. O percurso ficou famoso através de fotos nas redes sociais, assim como a Pedra do Telégrafo, e despertou a curiosidade das pessoas em tirar aquela foto bacana naquela vista incrível. 

Sobre a trilha em si, ela é bem rápida. São uns 30 minutos de subida no máximo e ela é considerada leve. Mas, é preciso vencer o medo de “escalar” uma pedra, e ter certa força no braço, para ter direito a recompensa.

Outra parte da trilha que achei chatinha foi a primeira pedra na subida. Ela é bem escorregadia por conta da areia da praia. Então, já fica a dica: vá com um calçado antiderrapante, de preferência daqueles apropriados para trilha mesmo.

Tirando essas duas partes, a trilha é bem tranquila. De resto é chegar lá em cima e aproveitar a natureza :)

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Dá para fazer sozinho?

Se você já está acostumado a trilhar dá para fazer sem o auxílio de guia tranquilamente. É uma pedra que você tem que subir. Não tem muita opção de caminho, então se perder é praticamente impossível. Só fique atento onde pisa e cuidado na hora de tirar fotos para não escorregar e cair.

Quanto a subida (e descida), já tem uma corda amarrada no local para os visitantes “escalarem” a pedra de chegada ao topo. Mas, se você tiver medo ou não tá acostumado a trilhar, aconselho ir com guia sim.

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Quando faço trilhas sozinha (sem amigos, namorado, etc), na maioria das vezes vou com o pessoal do Pé na Trilha RJ (e não, não é publicidade!). Para trilhas dentro do Rio de Janeiro eles costumam cobrar R$ 20 por pessoa.

Como Chegar

Você pode ir de carro ou de ônibus. Se for de carro, chegue cedo, pois o estacionamento é rotativo e quanto mais tarde, maiores são as chances de não ter vaga.

Se for de ônibus, a condução vai depender do seu ponto de partida. Se vier da Baixada ou Zona Norte você pode pegar uma condução até a Central do Brasil e de lá pegar o ônibus 315. Se vier da Zona Sul as opções são: 309, linha integrada 1 (antiga 314) e linha integrada 3 (antiga 548).

Você também pode pegar o BRT expresso e ir até a estação Recreio Shopping. De lá para pedra do Pontal é cerca de 12 minutos de carro. O que, na minha opinião, não vale tão a pena.

O que levar?

O que levamos em toda trilha, hehehe. Água, protetor solar, óculos escuros, algo leve (como frutas) para comer, câmera para tirar foto e ir com calçado confortável.

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Trilha da Pedra do Pontal

Onde: Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio

Nível: Leve

Tempo: Aproximadamente 30 min

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Kari.

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2 In Para mulheres/ Viagens

Desafio: Vai viajar sozinha? 10 curiosidades sobre minhas viagens

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Fui desafia pela Rayane Azevedo, do blog AzWanderlust, a responder dez perguntas sobre minhas viagens sozinha. Como adoro um desafio topei de cara e as respostas você confere abaixo.

Ah, o desafio foi elaborado pela Rayane e pela Mariana, do Mariana Viaja. Clique aqui e aqui para conferir as respostas dessas minas viajantes :)

E como não poderia deixar de ser, antes de começar a responder as minhas perguntas, desafio a Marcela Falco do blog Diário de Navegador a responder as 10 perguntas.

1 – Quando e onde foi sua primeira vez (de viagem solo, viu? rs)?

A primeira vez que viajei sozinha foi aos 16 anos para Saquarema. Não foi exatamente uma viagem solo, pois foi somente o trajeto de ida sozinha. Mas, pra mim, na época foi emocionante e angustiante ao mesmo tempo ter em mãos a responsabilidade de me virar completamente sozinha, mesmo que por algumas horas.

Depois disso, passear sozinha na minha própria cidade se tornou algo natural. Então, é super comum me ver pelo Rio conhecendo novos lugares na minha própria companhia. Agora, viagem viagem mesmo, a minha primeira solo foi em maio deste ano para Belém e Ilha de Marajó. Além do desafio de estar sozinha, também tive o desafio de não ser um destino tão desenvolvido e em que não é comum ter mulheres viajando sozinha. Foi desafiador e, por isso, acredito que voltei mais confiante.

LEIA MAIS: Dicas para planejar uma viagem sozinha

2 – Por que você foi sozinha: era uma vontade ou foi necessidade?

Necessidade. Queria muito curtir o Carnaval na região dos Lagos, mas só poderia ir depois do pessoal que estava na casa. Então, comprei a passagem e fui.

3 – Você costuma planejar ou é daquelas que arruma a mala e vai?

Gosto de planejar. Sou metódica demais pra me jogar sem o mínimo de planejamento. Mas, um dia desejo viajar assim, sem planos para ver como é a experiência.

