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Karilayn Areias

0 In Viagens

Especial Dia das Crianças: blogueiros contam suas histórias de viagens quando eram menores

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Nesse Dia das Crianças convidei alguns blogueiros para compartilhar conosco suas memórias de viagens e passeios na época da infância. A ideia era que eles nos mostrassem como o espírito viajante começou na vida de cada um.  

Os relatos foram compartilhados no Instagram do blog nessa última semana e agora, como prometido, estão todos reunidos neste post. Divirtam-se!  

“A primeira viagem internacional que fiz foi pra Disney da Flórida, quando tinha 11 anos! Meu pai levou a mim e minha irmã, que tinha 9 anos. Não fomos em excursão, pois meu pai preferia assim. Ele nos mostrou tudo e foi mágico. Na época só existia o Magic Kingdom, inaugurado há apenas 4 anos! Até hoje, “burra velha” que sou, amo Disney e, se pudesse, iria todos os anos!” 

Tina Wells, Londres Pra Você 

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“Sou mineira e tinha uns 10/11 anos quando conheci o mar, em Marataízes, no Espírito Santo. Foi minha primeira viagem. Saímos de madrugada, várias pessoas da família, em um ônibus alugado. Eu e minha irmã éramos as únicas crianças e lembro de alguns momentos, como nossas brincadeiras na praia, tomar sorvete e catar conchinhas com nossa avó… Essa é a única foto que tenho. Mas as lembranças ficam para sempre!” 

Mariana Bueno, do Mariana Viaja

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‘”Essa foto foi tirada na Praia de Grussaí, município de São João da Barra, litoral norte Fluminense, bem perto de  Campos dos Goytacazes, onde meus pais nasceram e onde mora grande parte da minha família. Todas as minhas férias de criança foram passadas lá! Eu esperava ansiosamente por esse momento, quando encontrava meus primos, ia pra praia de buggy e me lambuzava de picolé de amendoim. Saudades desse tempo!”

Marianne Rangel, do Despachadas 

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“Bem diferente das viagens que fizemos nos dias de hoje com meu filho, as viagens da minha infância eram bem mais modestas, mas nem por isso menos divertidas. Nossas viagens sempre foram de carro, para a serra gaúcha ou litoral do sul do país, mas em 1988 meus pais tiveram a grande ideia de nos levarem para andar de avião nas férias de julho. Andar de avião, era um evento, e era caro. Para ser viável economicamente (eramos 3 filhas) optaram em ir de avião na ida e voltar de ônibus. A viagem foi um marco nas nossas vidas. Lembro da preparação antes da viagem, com roupas novas feitas em costureira. Voamos de Varig e eu passei mal durante o voo, pois tinha um senhor fumando na poltrona atrás de mim.  Outro detalhe  inesquecível foi o serviço de bordo. Era uma maletinha plástica cheia de repartições com lanchinhos. Óbvio que não comi nada e levei a maleta a tira colo, que rendeu muitas brincadeiras de viagem de avião em casa.” 

Francine, do Viagens que Sonhamos 

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“Em 1995 fomos de férias em família pra Disney. Eu e meu pai fomos até na entrada da torre do terror e na hora de entrar no brinquedo, ficamos com medo e desistimos. Daí resolvemos fazer a foto dos medrosos. Nessa viagem além disso aconteceram duas coisas bem estilo “férias frustradas”…  Na nossa primeira noite em Miami assaltaram nosso carro e roubaram todas as malas com roupas sujas e compras da Disney, no outro dias um furacão chegou em Miami e nos obrigou a evacuar o hotel em Miami Beach e voltar pra Orlando! Pelo menos consegui recomprar alguns brinquedos que me roubaram!”

Natalia Zendron, do Passaporte Aberto 

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“Essa foto retrata a primeira vez que fui no Cristo Redentor, uma das seta maravilhas do mundo! Lembro que minha tia levou eu e meus avós para conhecer “Jesus Cristinho”,  como eu chamava o monumento quando era criança. Desse dia ficaram as boas lembranças e a eterna vontade de desbravar o Rio e o mundo!”

Karilayn Areias, Kari Desbrava

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As memórias da infância são muito doces e bacanas de recordar. Foi um prazer fazer essa série! E mais uma vez, obrigada a todos que toparam participar.

>E você, tem alguma história que gostaria de recordar? Me conta nos comentários! Que vou adorar descobrir. :)

***

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Beijos,

Kari.