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Na sequência: em Marajó, Belém, Niterói e no Centro do Rio

4 – Já passou algum perrengue desesperador por estar sozinha? E como deu a volta por cima?

Não e que bom que não! Mas, se acontecer volto aqui e mudo a resposta.

5 – Costuma ficar em albergue ou hotel? E prefere mala ou mochila?

Sobre o albergue ou hotel vai depender da localização, preço, etc. Agora, sobre mala ou mochila com toda certeza mochila. É mais prático e mais fácil de carregar e vigiar as coisas. Mala dá muito mais trabalho.

6 – O que deu muito errado? E o que deu muito certo?

Errado ainda nada. Agora certo todas as experiências e amigos que fiz no caminho. Além do autoconhecimento adquirido. Isso é uma coisa que ninguém me tira :)

7 – Já pegou carona ou se hospedou na casa de alguém?

Não. Prefiro os meios tradicionais, rs. Não tenho esse nível de desapego, mas admiro muito quem tem. Quanto a se hospedar na casa de alguém sozinha, acho que se eu reservar através de uma plataforma como Airbnb até tenho coragem. Agora, carona essa acho que tô fora mesmo! hehehe

LEIA MAIS: Mas, e você vai sozinha?

8 – Você acha que viajar sozinha é perigoso?

E que lugar não é perigoso? O mundo como todo é perigoso. Por isso, não acho que essa resposta seja uma justificativa para não viajar sozinha. Acho que viajar sozinha traz mais vantagens do que desvantagens. Agora, é claro que sempre tomamos alguns cuidados, como não dar mole com os pertences, sempre nos comunicar com nossos amigos e familiares, compartilhar a localização, não exagerar no álcool…

9 – Tem filho, namorado, marido, cachorro papagaio? Como conciliar isso com as viagens solo?

Namoro, mas não acho que isso seja impedimento para ter um momento meu. Temos tempo para nós, para nós com nossos familiares, para nós com nossos amigos e para cada um ficar sozinho também. E nesse tempo sozinha porque não viajar? Acho isso super saudável pro relacionamento, afinal ninguém precisa esquecer sua individualidade só porque está namorando.

10 – O que não pode faltar na sua bagagem?

Roupas confortáveis e versáteis. Viajando, sozinha ou não, só tem eu para carregar a minha bagagem logo levar muito peso, já que sou eu que vou ter que carregar, está fora de cogitação. Apesar de não ser fácil levar pouca coisa, posso dizer, com certo orgulhinho, que tenho conseguido :)

BONUS: Inspire mais mulheres a viajarem sozinhas! Em três palavras, o que é viajar sozinha para você?

Viajar sozinha é ter mais liberdade para fazer as coisas na hora que quiser e se quiser. O que significa ser mais independente também. Além de melhorar o conhecimento sobre nós mesmos. É um mergulho em si próprio.

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Kari.

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4 In Fotografia/ Rio de Janeiro

Fotógrafo de viagens: Por que contratar um?

Menina na escadaria Selarón, no Rio de Janeiro

Tira selfie. Saiu ruim. Tira de novo. Huuum, ainda não tá boa. Pega o tripé. Jesus não consigo fazer isso sozinha. Olha para as pessoas em sua volta e pensa: “Pra quem eu vou pedir?”. Ah, já sei, aquele senhor tem cara de que bate foto bem. Vai lá, pede. O senhor tira a foto. Puts, saiu ruim. Fica chato pedir de novo? Sorri. Fica sem graça. Pede para outra pessoa. Dessa vez pegam mais chão do que você. Tenta duas, três, quatro. Desiste e vai pra casa.

Quem nunca passou pela situação acima que poste a primeira selfie? hahaha Tirar foto pode parecer tarefa simples, mas exige uma certa dedicação e vai muito além do que apertar um botão, como muitos pensam.

LEIA MAIS: As melhores fotos com a hashtag #KariDesbrava #3

E tirar fotos quando estamos passeando/viajando sozinha não é tarefa fácil mesmo. Claro que existe artimanhas para se tentar alcançar a foto perfeita. Mas, ouso dizer que NADA, nada mesmo, se compara a um fotógrafo de verdade. 

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Nos Arcos da Lapa

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Por isso que nem pestanejei ao aceitar o convite da Lu Mattos para um ensaio fotográfico. A Lu é fotógrafa de viagens e deixa o registro de momentos especiais ainda mais bonitos.

No Brasil, essa modalidade de fotografia ainda não é tão comum quanto lá fora. Porém, é um mercado que está cada vez mais ganhando adeptos. E ao contrário do que você possa estar pensando não custa seus rins, rs.