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0 In Rio Grande do Sul/ Viagens

Ônibus panorâmico: passeando com a linha de turismo em Porto Alegre

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Sabe quando você tem pouco tempo para aproveitar um destino? Então, esse foi meu caso quando conheci Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul. Fui a Poa para fazer um curso e só tinha o domingo para conhecer a cidade. Com apenas um dia para turistar, decidi que ia passear no ônibus panorâmico da linha de turismo.

O passeio com Linha de Turismo de Porto Alegre é feito em um ônibus de dois andares, sendo o segundo andar aberto. Existem dois tipos de roteiro: o pelo Centro Histórico e pela Zona Sul da cidade. Após pesquisar bastante e ouvir muitos elogios, optei por fazer o roteiro do Centro Histórico. 

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O passeio

O passeio é realizado de terça a domingo e tem duração de aproximadamente duas horas. De terça a sexta, o valor do ingresso é de R$ 25. Já no fim de semana o valor da entrada custa R$30. As entradas só podem ser compradas em pontos específicos e não são vendidas dentro do ônibus.

O tour não é adiado por conta da chuva. Mas, fatores como chuva e trânsito podem fazer o passeio durar mais.

Durante o percurso, você vai observando a paisagem e ouvindo uma gravação sobre a história da cidade.

Para quem quiser ir no segundo andar, algumas dicas:

– Vá com o cabelo preso: com o ônibus em movimento fica difícil prestar atenção na gravação, tirar fotos, segurar o cabelo…

– Não esqueça do protetor solar! Como o ônibus é aberto, vale reforçar a proteção.

– Apesar de na descrição do passeio falar que é obrigatório usar o cinto no segundo andar, não fomos orientados a usá-lo. E nem achei que o cinto estava em bom estado para isso. Logo, atenção quando o ônibus fizer as curvas. 

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A Rua Gonçalo de Carvalho, no bairro da Independência, já foi eleita a ‘Rua Mais Bonita do Mundo’ e virou ponto turístico da cidade

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Mercado Público de Porto Alegre Foto: Ana Paula Castro

Horários e pontos de parada

Os ônibus saem de hora em hora, de 9h às 16h. O embarque e desembarque é ilimitado durante o período de um dia. Mas, vale ressaltar que se você entrar no último horário não conseguirá fazer o passeio completo e nem desembarcar no ponto inicial.

Abaixo a lista de horários e dos pontos de venda:

Saídas de Terças a Domingos

– Terminal da Linha Turismo
9h / 10h / 11h / 12h/ 13h / 14h / 15h / 16h.
Travessa do Carmo, 84 – Cidade Baixa

– Parque da Redenção (Farroupilha)
9h05 / 10h05 / 11h05 / 12h05 / 13h05 / 14h05 / 15h05* / 16h05*
Av. Osvaldo Aranha, em frente ao Parquinho da Redenção – Farroupilha

– Parque Moinhos de Vento (Parcão)
9h20 / 10h20 / 11h20 / 12h20 / 13h20 / 14h20/ 15h20* / 16h20*
Rua 24 de Outubro, em frente a Rua Comendador Caminha – Moinhos de Vento

– Mercado Público
9h55 / 10h55 / 11h55 / 12h55 / 13h55 / 14h55/ 15h55* / 16h55*.
Largo Glênio Peres, em frente ao Centro de Informações Turística – Centro Histórico

– Usina do Gasômetro
10h05 / 11h05 / 12h05 / 13h05 / 14h05 / 15h05 / 16h05* / 17h05*

– Barra Shopping Sul
10h15 / 11h15/ 12h15 / 13h15 / 14h15 / 15h15 / 16h15 / 17h15*
AV. Diário de Notícias, 400 – Cristal

Pontos de venda:

Ingresso só pode ser comprado em pontos de venda específicos

Ingresso só pode ser comprado em pontos de venda específicos

– Secretaria Municipal de Turismo: Travessa do Carmo, 84 – Bairro Cidade Baixa
De 3ª f a domingos, das 8h30 às 16h

– CIT Mercado
Largo Glênio Peres, s/n° – Sala 99 de terças a sábados das 9h às 17h

– Chalé da Praça XV
Praça XV de Novembro, nº 1 – Domingos e feriados.

– Brick Hostel
Rua Cabral, nº 217.

– Solar 63 Hostel
Rua Octávio Corrêa, 63 – Bairro Cidade Baixa

Gratuidades e descontos

Não pagam o passeio:

– Guias de Turismo.

– Professores acompanhando grupos: a cada 20 alunos 1 cortesia.

– Crianças até 2 anos.

Tem direito a 50% de desconto:

– Maiores de 60 anos, mediantes apresentação de documento com foto, data/ano de nascimento.

– Pessoa com deficiência, mediante apresentação de carteira específica e desconto também para 1 acompanhante.

– Servidores públicos de Porto Alegre, mediante apresentação de crachá.

– Estudantes, mediante apresentação de carteira de identidade estudantil com foto, com validade até 31 de março do ano subsequente da data de expedição.

– Professores que exercem a profissão. Neste caso servem como documentos comprobatórios: contra-cheque atualizado, desde que conste o cargo de professor no mesmo e carteira de professor atualizada, com fotografia e em bom estado de conservação.

– Crianças de 2 a 12 anos.

* Os dados foram tirados do site Portoalegre.travel

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Kari.

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0 In Passeios/ Rio de Janeiro

A experiência de curtir o Rock In Rio

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Gente animada, bonita, bem arrumada. Para todo canto que se olha, algo para fazer: desde shows simultâneos até atividades que vão de penteados a games. Como não deixar a euforia tomar conta?

Era possível ver no rosto das pessoas a alegria de estar ali seja por qual motivo for. Podia ser para ver a banda favorita, para encontrar com os amigos, para ostentar nas redes sociais. Não importava. O clima era de alegria, independente de como estava o mundo lá fora.

Aaaaah, e quem dera o mundo lá fora pegasse pelo menos metade daquela energia positiva. C-O-N-T-A-G-I-A-N-T-E!!!

LEIA MAIS: passeando pela Zona Portuária: AquaRio e Bar Imaculada
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Foi a energia da diversidade, do rock, mas também do pop, do samba, do metal, do rap, da música brasileira, da internacional… E do protesto também. Do protesto pela preservação da amazônia, pelo basta na corrupção, por um governo mais justo. E quem disse que em festival não dá para protestar?

Foram risos, gritos, choros (de emoção, porque não?), fotos, muitas fotos, encontros com famosos, com amigos recentes, com amigos antigos, com o namorado, em família, sozinho. O importante é que os momentos bons ficarão na memória.

LEIA MAIS: trilha da Pedra do Pontal, no Recreio dos Bandeirantes
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E peço desculpas a 2018… Mas, esperamos que 2019 chegue logo :)

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Kari.

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0 In Viagens

Tá pensando em viajar? Veja a lista das cidades brasileiras com passagens aéreas mais baratas durante a primavera

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A primavera é um ótimo período para viajar. A época é boa, pois apresenta temperaturas mais amenas, além de ainda estar em baixa temporada, o que significa preços mais baratos.

Nesta segunda-feira (11), a ViajaNet listou as dez capitais brasileiras que apresentam maior economia no valor médio das passagens aéreas. No topo do ranking está Curitiba com preços médios de R$ 356 no valor das passagens.

Recentemente, viajei para Curitiba pagando R$ 400 por quatro passagens aéreas. Clique aqui e confira as dicas deste destino.

Logo depois da capital paranaense, está Belo Horizonte, com valor médio de R$ 389, seguida por São Paulo, com valor médio de R$408.

Foram considerados no levantamento os meses de setembro a dezembro, a partir do dia 22/09 até o dia 21/12, com voos saindo de todos os aeroportos do Brasil.

Confira a lista completa:

Cidades  Custo médio de passagem
1. Curitiba R$356
2. Belo Horizonte R$389
3. São Paulo R$408
4. Campo Grande R$418
5. Vitória R$422
6. Goiânia R$444
7. Porto Alegre R$453
8. Brasília R$454
9. Florianópolis R$470
10. Rio de Janeiro R$500

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Kari.

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0 In Brasil/ Ilha de Marajó/ Pará

Onde se hospedar na Ilha de Marajó?

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Marajó é a maior ilha fluvial do mundo. Por conta da imensidão, isso pode fazer você ficar confuso na hora de escolher uma hospedagem. Quando fui para lá, escolhi ficar em Soure. E entre as opções de hospedagem optei por ficar na Pousada Aruanã.

Normalmente, quando escolho uma hospedagem opto pelas opções que juntem uma boa localização, um bom preço e conforto. Ou seja, o melhor custo benefício. 

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E na época em que fui, maio de 2016, a pousada Aruanã era a que mais reunia essas condições.

Antes de ir, estava com um pouco de receio. Não pela pousada, mas pelo fato de ser minha primeira grande viagem sozinha. Quando cheguei a Marajó, acabei tendo uma grata surpresa. A Pousada Aruanã fica muito perto do local de desembarque da lancha.

Claro que me preocupo com a localização, como disse antes, mas não imaginei que era tão perto. rs

As instalações

Na Aruanã reservei um quarto com cama de casal e uma de solteiro, um exagero para uma viajante solo, mas era o que tinha, rs. Além disso, a diária me dava direito a café da manhã. Paguei R$ 100 por dia e lá só aceitam dinheiro. 