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Com a tradicional plaquinha do Circo

O ensaio

A Lu é um verdadeiro amorzinho. Te deixa super a vontade. Normalmente, estou do outro lado: relatando o outro, fotografando o outro, e não sendo retratada. Sabendo disso, imaginei que ia ficar muito tensa e que não ia rolar nada. Falei com a Lu que até pensei em desistir do ensaio. Ainda bem que não dei pra trás.

No início ficar tensa é natural. Mas, depois relaxei e o ensaio fluiu. O resultado é esse aí que compartilho com vocês. E assim como eu curti, espero que vocês gostem :) 

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Na Rua do Lavradio

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LEIA MAIS: Sete perfis sobre o Rio de Janeiro para seguir no Instagram

Como contratar

Você pode entrar em contato coma Lu através dos seguintes meios:

Celular: (21) 99458-5508
E-mail: lumattosfotos@gmail.com
Site: www.lumattos.com.br
Redes sociais: facebook.com/lumattosfotos | @lumattosfotos

Como não curto quando não me falam o preço das coisas, já que gosto de programar como gastarei o meu dinheiro e quero saber se determinado gasto cabe ou não no meu orçamento, pedi para Lu me passar quanto custa um ensaio. Por isso, segue abaixo a tabela de preços referentes a agosto de 2017: 

pagamentos-ensaio

 

Bom, como vocês podem ver, o valor não é estratosférico. E uma foto bem tirada de momentos especiais não tem preço! 😉

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Beijos,

Kari.

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0 In O que comer no Rio/ Rio de Janeiro

Cachorro-quente tradicional e vegano em Botafogo

cachorro-quente-yolo

Comer está entre as coisas mais maravilhosas desse mundo. E quando se trata de cachorro-quente então… quem não gosta? Recentemente conheci a YOLO, que entre as filiais possui uma loja em Botafogo, na Zona Sul do Rio. A especialidade da casa é justamente o que… adivinha? CACHORRO-QUENTE, é claro!

LEIA MAIS: Vista de cair o queixo no Vidigal

Eles vendem tanto cachorro-quente tradicional quanto o vegano. Como não sou muito chegada em coisas veganas experimentei o tradicional Fera (Salsicha viena, cheddar e ketchup bacon / R$20) com cebola frita e pão australiano, este último ingrediente novidade no cardápio da casa.

cachorro-quente-batata-yolo

Cachorro-quente Fera, placa com a ideologia da Yolo e o Currywurs, que contém salsichão de vitela com ketchup de bacon, curry e páprica

 

Por falar em novidade, a Yolo de Botafogo reabriu faz pouco tempo com um espaço mais aconchegante. O local que antes tinha a proposta de um “drive-thru humano”, agora, ganhou duas mesas comunitárias, além de um balcão com noves lugares e muito rock and roll de música ambiente. Ideal para bater um papo com os amigos. :)

Voltando as comidas, também experimentei batatas artesanais (R$10 – R$15) e nachos (R$6) com os molhos da casa que são: molho de gorgonzola, cheddar, ailoli, maionese de sriracha, pesto de coentro e katchup de bacon. Ah, um salve especial para o de ketchup com bacon que é SACANAGEM de tão gostoso!

batata-molhos-yolo

As batatas com quatro dos seis molhos oferecidos pela casa. Destaque para o ketchup com bacon

 

Outro prato que curti bastante foi o Currywurs, que contém salsichão de vitela com ketchup de bacon, curry e páprica. Ele é meio apimentado, mas como curto alimentos picantes, gostei desse prato. Aliás, esse prato estará no Rio Gastronomia 2017, que rola nesse fim de semana no Pier Mauá.

De bebida, pedi o chopp Pilsen (R$8 – 300 ml e R$12 – 500ml). Mas, quem quiser pode experimentar o de trigo (Weiss, R$10 – 300 ml e R$ 14 – 500ml).

LEIA MAIS: Café da manhã na Lagoa Rodrigo de Freitas por R$ 35

Ah, e se você é amante de uma sobremesa, eles vendem brownie (tradicional e vegano). E se tiver com preguiça de ir até lá, eles atendem através dos aplicativos IFood e SpoonRocket. Show demais!

Curiosidades sobre a YOLO

– O nome YOLO veio das iniciais da expressão “you only live once”, que em português significa “você só vive uma vez”. Interessante, né?

– Em 2016, a Veja Rio elegeu a Yolo como o lugar com um dos melhores cachorros-quentes da cidade no concurso Comer & Beber;

– Para os amantes de comida vegana, a casa conta com salsicha, feita de aipim com soja, e pães veganos;

– Os cachorros- quentes são chamados carinhosamente de monstros;

Serviço
Endereço:
R. Mena Barreto, 100 – Botafogo. Telefone: (21)(21) 4128-4042. Terça, quarta e quinta das 12h à 0h; sexta das 12h às 2h; sábado das 19h às 2h. Domingo e segunda, fechado.