As instalações da pousada são simples, mas confortáveis. E o quarto é dividido em três partes: uma parte com a cama, outro com um espaço vago e uma geladeira e o banheiro. Além disso, o quarto possuí ar-condicionado e TV. 

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Não repara a bagunça! Quarto da Pousada Aruanã

 

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Meu quarto ficava no segundo andar da pousada

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Vista da varanda do segundo andar

No café da manhã, há opção de sucos típicos da região, como taperebá e bacuri, queijo e manteiga de búfalo, bolo, pães e frutas. Tudo simples mais muito gostoso.

A Aruanã também tem piscina e sempre que voltava da praia, passava um tempo lá relaxando. 

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A única ressalva com a pousada é o Wi-fi, que não pega nos quartos :( Só funciona no primeiro piso.

Ah, um salve para o funcionário Val, que me recebeu quando cheguei e foi super atencioso. Me explicou tudo sobre Marajó e sobre a pousada. Obrigada pelas dicas e pela recepção Val! :)

Confira outros posts sobre o Pará:

Pará: diversidade cultural e riquezas do Norte do Brasil

Passeio de barco pela orla de Belém

O que fazer na Ilha de Marajó

Passeio na Fazenda Bom Jesus, na Ilha de Marajó

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Kari.

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0 In Paraná/ Viagens

Tour comida de boteco em Curitiba

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Uma coisa que gosto muito é boteco. Aquele clima descontraído, uma cerveja e jogar conversa fora. Tem coisa melhor? Por isso, quando estava buscando dicas do que fazer em Curitiba em dois dias fiquei feliz demais ao descobrir esse tour.

O Tour Comida de Boteco é organizado pela Carol Moreno, do blog Mochilão Trips. O passeio consiste em conhecer quatro bares em quatro horas, os ingressos custam R$ 50 por pessoa e você tem direito a um petisco em cada bar.

Como sou botequeira com orgulho, quando li sobre o tour pensei que quatro horas, que acabam virando mais, fossem pouco. Mas, me surpreendi com a qualidade dos lugares que conhecemos e de como essas horas renderam.

Além disso, a experiência de conhecer pessoas de outros lugares torna o passeio ainda mais enriquecedor. Para vocês terem noção, no dia em que fui (05/08) tinha gente de Pernambuco, São Paulo, Curitiba, nós do Rio e até um australiano. Sem dúvida um intercambio cultural regado a cerveja :)

Os passeios acontecem às quintas ou aos sábados e tem seis roteiros, alternados a cada semana, pelos bairros: São Francisco, Centro Histórico, Mercês, Centro, Batel e Itupava. Clique aqui e confira a agenda do tour. Ou seja, dá para repetir a dose e conhecer outros bares curitibanos a cada visita :)

Os bares que visitamos

Tasca Bar

Esse bar é inspirado em Portugal. Tem na sua decoração e no cardápio coisas que lembram a terrinha: como azulejos portugueses na parede e pastel de belém no menu. Experimentamos uns bolinhos de bacalhau e outro de carne de porco que estavam divinos. Vale pedir quando for lá!

A única coisa que não curti foi o quentão. Em Curitiba, eles misturam vinho com cachaça no quentão, e na minha opinião, não curti muito a mistura. Mas, antes de dizer que não gosta e ir pela opinião alheia fica a dica: experimente!

tasca-bar

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A galera super animada

 

Serviço: Rua Coronel Dulcídio, 739, Loja 8 – Curitiba.

Ticano Pub Libre

O Ticano fica na mesma calçada do Tasca (Nossa, que longe! rs). Mas a temática é totalmente diferente. Nele, são vendidos comidas e bebidas mexicanas. E como não podia deixar de ser, a decoração do bar é inspirada nas lutas livres mexicanas. Um verdadeiro sucesso no México!

No Ticano experimentamos os nachos com chili de carne e feijão mexicano acompanhados dos molhos guacamole, sour cream e pico de gallo. Estavam simplesmente maravilhosos! 

Ticano-Pub-Libre-3

Os nachos maravilhosos

Ticano-Pub-Libre

Decoração do Ticano PUb Libre é inspirada no mundo das lutas livres

 

Serviço: Rua Coronel Dulcídio, 775 – Curitiba.

Abbey Road Pub

Esse foi o bar que mais gostei. O clima, as músicas, as comidas, a decoração. O ambiente é inspirado em pubs europeus e oferece ao cliente um clima mais roqueiro e alternativo.