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yolo-cachorro-quente

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Beijos,

Kari.

*Fui convidada para conhecer a Yolo pela Lupa Comunicação. Apesar do convite, esse texto reflete mesmo minha opinião. 

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0 In Belém/ Viagens

O que conhecer em Belém do Pará

Mercado Ver-o-peso em Belém, no Pará

Belém, no Pará, é uma cidade encantadora. Com uma variedade cultural grande, há muitos encantos para se conhecer na capital paraense. Criada para ser a capital do Império, Belém tem um ar bucólico. Nos pontos turísticos da cidade é possível “respirar história” e facilmente imaginar como era a Belém de outros tempos.

Sobre as questões práticas, é uma cidade pequena. Logo você conhece os principiais pontos turísticos em três dias no máximo. Então, se quiser passar mais tempo no Pará aproveite para ir as Ilhas mais próximas da capital como Algodoal e Salinas ou estique até outras maravilhosas paisagens como as da Ilha de Marajó ou Alter do Chão. 

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Roteiro de três dias em Belém

Mercado Ver-o-peso

Comece o dia pelo mercado Ver-o-peso. Lá você vai encontrar iguarias como o peixe frito com o açaí, além de ver as mais variadas especiarias típicas do Norte. Lá também encontramos a barraquinha das rezadeiras com os mais variados tipo de banho.

Ps: Furtos em Belém, principalmente no Ver-o-peso são bens comuns. Por isso, compartilho aqui a dica de que ouvi de vários moradores: não ande exibindo seus pertences (celulares, cordão, relógios, etc) e se tiver com bolsa mantenha ela para frente, além de andar sempre atento.

Forte Feliz Lusitânia e Casa das Sete Janelas

Saindo do Ver-o-peso caminhe até o Forte das Feliz Lusitânia e a Casa das Sete Janelas. O local é bem conservado e ambos possuem um vista privilegiada do Rio Guamá.

Forte Feliz Lusitânia

Estação das Docas

Esse foi um dos cantinhos que mais gostei em Belém. Reformada em 2000, a estação das Docas virou uma espécie de grande louge com restaurantes e lojinhas. Quando for lá não deixe de experimentar os sorvetes da Cairu. Experimentei os sabores: açaí, tapioca, castanha do Pará e murici e olha são todos maravilhosos.

Estação das Docas  Estação das Docas

Estação das Docas

No fim do dia, aproveite e faça o passeio de barco pelo Rio Guamá com a Valverde Turismo. Nesse post conto essa maravilhosa experiência. Ao retornar a estação das docas, prove uma cervejinha na Amazon Beer.

Segundo Dia

Museu Emílio Goeldi, Basílica de Nossa Senhora de Nazaré e Theatro da Paz

O segundo dia pode começar por um passeio no Museu Emílio Goeldi. Nele você confere uma exposição e no fim um tem um zoológico com diversas espécies como onça, arara azul, guarás, etc. La dentro também tem um aquário, mas quando fui estava fechado.

Museu Emílio Goeldi

Museu Emílio Goeldi

Algumas quadras depois na mesma calçada que o museu está a Basílica de Nossa Senhora do Nazaré. Com estilo neoclássico, a igreja sedia em outubro o Círio de Nazaré, que arrasta mais de dois milhões de fiéis pelas ruas de Belém.

Depois siga para o Teatro da Paz e faça uma visita guiada. No passeio é possível entender o quão rica Belém era no Ciclo da Borracha e por qual motivo tanta prosperidade não durou depois desse período. 

Theatro da Paz

Theatro da Paz

Terceiro Dia

Mangal das Garças

Comece o dia almoçando no restaurante do Mangal das Garças, que é muito bem avaliado, e depois faça o passeio pelo local. No Mangal você pode conhecer um aviário e um borboletario, além de observar os animais se alimentando.

Uma curiosidade sobre o Mangal: os animais foram tirados do habit natural pelo homem e seriam destinados para o tráfico de animais. Entretanto, os bichos foram recapturados em apreensões do Ibama e hoje ele vivem no Mangal por ainda não conseguirem se adaptar a natureza, estando mais vulneráveis aos predadores.

Mangal das Garças

Mangal das Garças

Na minha viagem fiquei três dias em Belém e quatro dias em Soure, na Iha de Marajó. Confira mais dicas sobre o Pará:

Pará: diversidade cultural e riquezas do Norte do Brasil

Passeio de barco em Belém do Pará

O que fazer na Ilha de Marajó

Passeio na Fazenda Bom Jesus, na Ilha de Marajó

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