Enquanto estava lá tocou Blink 182 no telão <3 Também gostei muito de um quadro que era uma mistura de Che Guevarra com John Lennon. Muito louco!

Sobre os petiscos, meu preferido foi o Sticks de Mozzarella. A Onion Rings empanadas, acompanhado de barbecue e molho especial da casa também são muito boas. 

Meu petisco favorito

Sticks de Mozzarella: meu petisco favorito

Fazendo a londrina, hahahaha

Fazendo a londrina, hahahaha

 

Serviço: Av. Vicente Machado, 759 – Centro, Curitiba.

Aurora Bar

O Aurora Bar é famoso pelos seus drinks. Porém, também tem comidas bem gostosas. Nele, eu e Léo dividimos um combo de 5 chotes. Além disso, também comemos a red potato (porção de batata rústica salpicada com páprica, acompanhada molho feito com cream cheese) e o bubble cheese (porção de cubinhos de queijo empanados, acompanhado de molho de pimenta jalapeño verde). 

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Serviço: Alameda Presidente Taunay, 312 – Batel, Curitiba.

 

No fim saí empanturrada de tanto comer e beber e muito feliz de ter vividos momentos tão especiais. Vale ou não vale a pena?

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2 In Paraná

Curitibando: Experimentei licor de merda!

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Não é mais um título sensacionalista desses que você vê pela web somente para alcançar cliques. É isso mesmo que você leu. Quando fui a Curitiba experimentei o licor de merda. 

Maaaaaaas, se engana quem pensa que o licor de merda é feito de fezes (cocô). E agora vou explicar para vocês do que é feito e por qual motivo a bebida tem esse nome, no mínimo, curioso.

Para começar, o licor ganhou esse nome por conta de um protesto. Isso mesmo! É uma sátira.

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Em 1970 Portugal vivia um momento conturbado. A insatisfação com o Estado Novo, em vigor desde 1933, aumentava a cada dia. Como forma de protestar contra a situação política pela qual Portugal estava passando, o comerciante Nuno Sérgio, da cidade de Cantanhede, inventou o Licor de Merda.

A ideia logo se espalhou e fez muito sucesso entre a população e inclusive entre políticos, como o ex-presidente português Mário Soares.

Depois do licor, surgiram outras receitas a base dessa bebida como a Mouse de Merda, Gelado de Merda e Caipimerda. 

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Mas, afinal do que é feito?

O Licor de Merda é feito à base de leite e também contém baunilha, cacau, canela, açúcar e citrinos.

Em Curitiba, experimentei a bebida em uma lojinha que fica em frente a Ópera de Arame, um dos pontos turísticos da capital paranaense. Porém, você também pode comprá-lo pela internet. 

Me acompanhe no Pinterest! 

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4 In Entrevistas/ Viagens

‘Ser uma senhora não está em oposição a desbravar o mundo’, diz Lilian Azevedo do blog Uma Senhora Viagem

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Desde junho venho entrevistando outros blogueiros de viagem. O intuito das entrevistas é trazer novas referências para você que acompanha o blog e mais inspiração, e dicas é claro, de viajantes mais experientes.

Na conversa de hoje, conversaremos com a Lilian Azevedo, autora do blog Uma Senhora Viagem. Nele, a Lilian compartilha relatos dos passeios e as viagens que faz para “inspirar pessoas, em especial àquelas que já passaram dos 50, a viajar”. Vem ver como foi nossa conversa! :)

1- Pra começar o bate-papo, tenho que falar que acho demais o fato de você ser uma senhora e mesmo assim desbravar o mundo. Foi difícil sair da zona de conforto ou viajar sempre fez parte da sua essência?

A minha história de viajante é a seguinte : Na minha infância e adolescência fiz pouquíssimas viagens, meus pais não tinham condições financeiras para isso. Viajei 2 vezes no carnaval para Jaú, interior de São Paulo, e 1 vez para Macaé, sempre para casa de familiares. Por volta dos 14 anos, viajei, algumas vezes, para Itaipava e Itatiaia na casa de amigas. Não sentia falta de viagens, pois viajar não fazia parte do meu universo.

Quando comecei a namorar meu marido, viajar passou a existir como mais um ótimo programa a ser feito por nós dois, além de ir à praia, ao cinema, ao teatro, ao restaurante e à casa de amigos. Meu marido sempre adorou passear pelo Rio e viajar, e eu, imediatamente, passei a curtir. Acampamos, algumas vezes, em Visconde de Mauá e em Arraial do Cabo, nos hospedamos em pousadas e em sítios de amigos, mas o que mais importava era viajar.

Casamos, logo vieram os filhos e continuamos a viajar acompanhados deles e só nós. Com eles fomos para variados destinos. Embora, déssemos preferência aos hotéis fazenda, também ficávamos em pousadas e hotéis. Nossas viagens eram de carro, por conta própria, com a ajuda de guias.

Penso que desbravar o mundo, viajar, conhecer novos lugares e culturas é algo destinado a pessoas, jovens e não jovens, que apreciam ou que desejam conhecer outros lugares e culturas.

Respondendo, então, à sua 1ª pergunta, viajar, para mim, não teve o significado de sair da zona de conforto pois eu não viajava pelas razões acima descritas. Também não foi algo que sempre tenha feito parte da minha essência. 

Na Espanha

Na Espanha

2 – O que você falaria para senhoras que querem viajar, mas tem medo?

O medo é uma emoção fundamental que serve para nos proteger. O que não podemos deixar é que o medo nos paralise. Eu diria pra quem quer viajar mas tem medo, que tente identificar o que causa o medo e, então, busque maneiras de resolver cada uma das coisas que desencadeiam essa emoção. Por exemplo, recentemente eu viajei sozinha para Aracaju e fiquei com medo de sair para jantar sem companhia e de não ter com quem dividir os passeios de buggy. Mas, meu medo não foi maior do que a vontade de viajar. Então, lá fui eu com medo mesmo. No 1º dia fiz um lanche bem no final da tarde e não saí para jantar e no dia do passeio de buggy deixei a timidez de lado, puxei assunto e fiz amizade com 2 senhoras que estavam na condução. Conclusão, tive companhia para o passeio e para jantar e passear nos demais dias.

3- Você imaginava que viraria uma senhora viajante ou se imaginava mais “tradicional”?

Minha 1ª viagem internacional fiz aos 38 anos e só então me dei conta de que o mundo é imenso, que queria conhecer muitos lugares, muitas culturas diferentes, que existem inúmeros tipos de viajantes e que eu poderia ser um deles. Viajo sempre com meu marido e nós somos viajantes simples: não gastamos muito e sempre organizamos nossas viagens por conta própria. Daí em diante, nos sentimos mais confiantes para viajar para fora do Brasil. Hoje, estou com 60 anos, continuo viajando e pensando em mais e mais viagens. Acho que serei sempre uma pessoa apaixonada por viajar.

4 – Dos destinos brasileiros, qual você mais indica para senhoras? E dos destinos internacionais?

Não acredito que exista algum destino nacional ou internacional mais indicado para senhoras. Tenho certeza que existem lugares lindos no Brasil e nos mais diferentes países que encantam quem gosta de viajar. Em qualquer destino tem atividades que são mais o seu perfil e tem outras que você não curte tanto. Na minha experiência já pude observar que tem coisas que eu não gosto e nunca gostei, mesmo quando era jovem. Por exemplo, sempre fui muito medrosa para saltar de paraquedas, voo livre, passeio de buggy com emoção, montanha russa.

Detesto essas atrações radicais, mas já fui à Disney 3 vezes e andei em vários brinquedos. A escolha do destino tem que atender a certos critérios, independente da idade. 

5 -Além de viajar, você também mantem um blog. Como faz para driblar as dificuldades de lidar com os aparatos tecnológicos?

Peço ajuda a outros blogueiros, procuro ajuda em vídeos no youtube e tenho uma professora de informática que me orienta e me ensina várias coisas. 

Com o marido em Cuzco, no Peru

Com o marido em Cuzco, no Peru

7- Qual site mais te ajuda na hora do planejamento das viagens?

Descobri blogs de viagem em 2009 e, desde então, só planejo minhas viagens consultando os blogs de viagem [ 90%], revistas de viagem e, às vezes, também compro guias de viagem. Adoro ler posts, mesmo quando não estou planejando viagem. Tem blogs que oferecem passo a passo, outros que dão dicas econômicas, outros que te inspiram pela forma poética como falam dos lugares visitados, enfim, tem blog para todos os gostos e necessidades.

8 – Como uma viajante experiente, tem alguma coisa que você não poderia deixar de falar?

É fundamental viajar com um seguro de saúde e com os medicamentos que você já está acostumado em caso de dor de cabeça, alergia, mal estar, gripe. Também é importante pesquisar a localização de sua hospedagem, para ter conhecimento sobre segurança.

Não levar mala pesada é outro cuidado. Importante anotar no idioma local o nome de estações de metrô, de cidades e comandos básicos para se comunicar. Organize a viagem de acordo com seu ritmo, mesmo que você esteja seguindo um ótimo roteiro de alguém que já foi para aquele destino.

9 – Seu destino predileto?

Tenho viajado para lugares muito legais e sempre procuro ver as coisas positivas da cidade que estou conhecendo. Mas, sempre tem cidades que te marcam de uma forma especial. No Brasil, amo Búzios, Gramado, Tiradentes, Paraty e Recife. Fora do país, adoro Buenos Aires, Santiago, São Francisco, San Diego, Miami e na Europa adoro qualquer cidade. Vale dizer que eu ainda não conheço muitos lugares, portanto essa lista pode mudar a qualquer momento. 

Em Buenos Aires

Em Buenos Aires

10 – Que recado daria para outras senhoras?

Viajar é construir um patrimônio pessoal, inesquecível e intransferível. Toda viagem acrescenta algo a vida. Você vai uma pessoa e volta outra. Fica tudo registrado na nossa memória e guardado em nosso coração. Venha comigo fazer uma senhora viagem!

**

Leia as outras entrevistas:

‘Não é preciso ser rico para viajar’ – Entrevista com Marianne Rangel, do blog Despachadas 

‘Viajar sozinha é uma oportunidade de aprendizado’ – Bate-papo com Mariana Bueno, do blog Mariana Viaja

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Beijos,

Kari.

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0 In O que fazer no Rio/ Trilhas

Trilha da Pedra do Pontal, no Recreio dos Bandeirantes

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Uma vista linda entre a praia do Recreio e a da Macumba. Assim defino o que é a recompensa de subir a trilha da Pedra do Pontal, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio. O percurso ficou famoso através de fotos nas redes sociais, assim como a Pedra do Telégrafo, e despertou a curiosidade das pessoas em tirar aquela foto bacana naquela vista incrível. 

Sobre a trilha em si, ela é bem rápida. São uns 30 minutos de subida no máximo e ela é considerada leve. Mas, é preciso vencer o medo de “escalar” uma pedra, e ter certa força no braço, para ter direito a recompensa.

Outra parte da trilha que achei chatinha foi a primeira pedra na subida. Ela é bem escorregadia por conta da areia da praia. Então, já fica a dica: vá com um calçado antiderrapante, de preferência daqueles apropriados para trilha mesmo.

Tirando essas duas partes, a trilha é bem tranquila. De resto é chegar lá em cima e aproveitar a natureza :)

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Dá para fazer sozinho?

Se você já está acostumado a trilhar dá para fazer sem o auxílio de guia tranquilamente. É uma pedra que você tem que subir. Não tem muita opção de caminho, então se perder é praticamente impossível. Só fique atento onde pisa e cuidado na hora de tirar fotos para não escorregar e cair.

Quanto a subida (e descida), já tem uma corda amarrada no local para os visitantes “escalarem” a pedra de chegada ao topo. Mas, se você tiver medo ou não tá acostumado a trilhar, aconselho ir com guia sim.

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Quando faço trilhas sozinha (sem amigos, namorado, etc), na maioria das vezes vou com o pessoal do Pé na Trilha RJ (e não, não é publicidade!). Para trilhas dentro do Rio de Janeiro eles costumam cobrar R$ 20 por pessoa.

Como Chegar

Você pode ir de carro ou de ônibus. Se for de carro, chegue cedo, pois o estacionamento é rotativo e quanto mais tarde, maiores são as chances de não ter vaga.

Se for de ônibus, a condução vai depender do seu ponto de partida. Se vier da Baixada ou Zona Norte você pode pegar uma condução até a Central do Brasil e de lá pegar o ônibus 315. Se vier da Zona Sul as opções são: 309, linha integrada 1 (antiga 314) e linha integrada 3 (antiga 548).

Você também pode pegar o BRT expresso e ir até a estação Recreio Shopping. De lá para pedra do Pontal é cerca de 12 minutos de carro. O que, na minha opinião, não vale tão a pena.

O que levar?

O que levamos em toda trilha, hehehe. Água, protetor solar, óculos escuros, algo leve (como frutas) para comer, câmera para tirar foto e ir com calçado confortável.

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Trilha da Pedra do Pontal

Onde: Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio

Nível: Leve

Tempo: Aproximadamente 30 min

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Kari.

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2 In Para mulheres/ Viagens

Desafio: Vai viajar sozinha? 10 curiosidades sobre minhas viagens

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Fui desafia pela Rayane Azevedo, do blog AzWanderlust, a responder dez perguntas sobre minhas viagens sozinha. Como adoro um desafio topei de cara e as respostas você confere abaixo.

Ah, o desafio foi elaborado pela Rayane e pela Mariana, do Mariana Viaja. Clique aqui e aqui para conferir as respostas dessas minas viajantes :)

E como não poderia deixar de ser, antes de começar a responder as minhas perguntas, desafio a Marcela Falco do blog Diário de Navegador a responder as 10 perguntas.

1 – Quando e onde foi sua primeira vez (de viagem solo, viu? rs)?

A primeira vez que viajei sozinha foi aos 16 anos para Saquarema. Não foi exatamente uma viagem solo, pois foi somente o trajeto de ida sozinha. Mas, pra mim, na época foi emocionante e angustiante ao mesmo tempo ter em mãos a responsabilidade de me virar completamente sozinha, mesmo que por algumas horas.

Depois disso, passear sozinha na minha própria cidade se tornou algo natural. Então, é super comum me ver pelo Rio conhecendo novos lugares na minha própria companhia. Agora, viagem viagem mesmo, a minha primeira solo foi em maio deste ano para Belém e Ilha de Marajó. Além do desafio de estar sozinha, também tive o desafio de não ser um destino tão desenvolvido e em que não é comum ter mulheres viajando sozinha. Foi desafiador e, por isso, acredito que voltei mais confiante.

LEIA MAIS: Dicas para planejar uma viagem sozinha

2 – Por que você foi sozinha: era uma vontade ou foi necessidade?

Necessidade. Queria muito curtir o Carnaval na região dos Lagos, mas só poderia ir depois do pessoal que estava na casa. Então, comprei a passagem e fui.

3 – Você costuma planejar ou é daquelas que arruma a mala e vai?

Gosto de planejar. Sou metódica demais pra me jogar sem o mínimo de planejamento. Mas, um dia desejo viajar assim, sem planos para ver como é a experiência.

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Na sequência: em Marajó, Belém, Niterói e no Centro do Rio

4 – Já passou algum perrengue desesperador por estar sozinha? E como deu a volta por cima?

Não e que bom que não! Mas, se acontecer volto aqui e mudo a resposta.

5 – Costuma ficar em albergue ou hotel? E prefere mala ou mochila?

Sobre o albergue ou hotel vai depender da localização, preço, etc. Agora, sobre mala ou mochila com toda certeza mochila. É mais prático e mais fácil de carregar e vigiar as coisas. Mala dá muito mais trabalho.

6 – O que deu muito errado? E o que deu muito certo?

Errado ainda nada. Agora certo todas as experiências e amigos que fiz no caminho. Além do autoconhecimento adquirido. Isso é uma coisa que ninguém me tira :)

7 – Já pegou carona ou se hospedou na casa de alguém?

Não. Prefiro os meios tradicionais, rs. Não tenho esse nível de desapego, mas admiro muito quem tem. Quanto a se hospedar na casa de alguém sozinha, acho que se eu reservar através de uma plataforma como Airbnb até tenho coragem. Agora, carona essa acho que tô fora mesmo! hehehe

LEIA MAIS: Mas, e você vai sozinha?

8 – Você acha que viajar sozinha é perigoso?

E que lugar não é perigoso? O mundo como todo é perigoso. Por isso, não acho que essa resposta seja uma justificativa para não viajar sozinha. Acho que viajar sozinha traz mais vantagens do que desvantagens. Agora, é claro que sempre tomamos alguns cuidados, como não dar mole com os pertences, sempre nos comunicar com nossos amigos e familiares, compartilhar a localização, não exagerar no álcool…

9 – Tem filho, namorado, marido, cachorro papagaio? Como conciliar isso com as viagens solo?

Namoro, mas não acho que isso seja impedimento para ter um momento meu. Temos tempo para nós, para nós com nossos familiares, para nós com nossos amigos e para cada um ficar sozinho também. E nesse tempo sozinha porque não viajar? Acho isso super saudável pro relacionamento, afinal ninguém precisa esquecer sua individualidade só porque está namorando.

10 – O que não pode faltar na sua bagagem?

Roupas confortáveis e versáteis. Viajando, sozinha ou não, só tem eu para carregar a minha bagagem logo levar muito peso, já que sou eu que vou ter que carregar, está fora de cogitação. Apesar de não ser fácil levar pouca coisa, posso dizer, com certo orgulhinho, que tenho conseguido :)

BONUS: Inspire mais mulheres a viajarem sozinhas! Em três palavras, o que é viajar sozinha para você?

Viajar sozinha é ter mais liberdade para fazer as coisas na hora que quiser e se quiser. O que significa ser mais independente também. Além de melhorar o conhecimento sobre nós mesmos. É um mergulho em si próprio.

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